# Adenoma hipofisário silencioso

> Página oficial: https://raras.org/doenca/adenoma-hipofisario-silencioso
> Fonte: Raras.org — Banco de Dados de Doenças Raras em Português (CC BY 4.0 — atribuição obrigatória: Raras.org, https://raras.org)
> Última revisão do verbete: 2026-09-22

## Identificadores

- **ORPHA**: 314786 — https://www.orpha.net/en/disease/detail/314786
- **CID-10**: D35.2
- **OMIM**: none — https://omim.org/entry/none

## Em linguagem simples

O **adenoma hipofisário silencioso** é um subtipo histopatológico de tumor raro que atinge a glândula hipófise. Por não haver sintomas específicos catalogados nas bases oficiais, o quadro costuma ser identificado por meio de exames de imagem ou após análises laboratoriais especializadas do tecido. A literatura científica indica que o manejo de lesões hipofisárias envolve principalmente procedimentos neurocirúrgicos e monitoramento para evitar novas recidivas. No Brasil, a condição não consta na lista oficial de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) de doenças raras do Ministério da Saúde, devendo a assistência ser obtida pela rede hospitalar do SUS.

## Descrição clínica

Adenoma hipofisário silencioso é um tumor benigno da hipófise que não produz hormônios em excesso, sendo frequentemente descoberto incidentalmente. Pode causar sintomas por compressão de estruturas vizinhas ou, raramente, por deficiência hormonal.

## Epidemiologia e herança


## Genes associados (2)

- **AIP** — AH receptor-interacting protein [Major susceptibility factor in]
  - Função: May act as a negative regulator of Aurora-A kinase, by down-regulation through proteasome-dependent degradation
- **MEN1** — Menin [Major susceptibility factor in]
  - Função: Essential component of a MLL/SET1 histone methyltransferase (HMT) complex, a complex that specifically methylates 'Lys-4' of histone H3 (H3K4). Functions as a transcriptional regulator. Binds to the T

## Perguntas frequentes

### O que é o adenoma hipofisário silencioso?

É um subtipo histopatológico raro de neoplasia da glândula hipófise cadastrado sob o código ORPHA:314786. Na Classificação Internacional de Doenças, ele corresponde ao código CID-10 D35.2.
- Fontes: [1] Orphanet (https://www.orpha.net/pt/disease/detail/314786)

### O adenoma hipofisário silencioso tem causas genéticas?

Estudos científicos associam o quadro a pesquisas envolvendo os genes AIP e MEN1. Contudo, o tipo exato de herança genética não se encontra estabelecido na base da Orphanet.
- Fontes: [1] Orphanet (https://www.orpha.net/pt/disease/detail/314786); [3] GenCC (https://search.thegencc.org)

### Como é feito o diagnóstico dessa condição?

O diagnóstico depende primordialmente da avaliação histopatológica e de análises imuno-histoquímicas do tecido tumoral. Existem também 336 testes genéticos catalogados no NCBI GTR voltados para a investigação de alterações correlatas.
- Fontes: [5] Clinical Relevance and Immunohistochemical Patterns of Silent Pituitary Adenomas: 10 Years of Single-centre Ex (2021) (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33357196/); [11] Non-functioning pituitary adenoma: when and how to operate? What pathologic criteria for typing? (2015) (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26070464/); [19] NCBI GTR — 336 teste(s) genético(s) registrado(s) para esta doença (https://www.ncbi.nlm.nih.gov/gtr/all/tests/?term=OMIM%3Anone)

### Existe tratamento pelo SUS para o adenoma hipofisário silencioso?

Esta doença não consta na lista oficial de PCDTs de doenças raras do Ministério da Saúde. Apesar de não haver um protocolo clínico específico ou medicamentos dispensados com essa indicação exclusiva, o atendimento neurocirúrgico e clínico ocorre pela rede geral do SUS.
- Fontes: [15] Management of clinically non-functioning pituitary adenoma. (2015) (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26072284/); [18] Ministério da Saúde — lista oficial de PCDTs de doenças raras (consultada em 2026-09-20) — esta doença NÃO consta nela (https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/doencas-raras/pcdt)

### Existem ensaios clínicos em andamento no Brasil?

Atualmente, não constam ensaios clínicos ativos ou recrutando participantes documentados nos registros da patologia. As condutas de cuidado baseiam-se em publicações científicas e em técnicas cirúrgicas consolidadas na literatura médica.
- Fontes: [1] Orphanet (https://www.orpha.net/pt/disease/detail/314786); [4] Biological and radiological exploration and management of non-functioning pituitary adenoma. (2015) (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26122495/); [7] Post-surgical management of non-functioning pituitary adenoma. (2015) (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26116412/)

## Importante

O Raras **não diagnostica e não prescreve**. Esta página é educativa e informativa.
Pacientes devem consultar profissionais de saúde qualificados para decisões clínicas.

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**Citação sugerida**: Raras.org — Adenoma hipofisário silencioso. Disponível em: https://raras.org/doenca/adenoma-hipofisario-silencioso
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