# Anomalia congênita da veia hepática

> Página oficial: https://raras.org/doenca/anomalia-congenita-da-veia-hepatica
> Fonte: Raras.org — Banco de Dados de Doenças Raras em Português (CC BY 4.0 — atribuição obrigatória: Raras.org, https://raras.org)
> Última revisão do verbete: 2026-09-22

## Identificadores

- **ORPHA**: 95507 — https://www.orpha.net/en/disease/detail/95507
- **CID-10**: Q26.8
- **OMIM**: none — https://omim.org/entry/none

## Em linguagem simples

A anomalia congênita da veia hepática é uma alteração rara na anatomia dos vasos venosos do fígado presente desde o nascimento. Os sinais clínicos e os sintomas característicos dessa condição não se encontram detalhados nas bases oficiais internacionais. Não existe um medicamento específico aprovado para tratar essa alteração morfológica, sendo o cuidado baseado na avaliação de cada caso. No Brasil, a condição não possui um protocolo clínico próprio (PCDT) nem remédios dispensados pelo SUS, mas o sistema oferece procedimentos de investigação e suporte de reabilitação.

## Descrição clínica

Anomalia congênita da veia hepática é uma malformação rara das veias que drenam o fígado. Pode variar de ausência parcial a completa, impactando o fluxo sanguíneo hepático e a circulação sistêmica.

## Epidemiologia e herança


## Centros de referência no Brasil (24)

- Hospital Universitário Prof. Edgard Santos (HUPES) (Salvador/BA)
- Hospital Infantil Albert Sabin (Fortaleza/CE)
- Hospital de Apoio de Brasília (HAB) (Brasília/DF)
- Hospital Estadual Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (HIABA) (Vila Velha/ES)
- Hospital das Clínicas da UFG (Goiânia/GO)
- Hospital Universitário da UFJF (Juiz de Fora/MG)
- Hospital das Clínicas da UFMG (Belo Horizonte/MG)
- Hospital Universitário Julio Müller (HUJM) (Cuiabá/MT)
- Hospital Universitário João de Barros Barreto (Belém/PA)
- Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW) (João Pessoa/PB)
- Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (IMIP) (Recife/PE)
- Hospital Pequeno Príncipe (Curitiba/PR)
- Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM) (Maringá/PR)
- Hospital de Clínicas da UFPR (Curitiba/PR)
- Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE-UERJ) (Rio de Janeiro/RJ)
- Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) (Rio de Janeiro/RJ)
- Hospital São Lucas da PUCRS (Porto Alegre/RS)
- Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) (Porto Alegre/RS)
- Hospital Universitário da UFSC (HU-UFSC) (Florianópolis/SC)
- Hospital das Clínicas da FMUSP (São Paulo/SP)

## Perguntas frequentes

### O que é a anomalia congênita da veia hepática?

É uma anomalia morfológica congênita que afeta os vasos venosos hepáticos, registrada pelo código ORPHA:95507. A condição é classificada internacionalmente pelo CID-10 Q26.8.
- Fontes: [1] Orphanet (https://www.orpha.net/pt/disease/detail/95507)

### A anomalia congênita da veia hepática é hereditária?

Não existem dados catalogados nas bases científicas sobre o padrão de herança ou genes causais da condição. Também não há variantes genéticas patogênicas reportadas no banco ClinVar para este quadro.
- Fontes: [1] Orphanet (https://www.orpha.net/pt/disease/detail/95507); [2] GARD (NIH) (https://rarediseases.info.nih.gov/diseases/GARD:19282/index)

### Quais são os principais sintomas da condição?

Não há uma lista de sinais e sintomas catalogada nas bases de referência oficiais de doenças raras. As manifestações dependem diretamente das repercussões anatômicas e hemodinâmicas encontradas em cada paciente.
- Fontes: [1] Orphanet (https://www.orpha.net/pt/disease/detail/95507); [2] GARD (NIH) (https://rarediseases.info.nih.gov/diseases/GARD:19282/index); [4] Impact of Age-Related Change in Caval Flow Ratio on Hepatic Flow Distribution in the Fontan Circulation. (2024) (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/38567518/); [6] Intrahepatic Congenital Portosystemic Shunts. (2025) (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40274472/)

### Existe tratamento para a condição dispensado pelo SUS?

Esta doença não consta na lista oficial de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) de doenças raras do Ministério da Saúde. Não existem medicamentos dispensados pelo SUS especificamente para o tratamento desta anomalia. O sistema público disponibiliza procedimentos de diagnóstico complementar e atendimento em reabilitação para suporte aos pacientes.
- Fontes: [17] Ministério da Saúde — lista oficial de PCDTs de doenças raras (consultada em 2026-09-20) — esta doença NÃO consta nela (https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/doencas-raras/pcdt)

### Como é feito o diagnóstico da alteração?

O diagnóstico fundamenta-se na avaliação morfológica das estruturas vasculares do fígado. Na tabela de procedimentos do SUS constam exames como cariótipo, teste por FISH, sequenciamento do exoma e dosagem de alfa-fetoproteína.
- Fontes: [1] Orphanet (https://www.orpha.net/pt/disease/detail/95507); [5] The importance of evaluating anatomy below the diaphragm in staged single-ventricle patients presenting with c (2025) (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40755127/); [17] Ministério da Saúde — lista oficial de PCDTs de doenças raras (consultada em 2026-09-20) — esta doença NÃO consta nela (https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/doencas-raras/pcdt)

## Importante

O Raras **não diagnostica e não prescreve**. Esta página é educativa e informativa.
Pacientes devem consultar profissionais de saúde qualificados para decisões clínicas.

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**Citação sugerida**: Raras.org — Anomalia congênita da veia hepática. Disponível em: https://raras.org/doenca/anomalia-congenita-da-veia-hepatica
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