OBSOLETO. A alfa-distroglicanopatia muscular congênita com anomalias cerebrais e oculares (MDDGA) é uma lisencefalia em paralelepípedo caracterizada por e considerada patognomônica de um espectro contínuo de distúrbios autossômicos recessivos com envolvimento cerebral, ocular e muscular. A MDDGA inclui a síndrome de Walker-Warburg, a doença músculo-olho-cérebro, a distrofia muscular e cerebral de Fukuyama e a doença músculo-olho-cérebro com leucodistrofia multicística bilateral.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A alfa-distroglicanopatia muscular congênita com anomalias cerebrais e oculares é uma doença genética rara que afeta principalmente os músculos, o cérebro e os olhos. Ela faz parte de um grupo de condições conhecidas como distroglicanopatias, nas quais há uma alteração na glicosilação (um tipo de modificação química) de uma proteína chamada alfa-distroglicana. Essa alteração prejudica a ligação entre as células musculares e a matriz extracelular, levando à fraqueza muscular e a malformações no sistema nervoso central e nos olhos. A doença é considerada uma forma de lisencefalia do tipo pedra de calçamento (cobblestone lissencephaly), caracterizada por um padrão específico de alterações na superfície do cérebro.[1]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas da alfa-distroglicanopatia muscular congênita com anomalias cerebrais e oculares são variáveis e podem incluir fraqueza muscular grave desde o nascimento (hipotonia congênita), malformações cerebrais como a lisencefalia do tipo pedra de calçamento, e anomalias oculares como catarata, glaucoma ou microftalmia (olhos menores que o normal). O quadro clínico pode se sobrepor ao de outras condições, como a síndrome de Walker-Warburg, a doença muscular-olho-cérebro e a distrofia muscular de Fukuyama. A gravidade dos sintomas pode variar de paciente para paciente.[1]
Causas genéticas
A alfa-distroglicanopatia muscular congênita com anomalias cerebrais e oculares é causada por mutações em genes que participam do processo de glicosilação da alfa-distroglicana. Embora o gene específico não tenha sido listado nos dados disponíveis, sabe-se que a condição é herdada de forma autossômica recessiva, o que significa que ambos os pais precisam carregar e transmitir uma cópia do gene alterado para que a doença se manifeste. O diagnóstico genético pode ser confirmado por meio de testes moleculares que identificam mutações nos genes associados.[1][2]
Diagnóstico
O diagnóstico da alfa-distroglicanopatia muscular congênita com anomalias cerebrais e oculares é baseado na avaliação clínica, nos exames de imagem do cérebro (como ressonância magnética) e na confirmação por teste genético molecular. O teste genético pode identificar mutações nos genes relacionados à glicosilação da alfa-distroglicana. A análise de variantes genéticas pode ser realizada por meio de painéis de genes ou sequenciamento completo do exoma. Não há informações disponíveis sobre testes genéticos específicos no Brasil ou sobre variantes depositadas no ClinVar para esta condição.[1][2][3]
Tratamento e manejo
Atualmente, não há cura para a alfa-distroglicanopatia muscular congênita com anomalias cerebrais e oculares. O tratamento é multidisciplinar e visa aliviar os sintomas, melhorar a qualidade de vida e prevenir complicações. O manejo pode incluir fisioterapia para manter a função muscular, terapia ocupacional, suporte respiratório em casos de fraqueza dos músculos respiratórios, e acompanhamento oftalmológico e neurológico regular. Não há medicamentos específicos aprovados para o tratamento da doença no Brasil, e o acesso a procedimentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) não está coberto atualmente.[1][3]
Tratamentos citados na literatura
A literatura científica menciona algumas substâncias que foram investigadas em estudos relacionados à alfa-distroglicanopatia muscular congênita com anomalias cerebrais e oculares. É importante destacar que essas são associações mineradas de publicações científicas e não representam recomendações de tratamento. Os fármacos e compostos citados incluem: Oligonucleotídeos Antisense (6 publicações), Esteroides (6 publicações), Ácido Lático (5 publicações), Polissacarídeos (4 publicações), Metotrexato (4 publicações), Glicose (3 publicações), Prednisona (3 publicações), Ribitol (3 publicações), Succinilcolina (3 publicações) e Fluordesoxiglicose F18 (2 publicações).[3]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico da alfa-distroglicanopatia muscular congênita com anomalias cerebrais e oculares é geralmente reservado, variando conforme a gravidade das malformações cerebrais e oculares e o grau de comprometimento muscular. Muitas crianças apresentam atraso no desenvolvimento neuropsicomotor e podem necessitar de cuidados intensivos ao longo da vida. O acompanhamento por uma equipe multidisciplinar é essencial para otimizar a qualidade de vida e oferecer suporte às famílias.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
A alfa-distroglicanopatia muscular congênita com anomalias cerebrais e oculares (MDDGA) é um grupo de doenças genéticas raras que compromete o desenvolvimento dos músculos, do cérebro e da visão. Os sinais característicos envolvem malformações cerebrais como a lisencefalia em paralelepípedo, além de fraqueza muscular e alterações nos olhos. Esta condição não consta na lista oficial de PCDTs de doenças raras do Ministério da Saúde, e não há medicamentos específicos curativos disponíveis pelo SUS. O acompanhamento é voltado ao controle dos sintomas e suporte contínuo pela equipe médica especializada.
OBSOLETO. A alfa-distroglicanopatia muscular congênita com anomalias cerebrais e oculares (MDDGA) é uma lisencefalia em paralelepípedo caracterizada por e considerada patognomônica de um espectro contínuo de distúrbios autossômicos recessivos com envolvimento cerebral, ocular e muscular. A MDDGA inclui a síndrome de Walker-Warburg, a doença músculo-olho-cérebro, a distrofia muscular e cerebral de Fukuyama e a doença músculo-olho-cérebro com leucodistrofia multicística bilateral.
Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →
Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
Preparando trilha educativa...
Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Linha do tempo da pesquisa
Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →
Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Alfa-distroglicanopatia muscular congênita com anomalias cerebrais e oculares
Centros de Referência SUS
24 centros habilitados pelo SUS para Alfa-distroglicanopatia muscular congênita com anomalias cerebrais e oculares
Centros para Alfa-distroglicanopatia muscular congênita com anomalias cerebrais e oculares
Detalhes dos centros
Hospital Universitário Prof. Edgard Santos (HUPES)
R. Dr. Augusto Viana, s/n - Canela, Salvador - BA, 40110-060 · CNES 0003808
Serviço de Referência
Hospital Infantil Albert Sabin
R. Tertuliano Sales, 544 - Vila União, Fortaleza - CE, 60410-794 · CNES 2407876
Serviço de Referência
Hospital de Apoio de Brasília (HAB)
AENW 3 Lote A Setor Noroeste - Plano Piloto, Brasília - DF, 70684-831 · CNES 0010456
Serviço de Referência
Hospital Estadual Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (HIABA)
Av. Min. Salgado Filho, 918 - Soteco, Vila Velha - ES, 29106-010 · CNES 6631207
Serviço de Referência
Hospital das Clínicas da UFG
Rua 235 QD. 68 Lote Área, Nº 285, s/nº - Setor Leste Universitário, Goiânia - GO, 74605-050 · CNES 2338424
Serviço de Referência
Hospital Universitário da UFJF
R. Catulo Breviglieri, Bairro - s/n - Santa Catarina, Juiz de Fora - MG, 36036-110 · CNES 2297442
Atenção Especializada
Hospital das Clínicas da UFMG
Av. Prof. Alfredo Balena, 110 - Santa Efigênia, Belo Horizonte - MG, 30130-100 · CNES 2280167
Serviço de Referência
Hospital Universitário Julio Müller (HUJM)
R. Luis Philippe Pereira Leite, s/n - Alvorada, Cuiabá - MT, 78048-902 · CNES 2726092
Atenção Especializada
Hospital Universitário João de Barros Barreto
R. dos Mundurucus, 4487 - Guamá, Belém - PA, 66073-000 · CNES 2337878
Serviço de Referência
Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW)
R. Tabeliao Estanislau Eloy, 585 - Castelo Branco, João Pessoa - PB, 58050-585 · CNES 0002470
Atenção Especializada
Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (IMIP)
R. dos Coelhos, 300 - Boa Vista, Recife - PE, 50070-902 · CNES 0000647
Serviço de Referência
Hospital Pequeno Príncipe
R. Des. Motta, 1070 - Água Verde, Curitiba - PR, 80250-060 · CNES 3143805
Serviço de Referência
Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM)
Av. Mandacaru, 1590 - Parque das Laranjeiras, Maringá - PR, 87083-240 · CNES 2216108
Atenção Especializada
Hospital de Clínicas da UFPR
R. Gen. Carneiro, 181 - Alto da Glória, Curitiba - PR, 80060-900 · CNES 2364980
Serviço de Referência
Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE-UERJ)
Blvd. 28 de Setembro, 77 - Vila Isabel, Rio de Janeiro - RJ, 20551-030 · CNES 2280221
Serviço de Referência
Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz)
Av. Rui Barbosa, 716 - Flamengo, Rio de Janeiro - RJ, 22250-020 · CNES 2269988
Serviço de Referência
Hospital São Lucas da PUCRS
Av. Ipiranga, 6690 - Jardim Botânico, Porto Alegre - RS, 90610-000 · CNES 2232928
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA)
Rua Ramiro Barcelos, 2350 Bloco A - Av. Protásio Alves, 211 - Bloco B e C - Santa Cecília, Porto Alegre - RS, 90035-903 · CNES 2237601
Serviço de Referência
Hospital Universitário da UFSC (HU-UFSC)
R. Profa. Maria Flora Pausewang - Trindade, Florianópolis - SC, 88036-800 · CNES 2560356
Serviço de Referência
Hospital das Clínicas da FMUSP
R. Dr. Ovídio Pires de Campos, 225 - Cerqueira César, São Paulo - SP, 05403-010 · CNES 2077485
Serviço de Referência
Hospital de Base de São José do Rio Preto
Av. Brg. Faria Lima, 5544 - Vila Sao Jose, São José do Rio Preto - SP, 15090-000 · CNES 2079798
Atenção Especializada
Hospital de Clínicas da UNICAMP
R. Vital Brasil, 251 - Cidade Universitária, Campinas - SP, 13083-888 · CNES 2748223
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas de Ribeirão Preto (HCRP-USP)
R. Ten. Catão Roxo, 3900 - Vila Monte Alegre, Ribeirão Preto - SP, 14015-010 · CNES 2082187
Serviço de Referência
UNIFESP / Hospital São Paulo
R. Napoleão de Barros, 715 - Vila Clementino, São Paulo - SP, 04024-002 · CNES 2688689
Serviço de Referência
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
FKRP mutations cause congenital muscular dystrophy 1C and limb-girdle muscular dystrophy 2I in Asian patients.
Mutation in the fukutin-related protein (FKRP) gene causes alpha-dystroglycanopathies, a group of autosomal recessive disorders associated with defective glycosylated alpha-dystroglycan (α-DG). The disease phenotype shows a broad spectrum, from the most severe congenital form involving brain and eye anomalies to milder limb-girdle form. FKRP-related alpha-dystroglycanopathies are common in European countries. However, a limited number of patients have been reported in Asian countries. Here, we presented the clinical, pathological, and genetic findings of nine patients with FKRP mutations identified at a single muscle repository center in Japan. Three and six patients were diagnosed with congenital muscular dystrophy type 1C and limb-girdle muscular dystrophy 2I, respectively. None of our Asian patients showed the most severe form of alpha-dystroglycanopathy. While all patients showed a reduction in glycosylated α-DG levels, to variable degrees, these levels did not correlate to clinical severity. Fifteen distinct pathogenic mutations were identified in our cohort, including five novel mutations. Unlike in the populations belonging to European countries, no common mutation was found in our cohort.
Characteristic Cochlear Hypoplasia in Patients with Walker-Warburg Syndrome: A Radiologic Study of the Inner Ear in α-Dystroglycan-Related Muscular Disorders.
Walker-Warburg syndrome, muscle-eye-brain disease, and Fukuyama congenital muscular dystrophy are α-dystroglycan-related muscular disorders associated with brain malformations and eye abnormalities in which no structural inner ear abnormality has been described radiologically. We collected patients from 6 tertiary pediatric hospitals and reported the radiologic features and frequency of inner ear dysplasias. Patients previously diagnosed clinicoradiologically with Walker-Warburg syndrome, muscle-eye-brain disease, or Fukuyama congenital muscular dystrophy were included. We recorded the pathogenic variant, when available. Brain MR imaging and/or CT findings were reviewed in consensus, and inner ear anomalies were classified according to previous description in the literature. We then correlated the clinicoradiologic phenotype with the inner ear phenotype. Thirteen patients fulfilled the criteria for the Walker-Warburg syndrome phenotype, 8 for muscle-eye-brain disease, and 3 for Fukuyama congenital muscular dystrophy. A dysplastic cochlea was demonstrated in 17/24. The most frequent finding was a pronounced cochlear hypoplasia type 4 with a very small anteriorly offset turn beyond the normal-appearing basal turn (12/13 patients with Walker-Warburg syndrome and 1/11 with muscle-eye-brain disease or Fukuyama congenital muscular dystophy). Two of 8 patients with muscle-eye-brain disease, 1/3 with Fukuyama congenital muscular dystrophy, and 1/13 with Walker-Warburg syndrome showed a less severe cochlear hypoplasia type 4. The remaining patients without Walker-Warburg syndrome were healthy. The vestibule and lateral semicircular canals of all patients were normal. Cranial nerve VIII was present in all patients with diagnostic MR imaging. Most patients with the severe α-dystroglycanopathy Walker-Warburg syndrome phenotype have a highly characteristic cochlear hypoplasia type 4. Patients with the milder variants, muscle-eye-brain disease and Fukuyama congenital muscular dystrophy, more frequently have a normal cochlea or milder forms of hypoplasia.
Cystic kidneys in fetal Walker-Warburg syndrome with POMT2 mutation: Intrafamilial phenotypic variability in four siblings and review of literature.
Walker-Warburg syndrome (WWS) is a severe form of congenital muscular dystrophy secondary to α-dystroglycanopathy with muscle, brain, and eye abnormalities often leading to death in the first weeks of life. It is transmitted in an autosomal recessive pattern, and has been linked to at least 15 different genes; including protein O-mannosyltransferase 1 (POMT1), protein O-mannosyltransferase 2 (POMT2), protein O-mannose beta-1,2-N acetylglucosaminyltransferase (POMGNT1), fukutin (FKTN), isoprenoid synthase domain-containing protein (ISPD), and other genes. We report on a consanguineous family with four consecutive siblings affected by this condition with lethal outcome in three (still birth), and termination of the fourth pregnancy based on antenatal MRI identification of brain and kidney anomalies that heralded proper and deep clinical phenotyping. The diagnosis of WWS was suggested based on the unique collective phenotype comprising brain anomalies in the form of lissencephaly, subcortical/subependymal heterotopia, and cerebellar hypoplasia shared by all four siblings; microphthalmia in one sibling; and large cystic kidneys in the fetus and another sibling. Other unshared neurological abnormalities included hydrocephalus and Dandy-Walker malformation. Whole exome sequencing of the fetus revealed a highly conserved missense mutation in POMT2 that is known to cause WWS with brain and eye anomalies.In conclusion, the heterogeneous clinical presentation in the four affected conceptions with POMT2 mutation expands the current clinical spectrum of POMT2-associated WWS to include large cystic kidneys; and confirms intra-familial variability in terms of brain, kidney, and eye anomalies.
Differential diagnosis of ventriculomegaly and brainstem kinking on fetal MRI.
Fetal ventriculomegaly is a common and frequently leading neuroimaging finding in complex brain malformations. Here we report on pre- and postnatal neuroimaging findings in three fetuses with prenatal ventriculomegaly and brainstem kinking. We aim to identify key neuroimaging features that may allow the prenatal differentiation between diseases associated with fetal ventriculomegaly and brainstem kinking. All pre- and postnatal magnetic resonance imaging (MRI) data were qualitatively evaluated for infra- and supratentorial abnormalities. Data about clinical features and genetic findings were collected from clinical histories. In all three patients, fetal MRI showed ventriculomegaly and brainstem kinking. In two patients, postnatal MRI also showed supratentorial migration abnormalities and eye abnormalities were found. In these children, the diagnosis of α-dystroglycanopathy was genetically confirmed. In the third patient, basal ganglia had an abnormal shape on MRI suggesting a tubulinopathy. The differential diagnosis of prenatal ventriculomegaly and brainstem kinking includes α-dystroglycanopathies, X-linked hydrocephalus due to mutations in L1CAM, and tubulinopathies. The prenatal differentiation between these diseases may be difficult. The presence of ocular abnormalities on prenatal neuroimaging may favor α-dystroglycanopathies, while dysplastic basal ganglia may suggest a tubulinopathy. However, in some patients the final differentiation between these diseases is possible only postnatally.
Publicações recentes
Genetic and non-genetic factors influencing phenotypic variability in neurofibromatosis type 1.
Real-time breath metabolomics as catalyst for personalized lung cancer diagnostics: prospective matched case-control trial (LUCAbreath).
🥉 Relato de casoThe mutational burden in os odontoideum patients.
European Reference Networks - a flagship activity of the EU in the field of rare and complex diseases: from 2017 to 2025.
Clinical characteristics and long-term prognosis of anti-MDA5-positive dermatomyositis: a comparative study across age groups.
📚 EuropePMCmostrando 4
FKRP mutations cause congenital muscular dystrophy 1C and limb-girdle muscular dystrophy 2I in Asian patients.
Journal of clinical neuroscience : official journal of the Neurosurgical Society of AustralasiaCharacteristic Cochlear Hypoplasia in Patients with Walker-Warburg Syndrome: A Radiologic Study of the Inner Ear in α-Dystroglycan-Related Muscular Disorders.
AJNR. American journal of neuroradiologyCystic kidneys in fetal Walker-Warburg syndrome with POMT2 mutation: Intrafamilial phenotypic variability in four siblings and review of literature.
American journal of medical genetics. Part ADifferential diagnosis of ventriculomegaly and brainstem kinking on fetal MRI.
Brain & developmentAssociações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
Ainda não temos associações cadastradas para Alfa-distroglicanopatia muscular congênita com anomalias cerebrais e oculares.
É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →
Doenças relacionadas
Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico
Ainda não achamos doenças com sintomas parecidos o suficiente.
Perguntas frequentes
O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu
É um grupo de distúrbios genéticos de herança autossômica recessiva que acometem de forma contínua o cérebro, os olhos e o tecido muscular. A presença de lisencefalia em paralelepípedo é um achado característico desse espectro.
Referências
Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete
4 fontes citadas no texto · 9 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 3 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Citar este verbete
Raras. (2026). Alfa-distroglicanopatia muscular congênita com anomalias cerebrais e oculares. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/alfa-distroglicanopatia-muscular-congenita-com-anomalias-cerebrais-e-oculares
Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata