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Amiloidose com discromia cutânea
ORPHA:319635CID-10 · E85.4+DOENÇA RARA
Esta doença tem causa genética. Recomendamos procurar um médico geneticista para diagnóstico, exames genéticos e aconselhamento familiar.
Início infantilHerança AR

A amiloidose cutânea discrômica é uma forma rara de amiloidose que afeta primariamente a pele. Ela se caracteriza por manchas escuras (hiperpigmentação) que podem ser difusas ou em formato de rede, junto com lesões claras e escuras (hipo- e hiperpigmentadas) em formato de gota, distribuídas de forma simétrica. Essas lesões progridem gradualmente ao longo dos anos, podendo atingir quase o corpo todo (com relativa preservação do rosto, mãos, pés e pescoço). Geralmente, os pacientes não sentem sintomas, mas pode haver coceira leve. Em uma biópsia da pele, observa-se o depósito de amiloide na derme papilar. A amiloidose sistêmica (que afeta outros órgãos) não está presente, e a associação com morfeia generalizada, parkinsonismo atípico, espasticidade, fraqueza muscular ou câncer de cólon é rara.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

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EM LINGUAGEM SIMPLES

A amiloidose com discromia cutânea é uma condição genética rara que se manifesta principalmente durante a infância. Ela provoca o aparecimento de manchas claras e escuras na pele, que se espalham de forma simétrica ao longo dos anos, geralmente poupando o rosto, pescoço, mãos e pés. O acúmulo de proteínas ocorre apenas na camada superficial da pele e a doença não prejudica o funcionamento de outros órgãos internos. No Brasil, a condição não possui um PCDT próprio nem remédios específicos fornecidos pelo SUS, sendo acompanhada clinicamente por dermatologistas.

Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes
[1] Orphanet [7] Ministério da Saúde — lista oficial de…
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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

A amiloidose cutânea discrômica é uma forma rara de amiloidose que afeta primariamente a pele. Ela se caracteriza por manchas escuras (hiperpigmentação) que podem ser difusas ou em formato de rede, junto com lesões claras e escuras (hipo- e hiperpigmentadas) em formato de gota, distribuídas de forma simétrica. Essas lesões progridem gradualmente ao longo dos anos, podendo atingir quase o corpo todo (com relativa preservação do rosto, mãos, pés e pescoço). Geralmente, os pacientes não sentem sintomas, mas pode haver coceira leve. Em uma biópsia da pele, observa-se o depósito de amiloide na derme papilar. A amiloidose sistêmica (que afeta outros órgãos) não está presente, e a associação com morfeia generalizada, parkinsonismo atípico, espasticidade, fraqueza muscular ou câncer de cólon é rara.

Publicações científicas
69 artigos
Último publicado: 2025 Aug 12

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
27
pacientes catalogados
Início
Childhood
🏥
SUS: Cobertura parcialScore: 20%
CID-10: E85.4+
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Anos de pesquisa8desde 2018
Total histórico69PubMed
Últimos 10 anos3publicações
Pico20161 papers
Linha do tempo
20202018Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.

GPNMBTransmembrane glycoprotein NMBDisease-causing germline mutation(s) (loss of function) inTolerante
VIAS BIOLÓGICAS (1)
PTK6 promotes HIF1A stabilization
EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Cervix Ectocervix
316.2 TPM
Skin Not Sun Exposed Suprapubic
299.5 TPM
Cervix Endocervix
270.1 TPM
Skin Sun Exposed Lower leg
250.8 TPM
Aorta
177.0 TPM
OUTRAS DOENÇAS (2)
amyloidosis, primary localized cutaneous, 3amyloidosis cutis dyschromia
HGNC:4462UniProt:Q14956

Variantes genéticas (ClinVar)

48 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 GPNMB: GRCh37/hg19 7p22.3-14.3(chr7:158725-29918785)x3 ()
🧬 GPNMB: GRCh37/hg19 7p21.1-15.3(chr7:18093509-25363633)x1 ()
🧬 GPNMB: GRCh37/hg19 7p21.2-15.2(chr7:16417575-27541028)x3 ()
🧬 GPNMB: NM_002510.3(GPNMB):c.1019-316G>A ()
🧬 GPNMB: NM_002510.3(GPNMB):c.701-1G>T ()
Ver todas no ClinVar

Vias biológicas (Reactome)

1 via biológica associada aos genes desta condição.

Diagnóstico

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Tratamento e manejo

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Carregando informações de tratamento...

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
0 papers (10 anos)
#1

Loss of GPNMB Causes Autosomal-Recessive Amyloidosis Cutis Dyschromica in Humans.

American journal of human genetics2018 Feb 01

Amyloidosis cutis dyschromica (ACD) is a distinct form of primary cutaneous amyloidosis characterized by generalized hyperpigmentation mottled with small hypopigmented macules on the trunks and limbs. Affected families and sporadic case subjects have been reported predominantly in East and Southeast Asian ethnicities; however, the genetic cause has not been elucidated. We report here that the compound heterozygosity or homozygosity of GPNMB truncating alleles is the cause of autosomal-recessive ACD. Six nonsense or frameshift mutations were identified in nine individuals diagnosed with ACD. Immunofluorescence analysis of skin biopsies showed that GPNMB is expressed in all epidermal cells, with the highest staining observed in melanocytes. GPNMB staining is significantly reduced in the lesional skin of affected individuals. Hyperpigmented lesions exhibited significantly increased amounts of DNA/keratin-positive amyloid deposits in the papillary dermis and infiltrating macrophages compared with hypo- or depigmented macules. Depigmentation of the lesions was attributable to loss of melanocytes. Intracytoplasmic fibrillary aggregates were observed in keratinocytes scattered in the lesional epidermis. Thus, our analysis indicates that loss of GPNMB, which has been implicated in melanosome formation, autophagy, phagocytosis, tissue repair, and negative regulation of inflammation, underlies autosomal-recessive ACD and provides insights into the etiology of amyloidosis and pigment dyschromia.

#2

Amyloidosis Cutis Dyschromica, a Rare Cause of Hyperpigmentation: A New Case and Literature Review.

Pediatrics2017 May

Amyloidosis cutis dyschromica is a rare form of primary cutaneous amyloidosis without systemic involvement and characterized by asymptomatic, progressive hyper- and hypopigmentation. We present the first case of a patient with amyloidosis cutis dyschromica diagnosed previously elsewhere as having Addison disease with generalized hyperpigmentation of the skin. This case suggests that in patients presenting with asymptomatic cutaneous dyschromia a skin biopsy for histopathological examination should be considered.

#3

Amyloidosis cutis dyschromica in two siblings and review of the epidemiology, clinical features and management in 48 cases.

The Australasian journal of dermatology2016 Nov

Amyloidosis cutis dyschromica (ACD) is a rare form of primary cutaneous amyloidosis (PCA). There is a paucity of information in the dermatology literature to guide its diagnosis, investigation and treatment. We present two siblings with ACD and summarise the epidemiology, clinical features, natural history and treatments in 48 cases of ACD from the literature. Familial cases were more common (37) than sporadic cases. ACD is predominantly reported in those of East and South-East Asian ethnicity (63%). The mean age of onset was 6 years in familial cases, and 23 years in sporadic cases. The clinical features of familial and sporadic ACD do not differ substantially. Pruritus was the only symptom, and was reported in 19% of all cases. There were no reported ACD cases with systemic amyloidosis. Acitretin was reported to result in improvement in seven of 10 patients treated. Routine investigation for systemic involvement is not necessary. Acitretin may be helpful.

Publicações recentes

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Associações

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Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu

Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

É uma doença genética rara caracterizada por alterações na pigmentação da pele decorrentes de depósitos de substância amiloide na derme papilar. Ela se manifesta na infância com manchas claras e escuras simétricas e não afeta outros órgãos do corpo.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

8 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 6 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. ORPHA:319635
    Orphanet
  2. GARD:17466
    GARD (NIH)
  3. Q55787506
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (s.d.). Amiloidose com discromia cutânea. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/amiloidose-com-discromia-cutanea

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

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Compêndio · Raras BR

Amiloidose com discromia cutânea

ORPHA:319635 · MONDO:0017906
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
27 casos conhecidos
Herança
Autosomal recessive
CID-10
E85.4+ · Amiloidose
Início
Childhood
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C4554601
Repurposing
1 candidato
hydroquinone — melanin inhibitor
EuropePMC
Wikidata

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Rara