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Criptoftalmia parcial
ORPHA:98950CID-10 · Q11.2CID-11 · LA14.01DOENÇA RARA
Início neonatal

Criptoftalmia parcial é uma anomalia congênita rara onde a pálpebra superior e inferior se fundem parcialmente, cobrindo o globo ocular. Pode afetar um ou ambos os olhos, com graus variados de cobertura e desenvolvimento ocular.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 18/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A criptoftalmia parcial é uma condição rara do desenvolvimento ocular, presente desde o nascimento (congênita), na qual há uma fusão parcial das pálpebras, cobrindo parte do olho. Diferentemente da criptoftalmia completa, em que não há abertura palpebral, na forma parcial ainda existe uma abertura, permitindo algum grau de visão. A condição é extremamente rara, com prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas.[1]

Sinais e sintomas

O principal sinal da criptoftalmia parcial é a fusão incompleta das pálpebras, que pode afetar um ou ambos os olhos. A condição é identificada ainda no período pré-natal (antenatal) ou logo após o nascimento (neonatal). A gravidade da fusão varia, podendo comprometer a visão dependendo da extensão do fechamento palpebral.[1]

Causas genéticas

A criptoftalmia parcial pode ocorrer como parte de síndromes genéticas mais amplas, como a síndrome de Fraser, mas também pode se apresentar de forma isolada. Até o momento, não há um gene específico identificado como causa única da forma parcial isolada. A herança genética não está claramente estabelecida para todos os casos, podendo variar conforme a síndrome associada.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é essencialmente clínico, baseado na observação da fusão parcial das pálpebras ao nascimento. Exames complementares podem ser solicitados para investigar possíveis síndromes associadas e orientar o aconselhamento genético. Entre os procedimentos disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) para auxiliar no diagnóstico estão: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); e dosagem de alfa-fetoproteína. O código CID-10 associado é Q11.2.[1][2]

Tratamento e manejo

O tratamento da criptoftalmia parcial é cirúrgico e visa reconstruir a abertura palpebral para melhorar a função visual e a estética. O momento da cirurgia depende da gravidade do caso e da presença de outras anomalias oculares. O acompanhamento deve ser multidisciplinar, incluindo oftalmologista, geneticista e equipe de reabilitação. No SUS, está previsto o atendimento em reabilitação para doenças raras. Não há medicamentos específicos aprovados para o tratamento da condição.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico visual depende da extensão da fusão palpebral e da presença de outras malformações oculares associadas. Com a correção cirúrgica adequada, muitas crianças podem desenvolver visão funcional. O acompanhamento oftalmológico regular é essencial para monitorar o desenvolvimento visual e tratar complicações precoces.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Criptoftalmia parcial é uma anomalia congênita rara onde a pálpebra superior e inferior se fundem parcialmente, cobrindo o globo ocular. Pode afetar um ou ambos os olhos, com graus variados de cobertura e desenvolvimento ocular.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Início
Antenatal
+ neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q11.2
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
Você se identifica com essa condição?
O Raras está aqui pra te apoiar — com ou sem diagnóstico

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Entender a doença

Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A criptoftalmia parcial é uma condição rara do desenvolvimento ocular, presente desde o nascimento (congênita), na qual há uma fusão parcial das pálpebras, cobrindo parte do olho. Diferentemente da criptoftalmia completa, em que não há abertura palpebral, na forma parcial ainda existe uma abertura, permitindo algum grau de visão. A condição é extremamente rara, com prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas.[1]

Sinais e sintomas

O principal sinal da criptoftalmia parcial é a fusão incompleta das pálpebras, que pode afetar um ou ambos os olhos. A condição é identificada ainda no período pré-natal (antenatal) ou logo após o nascimento (neonatal). A gravidade da fusão varia, podendo comprometer a visão dependendo da extensão do fechamento palpebral.[1]

Causas genéticas

A criptoftalmia parcial pode ocorrer como parte de síndromes genéticas mais amplas, como a síndrome de Fraser, mas também pode se apresentar de forma isolada. Até o momento, não há um gene específico identificado como causa única da forma parcial isolada. A herança genética não está claramente estabelecida para todos os casos, podendo variar conforme a síndrome associada.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é essencialmente clínico, baseado na observação da fusão parcial das pálpebras ao nascimento. Exames complementares podem ser solicitados para investigar possíveis síndromes associadas e orientar o aconselhamento genético. Entre os procedimentos disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) para auxiliar no diagnóstico estão: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); e dosagem de alfa-fetoproteína. O código CID-10 associado é Q11.2.[1][2]

Tratamento e manejo

O tratamento da criptoftalmia parcial é cirúrgico e visa reconstruir a abertura palpebral para melhorar a função visual e a estética. O momento da cirurgia depende da gravidade do caso e da presença de outras anomalias oculares. O acompanhamento deve ser multidisciplinar, incluindo oftalmologista, geneticista e equipe de reabilitação. No SUS, está previsto o atendimento em reabilitação para doenças raras. Não há medicamentos específicos aprovados para o tratamento da condição.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico visual depende da extensão da fusão palpebral e da presença de outras malformações oculares associadas. Com a correção cirúrgica adequada, muitas crianças podem desenvolver visão funcional. O acompanhamento oftalmológico regular é essencial para monitorar o desenvolvimento visual e tratar complicações precoces.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa1
Últimos 10 anos5publicações
Pico20265 papers
Linha do tempo
2026Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Criptoftalmia parcial

🗺️

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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
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Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Diffuse Gastrointestinal Polyposis Revealing Mantle Cell Lymphoma: A Case Highlighting a Diagnostic Pitfall.
    Cureus· 2026· PMID 41994825recente
  2. The Use of Aquacel® Ag for the Management of Partial-Thickness Burns in a Tertiary Center.
    Cureus· 2026· PMID 41994807recente
  3. Melanoma of Unknown Primary Presenting as a Renal Mass: A Case Report.
    Cureus· 2026· PMID 41994802recente
  4. Anti-Glutamic Acid Decarboxylase 65 (Anti-GAD65) Autoimmune Encephalopathy: A Case of Diagnostic and Treatment Challenge.
    Cureus· 2026· PMID 41994747recente
  5. Clinical Profile of Patients With Isolated Lateral Rectus Palsy in Adults.
    Cureus· 2026· PMID 41994724recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:98950(Orphanet)
  2. MONDO:0020361(MONDO)
  3. GARD:19607(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q55789309(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Compêndio · Raras BR

Criptoftalmia parcial

ORPHA:98950 · MONDO:0020361
Prevalência
<1 / 1 000 000
CID-10
Q11.2 · Microftalmia
CID-11
Início
Antenatal, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C5681641
Wikidata
DiscussaoAtiva

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📋 Origem dos dados

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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata