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Doença mitocondrial não específica
ORPHA:254837DOENÇA RARA
Herança AR/XL

Neuropatia óptica hereditária de Leber ou LHON é uma doença genética, ocasionada por mudanças no DNA mitocondrial, que afeta principalmente o SNC e nervos ópticos. Leber é uma doença caracterizada pela redução da capacidade das mitocôndrias de realizar a fosforilação oxidativa e de gerar ATP. A neuropatia óptica hereditária de Leber (LHON), também conhecida como Atrofia Ótica de Leber (LOA), foi descrita pela primeira vez em 1871 como uma súbita perda de visão em homens jovens com um histórico familiar de cegueira.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 03/06/2026

Visão geral

A doença mitocondrial não específica é uma condição genética rara que afeta o funcionamento das mitocôndrias, as estruturas responsáveis pela produção de energia nas células. Como o nome sugere, trata-se de um diagnóstico amplo, utilizado quando há evidências de disfunção mitocondrial, mas sem uma causa genética ou um padrão de sintomas que se encaixe em uma síndrome mitocondrial específica. A doença está catalogada na base de dados MONDO sob o código MONDO:0016803.[1][2]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da doença mitocondrial não específica podem variar amplamente de pessoa para pessoa, dependendo de quais órgãos e tecidos são mais afetados pela falta de energia celular. Por ser uma condição não específica, não há uma lista fechada de fenótipos; os sintomas podem incluir fraqueza muscular, fadiga, problemas neurológicos, cardíacos ou endócrinos, entre outros. A idade de início também é variável, podendo ocorrer desde a infância até a vida adulta.[1]

Causas genéticas

A doença mitocondrial não específica pode ser causada por variantes em genes nucleares ou mitocondriais que afetam a função mitocondrial. No entanto, para muitos casos, o gene específico envolvido ainda não foi identificado. Até o momento, não há um gene ou conjunto de genes definido como causa principal para essa condição, e o padrão de herança pode variar (autossômico dominante, autossômico recessivo, ligado ao X ou herança mitocondrial), dependendo do gene afetado.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico da doença mitocondrial não específica é geralmente baseado em achados clínicos, exames laboratoriais (como dosagem de lactato e piruvato) e estudos de imagem. Testes genéticos podem ser realizados para identificar variantes em genes associados à função mitocondrial, mas nem sempre é possível encontrar uma causa genética definida. Existem testes genéticos disponíveis para essa condição, e informações sobre variantes podem ser consultadas em bancos de dados como o ClinVar.[1][3]

Tratamento e manejo

Atualmente, não há cura para a doença mitocondrial não específica. O tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. Isso pode incluir suplementação nutricional (como coenzima Q10, vitaminas do complexo B, carnitina), fisioterapia, terapia ocupacional e acompanhamento multidisciplinar. Não há medicamentos específicos aprovados para essa condição, e o uso de qualquer suplemento deve ser discutido com o médico assistente.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico da doença mitocondrial não específica é variável e depende da gravidade dos sintomas, dos órgãos afetados e da resposta ao tratamento. Algumas pessoas podem ter uma progressão lenta e manter boa qualidade de vida com suporte adequado, enquanto outras podem apresentar complicações mais graves. O acompanhamento regular com uma equipe médica especializada é fundamental para monitorar a evolução da doença e ajustar o plano de cuidados.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋

Doença mitocondrial não específica é um grupo de distúrbios genéticos que afetam a função das mitocôndrias, as "usinas de energia" das células. Isso pode levar a uma ampla gama de sintomas, afetando múltiplos órgãos e sistemas.

Publicações científicas
3 artigos
Último publicado: 2022 Mar 1
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A doença mitocondrial não específica é uma condição genética rara que afeta o funcionamento das mitocôndrias, as estruturas responsáveis pela produção de energia nas células. Como o nome sugere, trata-se de um diagnóstico amplo, utilizado quando há evidências de disfunção mitocondrial, mas sem uma causa genética ou um padrão de sintomas que se encaixe em uma síndrome mitocondrial específica. A doença está catalogada na base de dados MONDO sob o código MONDO:0016803.[1][2]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da doença mitocondrial não específica podem variar amplamente de pessoa para pessoa, dependendo de quais órgãos e tecidos são mais afetados pela falta de energia celular. Por ser uma condição não específica, não há uma lista fechada de fenótipos; os sintomas podem incluir fraqueza muscular, fadiga, problemas neurológicos, cardíacos ou endócrinos, entre outros. A idade de início também é variável, podendo ocorrer desde a infância até a vida adulta.[1]

Causas genéticas

A doença mitocondrial não específica pode ser causada por variantes em genes nucleares ou mitocondriais que afetam a função mitocondrial. No entanto, para muitos casos, o gene específico envolvido ainda não foi identificado. Até o momento, não há um gene ou conjunto de genes definido como causa principal para essa condição, e o padrão de herança pode variar (autossômico dominante, autossômico recessivo, ligado ao X ou herança mitocondrial), dependendo do gene afetado.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico da doença mitocondrial não específica é geralmente baseado em achados clínicos, exames laboratoriais (como dosagem de lactato e piruvato) e estudos de imagem. Testes genéticos podem ser realizados para identificar variantes em genes associados à função mitocondrial, mas nem sempre é possível encontrar uma causa genética definida. Existem testes genéticos disponíveis para essa condição, e informações sobre variantes podem ser consultadas em bancos de dados como o ClinVar.[1][3]

Tratamento e manejo

Atualmente, não há cura para a doença mitocondrial não específica. O tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. Isso pode incluir suplementação nutricional (como coenzima Q10, vitaminas do complexo B, carnitina), fisioterapia, terapia ocupacional e acompanhamento multidisciplinar. Não há medicamentos específicos aprovados para essa condição, e o uso de qualquer suplemento deve ser discutido com o médico assistente.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico da doença mitocondrial não específica é variável e depende da gravidade dos sintomas, dos órgãos afetados e da resposta ao tratamento. Algumas pessoas podem ter uma progressão lenta e manter boa qualidade de vida com suporte adequado, enquanto outras podem apresentar complicações mais graves. O acompanhamento regular com uma equipe médica especializada é fundamental para monitorar a evolução da doença e ajustar o plano de cuidados.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

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Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

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Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Pipeline de tratamentos
Pipeline regulatório — de medicamentos já aprovados a drogas em pesquisa exploratória.
·Pré-clínico1
Medicamentos catalogadosEnsaios clínicos· 0 medicamentos · 1 ensaio
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Publicações mais relevantes

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#1

Mitochondrial proteins as therapeutic targets in diabetic ketoacidosis: evidence from Mendelian randomization analysis.

Frontiers in pharmacology2024

Diabetic ketoacidosis (DKA) is a severe and potentially fatal acute complication in diabetic patients, commonly occurring in type 1 diabetes (T1D) but also seen in type 2 diabetes (T2D). The pathogenesis of DKA involves complex physiological processes that are not fully understood, especially the role of mitochondria. Mitochondria, known as the powerhouse of cells, plays a crucial role in oxidative phosphorylation and ATP production, which is vital in various metabolic diseases, including diabetes. However, the exact causal relationship between mitochondrial dysfunction and DKA remains unclear. This study employed Mendelian randomization (MR) analysis and protein-protein interaction (PPI) networks to systematically explore the causal relationships between mitochondrial DNA copy number (mtDNA-CN) and specific mitochondrial proteins with DKA. We used bidirectional MR analysis and genome-wide association study (GWAS) data from openGWAS database to investigate the causal effects of mtDNA-CN and 64 mitochondrial-related proteins on DKA and its subtypes (T1DKA, T2DKA, unspecified-DKA). The study revealed that increased mtDNA-CN significantly reduces the risk of DKA, whereas the effect of DKA on mtDNA-CN was not significant. Mitochondrial-related proteins such as MRPL32, MRPL33, COX5B, DNAJC19, and NDUFB8 showed a negative causal relationship with DKA, indicating their potential protective roles. Conversely, ATP5F1B and COX4I2 have a positive causal relationship with DKA, indicating that excessive ATP production in diabetic patients may be detrimental to health and increase the risk of severe complications such as DKA. The results emphasize the necessity of protecting mitochondrial function in order to reduce the risk of DKA. The study offers novel perspectives on the molecular pathways involved in DKA, emphasizing the critical functions of mt-DNA and distinct proteins. These evidences not only enhance our comprehension of the implications of mitochondrial dysfunction in diabetes-related complications but also identify potential therapeutic targets for individualized treatment approaches, thereby making a substantial contribution to clinical care and public health initiatives.

#2

Impaired mitochondrial function in bipolar disorder and alcohol use disorder: a case study using 18F-BCPP-EF PET imaging of mitochondrial Complex I.

Psychoradiology2024

With bipolar disorder (BD) having a lifetime prevalence of 4.4% and a significant portion of patients being chronically burdened by symptoms, there has been an increased focus on uncovering new targets for intervention in BD. One area that has shown early promise is the mitochondrial hypothesis. However, at the time of publication no studies have utilized positron emission tomography (PET) imaging to assess mitochondrial function in the setting of BD. Our participant is a 58 year-old male with a past medical history notable for alcohol use disorder and BD (unspecified type) who underwent PET imaging with the mitochondrial complex I PET ligand 18F-BCPP-EF. The resulting images demonstrated significant overlap between areas of dysfunction identified with the 18F-BCPP-EF PET ligand and prior functional magnetic resonance imaging (MRI) techniques in the setting of BD. That overlap was seen in both affective and cognitive circuits, with mitochondrial dysfunction in the fronto-limbic, ventral affective, and dorsal cognitive circuits showing particularly significant differences. Despite mounting evidence implicating mitochondria in BD, this study represents the first PET imaging study to investigate this mechanistic connection. There were key limitations in the form of comorbid alcohol use disorder, limited statistical power inherent to a case study, no sex matched controls, and the absence of a comprehensive psychiatric history. However, even with these limitations in mind, the significant overlap between dysfunction previously demonstrated on functional MRI and this imaging provides compelling preliminary evidence that strengthens the mechanistic link between mitochondrial dysfunction and BD.

#3

Complex neurological and multisystem presentations in mitochondrial disease.

Handbook of clinical neurology2023

Mitochondrial diseases typically involve organs highly dependent on aerobic metabolism and are often progressive with high morbidity and mortality. In the previous chapters of this book, classical mitochondrial phenotypes and syndromes are extensively described. However, these well-known clinical pictures are more the exception rather than the rule in mitochondrial medicine. In fact, more complex, unspecified, incomplete, and/or overlap clinical entities may be even more frequent, with multisystem appearance or progression. In this chapter, we describe some complex neurological presentations, as well as the multisystem manifestations of mitochondrial diseases, ranging from the brain to the other organs.

#4

Spontaneous Multiple Arterial Dissection in a COVID-19-Positive Decedent.

The American journal of forensic medicine and pathology2022 Mar 01

Spontaneous multiple arterial dissection (SMAD) is a rarely reported phenomenon and has been previously linked to connective tissue diseases and specifically the genetic mutations in SMAD3 and COL3A1. Herein we describe a case of SMAD with scattered thrombi in a COVID-19-positive patient with a history of unspecified mitochondrial myopathy. Vasculopathy involved the splenic artery, inferior mesenteric artery, internal mammary arteries, omental arteries, mesenteric arteries, and small renal arteries. Dissections were confirmed by histology in the splenic artery, inferior mesenteric artery, and bilateral renal medullary arteries. Genetic studies were done to rule out SMAD3 and COL3A1 mutations. Because the Smad3 protein has been previously implicated in COVID-19-associated tissue fibrosis, it may play a role in endothelial dysfunction as well.

#5

Diagnostic yield of exome sequencing in myopathies: Experience of a Slovenian tertiary centre.

PloS one2021

Our aim was to present the experience of systematic, routine use of next generation sequencing (NGS) in clinical diagnostics of myopathies. Exome sequencing was performed on patients with high risk for inherited myopathy, which were selected based on the history of the disease, family history, clinical presentation, and diagnostic workup. Exome target capture was performed, followed by sequencing on HiSeq 2500 or MiSeq platforms. Data analysis was performed using internally developed bioinformatic pipeline. The study comprised 86 patients, including 22 paediatric cases (26%). The largest group were patients referred with an unspecified myopathy (47%), due to non-specific or incomplete clinical and laboratory findings, followed by congenital myopathies (22%) and muscular dystrophies (22%), congenital myotonias (6%), and mitochondrial myopathies (3%). Altogether, a diagnostic yield was 52%; a high diagnostic rate was present in paediatric patients (64%), while in patients with unspecified myopathies the rate was 35%. We found 51 pathogenic/likely pathogenic variants in 23 genes and two pathogenic copy number variations. Our results provide evidence that phenotype driven exome analysis diagnostic approach facilitates the diagnostic rate of complex, heterogeneous disorders, such as myopathies, particularly in paediatric patients and patients with unspecified myopathies.

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Mitochondrial proteins as therapeutic targets in diabetic ketoacidosis: evidence from Mendelian randomization analysis.
    Frontiers in pharmacology· 2024· PMID 39469619mais citado
  2. Impaired mitochondrial function in bipolar disorder and alcohol use disorder: a case study using 18F-BCPP-EF PET imaging of mitochondrial Complex I.
    Psychoradiology· 2024· PMID 39399447mais citado
  3. Complex neurological and multisystem presentations in mitochondrial disease.
    Handbook of clinical neurology· 2023· PMID 36813308mais citado
  4. Spontaneous Multiple Arterial Dissection in a COVID-19-Positive Decedent.
    The American journal of forensic medicine and pathology· 2022· PMID 34939946mais citado
  5. Diagnostic yield of exome sequencing in myopathies: Experience of a Slovenian tertiary centre.
    PloS one· 2021· PMID 34106991mais citado
  6. Anesthetic Management of a Child With Unspecified Mitochondrial Disease in an Outpatient Dental Setting.
    Anesth Prog· 2017· PMID 28128656recente
  7. Neuroimage in infants and children with mitochondrial disorders.
    Zhonghua Min Guo Xiao Er Ke Yi Xue Hui Za Zhi· 1996· PMID 8935406recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:254837(Orphanet)
  2. MONDO:0016803(MONDO)
  3. Busca completa no PubMed(PubMed)
  4. Q55786469(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Doença mitocondrial não específica
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