Pular para o conteúdo
Doença rara relacionada com gravidez, parto e puerpério
ORPHA:163637CID-10 · O00-O9ADOENÇA RARA

OBSOLETO. Qualquer uma das formas de transtorno da gravidez que apresentam incidência rara.

Última verificação: Fonte: sem afirmação sobre o SUS a verificarEm construçãohistóricoSugerir correção
Mantido por Agente Raras·Colaborar como especialista →

Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · atualizado 05/06/2026Revisão médica pendente
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A 'Doença rara relacionada com gravidez, parto e puerpério' é uma categoria ampla que agrupa condições incomuns que afetam a gestante, o feto ou o recém-nascido durante a gestação, o trabalho de parto ou o período pós-parto (puerpério). Por definição, são doenças que apresentam baixa incidência na população geral, mas que podem trazer riscos significativos à saúde materna e infantil. Esta página foi criada para oferecer informações acolhedoras e baseadas em evidências científicas, ajudando pacientes e familiares a compreender melhor essas condições raras.[1]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas variam amplamente conforme a condição específica dentro deste grupo. Como se trata de um conjunto heterogêneo de doenças raras, não há uma lista única de manifestações. Em geral, podem incluir complicações como sangramento anormal, hipertensão grave, infecções puerperais, parto prematuro, restrição de crescimento fetal, malformações congênitas ou problemas metabólicos no recém-nascido. Cada caso deve ser avaliado individualmente por uma equipe médica especializada.[1]

Causas genéticas

As causas genéticas específicas para a maioria das doenças raras relacionadas à gravidez, parto e puerpério ainda não foram completamente identificadas. Até o momento, não há genes validados ou variantes genéticas descritas em bases de dados oficiais (como ClinVar ou GenCC) que sejam universalmente associadas a este grupo de condições. A pesquisa genética continua em andamento para esclarecer possíveis fatores hereditários.[1][2]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica detalhada, história obstétrica e exames complementares específicos para cada condição. Não existem testes genéticos padronizados ou painéis moleculares aprovados para o grupo como um todo. O acompanhamento pré-natal rigoroso é essencial para identificar precocemente possíveis complicações. A classificação internacional de doenças (CID-10) para este grupo é O00-O9A.[1][3]

Tratamento e manejo

O tratamento e o manejo dependem da doença específica diagnosticada. Como não há um protocolo único, a abordagem é individualizada, podendo incluir monitoramento obstétrico intensivo, intervenções medicamentosas (quando indicadas), suporte nutricional, fisioterapia e, em alguns casos, internação hospitalar. É fundamental que o plano de cuidados seja discutido com uma equipe multidisciplinar (obstetra, neonatologista, geneticista, entre outros). Não há cobertura específica pelo SUS para este grupo de doenças raras no momento.[1]

Tratamentos citados na literatura

Até o momento, não há fármacos específicos listados na literatura científica (PubMed/PubMed Central) como tratamentos estabelecidos para o grupo 'Doença rara relacionada com gravidez, parto e puerpério'. As referências disponíveis tratam de condições individuais dentro deste espectro, mas não há dados minerados que permitam citar medicamentos com número de publicações. Esta seção será atualizada conforme novas evidências surjam.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia enormemente de acordo com a condição específica, a gravidade dos sintomas e a precocidade do diagnóstico e tratamento. Muitas doenças raras deste grupo podem ter impacto significativo na saúde materna e fetal, mas com acompanhamento adequado, é possível melhorar os desfechos. O suporte psicológico e social é importante para a qualidade de vida da paciente e da família. Cada caso deve ser avaliado individualmente pela equipe médica.[1]

Fontes numeradas em Referências.

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

💬
EM LINGUAGEM SIMPLES

Esta página reúne informações sobre uma categoria histórica que agrupa diferentes problemas de saúde raros que podem ocorrer durante a gestação, no momento do parto ou no pós-parto. Por não se tratar de uma doença única, não existem sintomas específicos padronizados nem alterações genéticas universais descritas no catálogo de referência. No Brasil, esta classificação não possui um Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas próprio no Ministério da Saúde, devendo cada caso ser acompanhado conforme a condição exata diagnosticada.

Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes
[1] Orphanet [16] Ministério da Saúde — lista oficial de…
📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

OBSOLETO. Qualquer uma das formas de transtorno da gravidez que apresentam incidência rara.

Medicamentos
1 com registro
Pleasure Balm Kama Sutra (BENZOCAINE)

Tem tratamento?

✓ 1 medicamento específico desta doença (registro ANVISA, FDA ou SUS/CEAF)
Ver detalhes, fases e interações →
PLEASURE BALM KAMA SUTRA (BENZOCAINE)
🏥
SUS: Sem cobertura SUSScore: 0%
CID-10: O00-O9A
Você se identifica com essa condição?
O Raras está aqui pra te apoiar — com ou sem diagnóstico

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Entender a doença

Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo

Preparando trilha educativa...

Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa10
Últimos 10 anos15publicações
Pico20163 papers
Linha do tempo
20202016Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Doença rara relacionada com gravidez, parto e puerpério

🗺️

Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
0 papers (10 anos)
#1

An unusual case of Kippel-Trenaunay syndrome complicated with intrahepatic cholestasis of pregnancy and disseminated intravascular coagulation.

BMC pregnancy and childbirth2025 Dec 20

Klippel-Trenaunay syndrome (KTS) is a rare congenital vascular disorder characterized by capillary malformation, varicose veins, and limb hypertrophy. Women with KTS face increased risks of thromboembolism and hemorrhage during pregnancy, delivery, and the postpartum period. Intrahepatic cholestasis of pregnancy (ICP), the most common pregnancy-related liver disorder, is associated with adverse perinatal outcomes. However, coexistence of KTS and ICP has not been previously reported. We describe the case of a 29-year-old pregnant woman with known KTS who developed ICP in the third trimester. She was managed with ursodeoxycholic acid and prophylactic anticoagulation. Despite therapy, her serum bile acids remained elevated, and fetal monitoring revealed decelerations, prompting cesarean delivery at 35 weeks of gestation. The newborn was preterm but otherwise healthy. Postpartum, the patient experienced progressive coagulopathy with markedly elevated D-dimer levels, superficial vein thrombosis, and clinical signs of disseminated intravascular coagulation (DIC). With adjustment of anticoagulation and administration of fresh frozen plasma and fibrinogen, her coagulation profile gradually normalized. She was discharged on rivaroxaban and remained stable during follow-up. This case highlights the complexity of managing pregnancy in women with KTS complicated by ICP. The coexistence of two high-risk conditions poses challenges in balancing thrombosis and bleeding risks, as well as safeguarding fetal outcomes. Multidisciplinary care, close monitoring, and individualized anticoagulation strategies are essential to optimize maternal and neonatal prognosis.

#2

Peripartum cardiomyopathy in a 28-year-old patient-case report.

Frontiers in cardiovascular medicine2025

Peripartum cardiomyopathy (PPCM) is a rare but serious form of heart failure that occurs toward the end of pregnancy or in the earlypostpartum period. We present the case of a 28-year-old woman who developed severe biventricular heart failure and cardiac arrest shortly after childbirth. Despite treatment with mechanical circulatory support with veno-arterial extracorporeal membrane oxygenation (VA-ECMO) and intra-aorticballoon pump (IABP), her condition did not improve, and she was urgently referred for heart transplantation. Histological examination of theexplanted heart revealed noncompaction cardiomyopathy (NCC), a rare structural heart disease that may mimic PPCM. This case highlights the challenges in diagnosing PPCM and the importance of early intervention, including advanced support and transplant, in cases with poor recovery prospects.

#3

Perioperative management and neuraxial analgesia in women with factor XI deficiency (<60 IU/dL): a French multicenter observational study of 314 pregnancies.

Research and practice in thrombosis and haemostasis2024 May

Factor (F)XI deficiency is a rare bleeding disorder with a poor correlation between bleeding tendency and FXI level. Management of pregnant women with FXI deficiency is not clearly established, especially regarding neuraxial analgesia (NA). A retrospective multicenter observational study was conducted in French hemostasis centers on pregnant women with FXI of <60 IU/dL. Data to report were (i) FXI levels before pregnancy and at time of delivery, (ii) type of NA and delivery management modalities, and (iii) possible complications related to NA and bleeding complications. Three hundred fourteen pregnancies in patients with FXI deficiency of <60 IU/dL were reported (from 20 centers); among them, 199 NA procedures have been completed (137 epidurals and 61 spinals, 1 had both). The period of childbirth was mostly from 2014 to 2020 (281/314; 89.5%). Congenital FXI deficiency was established with certainty by investigators in 32.8% patients (n = 103). Previous bleedings were described in 20.4% of the patients (64/314; 45.3% cutaneous, 31.3% gynecologic, and 15.6% postsurgical). Thirteen deliveries had an NA procedure with FXI of <30 IU/dL, 42 with FXI of 30-40 IU/dL, and 118 with FXI of 40-60 IU/dL. Median FXI levels at delivery in the epidural and spinal groups were not significantly different but were significantly lower in the group without NA by medical staff contraindications. There were no complications related to NA. A 17.5% postpartum hemorrhage or excessive postpartum bleeding incidence was reported, which is consistent with previous data. Our data support the use of a 30 IU/dL FXI threshold for NA, as suggested by the French proposals published in August 2023.

#4

Osteogenesis Imperfecta: characterization of fractures during pregnancy and post-partum.

Orphanet journal of rare diseases2022 Jan 28

Pregnancy and breastfeeding are associated with bone density loss. Fracture occurrence during pregnancy and post-partum, and its determinants, remain poorly known in Osteogenesis Imperfecta (OI). The aim of this study was to characterize fractures that occurred during pregnancy and post-partum in OI patients. We conducted a retrospective multicentric study including a total of 50 previously pregnant OI women from 10 Bone Centers in France. Among these patients, 12 (24%) patients experienced fractures during pregnancy or in the 6 months following delivery, and 38 (76%) did not experience any fracture. The most frequent localizations were: proximal femur (25%), spine (25%), distal femur (12.5%), and pelvis (12.5%). Fractures during pregnancy occurred during the third trimester and post-partum fractures occurred with a mean delay of 2 months following delivery. No fractures occurred during childbirth. We next compared the 12 patients with pregnancy or post-partum fractures with the 38 patients without fractures. Mean age at pregnancy was 32.7 ± 3.1 years-old in the fractured group, vs 29.3 ± 5.0 years-old in the non-fractured group (p = 0.002). Breastfeeding was reported in 85.7% of patients in the fractured group, vs 47.1% in the non-fractured group (p = 0.03). All patients with post-partum fractures were breastfeeding. Bone mineral density was significantly lower in patients with pregnancy-related fractures compared with other patients: spine Z-score - 2.9 ± 1.6DS vs - 1.5 ± 1.7DS (p = 0.03), and total hip Z-score - 2.0 ± 0.7DS vs - 0.5 ± 1.4DS (p = 0.04). At least one osteoporosis-inducing risk factor or disease other than OI was identified in 81.8% vs 58.6% of fractured vs non-fractured patients (not significant). Fracture during pregnancy or post-partum was not associated with the severity of OI. Bisphosphonates before pregnancy were reported in 16.7% and 21.1% of patients with pregnancy-related fractures and non-fractured patients, respectively (not significant). OI management during pregnancy and post-partum should aim for optimal control of modifiable osteoporosis risk factors, particularly in patients with low BMD. Breastfeeding should be avoided.

#5

Sudden respiratory and circulatory collapse after cesarean section: Amniotic fluid embolism or other reasons? - a case report.

BMC pregnancy and childbirth2022 Apr 28

For a healthy parturient, a cardiopulmonary collapse that suddenly occurs shortly after an uneventful caesarean section is a relatively rare event and presents a significant challenge for the anesthesia provider. Amniotic fluid embolism (AFE) is characterized by acute and rapid collapse and is well known to the obstetric team. Our patient experienced sudden cardiovascular collapse, severe respiratory difficulty and hypoxia, in the absence of other explanations for these findings at the time, and thus AFE was immediately become the focus of the consideration. However, there is no quick, standard laboratory test for AFE, therefore the diagnosis is one of exclusion based on presenting symptoms and clinical course. After given symptomatic treatment, the patient made an uneventful initial recovery in a short period and developed a rash. We recognized that the postpartum shock was associated with delayed anaphylaxis of antibiotics. These observations have implications for understanding whenever administering drugs in surgery, which may affect the anesthesiologist's judgment regarding the complications of anesthesia. Even though serious complications of common perioperative drugs may rarely occur, anesthesia providers should be aware of the consideration. Early recognition and effective treatment are more important than prompt diagnosis.

Publicações recentes

Ver todas no PubMed

📚 EuropePMCmostrando 15

2025

An unusual case of Kippel-Trenaunay syndrome complicated with intrahepatic cholestasis of pregnancy and disseminated intravascular coagulation.

BMC pregnancy and childbirth
2025

Peripartum cardiomyopathy in a 28-year-old patient-case report.

Frontiers in cardiovascular medicine
2024

Perioperative management and neuraxial analgesia in women with factor XI deficiency (<60 IU/dL): a French multicenter observational study of 314 pregnancies.

Research and practice in thrombosis and haemostasis
2022

Sudden respiratory and circulatory collapse after cesarean section: Amniotic fluid embolism or other reasons? - a case report.

BMC pregnancy and childbirth
2022

Post-traumatic stress disorder following childbirth: prevalence and associated factors-a prospective cohort study.

Archives of gynecology and obstetrics
2022

Osteogenesis Imperfecta: characterization of fractures during pregnancy and post-partum.

Orphanet journal of rare diseases
2021

Mood episodes in pregnancy and risk of postpartum recurrence in bipolar disorder: The Bipolar Disorder Research Network Pregnancy Study.

Journal of affective disorders
2020

Outcomes of 42 pregnancies in 14 women with cartilage-hair hypoplasia: a retrospective cohort study.

Orphanet journal of rare diseases
2019

Psychological interventions for managing postpartum psychosis: a qualitative analysis of women's and family members' experiences and preferences.

BMC psychiatry
2019

Maternal bereavement shortly before or during pregnancy and risk of postpartum psychotic illness: a population-based study from Denmark and Sweden.

Clinical epidemiology
2019

[PREGNANCY RELATED ACQUIRED HEMOPHILIA A].

Harefuah
2018

Successful preterm pregnancy in a rare variation of Herlyn-Werner-Wunderlich syndrome: a case report.

BMC pregnancy and childbirth
2016

Perinatal psychiatric episodes: a population-based study on treatment incidence and prevalence.

Translational psychiatry
2016

International Classification of Diseases, Ninth Revision (ICD-9) Diagnosis Codes Can Identify Cerebral Venous Thrombosis in Hospitalized Adults.

The Neurohospitalist
2016

Suicide during Perinatal Period: Epidemiology, Risk Factors, and Clinical Correlates.

Frontiers in psychiatry

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Doença rara relacionada com gravidez, parto e puerpério.

É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Vai consultar um especialista? Confirme o registro dele no conselho.
Conselhos e sociedades

Doenças relacionadas

Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico

Ainda não achamos doenças com sintomas parecidos o suficiente.

Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu

Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

Trata-se de uma categoria médica ampla do catálogo Orphanet criada para classificar desordens obstétricas raras. O registro é considerado obsoleto na classificação atual de doenças raras.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

3 fontes citadas no texto · 9 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 3 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. MONDO
    purl.obolibrary.org↑
  2. Q18975815
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (2026). Doença rara relacionada com gravidez, parto e puerpério. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/doenca-rara-relacionada-com-gravidez-parto-e-puerperio

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Doença rara relacionada com gravidez, parto e puerpério

ORPHA:163637 · MONDO:0015582
CID-10
O00-O9A · Gravidez ectópica
UMLS
C5680447
Wikidata

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Medicamentos aprovados FDA
fonte: FDA OpenFDA
Rara