A doença de Crohn é um tipo de doença inflamatória intestinal (DII) que pode afetar qualquer segmento do trato gastrointestinal. Os sintomas frequentemente incluem dor abdominal, diarreia, febre, distensão abdominal e perda de peso. Complicações fora do trato gastrointestinal podem incluir anemia, erupções cutâneas, artrite, inflamação ocular e fadiga. As erupções cutâneas podem ser decorrentes de infecções, bem como de pioderma gangrenoso ou eritema nodoso. A obstrução intestinal pode ocorrer como uma complicação da inflamação crônica, e os portadores da doença apresentam um risco muito maior de câncer colorretal e câncer de intestino delgado.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A esclerite imunomediada é uma doença inflamatória rara que afeta a esclera, a camada externa e resistente do olho. Acredita-se que seja causada por uma resposta anormal do sistema imunológico contra os próprios tecidos do olho, levando a inflamação, dor e, em alguns casos, risco de perda visual. A condição pode ocorrer em qualquer idade e sua prevalência exata ainda não é conhecida.[1]
Sinais e sintomas
Os principais sintomas da esclerite imunomediada incluem dor ocular intensa e profunda, que pode piorar com o movimento dos olhos, vermelhidão ocular (geralmente de coloração violácea ou azulada), sensibilidade à luz (fotofobia) e, em casos mais graves, diminuição da visão. A inflamação pode ser localizada ou difusa, e pode estar associada a doenças sistêmicas autoimunes, como artrite reumatoide ou lúpus.[1]
Causas genéticas
Até o momento, não há genes específicos identificados como causa direta da esclerite imunomediada. A condição não é considerada uma doença genética clássica, e não há padrão de herança definido. Acredita-se que fatores genéticos possam contribuir para a suscetibilidade, mas ainda não foram estabelecidos marcadores genéticos confirmados.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico da esclerite imunomediada é essencialmente clínico, baseado na história do paciente e no exame oftalmológico detalhado, incluindo biomicroscopia com lâmpada de fenda. Exames de imagem, como ultrassonografia ocular, podem auxiliar na avaliação da espessura escleral e na exclusão de outras causas. Testes laboratoriais para doenças autoimunes sistêmicas (como fator reumatoide, anticorpos antinucleares) são frequentemente solicitados para investigar associações. Testes genéticos não são rotineiramente indicados para o diagnóstico, mas podem ser considerados em contextos de pesquisa ou quando há suspeita de síndromes genéticas associadas.[1][3]
Tratamento e manejo
O tratamento da esclerite imunomediada visa controlar a inflamação, aliviar a dor e prevenir complicações oculares, como perda visual. As opções terapêuticas incluem anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) orais, corticosteroides (tópicos ou sistêmicos) e, em casos refratários ou associados a doenças autoimunes, imunossupressores como metotrexato, azatioprina ou ciclofosfamida. O manejo deve ser individualizado e realizado por oftalmologista com experiência em doenças inflamatórias oculares. No Brasil, não há cobertura específica pelo SUS para esta condição, sendo necessário buscar atendimento em serviços especializados.[1]
Tratamentos citados na literatura
Não há fármacos específicos listados na literatura científica como tratamentos estabelecidos para a esclerite imunomediada. As opções mencionadas na literatura geral (como corticosteroides e imunossupressores) são baseadas em experiência clínica e relatos de casos, mas não há dados de ensaios clínicos controlados disponíveis para esta condição específica.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico da esclerite imunomediada varia conforme a gravidade da inflamação, a resposta ao tratamento e a presença de doenças sistêmicas associadas. Com diagnóstico precoce e tratamento adequado, muitos pacientes apresentam melhora dos sintomas e preservação da visão. No entanto, casos graves ou não tratados podem evoluir com complicações como afinamento escleral, perfuração ocular ou perda visual permanente. O acompanhamento regular com oftalmologista é essencial para monitorar a atividade da doença e ajustar a terapia.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
A doença de Crohn é um tipo de doença inflamatória intestinal (DII) que pode afetar qualquer segmento do trato gastrointestinal. Os sintomas frequentemente incluem dor abdominal, diarreia, febre, distensão abdominal e perda de peso. Complicações fora do trato gastrointestinal podem incluir anemia, erupções cutâneas, artrite, inflamação ocular e fadiga. As erupções cutâneas podem ser decorrentes de infecções, bem como de pioderma gangrenoso ou eritema nodoso. A obstrução intestinal pode ocorrer como uma complicação da inflamação crônica, e os portadores da doença apresentam um risco muito maior de câncer colorretal e câncer de intestino delgado.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A esclerite imunomediada é uma doença inflamatória rara que afeta a esclera, a camada externa e resistente do olho. Acredita-se que seja causada por uma resposta anormal do sistema imunológico contra os próprios tecidos do olho, levando a inflamação, dor e, em alguns casos, risco de perda visual. A condição pode ocorrer em qualquer idade e sua prevalência exata ainda não é conhecida.[1]
Sinais e sintomas
Os principais sintomas da esclerite imunomediada incluem dor ocular intensa e profunda, que pode piorar com o movimento dos olhos, vermelhidão ocular (geralmente de coloração violácea ou azulada), sensibilidade à luz (fotofobia) e, em casos mais graves, diminuição da visão. A inflamação pode ser localizada ou difusa, e pode estar associada a doenças sistêmicas autoimunes, como artrite reumatoide ou lúpus.[1]
Causas genéticas
Até o momento, não há genes específicos identificados como causa direta da esclerite imunomediada. A condição não é considerada uma doença genética clássica, e não há padrão de herança definido. Acredita-se que fatores genéticos possam contribuir para a suscetibilidade, mas ainda não foram estabelecidos marcadores genéticos confirmados.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico da esclerite imunomediada é essencialmente clínico, baseado na história do paciente e no exame oftalmológico detalhado, incluindo biomicroscopia com lâmpada de fenda. Exames de imagem, como ultrassonografia ocular, podem auxiliar na avaliação da espessura escleral e na exclusão de outras causas. Testes laboratoriais para doenças autoimunes sistêmicas (como fator reumatoide, anticorpos antinucleares) são frequentemente solicitados para investigar associações. Testes genéticos não são rotineiramente indicados para o diagnóstico, mas podem ser considerados em contextos de pesquisa ou quando há suspeita de síndromes genéticas associadas.[1][3]
Tratamento e manejo
O tratamento da esclerite imunomediada visa controlar a inflamação, aliviar a dor e prevenir complicações oculares, como perda visual. As opções terapêuticas incluem anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) orais, corticosteroides (tópicos ou sistêmicos) e, em casos refratários ou associados a doenças autoimunes, imunossupressores como metotrexato, azatioprina ou ciclofosfamida. O manejo deve ser individualizado e realizado por oftalmologista com experiência em doenças inflamatórias oculares. No Brasil, não há cobertura específica pelo SUS para esta condição, sendo necessário buscar atendimento em serviços especializados.[1]
Tratamentos citados na literatura
Não há fármacos específicos listados na literatura científica como tratamentos estabelecidos para a esclerite imunomediada. As opções mencionadas na literatura geral (como corticosteroides e imunossupressores) são baseadas em experiência clínica e relatos de casos, mas não há dados de ensaios clínicos controlados disponíveis para esta condição específica.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico da esclerite imunomediada varia conforme a gravidade da inflamação, a resposta ao tratamento e a presença de doenças sistêmicas associadas. Com diagnóstico precoce e tratamento adequado, muitos pacientes apresentam melhora dos sintomas e preservação da visão. No entanto, casos graves ou não tratados podem evoluir com complicações como afinamento escleral, perfuração ocular ou perda visual permanente. O acompanhamento regular com oftalmologista é essencial para monitorar a atividade da doença e ajustar a terapia.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
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Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
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Scleritis and episcleritis are an overlapping spectrum of diseases and accurate diagnosis is of utmost importance as the treatment and prognosis are vastly different. Predominantly a clinical diagnosis, the challenge lies in those cases with equivocal clinical features. Furthermore, clinical grading of scleritis is subjective and hence is neither very reliable nor reproducible. Existing modalities such as slit lamp examination and clinical photographs in scleritis describe macroanatomy but do not provide details on the microanatomy of the sclera. A recent adjusted algorithm for anterior segment optical coherence tomography (AS-OCT) imaging has improved the ability of this device to aid in the diagnosis of all the major forms of scleritis. To highlight the role of AS-OCT in delineating various anatomical forms of episcleritis and scleritis and explore this tool in monitoring disease course and response to therapy. A comprehensive literature search was carried out in various medical databases using keywords AS-OCT and scleritis; AS-OCT and episcleritis; anterior segment imaging in scleritis; scleritis and episcleritis; Recent advances in anterior segment imaging. Original articles and novel reports describing the potential role of AS-OCT in the diagnosis and management of scleritis and episcleritis were included. After a thorough assessment, it was clear that published literature lacks guidelines for uniform interpretation and also for classification and follow-up in scleritis. We describe a uniform protocol for AS-OCT image acquisition, interpretation of images and list the advantages and limitations. AS-OCT can be used to localize the level of scleral inflammation thus helping in the diagnosis of scleral inflammatory disease. It can be a valuable tool in studying progression.
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Infectious Scleritis due to Methicillin-resistant Staphylococcus Aureus after Dengue Viral Fever.
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How a Devastating Case of Acanthamoeba Sclerokeratitis Ended up with Serious Systemic Sequelae.
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Scleritis: Differentiating infectious from non-infectious entities.
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
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Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:648681(Orphanet)
- MONDO:0958266(MONDO)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Esclerite imunomediada
📋 Origem dos dados
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- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11