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Neoplasia mieloide/linfoide associada a rearranjo do PDGFRA
ORPHA:168947CID-10 · C92.7CID-11 · 2A50DOENÇA RARA
Esta doença tem causa genética. Recomendamos procurar um médico geneticista para diagnóstico, exames genéticos e aconselhamento familiar.

Doença neoplásica rara e maligna caracterizada pela proliferação clonal de precursores mieloides e/ou linfoides que abrigam rearranjos no gene PDGFRA, no sangue, na medula óssea e, muitas vezes, também em outros tecidos (baço, gânglios linfáticos, pele, etc.). Geralmente se apresenta como leucemia eosinofílica crônica ou, menos comumente, como leucemia mieloide aguda ou leucemia linfoblástica T com eosinofilia. Os pacientes geralmente apresentam eosinofilia, anemia, trombocitopenia, neutrofilia, esplenomegalia, linfadenopatia, febre, sudorese e/ou perda de peso. A infiltração tecidual por eosinófilos pode se manifestar com erupção cutânea, eritema, tosse, alterações neurológicas, sintomas gastrointestinais ou, raramente, endomiocardiofibrose e cardiomiopatia restritiva.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

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EM LINGUAGEM SIMPLES

A neoplasia mieloide/linfoide associada a rearranjo do PDGFRA é uma doença rara e maligna do sangue que costuma se apresentar como uma forma crônica de leucemia. Ela é provocada por uma alteração genética adquirida no gene PDGFRA, levando à multiplicação descontrolada de células de defesa. As famílias e os pacientes costumam notar sinais como febre frequente, suor noturno, perda de peso inexplicada e aumento do baço ou de gânglios no corpo. No SUS, o tratamento oncológico é dispensado conforme a autonomia do serviço dentro das diretrizes da Leucemia Mieloide Aguda do Adulto.

Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes
[1] Orphanet [18] PCDT vigente "Leucemia Mieloide Aguda …
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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Doença neoplásica rara e maligna caracterizada pela proliferação clonal de precursores mieloides e/ou linfoides que abrigam rearranjos no gene PDGFRA, no sangue, na medula óssea e, muitas vezes, também em outros tecidos (baço, gânglios linfáticos, pele, etc.). Geralmente se apresenta como leucemia eosinofílica crônica ou, menos comumente, como leucemia mieloide aguda ou leucemia linfoblástica T com eosinofilia. Os pacientes geralmente apresentam eosinofilia, anemia, trombocitopenia, neutrofilia, esplenomegalia, linfadenopatia, febre, sudorese e/ou perda de peso. A infiltração tecidual por eosinófilos pode se manifestar com erupção cutânea, eritema, tosse, alterações neurológicas, sintomas gastrointestinais ou, raramente, endomiocardiofibrose e cardiomiopatia restritiva.

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SUS: Sem cobertura SUSScore: 0%
CID-10: C92.7
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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição.

PDGFRAPlatelet-derived growth factor receptor alphaPart of a fusion gene inAltamente restrito
VIAS BIOLÓGICAS (1)
Signaling by PDGF
EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Ovário
217.5 TPM
Fibroblastos
164.2 TPM
Cervix Endocervix
100.0 TPM
Fallopian Tube
89.1 TPM
Útero
77.5 TPM
OUTRAS DOENÇAS (8)
polyps, multiple and recurrent inflammatory fibroid, gastrointestinalidiopathic hypereosinophilic syndromeprimary hypereosinophilic syndromegastrointestinal stromal tumor
HGNC:8803UniProt:P16234

Variantes genéticas (ClinVar)

198 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 PDGFRA: NM_006206.6(PDGFRA):c.583G>C (p.Gly195Arg) ()
🧬 PDGFRA: NM_006206.6(PDGFRA):c.910A>G (p.Lys304Glu) ()
🧬 PDGFRA: NM_006206.6(PDGFRA):c.1951C>G (p.Leu651Val) ()
🧬 PDGFRA: NM_006206.6(PDGFRA):c.3169T>G (p.Ser1057Ala) ()
🧬 PDGFRA: NM_006206.6(PDGFRA):c.412G>A (p.Val138Ile) ()
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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
0 papers (10 anos)
#1

Myeloid/lymphoid neoplasms with eosinophilia and tyrosine kinase gene fusion: report of two cases with different clinical presentation.

Pathologica2025 Apr

Myeloid/lymphoid neoplasms with eosinophilia and tyrosine kinase gene fusions (M/LN-eo-TK) such as PDGFRA, PDGFRB, FGFR1, JAK2, FLT3 rearrangement and ETV6::ABL1 fusion include rare and heterogeneous clinical-pathological entities with some similarities, not always associated with peripheral eosinophilia. Accurate diagnosis and demonstration of the specific genetic substrate have important implications since target therapy is possibly available. Herein we report two cases showing different bone marrow features and clinical presentation. Recognition of eosinophilic granuloblasts prompted genetic analysis that showed PDGFRB (case 1) and PDGFRA (case 2) gene rearrangement. Diagnosis of M/LN-eo-TK may be challenging. Pathologists may be the first professionals to suspect the disorder and should be aware of the therapeutic implication. Accurate BOM marrow evaluation with a panel of immunohistochemical reactions, and specific molecular analyses are required for proper diagnosis.

#2

Identification of a novel NRF1::PDGFRA fusion in myeloid/lymphoid neoplasms with eosinophilia and tyrosine kinase gene fusions.

Frontiers in oncology2025

A novel fusion gene NRF1::PDGFRA was identified in a patient with myeloid/lymphoid neoplasms with eosinophilia and tyrosine kinase gene fusions (MLN-TK), harboring the chromosome abnormality t(4;7)(q12;q32). This represents the first reported case of the NRF1::PDGFRA fusion gene, and the ninth PDGFRA-associated fusion gene identified in MLN-TK. The fusion event led to the constitutive activation of the PDGFRA kinase, resulting in uncontrolled eosinophil proliferation and potentially contributing to the occurrence of cerebral infarction. Our study indicates treatment with low-dose imatinib effectively alleviates the symptoms associated with NRF1::PDGFRA gene fusion.

#3

World Health Organization and International Consensus Classification of eosinophilic disorders: 2024 update on diagnosis, risk stratification, and management.

American journal of hematology2024 May

The eosinophilias encompass a broad range of non-hematologic (secondary or reactive) and hematologic (primary or clonal) disorders with the potential for end-organ damage. Hypereosinophilia (HE) has generally been defined as a peripheral blood eosinophil count greater than 1.5 × 109/L, and may be associated with tissue damage. After the exclusion of secondary causes of eosinophilia, diagnostic evaluation of primary eosinophilias relies on a combination of various tests. They include morphologic review of the blood and marrow, standard cytogenetics, fluorescence in situ hybridization, molecular testing and flow immunophenotyping to detect histopathologic or clonal evidence for an acute or chronic hematolymphoid neoplasm. Disease prognosis relies on identifying the subtype of eosinophilia. After evaluation of secondary causes of eosinophilia, the 2022 World Health Organization and International Consensus Classification endorse a semi-molecular classification scheme of disease subtypes. This includes the major category "myeloid/lymphoid neoplasms with eosinophilia and tyrosine kinase gene fusions" (MLN-eo-TK), and the MPN subtype, "chronic eosinophilic leukemia" (CEL). Lymphocyte-variant HE is an aberrant T-cell clone-driven reactive eosinophila, and idiopathic hypereosinophilic syndrome (HES) is a diagnosis of exclusion. The goal of therapy is to mitigate eosinophil-mediated organ damage. For patients with milder forms of eosinophilia (e.g., <1.5 × 109/L) without symptoms or signs of organ involvement, a watch and wait approach with close follow-up may be undertaken. Identification of rearranged PDGFRA or PDGFRB is critical because of the exquisite responsiveness of these diseases to imatinib. Pemigatinib was recently approved for patients with relapsed or refractory FGFR1-rearranged neoplasms. Corticosteroids are first-line therapy for patients with lymphocyte-variant HE and HES. Hydroxyurea and interferon-α have demonstrated efficacy as initial treatment and in steroid-refractory cases of HES. Mepolizumab, an interleukin-5 (IL-5) antagonist monoclonal antibody, is approved by the U.S Food and Drug Administration for patients with idiopathic HES. Cytotoxic chemotherapy agents, and hematopoietic stem cell transplantation have been used for aggressive forms of HES and CEL, with outcomes reported for limited numbers of patients. Targeted therapies such as the IL-5 receptor antibody benralizumab, IL-5 monoclonal antibody depemokimab, and various tyrosine kinase inhibitors for MLN-eo-TK, are under active investigation.

#4

T cell phenotype and lack of eosinophilia are not uncommon in extramedullary myeloid/lymphoid neoplasms with ETV6::FLT3 fusion: a case report and review of the literature.

Virchows Archiv : an international journal of pathology2024 May

In the 2022, WHO and ICC classifications, myeloid/lymphoid neoplasms with eosinophilia (M/LN-eo) and tyrosine kinase gene fusions represent rare hematologic malignancies driven by rearrangements of PDGFRA, PDGFRB, FGFR1, JAK2, FLT3, and ETV6::ABL1 fusion. Eosinophilia is the most constant finding, whereas the clinicopathological features are quite heterogeneous, presenting as Chronic eosinophilic leukemia (CEL) NOS, myelodysplastic/myeloproliferative neoplasm (MDS/MPN), MDS, MPN, systemic mastocytosis (SM), T or B cell acute lymphoblastic leukemia/lymphoblastic lymphoma (ALL/LBL), acute myeloid leukemia (AML), blastic phase of MPN, or mixed phenotype acute leukemia (MPAL). Extramedullary involvement at diagnosis or during progression is common. Here, we report a very unusual case of myeloid/lymphoid neoplasm with ETV6::FLT3 fusion with a nodal presentation without associated eosinophilia. Our case draws attention to diagnostic pitfalls in these rare entities.

#5

Myeloid/lymphoid neoplasm associated with eosinophilia and concurrent rearrangement of PDGFRA and FGFR1: A very rare pediatric case.

Pediatric blood &amp; cancer2023 Oct

📚 EuropePMCmostrando 25

2025

Myeloid/lymphoid neoplasms with eosinophilia and tyrosine kinase gene fusion: report of two cases with different clinical presentation.

Pathologica
2025

Identification of a novel NRF1::PDGFRA fusion in myeloid/lymphoid neoplasms with eosinophilia and tyrosine kinase gene fusions.

Frontiers in oncology
2024

World Health Organization and International Consensus Classification of eosinophilic disorders: 2024 update on diagnosis, risk stratification, and management.

American journal of hematology
2024

T cell phenotype and lack of eosinophilia are not uncommon in extramedullary myeloid/lymphoid neoplasms with ETV6::FLT3 fusion: a case report and review of the literature.

Virchows Archiv : an international journal of pathology
2023

Myeloid/lymphoid neoplasm associated with eosinophilia and concurrent rearrangement of PDGFRA and FGFR1: A very rare pediatric case.

Pediatric blood &amp; cancer
2023

Lymphomatoid papulosis associated with myeloid neoplasm with eosinophilia and FIP1L1::PDGFRA rearrangement: Successful imatinib treatment in two cases.

The Journal of dermatology
2022

Case Report: Pediatric myeloid/lymphoid neoplasm with eosinophilia and PDGFRA rearrangement: The first case presenting as B-lymphoblastic lymphoma.

Frontiers in pediatrics
2023

FIP1L1-PDGFRA fusion gene in T-lymphoblastic lymphoma: A case report.

Cancer reports (Hoboken, N.J.)
2022

Two pediatric oncologic cases of hypereosinophilic syndrome and review of the literature.

Cancer reports (Hoboken, N.J.)
2022

Myeloid neoplasm with ETV6::ACSl6 fusion: landscape of molecular and clinical features.

Hematology (Amsterdam, Netherlands)
2023

Updates on eosinophilic disorders.

Virchows Archiv : an international journal of pathology
2021

Myeloid/lymphoid neoplasms with FLT3 rearrangement.

Modern pathology : an official journal of the United States and Canadian Academy of Pathology, Inc
2021

Hypereosinophilic syndromes - An enigmatic group of disorders with an intriguing clinical spectrum and challenging treatment.

Blood reviews
2021

Myeloid/Lymphoid Neoplasms Associated With Eosinophilia and Rearrangements of PDGFRA, PDGFRB, or FGFR1 or With PCM1-JAK2.

American journal of clinical pathology
2020

A Case of a Very Young Child With T Lymphoblastic Lymphoma With Eosinophilia and PDGFRB Translocation: A Rare Form of Myeloid/Lymphoid Neoplasm Associated With Eosinophilia and Rearrangements of PDGFRA, PDGFRB or FGFR1.

Clinical lymphoma, myeloma &amp; leukemia
2020

Update on CML-Like Disorders.

Clinical lymphoma, myeloma &amp; leukemia
2019

A tricky and rare cause of pulmonary eosinophilia: myeloid/lymphoid neoplasm with eosinophilia and rearrangement of PDGFRA.

BMC pulmonary medicine
2019

[The 8p11 myeloproliferative syndrome: a review of recent literature].

[Rinsho ketsueki] The Japanese journal of clinical hematology
2019

World Health Organization-defined eosinophilic disorders: 2019 update on diagnosis, risk stratification, and management.

American journal of hematology
2019

Sustained Response to Imatinib in a Pediatric Patient with Concurrent Myeloproliferative Disease and Lymphoblastic Lymphoma Associated with a CCDC88C-PDGFRB Fusion Gene.

Acta haematologica
2018

A multimodality work-up of patients with Hypereosinophilia.

American journal of hematology
2018

Molecular genetic characterization of myeloid/lymphoid neoplasms associated with eosinophilia and rearrangement of PDGFRA, PDGFRB, FGFR1 or PCM1-JAK2.

Haematologica
2017

World Health Organization-defined eosinophilic disorders: 2017 update on diagnosis, risk stratification, and management.

American journal of hematology
2017

A novel TRIP11-FLT3 fusion in a patient with a myeloid/lymphoid neoplasm with eosinophilia.

Cancer genetics
2017

Myeloid neoplasms with eosinophilia.

Blood

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Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu

Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

A condição é causada por uma proliferação clonal anômala associada a rearranjos no gene PDGFRA. Esse gene é responsável pela codificação da proteína Platelet-derived growth factor receptor alpha.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

Citar este verbete

Raras. (s.d.). Neoplasia mieloide/linfoide associada a rearranjo do PDGFRA. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/neoplasia-mieloidelinfoide-associada-a-rearranjo-do-pdgfra

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Neoplasia mieloide/linfoide associada a rearranjo do PDGFRA

ORPHA:168947 · MONDO:0015689
CID-10
C92.7 · Outras leucemias mielóides
CID-11
MedGen
UMLS
C4545381
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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Rara