Síndrome de Alagille causada por microdeleção no cromossomo 20p12, afetando o gene JAG1. Caracteriza-se por anomalias hepáticas, cardíacas, esqueléticas, oculares e faciais.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Síndrome Alagille por microdeleção 20p12 é uma doença genética rara que afeta múltiplos órgãos, principalmente o fígado, o coração, os olhos e os ossos. Ela é causada pela perda de uma pequena parte do cromossomo 20, na região chamada 20p12, que contém o gene JAG1. Essa perda impede a produção correta da proteína Jagged-1, essencial para a formação de vários tecidos durante o desenvolvimento. A prevalência exata dessa condição é desconhecida.[1]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas da Síndrome Alagille por microdeleção 20p12 podem variar muito de pessoa para pessoa. Os mais comuns incluem problemas no fígado (como icterícia prolongada no recém-nascido), alterações cardíacas (como sopro ou estreitamento de artérias), olhos com uma mancha característica na íris (embriotoxon posterior) e vértebras em formato de borboleta. Como não há uma lista completa de fenótipos disponível, o quadro clínico deve ser avaliado individualmente por uma equipe médica especializada.[1]
Causas genéticas
A causa genética é a microdeleção (perda de um pequeno pedaço) no braço curto do cromossomo 20, na região 20p12. Essa deleção afeta o gene JAG1, que fornece as instruções para a produção da proteína Jagged-1. A proteína Jagged-1 é fundamental para a comunicação entre células durante o desenvolvimento embrionário, especialmente na formação do fígado, coração, olhos e coluna. A herança não é aplicável, pois a maioria dos casos ocorre de forma esporádica (nova mutação), sem histórico familiar.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico da Síndrome Alagille por microdeleção 20p12 é confirmado por exames genéticos. Os principais testes disponíveis no Brasil, com cobertura pelo SUS, incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; e sequenciamento completo do exoma (WES). Além disso, a dosagem de alfa-fetoproteína pode ser solicitada como parte da avaliação. Atualmente, existem 336 testes genéticos registrados e 632 variantes descritas no ClinVar para essa condição.[1][3]
Tratamento e manejo
O tratamento da Síndrome Alagille por microdeleção 20p12 é multidisciplinar e focado no manejo dos sintomas de cada órgão afetado. Não há medicamentos específicos aprovados para a doença. O acompanhamento deve incluir atendimento em reabilitação para doenças raras, disponível no SUS. O plano de cuidado é individualizado, podendo envolver hepatologistas, cardiologistas, oftalmologistas e geneticistas. Não há informações sobre tratamentos citados na literatura científica disponíveis para esta condição.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia conforme a gravidade do envolvimento hepático e cardíaco. Com acompanhamento médico adequado e reabilitação, muitas pessoas conseguem ter uma qualidade de vida satisfatória. O suporte de uma equipe multidisciplinar e o acesso a exames regulares são fundamentais para monitorar complicações e ajustar o tratamento ao longo da vida.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Síndrome de Alagille causada por microdeleção no cromossomo 20p12, afetando o gene JAG1. Caracteriza-se por anomalias hepáticas, cardíacas, esqueléticas, oculares e faciais.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Síndrome Alagille por microdeleção 20p12 é uma doença genética rara que afeta múltiplos órgãos, principalmente o fígado, o coração, os olhos e os ossos. Ela é causada pela perda de uma pequena parte do cromossomo 20, na região chamada 20p12, que contém o gene JAG1. Essa perda impede a produção correta da proteína Jagged-1, essencial para a formação de vários tecidos durante o desenvolvimento. A prevalência exata dessa condição é desconhecida.[1]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas da Síndrome Alagille por microdeleção 20p12 podem variar muito de pessoa para pessoa. Os mais comuns incluem problemas no fígado (como icterícia prolongada no recém-nascido), alterações cardíacas (como sopro ou estreitamento de artérias), olhos com uma mancha característica na íris (embriotoxon posterior) e vértebras em formato de borboleta. Como não há uma lista completa de fenótipos disponível, o quadro clínico deve ser avaliado individualmente por uma equipe médica especializada.[1]
Causas genéticas
A causa genética é a microdeleção (perda de um pequeno pedaço) no braço curto do cromossomo 20, na região 20p12. Essa deleção afeta o gene JAG1, que fornece as instruções para a produção da proteína Jagged-1. A proteína Jagged-1 é fundamental para a comunicação entre células durante o desenvolvimento embrionário, especialmente na formação do fígado, coração, olhos e coluna. A herança não é aplicável, pois a maioria dos casos ocorre de forma esporádica (nova mutação), sem histórico familiar.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico da Síndrome Alagille por microdeleção 20p12 é confirmado por exames genéticos. Os principais testes disponíveis no Brasil, com cobertura pelo SUS, incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; e sequenciamento completo do exoma (WES). Além disso, a dosagem de alfa-fetoproteína pode ser solicitada como parte da avaliação. Atualmente, existem 336 testes genéticos registrados e 632 variantes descritas no ClinVar para essa condição.[1][3]
Tratamento e manejo
O tratamento da Síndrome Alagille por microdeleção 20p12 é multidisciplinar e focado no manejo dos sintomas de cada órgão afetado. Não há medicamentos específicos aprovados para a doença. O acompanhamento deve incluir atendimento em reabilitação para doenças raras, disponível no SUS. O plano de cuidado é individualizado, podendo envolver hepatologistas, cardiologistas, oftalmologistas e geneticistas. Não há informações sobre tratamentos citados na literatura científica disponíveis para esta condição.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia conforme a gravidade do envolvimento hepático e cardíaco. Com acompanhamento médico adequado e reabilitação, muitas pessoas conseguem ter uma qualidade de vida satisfatória. O suporte de uma equipe multidisciplinar e o acesso a exames regulares são fundamentais para monitorar complicações e ajustar o tratamento ao longo da vida.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Not applicable.
Ligand for multiple Notch receptors and involved in the mediation of Notch signaling (PubMed:18660822, PubMed:20437614). May be involved in cell-fate decisions during hematopoiesis (PubMed:9462510). Seems to be involved in early and late stages of mammalian cardiovascular development. Inhibits myoblast differentiation (By similarity). Enhances fibroblast growth factor-induced angiogenesis (in vitro)
MembraneCell membrane
Alagille syndrome 1
A form of Alagille syndrome, an autosomal dominant multisystem disorder. It is clinically defined by hepatic bile duct paucity and cholestasis in association with cardiac, skeletal, and ophthalmologic manifestations. There are characteristic facial features and less frequent clinical involvement of the renal and vascular systems.
Medicamentos aprovados (FDA)
2 medicamentos encontrados nos registros da FDA americana.
Variantes genéticas (ClinVar)
632 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
12 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome Alagille por microdeleção 20p12
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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Publicações recentes
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:261600(Orphanet)
- MONDO:0016861(MONDO)
- GARD:17250(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q56013907(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
Síndrome Alagille por microdeleção 20p12
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata
- Medicamentos aprovados FDA
- fonte: FDA OpenFDA