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2p25.3 microduplication syndrome
ORPHA:699850OMIM 616521DOENÇA RARA
Herança AD

Síndrome rara associada a microduplicação no cromossomo 2p25.3, afetando os genes MYT1L e PXDN. Manifesta-se com atraso no desenvolvimento neurológico, deficiência intelectual e traços faciais dismórficos.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 20/06/2026
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Visão geral

A síndrome de microduplicação 2p25.3 é uma condição genética rara caracterizada pela presença de uma cópia extra (duplicação) de um pequeno segmento do braço curto do cromossomo 2, na região 2p25.3. Essa alteração pode afetar o desenvolvimento neurológico e causar uma variedade de sinais e sintomas, que variam amplamente entre as pessoas afetadas. A condição é conhecida internacionalmente como '2p25.3 microduplication syndrome'.[1]

Sinais e sintomas

As manifestações clínicas da síndrome de microduplicação 2p25.3 são variáveis e podem incluir atraso no desenvolvimento, deficiência intelectual, alterações comportamentais (como transtorno do espectro autista) e, em alguns casos, características faciais dismórficas leves. É importante notar que nem todas as pessoas com a duplicação apresentam todos esses sintomas, e a gravidade pode ser diferente de uma pessoa para outra.[1]

Causas genéticas

A síndrome é causada por uma duplicação de material genético na região cromossômica 2p25.3. Essa região contém genes importantes para o desenvolvimento do sistema nervoso, incluindo os genes MYT1L (fator de transcrição mielina 1-like) e PXDN (peroxidasina homóloga). A duplicação pode ocorrer de forma espontânea (de novo) ou ser herdada de um dos pais. A herança exata ainda está sendo estudada, e não há dados conclusivos sobre o padrão de herança mais comum.[1][2][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é realizado por meio de testes genéticos, como a análise de microarray cromossômico (CMA) ou sequenciamento de nova geração (NGS), que identificam a duplicação na região 2p25.3. Até o momento, 373 variantes associadas a essa condição foram registradas no ClinVar, um banco de dados público de variantes genéticas. O diagnóstico é confirmado quando a duplicação é detectada e correlacionada com as características clínicas do paciente.[1][2][4]

Tratamento e manejo

Não existe um tratamento específico para reverter a duplicação genética. O manejo é baseado nos sintomas apresentados por cada pessoa e pode incluir terapias de suporte, como fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia e acompanhamento educacional especializado. O suporte multidisciplinar é essencial para ajudar no desenvolvimento e na qualidade de vida. Não há medicamentos aprovados especificamente para esta síndrome, e o uso de qualquer medicação deve ser avaliado individualmente por um médico.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia conforme a gravidade dos sintomas e a presença de outras condições associadas. Muitas pessoas com a síndrome podem levar uma vida com bom suporte familiar e médico, embora desafios no desenvolvimento e comportamento possam persistir. A qualidade de vida pode ser significativamente melhorada com intervenções precoces e acompanhamento contínuo.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Síndrome rara associada a microduplicação no cromossomo 2p25.3, afetando os genes MYT1L e PXDN. Manifesta-se com atraso no desenvolvimento neurológico, deficiência intelectual e traços faciais dismórficos.

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A síndrome de microduplicação 2p25.3 é uma condição genética rara caracterizada pela presença de uma cópia extra (duplicação) de um pequeno segmento do braço curto do cromossomo 2, na região 2p25.3. Essa alteração pode afetar o desenvolvimento neurológico e causar uma variedade de sinais e sintomas, que variam amplamente entre as pessoas afetadas. A condição é conhecida internacionalmente como '2p25.3 microduplication syndrome'.[1]

Sinais e sintomas

As manifestações clínicas da síndrome de microduplicação 2p25.3 são variáveis e podem incluir atraso no desenvolvimento, deficiência intelectual, alterações comportamentais (como transtorno do espectro autista) e, em alguns casos, características faciais dismórficas leves. É importante notar que nem todas as pessoas com a duplicação apresentam todos esses sintomas, e a gravidade pode ser diferente de uma pessoa para outra.[1]

Causas genéticas

A síndrome é causada por uma duplicação de material genético na região cromossômica 2p25.3. Essa região contém genes importantes para o desenvolvimento do sistema nervoso, incluindo os genes MYT1L (fator de transcrição mielina 1-like) e PXDN (peroxidasina homóloga). A duplicação pode ocorrer de forma espontânea (de novo) ou ser herdada de um dos pais. A herança exata ainda está sendo estudada, e não há dados conclusivos sobre o padrão de herança mais comum.[1][2][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é realizado por meio de testes genéticos, como a análise de microarray cromossômico (CMA) ou sequenciamento de nova geração (NGS), que identificam a duplicação na região 2p25.3. Até o momento, 373 variantes associadas a essa condição foram registradas no ClinVar, um banco de dados público de variantes genéticas. O diagnóstico é confirmado quando a duplicação é detectada e correlacionada com as características clínicas do paciente.[1][2][4]

Tratamento e manejo

Não existe um tratamento específico para reverter a duplicação genética. O manejo é baseado nos sintomas apresentados por cada pessoa e pode incluir terapias de suporte, como fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia e acompanhamento educacional especializado. O suporte multidisciplinar é essencial para ajudar no desenvolvimento e na qualidade de vida. Não há medicamentos aprovados especificamente para esta síndrome, e o uso de qualquer medicação deve ser avaliado individualmente por um médico.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia conforme a gravidade dos sintomas e a presença de outras condições associadas. Muitas pessoas com a síndrome podem levar uma vida com bom suporte familiar e médico, embora desafios no desenvolvimento e comportamento possam persistir. A qualidade de vida pode ser significativamente melhorada com intervenções precoces e acompanhamento contínuo.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Anos de pesquisa10
Últimos 10 anos2publicações
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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

2 genes identificados com associação a esta condição.

Autosomal dominant
MYT1LMyelin transcription factor 1-like proteinRole in the phenotype ofAltamente restrito
FUNÇÃO

Transcription factor that plays a key role in neuronal differentiation by specifically repressing expression of non-neuronal genes during neuron differentiation. In contrast to other transcription repressors that inhibit specific lineages, mediates repression of multiple differentiation programs. Also represses expression of negative regulators of neurogenesis, such as members of the Notch signaling pathway, including HES1. The combination of three transcription factors, ASCL1, POU3F2/BRN2 and M

LOCALIZAÇÃO

NucleusChromosome

MECANISMO DE DOENÇA

Intellectual developmental disorder, autosomal dominant 39

A disorder characterized by significantly below average general intellectual functioning associated with impairments in adaptive behavior and manifested during the developmental period. MRD39 patients show delayed psychomotor development and autistic features.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Tecido-específico)
Cérebro - Hemisfério cerebelar
32.6 TPM
Brain Frontal Cortex BA9
23.3 TPM
Cerebelo
22.6 TPM
Córtex cerebral
13.7 TPM
Brain Anterior cingulate cortex BA24
13.0 TPM
OUTRAS DOENÇAS (2)
intellectual disability, autosomal dominant 39MYT1L-related developmental delay-intellectual disability-obesity syndrome
HGNC:7623UniProt:Q9UL68
PXDNPeroxidasin homologRole in the phenotype ofTolerante
FUNÇÃO

Catalyzes the two-electron oxidation of bromide by hydrogen peroxide and generates hypobromite as a reactive intermediate which mediates the formation of sulfilimine cross-links between methionine and hydroxylysine residues within an uncross-linked collagen IV/COL4A1 NC1 hexamer (PubMed:18929642, PubMed:19590037, PubMed:22842973, PubMed:25708780, PubMed:25713063, PubMed:27697841, PubMed:28154175, PubMed:34679700). In turns, directly contributes to the collagen IV network-dependent fibronectin/FN

LOCALIZAÇÃO

Secreted, extracellular space, extracellular matrixEndoplasmic reticulumCell surfaceSecreted, extracellular space, extracellular matrix, basement membrane

VIAS BIOLÓGICAS (2)
Regulation of MITF-M-dependent genes involved in extracellular matrix, focal adhesion and epithelial-to-mesenchymal transitionCrosslinking of collagen fibrils
MECANISMO DE DOENÇA

Anterior segment dysgenesis 7

A form of anterior segment dysgenesis, a group of defects affecting anterior structures of the eye including cornea, iris, lens, trabecular meshwork, and Schlemm canal. Anterior segment dysgeneses result from abnormal migration or differentiation of the neural crest derived mesenchymal cells that give rise to components of the anterior chamber during eye development. Different anterior segment anomalies may exist alone or in combination, including iris hypoplasia, enlarged or reduced corneal diameter, corneal vascularization and opacity, posterior embryotoxon, corectopia, polycoria, abnormal iridocorneal angle, ectopia lentis, and anterior synechiae between the iris and posterior corneal surface. Clinical conditions falling within the phenotypic spectrum of anterior segment dysgeneses include aniridia, Axenfeld anomaly, Reiger anomaly/syndrome, Peters anomaly, and iridogoniodysgenesis. ASGD7 is an autosomal recessive disease.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Fibroblastos
169.3 TPM
Aorta
90.5 TPM
Tecido adiposo
67.8 TPM
Adipose Visceral Omentum
62.6 TPM
Ovário
61.1 TPM
OUTRAS DOENÇAS (1)
anterior segment dysgenesis 7
HGNC:14966UniProt:Q92626

Variantes genéticas (ClinVar)

373 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 MYT1L: NM_001303052.2(MYT1L):c.1-11T>A ()
🧬 MYT1L: NM_001303052.2(MYT1L):c.3173-1G>T ()
🧬 MYT1L: NM_001303052.2(MYT1L):c.1669G>T (p.Gly557Trp) ()
🧬 MYT1L: NM_001303052.2(MYT1L):c.932_935del (p.Met311fs) ()
🧬 MYT1L: NM_001303052.2(MYT1L):c.1687A>C (p.Ser563Arg) ()
Ver todas no ClinVar

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

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Tratamento e manejo

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Onde tratar no SUS

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
0 papers (10 anos)
#1

Breaking new ground: Exploring de novo chromosomal rearrangements in 1p36 microdeletion.

International journal of health sciences2024

Chromosomal structural variations (SVs) are linked to a wide range of phenotypes and arise due to disruptions during DNA replication, which can affect gene function within the SV regions. This case report details a patient diagnosed with neurodevelopmental delay. Detailed investigation through array comparative genomic hybridization revealed two pathogenic SVs on chromosome 1, which align with a 1p36 microdeletion, and a microduplication at 2p35.3, the latter being classified as a variant of unknown significance. The patient's clinical presentation is consistent with the 1p36 deletion syndrome, characterized by specific developmental delays and physical anomalies. Further genetic analysis suggests that these terminal rearrangements might stem from an unbalanced translocation between the short arms of chromosomes 1 and 2. This case underscores the complexity of interpreting multiple concurrent SVs and their cumulative effect on phenotype. Ongoing research into such chromosomal abnormalities will enhance our understanding of their clinical manifestations and guide more targeted therapeutic strategies.

#2

Detection of recurrent 4p16.3 microdeletion with 2p25.3 microduplication by multiplex ligation-dependent probe amplification and array comparative genomic hybridization in a fetus from a family with Wolf-Hirschhorn syndrome.

Taiwanese journal of obstetrics & gynecology2016 Feb

We present prenatal diagnosis, genetic counseling, and molecular cytogenetic features of familial recurrence of Wolf-Hirschhorn syndrome (WHS). A 31-year-old woman was referred to a hospital at 24 weeks of gestation because of abnormal ultrasound findings in the fetus. Her first child was a boy who had growth retardation, mental defect, and a distinctive facial appearance. Based on the conventional cytogenetic analysis, the combined use of multiplex ligation-dependent probe amplification (MLPA) and array comparative genomic hybridization (aCGH) facilitated the prenatal diagnosis and genetic counseling in the fetus. Results of the standard G-banging karyotype analysis of the fetus, the parents, and the boy were normal. The MLPA analysis revealed the same 4p microdeletion accompanied by 2p microduplication in the fetus and the boy. The aCGH analysis revealed a 3.57-Mb 4p16.3 microdeletion or arr [hg19] 4p16.3 (71,552-3,636,893) x1 in the fetus and a 3.29-Mb 4p16.3 microdeletion or arr [hg19] 4p16.3 (71,148-3,360,737) x1 in the boy. The 3.57-Mb 4p16.3 microdeletion encompassed 39 OMIM genes. The 3.29-Mb 4p16.3 microdeletion encompassed 36 OMIM genes. They both included LETM1 and WHSC1. The 2p25.3 microduplication was smaller than 666 kb and encompassed only one OMIM gene, ACP1. The combined use of MLPA and aCGH is an effective way to diagnose recurrent WHS. Although WHS is typically caused by a de novo deletion, prenatal diagnosis and genetic counseling are necessary in the next pregnancy in families that have suffered such cases.

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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Comunidades

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Breaking new ground: Exploring de novo chromosomal rearrangements in 1p36 microdeletion.
    International journal of health sciences· 2024· PMID 38974650mais citado
  2. Detection of recurrent 4p16.3 microdeletion with 2p25.3 microduplication by multiplex ligation-dependent probe amplification and array comparative genomic hybridization in a fetus from a family with Wolf-Hirschhorn syndrome.
    Taiwanese journal of obstetrics & gynecology· 2016· PMID 26927259mais citado

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:699850(Orphanet)
  2. MONDO:0979353(MONDO)
  3. Variantes catalogadas(ClinVar)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Compêndio · Raras BR

2p25.3 microduplication syndrome

ORPHA:699850 · MONDO:0979353
OMIM
616521
MedGen
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📋 Origem dos dados

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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM