Paraplegia espástica hereditária associada à ADAR1 é uma doença neurológica rara caracterizada por fraqueza e rigidez progressivas nas pernas. Afeta o gene ADAR1, crucial para a edição de RNA, levando a disfunções neuronais.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A paraplegia espástica hereditária relacionada ao gene ADAR1 (ADAR1-related hereditary spastic paraplegia) é uma doença genética rara que afeta principalmente o sistema nervoso, causando fraqueza progressiva e rigidez (espasticidade) nos membros inferiores. Esta condição faz parte de um grupo de doenças conhecidas como paraplegias espásticas hereditárias, caracterizadas por degeneração dos tratos nervosos que controlam o movimento das pernas. Ainda não há dados disponíveis sobre sua prevalência, padrão de herança ou idade de início.[1]
Sinais e sintomas
Até o momento, não há fenótipos (sinais e sintomas) específicos registrados em fontes oficiais para esta doença. Os sintomas típicos de paraplegias espásticas hereditárias em geral incluem dificuldade para andar, espasticidade (rigidez muscular) nas pernas, fraqueza muscular e, em alguns casos, alterações na sensibilidade ou na função da bexiga. No entanto, para a forma relacionada ao gene ADAR1, os detalhes clínicos ainda estão sendo descritos pela comunidade médica.[1]
Causas genéticas
A doença é causada por variantes (mutações) no gene ADAR (sigla em inglês para Double-stranded RNA-specific adenosine deaminase). Esse gene fornece instruções para produzir uma enzima que participa da edição do RNA, um processo importante para o funcionamento normal das células nervosas. Mutações no ADAR podem levar à perda ou alteração da função da enzima, contribuindo para a degeneração dos tratos nervosos que controlam os movimentos das pernas.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico é confirmado por meio de teste genético que identifica variantes patogênicas no gene ADAR. Atualmente, há 18 testes genéticos disponíveis para essa condição, e 1.554 variantes associadas ao gene ADAR estão catalogadas no banco de dados ClinVar. O diagnóstico diferencial inclui outras formas de paraplegia espástica hereditária e condições neurológicas com sintomas semelhantes.[1][3]
Tratamento e manejo
Não há medicamentos ou tratamentos específicos aprovados para a paraplegia espástica hereditária relacionada ao gene ADAR1. O manejo é geralmente sintomático e de suporte, podendo incluir fisioterapia para manter a mobilidade e reduzir a espasticidade, uso de órteses, medicamentos para alívio da rigidez muscular (como baclofeno ou tizanidina, sob prescrição médica) e acompanhamento multidisciplinar com neurologista, fisiatra e terapeuta ocupacional. No Brasil, a doença não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para procedimentos ou medicamentos.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
Não há dados específicos sobre o prognóstico desta forma rara de paraplegia espástica hereditária. De modo geral, as paraplegias espásticas hereditárias tendem a ter progressão lenta, e muitas pessoas mantêm a capacidade de deambular com auxílio por vários anos. O acompanhamento regular com uma equipe de saúde especializada pode ajudar a otimizar a qualidade de vida e a funcionalidade.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Paraplegia espástica hereditária associada à ADAR1 é uma doença neurológica rara caracterizada por fraqueza e rigidez progressivas nas pernas. Afeta o gene ADAR1, crucial para a edição de RNA, levando a disfunções neuronais.
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A paraplegia espástica hereditária relacionada ao gene ADAR1 (ADAR1-related hereditary spastic paraplegia) é uma doença genética rara que afeta principalmente o sistema nervoso, causando fraqueza progressiva e rigidez (espasticidade) nos membros inferiores. Esta condição faz parte de um grupo de doenças conhecidas como paraplegias espásticas hereditárias, caracterizadas por degeneração dos tratos nervosos que controlam o movimento das pernas. Ainda não há dados disponíveis sobre sua prevalência, padrão de herança ou idade de início.[1]
Sinais e sintomas
Até o momento, não há fenótipos (sinais e sintomas) específicos registrados em fontes oficiais para esta doença. Os sintomas típicos de paraplegias espásticas hereditárias em geral incluem dificuldade para andar, espasticidade (rigidez muscular) nas pernas, fraqueza muscular e, em alguns casos, alterações na sensibilidade ou na função da bexiga. No entanto, para a forma relacionada ao gene ADAR1, os detalhes clínicos ainda estão sendo descritos pela comunidade médica.[1]
Causas genéticas
A doença é causada por variantes (mutações) no gene ADAR (sigla em inglês para Double-stranded RNA-specific adenosine deaminase). Esse gene fornece instruções para produzir uma enzima que participa da edição do RNA, um processo importante para o funcionamento normal das células nervosas. Mutações no ADAR podem levar à perda ou alteração da função da enzima, contribuindo para a degeneração dos tratos nervosos que controlam os movimentos das pernas.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico é confirmado por meio de teste genético que identifica variantes patogênicas no gene ADAR. Atualmente, há 18 testes genéticos disponíveis para essa condição, e 1.554 variantes associadas ao gene ADAR estão catalogadas no banco de dados ClinVar. O diagnóstico diferencial inclui outras formas de paraplegia espástica hereditária e condições neurológicas com sintomas semelhantes.[1][3]
Tratamento e manejo
Não há medicamentos ou tratamentos específicos aprovados para a paraplegia espástica hereditária relacionada ao gene ADAR1. O manejo é geralmente sintomático e de suporte, podendo incluir fisioterapia para manter a mobilidade e reduzir a espasticidade, uso de órteses, medicamentos para alívio da rigidez muscular (como baclofeno ou tizanidina, sob prescrição médica) e acompanhamento multidisciplinar com neurologista, fisiatra e terapeuta ocupacional. No Brasil, a doença não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para procedimentos ou medicamentos.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
Não há dados específicos sobre o prognóstico desta forma rara de paraplegia espástica hereditária. De modo geral, as paraplegias espásticas hereditárias tendem a ter progressão lenta, e muitas pessoas mantêm a capacidade de deambular com auxílio por vários anos. O acompanhamento regular com uma equipe de saúde especializada pode ajudar a otimizar a qualidade de vida e a funcionalidade.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição.
Catalyzes the hydrolytic deamination of adenosine to inosine in double-stranded RNA (dsRNA) referred to as A-to-I RNA editing (PubMed:12618436, PubMed:7565688, PubMed:7972084). This may affect gene expression and function in a number of ways that include mRNA translation by changing codons and hence the amino acid sequence of proteins since the translational machinery read the inosine as a guanosine; pre-mRNA splicing by altering splice site recognition sequences; RNA stability by changing seque
CytoplasmNucleusNucleus, nucleolus
Dyschromatosis symmetrica hereditaria
An autosomal dominant pigmentary genodermatosis characterized by a mixture of hyperpigmented and hypopigmented macules distributed on the face and the dorsal parts of the hands and feet, that appear in infancy or early childhood.
Variantes genéticas (ClinVar)
1.554 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
4 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — ADAR1-related hereditary spastic paraplegia
Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Associações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
Ainda não temos associações cadastradas para ADAR1-related hereditary spastic paraplegia.
É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →
Comunidades
Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras
Ainda não existe comunidade no Raras para ADAR1-related hereditary spastic paraplegia
Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:694356(Orphanet)
- MONDO:0979273(MONDO)
- Variantes catalogadas(ClinVar)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
ADAR1-related hereditary spastic paraplegia
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO