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Agenesia vaginal
ORPHA:96269CID-10 · Q52.0CID-11 · LB42.0DOENÇA RARA

A agenesia vaginal parcial isolada é uma malformação urogenital rara e não sindrômica, caracterizada pela ausência de vagina ou pela presença de uma fosseta vaginal menor que 5 cm. Frequentemente está associada a agenesia uterina, hematocolpos ou amenorreia primária e dispareunia. Os ovários e as tubas uterinas são normais.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · atualizado 17/06/2026Revisão médica pendente
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Visão geral

A agenesia vaginal é uma malformação rara do trato urogenital, não sindrômica, caracterizada pela ausência da vagina ou pela presença de uma depressão vaginal (dimple) com menos de 5 cm de comprimento. Frequentemente está associada à agenesia uterina, hematocolpo (acúmulo de sangue menstrual na vagina), amenorreia primária (ausência de menstruação) e dispareunia (dor durante a relação sexual). Os ovários e as tubas uterinas geralmente são normais.[1]

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas incluem ausência total ou parcial da vagina, amenorreia primária (ausência de menstruação), dor pélvica cíclica (especialmente em casos de hematocolpo) e dificuldade ou dor durante a relação sexual (dispareunia). A condição pode ser identificada na adolescência, quando a menstruação não ocorre.[1]

Causas genéticas

Até o momento, não há genes específicos identificados como causa da agenesia vaginal isolada. A condição é considerada esporádica na maioria dos casos, sem um padrão hereditário definido. Estudos genéticos em andamento podem, no futuro, esclarecer possíveis bases moleculares.[1][2]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica e em exames de imagem (como ultrassonografia pélvica e ressonância magnética) para confirmar a ausência ou hipoplasia vaginal e avaliar a presença de útero e ovários. Exames complementares podem incluir cariótipo (bandas G, Q ou R), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. O atendimento em reabilitação para doenças raras também pode ser indicado.[1]

Tratamento e manejo

O manejo da agenesia vaginal é individualizado e pode incluir dilatação vaginal progressiva (não cirúrgica) ou cirurgia para criação de neovagina (vaginoplastia). O tratamento visa permitir atividade sexual satisfatória e, quando possível, preservar a fertilidade. O acompanhamento com equipe multidisciplinar (ginecologista, psicólogo, fisioterapeuta pélvico) é essencial. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como cariótipo, pesquisa de microdeleções, sequenciamento de exoma, dosagem de alfa-fetoproteína e atendimento em reabilitação para doenças raras.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

Com tratamento adequado, a maioria das pessoas com agenesia vaginal pode ter uma vida sexual satisfatória. A fertilidade pode ser comprometida se houver agenesia uterina associada, mas a função ovariana geralmente é normal, permitindo opções de reprodução assistida (como barriga solidária). O suporte psicológico é importante para lidar com o impacto emocional do diagnóstico.[1]

Fontes numeradas em Referências.

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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EM LINGUAGEM SIMPLES

A agenesia vaginal é uma alteração anatômica rara e congênita em que a pessoa nasce sem o canal vaginal ou com ele muito curto, medindo menos de 5 centímetros. Muitas vezes o útero também pode estar ausente, o que leva à falta de menstruação na puberdade, embora os ovários funcionem de maneira perfeitamente normal. Pode haver queixas como dores no abdômen pela retenção de sangue menstrual residual ou dor durante tentativas de relações sexuais. No Brasil, a condição não conta com um protocolo clínico (PCDT) exclusivo no SUS, mas a rede pública disponibiliza procedimentos diagnósticos e atendimento em reabilitação.

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[1] Orphanet [4] Ministério da Saúde — lista oficial de…
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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

A agenesia vaginal parcial isolada é uma malformação urogenital rara e não sindrômica, caracterizada pela ausência de vagina ou pela presença de uma fosseta vaginal menor que 5 cm. Frequentemente está associada a agenesia uterina, hematocolpos ou amenorreia primária e dispareunia. Os ovários e as tubas uterinas são normais.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
1-5 / 10 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
10.0
Worldwide
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
5 procedimentos SIGTAPCID-10: Q52.0
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
EXAMES E PROCEDIMENTOS RELACIONADOS (5)
•
Cariótipo — bandas G, Q ou R
•
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH
•
Sequenciamento completo do exoma (WES)
•
Dosagem de alfa-fetoproteína
•
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Anos de pesquisa2
Últimos 10 anos5publicações
Pico20253 papers
Linha do tempo
2024Hoje · 2026📈 2025Ano de pico
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🧬

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É uma malformação congênita rara não sindrômica definida pela ausência de vagina ou presença de uma fosseta menor que 5 centímetros. Nela, os ovários e as trompas de Falópio mantêm anatomia e funcionamento normais.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

3 fontes citadas no texto · 5 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 4 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. MONDO
    purl.obolibrary.org
  2. GARD:19347
    GARD (NIH)
  3. Q55789004
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (2026). Agenesia vaginal. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/agenesia-vaginal

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Agenesia vaginal

ORPHA:96269 · MONDO:0019932
🇧🇷 Brasil SUS
SIGTAP
5 procedimentos
Geral
Prevalência
1-5 / 10 000
CID-10
Q52.0 · Ausência congênita da vagina
CID-11
Prevalência
10.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C1261251
Wikidata

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Rara