Agenesia vaginal parcial isolada é uma malformação congênita rara em que parte da vagina não se desenvolve. Pode afetar a fertilidade e a função sexual.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A agenesia vaginal é uma malformação rara do trato urogenital, não sindrômica, caracterizada pela ausência da vagina ou pela presença de uma depressão vaginal (dimple) com menos de 5 cm de comprimento. Frequentemente está associada à agenesia uterina, hematocolpo (acúmulo de sangue menstrual na vagina), amenorreia primária (ausência de menstruação) e dispareunia (dor durante a relação sexual). Os ovários e as tubas uterinas geralmente são normais.[1]
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas incluem ausência total ou parcial da vagina, amenorreia primária (ausência de menstruação), dor pélvica cíclica (especialmente em casos de hematocolpo) e dificuldade ou dor durante a relação sexual (dispareunia). A condição pode ser identificada na adolescência, quando a menstruação não ocorre.[1]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica e em exames de imagem (como ultrassonografia pélvica e ressonância magnética) para confirmar a ausência ou hipoplasia vaginal e avaliar a presença de útero e ovários. Exames complementares podem incluir cariótipo (bandas G, Q ou R), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. O atendimento em reabilitação para doenças raras também pode ser indicado.[1]
Tratamento e manejo
O manejo da agenesia vaginal é individualizado e pode incluir dilatação vaginal progressiva (não cirúrgica) ou cirurgia para criação de neovagina (vaginoplastia). O tratamento visa permitir atividade sexual satisfatória e, quando possível, preservar a fertilidade. O acompanhamento com equipe multidisciplinar (ginecologista, psicólogo, fisioterapeuta pélvico) é essencial. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como cariótipo, pesquisa de microdeleções, sequenciamento de exoma, dosagem de alfa-fetoproteína e atendimento em reabilitação para doenças raras.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
Com tratamento adequado, a maioria das pessoas com agenesia vaginal pode ter uma vida sexual satisfatória. A fertilidade pode ser comprometida se houver agenesia uterina associada, mas a função ovariana geralmente é normal, permitindo opções de reprodução assistida (como barriga solidária). O suporte psicológico é importante para lidar com o impacto emocional do diagnóstico.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Agenesia vaginal parcial isolada é uma malformação congênita rara em que parte da vagina não se desenvolve. Pode afetar a fertilidade e a função sexual.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A agenesia vaginal é uma malformação rara do trato urogenital, não sindrômica, caracterizada pela ausência da vagina ou pela presença de uma depressão vaginal (dimple) com menos de 5 cm de comprimento. Frequentemente está associada à agenesia uterina, hematocolpo (acúmulo de sangue menstrual na vagina), amenorreia primária (ausência de menstruação) e dispareunia (dor durante a relação sexual). Os ovários e as tubas uterinas geralmente são normais.[1]
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas incluem ausência total ou parcial da vagina, amenorreia primária (ausência de menstruação), dor pélvica cíclica (especialmente em casos de hematocolpo) e dificuldade ou dor durante a relação sexual (dispareunia). A condição pode ser identificada na adolescência, quando a menstruação não ocorre.[1]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica e em exames de imagem (como ultrassonografia pélvica e ressonância magnética) para confirmar a ausência ou hipoplasia vaginal e avaliar a presença de útero e ovários. Exames complementares podem incluir cariótipo (bandas G, Q ou R), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. O atendimento em reabilitação para doenças raras também pode ser indicado.[1]
Tratamento e manejo
O manejo da agenesia vaginal é individualizado e pode incluir dilatação vaginal progressiva (não cirúrgica) ou cirurgia para criação de neovagina (vaginoplastia). O tratamento visa permitir atividade sexual satisfatória e, quando possível, preservar a fertilidade. O acompanhamento com equipe multidisciplinar (ginecologista, psicólogo, fisioterapeuta pélvico) é essencial. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como cariótipo, pesquisa de microdeleções, sequenciamento de exoma, dosagem de alfa-fetoproteína e atendimento em reabilitação para doenças raras.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
Com tratamento adequado, a maioria das pessoas com agenesia vaginal pode ter uma vida sexual satisfatória. A fertilidade pode ser comprometida se houver agenesia uterina associada, mas a função ovariana geralmente é normal, permitindo opções de reprodução assistida (como barriga solidária). O suporte psicológico é importante para lidar com o impacto emocional do diagnóstico.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Agenesia vaginal
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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Publicações recentes
Not all vaginal microbiomes are equal: functional context shapes immune landscapes.
Impact of surgical field disinfection on vaginal microbiome in transvaginal urogynecological surgery: a prospective cohort study.
Genome-scale metabolic network reconstruction analysis identifies bacterial vaginosis-associated metabolic interactions.
Vaginal microbiota changes of persistent human papillomavirus infection after cervical conization.
Characterization of vaginal Lactobacillus in biologically relevant fluid using surface-enhanced Raman spectroscopy.
Associações
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
- Not all vaginal microbiomes are equal: functional context shapes immune landscapes.
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- Vaginal microbiota changes of persistent human papillomavirus infection after cervical conization.
- Characterization of vaginal Lactobacillus in biologically relevant fluid using surface-enhanced Raman spectroscopy.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:96269(Orphanet)
- MONDO:0019932(MONDO)
- GARD:19347(GARD (NIH))
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q55789004(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Agenesia vaginal
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata