Anestesia trigeminal congênita é uma condição rara caracterizada pela ausência ou diminuição da sensibilidade em áreas inervadas pelo nervo trigêmeo desde o nascimento. Isso pode afetar a face, a córnea e a boca, levando a dificuldades de alimentação e proteção contra lesões.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A anestesia trigeminal congênita é uma condição neurológica rara caracterizada pela ausência ou redução significativa da sensibilidade na face, devido a uma alteração no nervo trigêmeo (quinto par craniano) presente desde o nascimento ou nos primeiros meses de vida. A prevalência exata é desconhecida, e a herança não é aplicável, ou seja, não segue um padrão hereditário definido.[1]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas da anestesia trigeminal congênita manifestam-se na infância ou no período neonatal. A principal característica é a perda de sensibilidade ao toque, dor e temperatura em áreas da face inervadas pelo nervo trigêmeo, o que pode levar a lesões acidentais (como queimaduras ou cortes) sem que a criança perceba. Outros sintomas podem incluir dificuldades na alimentação e alterações na córnea, devido à falta de reflexo de proteção ocular.[1]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é essencialmente clínico, baseado na história de ausência de sensibilidade facial desde o nascimento e no exame neurológico. Exames complementares, como a ressonância magnética, podem ser solicitados para descartar outras causas estruturais. Testes genéticos, como o sequenciamento completo do exoma (WES), podem ser considerados em casos selecionados, especialmente quando há suspeita de síndromes genéticas associadas. Não há variantes patogênicas registradas em bases públicas (ClinVar) para esta condição.[1][2][4]
Tratamento e manejo
O manejo da anestesia trigeminal congênita é multidisciplinar e focado na prevenção de lesões e complicações. Medidas incluem cuidados com a pele facial, proteção ocular (como uso de lubrificantes e óculos de proteção) e orientação aos pais e cuidadores para evitar traumas. O atendimento em reabilitação para doenças raras pode ser indicado para suporte global. Não há medicamentos específicos aprovados para tratar a condição.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico depende da gravidade da perda sensorial e da adesão às medidas preventivas. Com cuidados adequados, a maioria das pessoas consegue levar uma vida com boa qualidade, embora o risco de lesões acidentais e complicações oculares exija acompanhamento contínuo. O suporte de uma equipe multidisciplinar é fundamental para minimizar os impactos no dia a dia.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Anestesia trigeminal congênita é uma condição rara caracterizada pela ausência ou diminuição da sensibilidade em áreas inervadas pelo nervo trigêmeo desde o nascimento. Isso pode afetar a face, a córnea e a boca, levando a dificuldades de alimentação e proteção contra lesões.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A anestesia trigeminal congênita é uma condição neurológica rara caracterizada pela ausência ou redução significativa da sensibilidade na face, devido a uma alteração no nervo trigêmeo (quinto par craniano) presente desde o nascimento ou nos primeiros meses de vida. A prevalência exata é desconhecida, e a herança não é aplicável, ou seja, não segue um padrão hereditário definido.[1]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas da anestesia trigeminal congênita manifestam-se na infância ou no período neonatal. A principal característica é a perda de sensibilidade ao toque, dor e temperatura em áreas da face inervadas pelo nervo trigêmeo, o que pode levar a lesões acidentais (como queimaduras ou cortes) sem que a criança perceba. Outros sintomas podem incluir dificuldades na alimentação e alterações na córnea, devido à falta de reflexo de proteção ocular.[1]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é essencialmente clínico, baseado na história de ausência de sensibilidade facial desde o nascimento e no exame neurológico. Exames complementares, como a ressonância magnética, podem ser solicitados para descartar outras causas estruturais. Testes genéticos, como o sequenciamento completo do exoma (WES), podem ser considerados em casos selecionados, especialmente quando há suspeita de síndromes genéticas associadas. Não há variantes patogênicas registradas em bases públicas (ClinVar) para esta condição.[1][2][4]
Tratamento e manejo
O manejo da anestesia trigeminal congênita é multidisciplinar e focado na prevenção de lesões e complicações. Medidas incluem cuidados com a pele facial, proteção ocular (como uso de lubrificantes e óculos de proteção) e orientação aos pais e cuidadores para evitar traumas. O atendimento em reabilitação para doenças raras pode ser indicado para suporte global. Não há medicamentos específicos aprovados para tratar a condição.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico depende da gravidade da perda sensorial e da adesão às medidas preventivas. Com cuidados adequados, a maioria das pessoas consegue levar uma vida com boa qualidade, embora o risco de lesões acidentais e complicações oculares exija acompanhamento contínuo. O suporte de uma equipe multidisciplinar é fundamental para minimizar os impactos no dia a dia.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Anestesia trigeminal congênita
Centros de Referência SUS
24 centros habilitados pelo SUS para Anestesia trigeminal congênita
Centros para Anestesia trigeminal congênita
Detalhes dos centros
Hospital Universitário Prof. Edgard Santos (HUPES)
R. Dr. Augusto Viana, s/n - Canela, Salvador - BA, 40110-060 · CNES 0003808
Serviço de Referência
Hospital Infantil Albert Sabin
R. Tertuliano Sales, 544 - Vila União, Fortaleza - CE, 60410-794 · CNES 2407876
Serviço de Referência
Hospital de Apoio de Brasília (HAB)
AENW 3 Lote A Setor Noroeste - Plano Piloto, Brasília - DF, 70684-831 · CNES 0010456
Serviço de Referência
Hospital Estadual Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (HIABA)
Av. Min. Salgado Filho, 918 - Soteco, Vila Velha - ES, 29106-010 · CNES 6631207
Serviço de Referência
Hospital das Clínicas da UFG
Rua 235 QD. 68 Lote Área, Nº 285, s/nº - Setor Leste Universitário, Goiânia - GO, 74605-050 · CNES 2338424
Serviço de Referência
Hospital Universitário da UFJF
R. Catulo Breviglieri, Bairro - s/n - Santa Catarina, Juiz de Fora - MG, 36036-110 · CNES 2297442
Atenção Especializada
Hospital das Clínicas da UFMG
Av. Prof. Alfredo Balena, 110 - Santa Efigênia, Belo Horizonte - MG, 30130-100 · CNES 2280167
Serviço de Referência
Hospital Universitário Julio Müller (HUJM)
R. Luis Philippe Pereira Leite, s/n - Alvorada, Cuiabá - MT, 78048-902 · CNES 2726092
Atenção Especializada
Hospital Universitário João de Barros Barreto
R. dos Mundurucus, 4487 - Guamá, Belém - PA, 66073-000 · CNES 2337878
Serviço de Referência
Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW)
R. Tabeliao Estanislau Eloy, 585 - Castelo Branco, João Pessoa - PB, 58050-585 · CNES 0002470
Atenção Especializada
Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (IMIP)
R. dos Coelhos, 300 - Boa Vista, Recife - PE, 50070-902 · CNES 0000647
Serviço de Referência
Hospital Pequeno Príncipe
R. Des. Motta, 1070 - Água Verde, Curitiba - PR, 80250-060 · CNES 3143805
Serviço de Referência
Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM)
Av. Mandacaru, 1590 - Parque das Laranjeiras, Maringá - PR, 87083-240 · CNES 2216108
Atenção Especializada
Hospital de Clínicas da UFPR
R. Gen. Carneiro, 181 - Alto da Glória, Curitiba - PR, 80060-900 · CNES 2364980
Serviço de Referência
Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE-UERJ)
Blvd. 28 de Setembro, 77 - Vila Isabel, Rio de Janeiro - RJ, 20551-030 · CNES 2280221
Serviço de Referência
Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz)
Av. Rui Barbosa, 716 - Flamengo, Rio de Janeiro - RJ, 22250-020 · CNES 2269988
Serviço de Referência
Hospital São Lucas da PUCRS
Av. Ipiranga, 6690 - Jardim Botânico, Porto Alegre - RS, 90610-000 · CNES 2232928
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA)
Rua Ramiro Barcelos, 2350 Bloco A - Av. Protásio Alves, 211 - Bloco B e C - Santa Cecília, Porto Alegre - RS, 90035-903 · CNES 2237601
Serviço de Referência
Hospital Universitário da UFSC (HU-UFSC)
R. Profa. Maria Flora Pausewang - Trindade, Florianópolis - SC, 88036-800 · CNES 2560356
Serviço de Referência
Hospital das Clínicas da FMUSP
R. Dr. Ovídio Pires de Campos, 225 - Cerqueira César, São Paulo - SP, 05403-010 · CNES 2077485
Serviço de Referência
Hospital de Base de São José do Rio Preto
Av. Brg. Faria Lima, 5544 - Vila Sao Jose, São José do Rio Preto - SP, 15090-000 · CNES 2079798
Atenção Especializada
Hospital de Clínicas da UNICAMP
R. Vital Brasil, 251 - Cidade Universitária, Campinas - SP, 13083-888 · CNES 2748223
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas de Ribeirão Preto (HCRP-USP)
R. Ten. Catão Roxo, 3900 - Vila Monte Alegre, Ribeirão Preto - SP, 14015-010 · CNES 2082187
Serviço de Referência
UNIFESP / Hospital São Paulo
R. Napoleão de Barros, 715 - Vila Clementino, São Paulo - SP, 04024-002 · CNES 2688689
Serviço de Referência
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Publicações recentes
Corneal Neurotization Using the Great Auricular Nerve for Bilateral Congenital Trigeminal Anesthesia.
Congenital trigeminal anesthesia in two siblings and their long-term follow-up.
Familial trigeminal anesthesia.
📚 EuropePMC2 artigos no totalmostrando 1
Ver todos os 2 no EuropePMCAssociações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
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Comunidades
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Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:231013(Orphanet)
- MONDO:0007384(MONDO)
- GARD:10034(GARD (NIH))
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q55780446(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Anestesia trigeminal congênita
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata