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Ataxia autossômica recessiva por deficiência PEX2
ORPHA:642965CID-10 · G11.8CID-11 · 8A03.1YDOENÇA RARA
Esta doença tem causa genética. Recomendamos procurar um médico geneticista para diagnóstico, exames genéticos e aconselhamento familiar.
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Sinônimos clínicos: Doença peroxissomal ligeira por deficiência PEX2

Doença genética rara, peroxissomal, caracterizada por ataxia cerebelosa de progressão lenta e início na infância ou adolescência e polineuropatia sensório-motora axonal grave devido à deficiência de PEX 2. Os pacientes desenvolvem atrofia cerebral acentuada, incluindo cerebelo, pedúnculos cerebelosos e olivas bulbares. Distúrbios de marcha, ataxia troncular moderada, tremor cerebeloso moderado, disartria leve, arreflexia, estrabismo, hipoacusia e nistagmo também foram relatados.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · atualizado 22/06/2026Revisão médica pendente
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Visão geral

A ataxia autossômica recessiva por deficiência PEX2 é uma doença genética rara que afeta a coordenação dos movimentos (ataxia). Estima-se que sua prevalência seja inferior a 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas. Os primeiros sinais geralmente aparecem na infância ou na adolescência.[1]

Sinais e sintomas

Os sintomas principais envolvem dificuldade progressiva para caminhar, desequilíbrio, falta de coordenação motora fina (como escrever ou abotoar roupas) e alterações na fala (disartria). Como a doença é muito rara, o quadro clínico completo pode variar entre os pacientes.[1]

Causas genéticas

A doença é causada por alterações (mutações) no gene PEX2, que fornece instruções para a produção de uma proteína essencial para o funcionamento adequado das peroxinas — estruturas celulares que ajudam a quebrar gorduras e eliminar substâncias tóxicas. A herança é autossômica recessiva, ou seja, é necessário herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a condição.[1][2]

Diagnóstico

O diagnóstico é confirmado por meio de teste genético. O sequenciamento completo do exoma (WES) é o método mais utilizado para identificar mutações no gene PEX2. Atualmente, há 336 testes genéticos disponíveis e 123 variantes registradas no banco de dados ClinVar. O código CID-10 associado é G11.8.[1][2]

Tratamento e manejo

Não há cura específica para a ataxia autossômica recessiva por deficiência PEX2. O manejo é focado em aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida, com acompanhamento multidisciplinar que pode incluir fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para atendimento em reabilitação voltado a doenças raras.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico depende da gravidade dos sintomas e da precocidade do suporte multidisciplinar. Como se trata de uma condição progressiva, o acompanhamento regular com especialistas é fundamental para manter a funcionalidade e a independência pelo maior tempo possível.[1]

Fontes numeradas em Referências.

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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EM LINGUAGEM SIMPLES

A ataxia autossômica recessiva por deficiência PEX2 é uma condição genética extremamente rara que costuma iniciar na infância ou na adolescência. Ela é causada por alterações no gene PEX2, que afetam o funcionamento e a biogênese normal dos peroxissomos nas células. No Brasil, a doença não conta com um Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) nem possui medicamentos dispensados na rede pública, mas o SUS oferece procedimentos como atendimento em reabilitação e sequenciamento do exoma.

Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes
[1] Orphanet [2] GenCC [5] Ministério da Saúde — lista oficial de…
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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Doença genética rara, peroxissomal, caracterizada por ataxia cerebelosa de progressão lenta e início na infância ou adolescência e polineuropatia sensório-motora axonal grave devido à deficiência de PEX 2. Os pacientes desenvolvem atrofia cerebral acentuada, incluindo cerebelo, pedúnculos cerebelosos e olivas bulbares. Distúrbios de marcha, ataxia troncular moderada, tremor cerebeloso moderado, disartria leve, arreflexia, estrabismo, hipoacusia e nistagmo também foram relatados.

Medicamentos
1 com registro
Penicillamine (PENICILLAMINE)

Tem tratamento?

✓ 1 medicamento específico desta doença (registro ANVISA, FDA ou SUS/CEAF)
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PENICILLAMINE (PENICILLAMINE)

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
2
pacientes catalogados
Início
Adolescent
+ childhood
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
2 procedimentos SIGTAPCID-10: G11.8
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
EXAMES E PROCEDIMENTOS RELACIONADOS (2)
•
Sequenciamento completo do exoma (WES)
•
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Sinais e sintomas

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Anos de pesquisa1
Últimos 10 anos5publicações
Pico20265 papers
Linha do tempo
2026Hoje · 2026
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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.

PEX2Peroxisome biogenesis factor 2Disease-causing germline mutation(s) inTolerante
VIAS BIOLÓGICAS (3)
Peroxisomal protein importE3 ubiquitin ligases ubiquitinate target proteinsClass I peroxisomal membrane protein import
MECANISMO DE DOENÇA

Peroxisome biogenesis disorder complementation group 5

A peroxisomal disorder arising from a failure of protein import into the peroxisomal membrane or matrix. The peroxisome biogenesis disorders (PBD group) are genetically heterogeneous with at least 14 distinct genetic groups as concluded from complementation studies. Include disorders are: Zellweger syndrome (ZWS), neonatal adrenoleukodystrophy (NALD), infantile Refsum disease (IRD), and classical rhizomelic chondrodysplasia punctata (RCDP). ZWS, NALD and IRD are distinct from RCDP and constitute a clinical continuum of overlapping phenotypes known as the Zellweger spectrum (PBD-ZSS).

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Linfócitos
32.1 TPM
Cervix Ectocervix
23.1 TPM
Útero
22.3 TPM
Nervo tibial
21.1 TPM
Tireoide
20.4 TPM
OUTRAS DOENÇAS (5)
peroxisome biogenesis disorder 5A (Zellweger)peroxisome biogenesis disorder 5BZellweger spectrum disordersobsolete neonatal adrenoleukodystrophy
HGNC:9717UniProt:P28328

Medicamentos aprovados (FDA)

1 medicamento encontrado nos registros da FDA americana.

💊 Penicillamine (PENICILLAMINE)
Ver no DailyMed/FDA

Variantes genéticas (ClinVar)

123 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 PEX2: NM_000318.3(PEX2):c.255C>A (p.Tyr85Ter) ()
🧬 PEX2: NM_000318.3(PEX2):c.496_497del (p.Leu166fs) ()
🧬 PEX2: NM_000318.3(PEX2):c.642del (p.Lys215fs) ()
🧬 PEX2: NM_000318.3(PEX2):c.18_19del (p.Asn7fs) ()
🧬 PEX2: NM_000318.3(PEX2):c.37A>T (p.Arg13Ter) ()
Ver todas no ClinVar

Vias biológicas (Reactome)

3 vias biológicas associadas aos genes desta condição.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Ataxia autossômica recessiva por deficiência PEX2

🗺️

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Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Associações

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Doença com base genética

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Conselhos e sociedades

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Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu

Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

A doença é causada por mutações genéticas com padrão de herança autossômica recessiva no gene PEX2. Esse gene é responsável por produzir a proteína fator de biogênese peroxissomal 2.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

3 fontes citadas no texto · 5 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 3 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. MONDO
    purl.obolibrary.org

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (2026). Ataxia autossômica recessiva por deficiência PEX2. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/ataxia-autossomica-recessiva-por-deficiencia-pex2

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

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Compêndio · Raras BR

Ataxia autossômica recessiva por deficiência PEX2

ORPHA:642965 · MONDO:0957443
🇧🇷 Brasil SUS
SIGTAP
2 procedimentos
Geral
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
2 casos conhecidos
Herança
Autosomal recessive
CID-10
G11.8 · Outras ataxias hereditárias
CID-11
Início
Adolescent, Childhood
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C5816796

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Medicamentos aprovados FDA
fonte: FDA OpenFDA
Rara