Doença neurológica rara autossômica dominante, causada por deficiência de GLS, caracterizada por ataxia espástica progressiva e disartria. Afeta o controle motor, resultando em dificuldades de coordenação e fala.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A ataxia espástica-disartria por deficiência de glutaminase é uma doença neurológica extremamente rara, com prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas. Ela se manifesta ainda na infância e afeta principalmente a coordenação dos movimentos (ataxia) e a fala (disartria), além de causar espasticidade muscular. A condição é causada por alterações no gene GLS, que fornece instruções para a produção de uma enzima essencial para o metabolismo cerebral.[1]
Sinais e sintomas
Os principais sintomas incluem ataxia espástica (dificuldade progressiva para coordenar movimentos, com rigidez muscular) e disartria (dificuldade para articular palavras de forma clara). Os sinais geralmente começam na infância e progridem lentamente. Outros possíveis sintomas não foram detalhados nas fontes disponíveis, mas o quadro central compromete a marcha, a fala e os movimentos finos.[1]
Causas genéticas
A doença é causada por variantes patogênicas no gene GLS (Glutaminase kidney isoform, mitochondrial). Esse gene fornece instruções para a produção da enzima glutaminase, que converte glutamina em glutamato no cérebro. A herança é autossômica dominante, o que significa que uma única cópia alterada do gene já é suficiente para causar a doença. O padrão de herança foi confirmado por fontes oficiais.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico é confirmado por meio de teste genético que identifica variantes patogênicas no gene GLS. Atualmente, há 68 variantes registradas no ClinVar associadas a essa condição. O teste genético está disponível e é o principal método para diferenciar essa doença de outras ataxias hereditárias. Não há cobertura específica pelo SUS para este diagnóstico.[1][3]
Tratamento e manejo
Até o momento, não há medicamentos específicos aprovados para o tratamento da ataxia espástica-disartria por deficiência de glutaminase. O manejo é sintomático e de suporte, envolvendo fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia para ajudar a melhorar a mobilidade, a fala e a qualidade de vida. Não existem procedimentos ou medicamentos listados nas fontes oficiais como parte do tratamento padrão.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
Por ser uma doença extremamente rara e de início na infância, o prognóstico varia conforme a progressão dos sintomas neurológicos. O acompanhamento multidisciplinar é fundamental para preservar a funcionalidade e a qualidade de vida. Não há dados de sobrevida ou cura nas fontes disponíveis.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Doença neurológica rara autossômica dominante, causada por deficiência de GLS, caracterizada por ataxia espástica progressiva e disartria. Afeta o controle motor, resultando em dificuldades de coordenação e fala.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A ataxia espástica-disartria por deficiência de glutaminase é uma doença neurológica extremamente rara, com prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas. Ela se manifesta ainda na infância e afeta principalmente a coordenação dos movimentos (ataxia) e a fala (disartria), além de causar espasticidade muscular. A condição é causada por alterações no gene GLS, que fornece instruções para a produção de uma enzima essencial para o metabolismo cerebral.[1]
Sinais e sintomas
Os principais sintomas incluem ataxia espástica (dificuldade progressiva para coordenar movimentos, com rigidez muscular) e disartria (dificuldade para articular palavras de forma clara). Os sinais geralmente começam na infância e progridem lentamente. Outros possíveis sintomas não foram detalhados nas fontes disponíveis, mas o quadro central compromete a marcha, a fala e os movimentos finos.[1]
Causas genéticas
A doença é causada por variantes patogênicas no gene GLS (Glutaminase kidney isoform, mitochondrial). Esse gene fornece instruções para a produção da enzima glutaminase, que converte glutamina em glutamato no cérebro. A herança é autossômica dominante, o que significa que uma única cópia alterada do gene já é suficiente para causar a doença. O padrão de herança foi confirmado por fontes oficiais.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico é confirmado por meio de teste genético que identifica variantes patogênicas no gene GLS. Atualmente, há 68 variantes registradas no ClinVar associadas a essa condição. O teste genético está disponível e é o principal método para diferenciar essa doença de outras ataxias hereditárias. Não há cobertura específica pelo SUS para este diagnóstico.[1][3]
Tratamento e manejo
Até o momento, não há medicamentos específicos aprovados para o tratamento da ataxia espástica-disartria por deficiência de glutaminase. O manejo é sintomático e de suporte, envolvendo fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia para ajudar a melhorar a mobilidade, a fala e a qualidade de vida. Não existem procedimentos ou medicamentos listados nas fontes oficiais como parte do tratamento padrão.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
Por ser uma doença extremamente rara e de início na infância, o prognóstico varia conforme a progressão dos sintomas neurológicos. O acompanhamento multidisciplinar é fundamental para preservar a funcionalidade e a qualidade de vida. Não há dados de sobrevida ou cura nas fontes disponíveis.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal dominant.
Catalyzes the first reaction in the primary pathway for the renal catabolism of glutamine. Plays a role in maintaining acid-base homeostasis. Regulates the levels of the neurotransmitter glutamate, the main excitatory neurotransmitter in the brain (PubMed:30239721, PubMed:30575854, PubMed:30970188) Lacks catalytic activity
MitochondrionCytoplasm, cytosolMitochondrion matrix
Developmental and epileptic encephalopathy 71
A form of epileptic encephalopathy, a heterogeneous group of severe early-onset epilepsies characterized by refractory seizures, neurodevelopmental impairment, and poor prognosis. Development is normal prior to seizure onset, after which cognitive and motor delays become apparent. DEE71 is an autosomal recessive form with onset at birth. Death occurs in first weeks of life.
Variantes genéticas (ClinVar)
68 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
3 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Ataxia espástica-disartria por deficiência de glutaminase
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Pesquisa ativa
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Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Publicações recentes
Mast cell mediators in hereditary angioedema.
Prenatal Molecular Diagnosis of COL2A1-Associated Stickler Syndrome: Genotype-Phenotype Correlation in a Resource-Limited Healthcare Setting.
🥉 Relato de casoPlatelet gene signatures detecting pulmonary artery stenosis in patients with pulmonary hypertension.
The global impact of imiglucerase therapy in children with Gaucher disease types 1 and 3: a real-world analysis from the International Collaborative Gaucher Group Gaucher Registry.
Monogenic lupus with SLC7A7 mutations: a retrospective study from a Chinese center.
Associações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
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Comunidades
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
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Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:557056(Orphanet)
- MONDO:0034146(MONDO)
- GARD:22247(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Ataxia espástica-disartria por deficiência de glutaminase
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)