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Ataxia espástica-disartria por deficiência de glutaminase
ORPHA:557056CID-10 · E88.8DOENÇA RARA
Esta doença tem causa genética. Recomendamos procurar um médico geneticista para diagnóstico, exames genéticos e aconselhamento familiar.
Início infantilHerança AD

Doença neurológica rara autossômica dominante, causada por deficiência de GLS, caracterizada por ataxia espástica progressiva e disartria. Afeta o controle motor, resultando em dificuldades de coordenação e fala.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · atualizado 15/06/2026Revisão médica pendente
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Visão geral

A ataxia espástica-disartria por deficiência de glutaminase é uma doença neurológica extremamente rara, com prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas. Ela se manifesta ainda na infância e afeta principalmente a coordenação dos movimentos (ataxia) e a fala (disartria), além de causar espasticidade muscular. A condição é causada por alterações no gene GLS, que fornece instruções para a produção de uma enzima essencial para o metabolismo cerebral.[1]

Sinais e sintomas

Os principais sintomas incluem ataxia espástica (dificuldade progressiva para coordenar movimentos, com rigidez muscular) e disartria (dificuldade para articular palavras de forma clara). Os sinais geralmente começam na infância e progridem lentamente. Outros possíveis sintomas não foram detalhados nas fontes disponíveis, mas o quadro central compromete a marcha, a fala e os movimentos finos.[1]

Causas genéticas

A doença é causada por variantes patogênicas no gene GLS (Glutaminase kidney isoform, mitochondrial). Esse gene fornece instruções para a produção da enzima glutaminase, que converte glutamina em glutamato no cérebro. A herança é autossômica dominante, o que significa que uma única cópia alterada do gene já é suficiente para causar a doença. O padrão de herança foi confirmado por fontes oficiais.[1][2]

Diagnóstico

O diagnóstico é confirmado por meio de teste genético que identifica variantes patogênicas no gene GLS. Atualmente, há 68 variantes registradas no ClinVar associadas a essa condição. O teste genético está disponível e é o principal método para diferenciar essa doença de outras ataxias hereditárias. Não há cobertura específica pelo SUS para este diagnóstico.[1][2]

Tratamento e manejo

Até o momento, não há medicamentos específicos aprovados para o tratamento da ataxia espástica-disartria por deficiência de glutaminase. O manejo é sintomático e de suporte, envolvendo fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia para ajudar a melhorar a mobilidade, a fala e a qualidade de vida. Não existem procedimentos ou medicamentos listados nas fontes oficiais como parte do tratamento padrão.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

Por ser uma doença extremamente rara e de início na infância, o prognóstico varia conforme a progressão dos sintomas neurológicos. O acompanhamento multidisciplinar é fundamental para preservar a funcionalidade e a qualidade de vida. Não há dados de sobrevida ou cura nas fontes disponíveis.[1]

Fontes numeradas em Referências.

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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EM LINGUAGEM SIMPLES

A ataxia espástica-disartria por deficiência de glutaminase é uma condição genética extremamente rara que costuma se manifestar na infância. Ela está associada a alterações genéticas no gene GLS, que afetam a produção de uma enzima importante para as células. A doença não consta na lista oficial de PCDTs de doenças raras do Ministério da Saúde e não possui medicamentos específicos dispensados pelo SUS. O cuidado e a orientação às famílias são realizados pela rede de apoio e serviços de saúde de referência.

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[1] Orphanet [3] GenCC [5] Ministério da Saúde — lista oficial de…
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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Doença neurológica rara autossômica dominante, causada por deficiência de GLS, caracterizada por ataxia espástica progressiva e disartria. Afeta o controle motor, resultando em dificuldades de coordenação e fala.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
5
pacientes catalogados
Início
Childhood
🏥
SUS: Sem cobertura SUSScore: 0%
CID-10: E88.8
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Anos de pesquisa1
Últimos 10 anos5publicações
Pico20265 papers
Linha do tempo
2026Hoje · 2026
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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal dominant.

GLSGlutaminase kidney isoform, mitochondrialDisease-causing germline mutation(s) (loss of function) inRestrito
VIAS BIOLÓGICAS (3)
Glutamate and glutamine metabolismGlutamate Neurotransmitter Release CycleTP53 Regulates Metabolic Genes
MECANISMO DE DOENÇA

Developmental and epileptic encephalopathy 71

A form of epileptic encephalopathy, a heterogeneous group of severe early-onset epilepsies characterized by refractory seizures, neurodevelopmental impairment, and poor prognosis. Development is normal prior to seizure onset, after which cognitive and motor delays become apparent. DEE71 is an autosomal recessive form with onset at birth. Death occurs in first weeks of life.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Aorta
108.5 TPM
Cérebro - Hemisfério cerebelar
92.8 TPM
Linfócitos
90.6 TPM
Artéria tibial
88.3 TPM
Brain Frontal Cortex BA9
76.9 TPM
OUTRAS DOENÇAS (4)
global developmental delay, progressive ataxia, and elevated glutaminedevelopmental and epileptic encephalopathy, 71infantile cataract, skin abnormalities, glutamate excess, and impaired intellectual developmentspastic ataxia-dysarthria due to glutaminase deficiency
HGNC:4331UniProt:O94925

Variantes genéticas (ClinVar)

68 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 GLS: NM_014905.5(GLS):c.386+2T>C ()
🧬 GLS: NM_014905.5(GLS):c.637C>T (p.Gln213Ter) ()
🧬 GLS: NM_014905.5(GLS):c.539A>G (p.Asp180Gly) ()
🧬 GLS: GRCh37/hg19 2q31.3-33.1(chr2:181362315-202911548)x1 ()
🧬 GLS: NM_014905.5(GLS):c.533G>A (p.Cys178Tyr) ()
Ver todas no ClinVar

Vias biológicas (Reactome)

3 vias biológicas associadas aos genes desta condição.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

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Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu

Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

A doença é causada por alterações no gene GLS, que codifica a isoforma mitocondrial da enzima glutaminase. A condição apresenta padrão de herança autossômico dominante.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

3 fontes citadas no texto · 5 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 4 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. MONDO
    purl.obolibrary.org
  2. GARD:22247
    GARD (NIH)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (2026). Ataxia espástica-disartria por deficiência de glutaminase. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/ataxia-espastica-disartria-por-deficiencia-de-glutaminase

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

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Compêndio · Raras BR

Ataxia espástica-disartria por deficiência de glutaminase

ORPHA:557056 · MONDO:0034146
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
5 casos conhecidos
Herança
Autosomal dominant
CID-10
E88.8 · Outros distúrbios especificados do metabolismo
Início
Childhood
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C5681336
Evidência
🥉 Relato de caso

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Rara