Cistinúria tipo B é uma doença genética rara causada por mutações no gene SLC7A9, afetando o transporte de aminoácidos básicos nos rins e intestino. Isso leva à formação de cristais de cistina nos rins, resultando em cálculos renais recorrentes e dor.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Cistinúria tipo B é uma condição genética rara identificada pelo código MONDO MONDO:0019746 e pelo CID-10 E72.0.[1]
Causas genéticas
Diagnóstico
Tratamento e manejo
Tratamentos citados na literatura
Com base em mineração de dados da literatura científica (PubTator3), foram identificadas associações com os seguintes termos e substâncias, acompanhados pelo respectivo número de publicações científicas: Cystine (6 publicações), Ornithine (2 publicações), Arginine (1 publicação), Biotin (1 publicação), Calcium (1 publicação), Creatinine (1 publicação), Lysine (1 publicação) e NOAC protocol (1 publicação). Ressalta-se que estas citações refletem dados minerados em pesquisas biomédicas e não constituem recomendação clínica ou prescrição de tratamento.[3]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
A cistinúria tipo B é uma condição genética rara causada por alterações no gene SLC7A9, catalogada pelo código CID-10 E72.0. A literatura científica médica relaciona a condição com episódios de cálculos urinários de cálcio e alterações no transporte de aminoácidos. No exterior, existem medicamentos aprovados pela agência norte-americana FDA, como Penicillamine e tiopronina, mas essa autorização não equivale à disponibilização automática no Brasil. No SUS, a doença não conta com um protocolo PCDT próprio nem remédios específicos cadastrados, mas o sistema público disponibiliza exames diagnósticos e atendimento em reabilitação.
Cistinúria tipo B é uma doença genética rara causada por mutações no gene SLC7A9, afetando o transporte de aminoácidos básicos nos rins e intestino. Isso leva à formação de cristais de cistina nos rins, resultando em cálculos renais recorrentes e dor.
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição.
Cystinuria
An autosomal disorder characterized by impaired epithelial cell transport of cystine and dibasic amino acids (lysine, ornithine, and arginine) in the proximal renal tubule and gastrointestinal tract. The impaired renal reabsorption of cystine and its low solubility causes the formation of calculi in the urinary tract, resulting in obstructive uropathy, pyelonephritis, and, rarely, renal failure.
Medicamentos aprovados (FDA)
2 medicamentos encontrados nos registros da FDA americana.
Variantes genéticas (ClinVar)
145 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Classificação de variantes (ClinVar)
Distribuição de 734 variantes classificadas pelo ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
4 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Cistinúria tipo B
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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
[A complicated case of calcium urolithiasis in a carrier of SLC7A9 gene mutation responsible for cystinuria].
The article describes a clinical case of kidney stone disease (KSD) in a child of 4 y.o. with calcium urolithiasis. Analysis of chemical content of the kidney stones revealed their calcium-oxalate composition. According to the results of clinical exome sequencing the patient found to be a heterozygous carrier of a pathogenic variant c.695A>G (p.Tyr232Cys) in the gene SLC7A9, attributable for an autosomal recessive form of cystinuria type B. Because of the uroliths calcium composition the patient was also genotyped for SNPs in 15 genes involved in calcium metabolism. Polymorphisms associated with increased risk of calcium urolithiasis were found in 8 of 15 tested genes. The findings could explain clinical features of the patient.
Digenic Inheritance in Cystinuria Mouse Model.
Cystinuria is an aminoaciduria caused by mutations in the genes that encode the two subunits of the amino acid transport system b0,+, responsible for the renal reabsorption of cystine and dibasic amino acids. The clinical symptoms of cystinuria relate to nephrolithiasis, due to the precipitation of cystine in urine. Mutations in SLC3A1, which codes for the heavy subunit rBAT, cause cystinuria type A, whereas mutations in SLC7A9, which encodes the light subunit b0,+AT, cause cystinuria type B. By crossing Slc3a1-/- with Slc7a9-/- mice we generated a type AB cystinuria mouse model to test digenic inheritance of cystinuria. The 9 genotypes obtained have been analyzed at early (2- and 5-months) and late stage (8-months) of the disease. Monitoring the lithiasic phenotype by X-ray, urine amino acid content analysis and protein expression studies have shown that double heterozygous mice (Slc7a9+/-Slc3a1+/-) present lower expression of system b0,+ and higher hyperexcretion of cystine than single heterozygotes (Slc7a9+/-Slc3a1+/+ and Slc7a9+/+Slc3a1+/-) and give rise to lithiasis in 4% of the mice, demonstrating that cystinuria has a digenic inheritance in this mouse model. Moreover in this study it has been demonstrated a genotype/phenotype correlation in type AB cystinuria mouse model providing new insights for further molecular and genetic studies of cystinuria patients.
A diagnostic dilemma in a family with cystinuria type B resolved by muscle magnetic resonance.
Congenital myopathies are inherited primary disorders of the muscle caused by mutations affecting structural, contractile, or regulatory proteins. In the more than 20 genes associated to these conditions, ryanodine receptor type 1 gene (RYR1) is responsible for the most common forms and is associated with a wide range of clinical phenotypes and pathological findings. Magnetic resonance imaging of muscle has been used increasingly to direct genetic testing in myopathies. We describe a consanguineous family affected by cystinuria type B, a metabolic condition linked to chromosome 19q13.2, and a different muscle phenotype that, although related to a congenital myopathy, does not have the striking histological features helping in direct genetic tests. The assessment of the selective involvement on muscle magnetic resonance imaging allowed the suspicion of RYR1 as the most likely gene responsible for this myopathy. The diagnosis was subsequently confirmed by the finding of a recessive RYR1 mutation. The occurrence of congenital myopathy together with cystinuria type B is reported for the first time. The use of muscle magnetic resonance imaging and the homozygosity by descent in SLC7A9, a gene flanking RYR1, allowed us to discover a new mutation in the RYR1 gene.
Publicações recentes
[A complicated case of calcium urolithiasis in a carrier of SLC7A9 gene mutation responsible for cystinuria].
Digenic Inheritance in Cystinuria Mouse Model.
A diagnostic dilemma in a family with cystinuria type B resolved by muscle magnetic resonance.
Cystinuria-specific rBAT(R365W) mutation reveals two translocation pathways in the amino acid transporter rBAT-b0,+AT.
Slc7a9-deficient mice develop cystinuria non-I and cystine urolithiasis.
📚 EuropePMC956 artigos no totalmostrando 3
[A complicated case of calcium urolithiasis in a carrier of SLC7A9 gene mutation responsible for cystinuria].
Urologiia (Moscow, Russia : 1999)Digenic Inheritance in Cystinuria Mouse Model.
PloS oneA diagnostic dilemma in a family with cystinuria type B resolved by muscle magnetic resonance.
Pediatric neurologyAssociações
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Doença com base genética
Um médico geneticista pode ajudar no diagnóstico de Cistinúria tipo B e no aconselhamento genético da família.
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Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico
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Perguntas frequentes
O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu
A cistinúria tipo B é uma doença genética catalogada sob o código internacional ORPHA:93613 e CID-10 E72.0. Ela é decorrente de alterações no gene SLC7A9, que atua na codificação de transportadores de aminoácidos.
Referências
Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete
4 fontes citadas no texto · 5 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 5 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Citar este verbete
Raras. (2026). Cistinúria tipo B. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/cistinuria-tipo-b
Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.
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Cistinúria tipo B
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata
- Medicamentos aprovados FDA
- fonte: FDA OpenFDA
- Reposicionamento
- fonte: Drug Repurposing Hub