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Cisto do canal tireoglosso, familiar
ORPHA:93953CID-10 · Q89.2CID-11 · DA05.YOMIM 188455DOENÇA RARA
Início neonatal

Cisto congênito raro no pescoço, derivado de remanescentes do ducto tireoglosso. Pode apresentar-se como massa dolorosa ou assintomática, com histórico familiar sugestivo de herança autossômica.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 03/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

O cisto do canal tireoglosso, familiar é uma condição rara em que uma pessoa nasce com um cisto (uma bolsa fechada cheia de líquido) na região central do pescoço. Esse cisto se forma a partir de um remanescente do canal tireoglosso, uma estrutura que normalmente desaparece durante o desenvolvimento fetal. A forma familiar significa que a condição pode ocorrer em mais de um membro da mesma família. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara.[1]

Sinais e sintomas

Os sintomas geralmente aparecem ainda na infância ou no período neonatal (logo após o nascimento). O principal sinal é a presença de um nódulo ou inchaço na linha média do pescoço, que pode aumentar de tamanho ou infeccionar. Em alguns casos, o cisto pode drenar líquido para a pele. Não há outros fenótipos (manifestações clínicas) descritos especificamente para a forma familiar além do cisto em si.[1]

Causas genéticas

A causa genética exata do cisto do canal tireoglosso familiar ainda não foi identificada. Até o momento, nenhum gene específico foi associado à condição. O padrão de herança também não está estabelecido. A doença é listada no banco de dados OMIM (número 188455) e no MONDO (MONDO:0008565), mas os estudos genéticos ainda não apontaram um gene causal.[1][2][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica (exame físico e história familiar) e em exames de imagem, como ultrassonografia do pescoço. Exames genéticos podem ser solicitados para investigar outras condições que cursam com cistos cervicais, mas não há um teste genético específico para essa doença. No Brasil, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), estão disponíveis procedimentos como cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína, que podem auxiliar no diagnóstico diferencial.[1][2][4][5]

Tratamento e manejo

O tratamento padrão para o cisto do canal tireoglosso é a remoção cirúrgica completa (cirurgia de Sistrunk). O manejo também inclui acompanhamento clínico para monitorar possíveis infecções ou recorrências. No SUS, o atendimento em reabilitação para doenças raras está disponível como parte do suporte multidisciplinar. Não há medicamentos aprovados especificamente para tratar a condição.[1][2][5]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica (fonte PubTator3) menciona dois fármacos em associação com o cisto do canal tireoglosso: Iodo-131 (1 publicação) e Tiroxina (1 publicação). É importante destacar que essas são associações mineradas de artigos científicos e não representam uma recomendação de tratamento. O uso desses medicamentos deve ser avaliado caso a caso pelo médico assistente, considerando o contexto clínico individual.[5]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico geralmente é bom após a remoção cirúrgica completa do cisto. A qualidade de vida costuma ser normal, desde que não haja complicações como infecções recorrentes ou recidiva do cisto. O acompanhamento médico regular é importante para garantir a detecção precoce de qualquer alteração.[1][2]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Cisto congênito raro no pescoço, derivado de remanescentes do ducto tireoglosso. Pode apresentar-se como massa dolorosa ou assintomática, com histórico familiar sugestivo de herança autossômica.

Pesquisas ativas
1 ensaio
2 total registrados no ClinicalTrials.gov
Publicações científicas
1 artigos
Último publicado: 1993 Feb

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
22
pacientes catalogados
Início
Infancy
+ neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q89.2
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
Você se identifica com essa condição?
O Raras está aqui pra te apoiar — com ou sem diagnóstico

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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 03/06/2026
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Visão geral

O cisto do canal tireoglosso, familiar é uma condição rara em que uma pessoa nasce com um cisto (uma bolsa fechada cheia de líquido) na região central do pescoço. Esse cisto se forma a partir de um remanescente do canal tireoglosso, uma estrutura que normalmente desaparece durante o desenvolvimento fetal. A forma familiar significa que a condição pode ocorrer em mais de um membro da mesma família. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara.[1]

Sinais e sintomas

Os sintomas geralmente aparecem ainda na infância ou no período neonatal (logo após o nascimento). O principal sinal é a presença de um nódulo ou inchaço na linha média do pescoço, que pode aumentar de tamanho ou infeccionar. Em alguns casos, o cisto pode drenar líquido para a pele. Não há outros fenótipos (manifestações clínicas) descritos especificamente para a forma familiar além do cisto em si.[1]

Causas genéticas

A causa genética exata do cisto do canal tireoglosso familiar ainda não foi identificada. Até o momento, nenhum gene específico foi associado à condição. O padrão de herança também não está estabelecido. A doença é listada no banco de dados OMIM (número 188455) e no MONDO (MONDO:0008565), mas os estudos genéticos ainda não apontaram um gene causal.[1][2][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica (exame físico e história familiar) e em exames de imagem, como ultrassonografia do pescoço. Exames genéticos podem ser solicitados para investigar outras condições que cursam com cistos cervicais, mas não há um teste genético específico para essa doença. No Brasil, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), estão disponíveis procedimentos como cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína, que podem auxiliar no diagnóstico diferencial.[1][2][4][5]

Tratamento e manejo

O tratamento padrão para o cisto do canal tireoglosso é a remoção cirúrgica completa (cirurgia de Sistrunk). O manejo também inclui acompanhamento clínico para monitorar possíveis infecções ou recorrências. No SUS, o atendimento em reabilitação para doenças raras está disponível como parte do suporte multidisciplinar. Não há medicamentos aprovados especificamente para tratar a condição.[1][2][5]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica (fonte PubTator3) menciona dois fármacos em associação com o cisto do canal tireoglosso: Iodo-131 (1 publicação) e Tiroxina (1 publicação). É importante destacar que essas são associações mineradas de artigos científicos e não representam uma recomendação de tratamento. O uso desses medicamentos deve ser avaliado caso a caso pelo médico assistente, considerando o contexto clínico individual.[5]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico geralmente é bom após a remoção cirúrgica completa do cisto. A qualidade de vida costuma ser normal, desde que não haja complicações como infecções recorrentes ou recidiva do cisto. O acompanhamento médico regular é importante para garantir a detecção precoce de qualquer alteração.[1][2]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa33desde 1993
Total histórico1PubMed
Últimos 10 anos1publicações
Pico19931 papers
Linha do tempo
2000201020201993Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Pipeline de tratamentos
Pipeline regulatório — de medicamentos já aprovados a drogas em pesquisa exploratória.
·Pré-clínico2
Medicamentos catalogadosEnsaios clínicos· 0 medicamentos · 2 ensaios
Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Cisto do canal tireoglosso, familiar

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Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

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Outros ensaios clínicos

2 ensaios clínicos encontrados, 1 ativos.

Distribuição por fase
Ver todos no ClinicalTrials.gov
🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
1 papers (10 anos)

Publicações recentes

Ver todas no PubMed

📚 EuropePMC1 artigos no totalmostrando 0

Ver todos os 1 no EuropePMC

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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Comunidades

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Familial thyroglossal duct cyst.
    Clin Genet· 1993· PMID 8448898recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:93953(Orphanet)
  2. MONDO:0008565(MONDO)
  3. GARD:5204(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q111329942(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Cisto do canal tireoglosso, familiar
Compêndio · Raras BR

Cisto do canal tireoglosso, familiar

ORPHA:93953 · MONDO:0008565
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
22 casos conhecidos
CID-10
Q89.2 · Malformações congênitas de outras glândulas endócrinas
CID-11
OMIM
188455
Ensaios
1 ativos
Início
Infancy, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C3495590
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a
DiscussaoAtiva

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📋 Origem dos dados

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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata