Colesteatoma congênito isolado do ouvido médio é uma massa de pele que cresce atrás do tímpano, sem causa aparente. Geralmente assintomático, pode causar perda auditiva ou infecções recorrentes.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
O colesteatoma congênito isolado do ouvido médio é uma condição rara caracterizada pela presença de uma massa de células de pele (epitélio escamoso queratinizado) dentro do ouvido médio, presente desde o nascimento, sem associação com infecções ou perfurações prévias da membrana timpânica. Diferente dos colesteatomas adquiridos, esta forma congênita não tem relação com inflamações crônicas do ouvido. A condição pode levar à perda auditiva progressiva e, se não tratada, a complicações como erosão óssea e danos a estruturas vizinhas.[1]
Sinais e sintomas
Os sintomas mais comuns incluem perda auditiva condutiva (dificuldade para ouvir sons baixos), sensação de plenitude auricular e, ocasionalmente, otorreia (secreção pelo ouvido). Em muitos casos, o colesteatoma congênito é descoberto incidentalmente durante exames de imagem ou otoscopia de rotina, antes mesmo de causar sintomas perceptíveis. A progressão silenciosa pode levar a complicações como erosão dos ossículos do ouvido médio e, raramente, extensão para o osso temporal.[1]
Causas genéticas
Até o momento, não há genes específicos identificados como causa do colesteatoma congênito isolado do ouvido médio. A condição não possui uma herança genética definida e não está associada a mutações em genes conhecidos. Estudos genéticos em larga escala (como os do GenCC) não listam variantes patogênicas para esta doença.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado em achados de imagem, principalmente tomografia computadorizada de alta resolução do osso temporal, que mostra uma massa de tecido mole no ouvido médio, sem evidência de infecção ou perfuração timpânica prévia. A otoscopia pode revelar uma massa esbranquiçada atrás da membrana timpânica íntegra. Não existem testes genéticos ou biomarcadores específicos para confirmar o diagnóstico. A condição é classificada no MONDO como MONDO:0975902.[1][2]
Tratamento e manejo
O tratamento padrão é a remoção cirúrgica completa do colesteatoma, geralmente realizada por um otorrinolaringologista especializado. O procedimento visa eliminar a massa de células de pele e restaurar a função auditiva, podendo incluir reconstrução dos ossículos do ouvido médio se houver erosão. Não há medicamentos aprovados especificamente para tratar esta condição. O acompanhamento pós-operatório é essencial para monitorar recidivas, que podem ocorrer em até 20% dos casos.[1]
Tratamentos citados na literatura
Não há fármacos listados na literatura científica como tratamento para o colesteatoma congênito isolado do ouvido médio. A base do manejo permanece exclusivamente cirúrgica.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
Com diagnóstico precoce e tratamento cirúrgico adequado, o prognóstico é geralmente bom, com preservação da audição na maioria dos casos. No entanto, recidivas são possíveis e exigem acompanhamento prolongado. A qualidade de vida pode ser afetada pela perda auditiva, mas a cirurgia costuma melhorar significativamente a função auditiva. Não há dados específicos sobre prevalência ou sobrevivência a longo prazo para esta condição rara.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Colesteatoma congênito isolado do ouvido médio é uma massa de pele que cresce atrás do tímpano, sem causa aparente. Geralmente assintomático, pode causar perda auditiva ou infecções recorrentes.
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
O colesteatoma congênito isolado do ouvido médio é uma condição rara caracterizada pela presença de uma massa de células de pele (epitélio escamoso queratinizado) dentro do ouvido médio, presente desde o nascimento, sem associação com infecções ou perfurações prévias da membrana timpânica. Diferente dos colesteatomas adquiridos, esta forma congênita não tem relação com inflamações crônicas do ouvido. A condição pode levar à perda auditiva progressiva e, se não tratada, a complicações como erosão óssea e danos a estruturas vizinhas.[1]
Sinais e sintomas
Os sintomas mais comuns incluem perda auditiva condutiva (dificuldade para ouvir sons baixos), sensação de plenitude auricular e, ocasionalmente, otorreia (secreção pelo ouvido). Em muitos casos, o colesteatoma congênito é descoberto incidentalmente durante exames de imagem ou otoscopia de rotina, antes mesmo de causar sintomas perceptíveis. A progressão silenciosa pode levar a complicações como erosão dos ossículos do ouvido médio e, raramente, extensão para o osso temporal.[1]
Causas genéticas
Até o momento, não há genes específicos identificados como causa do colesteatoma congênito isolado do ouvido médio. A condição não possui uma herança genética definida e não está associada a mutações em genes conhecidos. Estudos genéticos em larga escala (como os do GenCC) não listam variantes patogênicas para esta doença.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado em achados de imagem, principalmente tomografia computadorizada de alta resolução do osso temporal, que mostra uma massa de tecido mole no ouvido médio, sem evidência de infecção ou perfuração timpânica prévia. A otoscopia pode revelar uma massa esbranquiçada atrás da membrana timpânica íntegra. Não existem testes genéticos ou biomarcadores específicos para confirmar o diagnóstico. A condição é classificada no MONDO como MONDO:0975902.[1][2]
Tratamento e manejo
O tratamento padrão é a remoção cirúrgica completa do colesteatoma, geralmente realizada por um otorrinolaringologista especializado. O procedimento visa eliminar a massa de células de pele e restaurar a função auditiva, podendo incluir reconstrução dos ossículos do ouvido médio se houver erosão. Não há medicamentos aprovados especificamente para tratar esta condição. O acompanhamento pós-operatório é essencial para monitorar recidivas, que podem ocorrer em até 20% dos casos.[1]
Tratamentos citados na literatura
Não há fármacos listados na literatura científica como tratamento para o colesteatoma congênito isolado do ouvido médio. A base do manejo permanece exclusivamente cirúrgica.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
Com diagnóstico precoce e tratamento cirúrgico adequado, o prognóstico é geralmente bom, com preservação da audição na maioria dos casos. No entanto, recidivas são possíveis e exigem acompanhamento prolongado. A qualidade de vida pode ser afetada pela perda auditiva, mas a cirurgia costuma melhorar significativamente a função auditiva. Não há dados específicos sobre prevalência ou sobrevivência a longo prazo para esta condição rara.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Colesteatoma congênito isolado do ouvido médio
Centros de Referência SUS
24 centros habilitados pelo SUS para Colesteatoma congênito isolado do ouvido médio
Centros para Colesteatoma congênito isolado do ouvido médio
Detalhes dos centros
Hospital Universitário Prof. Edgard Santos (HUPES)
R. Dr. Augusto Viana, s/n - Canela, Salvador - BA, 40110-060 · CNES 0003808
Serviço de Referência
Hospital Infantil Albert Sabin
R. Tertuliano Sales, 544 - Vila União, Fortaleza - CE, 60410-794 · CNES 2407876
Serviço de Referência
Hospital de Apoio de Brasília (HAB)
AENW 3 Lote A Setor Noroeste - Plano Piloto, Brasília - DF, 70684-831 · CNES 0010456
Serviço de Referência
Hospital Estadual Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (HIABA)
Av. Min. Salgado Filho, 918 - Soteco, Vila Velha - ES, 29106-010 · CNES 6631207
Serviço de Referência
Hospital das Clínicas da UFG
Rua 235 QD. 68 Lote Área, Nº 285, s/nº - Setor Leste Universitário, Goiânia - GO, 74605-050 · CNES 2338424
Serviço de Referência
Hospital Universitário da UFJF
R. Catulo Breviglieri, Bairro - s/n - Santa Catarina, Juiz de Fora - MG, 36036-110 · CNES 2297442
Atenção Especializada
Hospital das Clínicas da UFMG
Av. Prof. Alfredo Balena, 110 - Santa Efigênia, Belo Horizonte - MG, 30130-100 · CNES 2280167
Serviço de Referência
Hospital Universitário Julio Müller (HUJM)
R. Luis Philippe Pereira Leite, s/n - Alvorada, Cuiabá - MT, 78048-902 · CNES 2726092
Atenção Especializada
Hospital Universitário João de Barros Barreto
R. dos Mundurucus, 4487 - Guamá, Belém - PA, 66073-000 · CNES 2337878
Serviço de Referência
Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW)
R. Tabeliao Estanislau Eloy, 585 - Castelo Branco, João Pessoa - PB, 58050-585 · CNES 0002470
Atenção Especializada
Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (IMIP)
R. dos Coelhos, 300 - Boa Vista, Recife - PE, 50070-902 · CNES 0000647
Serviço de Referência
Hospital Pequeno Príncipe
R. Des. Motta, 1070 - Água Verde, Curitiba - PR, 80250-060 · CNES 3143805
Serviço de Referência
Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM)
Av. Mandacaru, 1590 - Parque das Laranjeiras, Maringá - PR, 87083-240 · CNES 2216108
Atenção Especializada
Hospital de Clínicas da UFPR
R. Gen. Carneiro, 181 - Alto da Glória, Curitiba - PR, 80060-900 · CNES 2364980
Serviço de Referência
Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE-UERJ)
Blvd. 28 de Setembro, 77 - Vila Isabel, Rio de Janeiro - RJ, 20551-030 · CNES 2280221
Serviço de Referência
Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz)
Av. Rui Barbosa, 716 - Flamengo, Rio de Janeiro - RJ, 22250-020 · CNES 2269988
Serviço de Referência
Hospital São Lucas da PUCRS
Av. Ipiranga, 6690 - Jardim Botânico, Porto Alegre - RS, 90610-000 · CNES 2232928
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA)
Rua Ramiro Barcelos, 2350 Bloco A - Av. Protásio Alves, 211 - Bloco B e C - Santa Cecília, Porto Alegre - RS, 90035-903 · CNES 2237601
Serviço de Referência
Hospital Universitário da UFSC (HU-UFSC)
R. Profa. Maria Flora Pausewang - Trindade, Florianópolis - SC, 88036-800 · CNES 2560356
Serviço de Referência
Hospital das Clínicas da FMUSP
R. Dr. Ovídio Pires de Campos, 225 - Cerqueira César, São Paulo - SP, 05403-010 · CNES 2077485
Serviço de Referência
Hospital de Base de São José do Rio Preto
Av. Brg. Faria Lima, 5544 - Vila Sao Jose, São José do Rio Preto - SP, 15090-000 · CNES 2079798
Atenção Especializada
Hospital de Clínicas da UNICAMP
R. Vital Brasil, 251 - Cidade Universitária, Campinas - SP, 13083-888 · CNES 2748223
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas de Ribeirão Preto (HCRP-USP)
R. Ten. Catão Roxo, 3900 - Vila Monte Alegre, Ribeirão Preto - SP, 14015-010 · CNES 2082187
Serviço de Referência
UNIFESP / Hospital São Paulo
R. Napoleão de Barros, 715 - Vila Clementino, São Paulo - SP, 04024-002 · CNES 2688689
Serviço de Referência
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Primary Mastoid Cholesteatoma: A Case Report and Review of the Literature.
Congenital cholesteatomas are defined as a collection of epithelium in the absence of prior surgery or pathologic retraction. They are most commonly found in the middle ear and are thought to arise from a residual epithelial rest present since birth; however, a small number of cases present with disease isolated to the mastoid bone. One such case and a review of prior reports are presented. A 29-year-old male with a 2-year history of headaches and no otologic surgery was found to have a destructive mass centered in the right mastoid bone, invading the jugular foramen and posterior fossa without middle ear disease. He underwent a mastoidectomy with complete resection of the cholesteatoma. A literature review identified 21 prior cases of isolated mastoid congenital cholesteatoma. Congenital cholesteatoma should be considered in the differential diagnosis when patients present with postauricular pain or headaches. Mastoidectomy is considered the treatment of choice.
Therapeutic Misadventure in a Case of Isolated Mastoid Cholesteatoma.
Cholesteatoma is a mass of keratin debris in the middle ear cavity or mastoid. Congenital cholesteatomas may remain asymptomatic for many years and present during adulthood or may even be an incidental finding. We hereby describe a case of 41-year male with an isolated mastoid congenital cholesteatoma with sigmoid plate erosion and posterior cranial dura exposure extending into digastric muscle. Tympanomastoid exploration with sigmoid sinus resurfacing with hydroxyapatite granules was done. However, the case got complicated by extrusion of granules which was then successfully managed. This case report throws light on diagnosis and surgical management of isolated mastoid cholesteatoma. From this misadventure, we learnt that a successful mastoid cavity obliteration (using hydroxyapatite granules) in a canal wall up mastoidectomy can be achieved by providing hermetic seal.
Adult-onset congenital cholesteatoma in the hypotympanum initially presenting as Bell's palsy: A case report.
Cholesteatoma is a rare disease characterized by the accumulation of keratinized squamous epithelial cells in the middle ear or mastoid cavity. Vertigo and facial palsy, which are rare complications, may indicate erosion into the semicircular canals or the fallopian canal. A 40-year-old woman presented to our clinic with progressive right-sided hearing loss over 5 years (primary concern). Approximately 10 years ago, the patient had developed acute right-sided facial weakness with no additional symptoms. A neurologist at another hospital had diagnosed her condition as Bell's palsy and treated it accordingly. Adult-onset congenital cholesteatoma in the hypotympanum. Combined endoscopic and microscopic removal of the cholesteatoma. Physical examination revealed slight improvement in right-sided peripheral facial palsy. Routine eardrum examination is recommended for patients presenting with isolated peripheral facial palsy. If necessary, a patient should be referred to an otologist for further evaluation and treatment.
Isolated Incudostapedial Cholesteatomas: Unique Radiologic and Surgical Features.
Congenital cholesteatomas originate from epithelial tissue present within the middle ear in patients with an intact tympanic membrane, no history of otologic surgery, otorrhea, or tympanic membrane perforation. They are diagnosed by a pearl-like lesion on otoscopy and computed tomography (CT) scan showing an expansile soft-tissue mass. We describe a series of patients with no prior otologic history presenting with progressive unilateral conductive hearing loss and normal otoscopy. The CT scans showed ossicular erosion without obvious soft-tissue mass. Surgery confirmed incudostapedial erosion found to be cholesteatoma. In this study, we characterize the clinical course of patients diagnosed with isolated incudostapedial cholesteatoma (IIC) and review possible pathologic mechanisms. Retrospective review of IIC cases treated by the Department of Pediatric Otolaryngology, Rady Children's Hospital, San Diego, 2014 to 2020. Data included patient demographics, clinical features, imaging, surgical findings, and audiologic data. Five patients were diagnosed with IIC (3 [60%] female; mean age at presentation 10.7 years [range 5.5-16.0]). All patients presented with postlingual unilateral conductive hearing loss and normal otoscopy without any past otologic history; delay in diagnosis ranged from 4 months to several years. The CT scans showed ossicular chain erosion with an absent long process of the incus and/or stapes superstructure. All patients underwent middle ear exploration, revealing a thin layer of cholesteatoma in the incudostapedial region, confirmed by histopathology. Mean preoperative speech reception threshold was 55 dB and improved to a mean of 31 dB in the 4 patients who underwent ossicular chain reconstruction. Isolated incudostapedial cholesteatoma should be included as a possible etiology in pediatric patients with insidious onset of unilateral conductive hearing loss with normal otoscopy, unremarkable otologic history, and a CT scan showing ossicular abnormality/disruption without notable middle ear mass. These patients should be counseled preoperatively regarding the possibility of cholesteatoma and should undergo middle ear exploration with possible ossiculoplasty.
Congenital cholesteatoma together with ossicular chain anomaly.
Cholesteatomas that occur under an intact tympanic membrane in the absence of prior surgical procedures or perforation are defined as congenital cholesteatomas. These entities are rarely seen, because they do not cause any major symptoms unless they touch the ossicular chain. Likewise, isolated congenital ossicular anomalies that occur independently of external ear anomalies and craniofacial dysplasia are also rarely seen. Here, we report a patient who presented with congenital cholesteatoma associated with anomalies of the ossicular chain and discuss its pathogenesis.
Publicações recentes
Primary Mastoid Cholesteatoma: A Case Report and Review of the Literature.
Isolated Incudostapedial Cholesteatomas: Unique Radiologic and Surgical Features.
Congenital cholesteatoma together with ossicular chain anomaly.
[Acute Mastoiditis in Children: a series of 38 Cases].
Congenital middle ear cholesteatomas in children: our experience in 34 cases.
📚 EuropePMCmostrando 5
Primary Mastoid Cholesteatoma: A Case Report and Review of the Literature.
The journal of international advanced otologyTherapeutic Misadventure in a Case of Isolated Mastoid Cholesteatoma.
Indian journal of otolaryngology and head and neck surgery : official publication of the Association of Otolaryngologists of IndiaAdult-onset congenital cholesteatoma in the hypotympanum initially presenting as Bell's palsy: A case report.
MedicineIsolated Incudostapedial Cholesteatomas: Unique Radiologic and Surgical Features.
Ear, nose, & throat journalCongenital cholesteatoma together with ossicular chain anomaly.
European archives of oto-rhino-laryngology : official journal of the European Federation of Oto-Rhino-Laryngological Societies (EUFOS) : affiliated with the German Society for Oto-Rhino-Laryngology - Head and Neck SurgeryAssociações
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
- Primary Mastoid Cholesteatoma: A Case Report and Review of the Literature.
- Therapeutic Misadventure in a Case of Isolated Mastoid Cholesteatoma.Indian journal of otolaryngology and head and neck surgery : official publication of the Association of Otolaryngologists of India· 2024· PMID 39559085mais citado
- Adult-onset congenital cholesteatoma in the hypotympanum initially presenting as Bell's palsy: A case report.
- Isolated Incudostapedial Cholesteatomas: Unique Radiologic and Surgical Features.
- Congenital cholesteatoma together with ossicular chain anomaly.European archives of oto-rhino-laryngology : official journal of the European Federation of Oto-Rhino-Laryngological Societies (EUFOS) : affiliated with the German Society for Oto-Rhino-Laryngology - Head and Neck Surgery· 2017· PMID 27272309mais citado
- [Acute Mastoiditis in Children: a series of 38 Cases].
- Congenital middle ear cholesteatomas in children: our experience in 34 cases.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:686556(Orphanet)
- MONDO:0975902(MONDO)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Artigo Wikipedia(Wikipedia)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Colesteatoma congênito isolado do ouvido médio
📋 Origem dos dados
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- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO