Raras
Buscar doenças, sintomas, genes...
Colesteatoma congênito isolado do ouvido médio
ORPHA:686556DOENÇA RARA
Herança Unknown
Também conhecida comoCCMECMECColesteatoma congénito do ouvido médioCCMECMEC
Sinônimos clínicos: CCME · CMEC · Colesteatoma congénito do ouvido médio

Colesteatoma congênito isolado do ouvido médio é uma massa de pele que cresce atrás do tímpano, sem causa aparente. Geralmente assintomático, pode causar perda auditiva ou infecções recorrentes.

Mantido por Agente Raras·Colaborar como especialista →

Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 21/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

O colesteatoma congênito isolado do ouvido médio é uma condição rara caracterizada pela presença de uma massa de células de pele (epitélio escamoso queratinizado) dentro do ouvido médio, presente desde o nascimento, sem associação com infecções ou perfurações prévias da membrana timpânica. Diferente dos colesteatomas adquiridos, esta forma congênita não tem relação com inflamações crônicas do ouvido. A condição pode levar à perda auditiva progressiva e, se não tratada, a complicações como erosão óssea e danos a estruturas vizinhas.[1]

Sinais e sintomas

Os sintomas mais comuns incluem perda auditiva condutiva (dificuldade para ouvir sons baixos), sensação de plenitude auricular e, ocasionalmente, otorreia (secreção pelo ouvido). Em muitos casos, o colesteatoma congênito é descoberto incidentalmente durante exames de imagem ou otoscopia de rotina, antes mesmo de causar sintomas perceptíveis. A progressão silenciosa pode levar a complicações como erosão dos ossículos do ouvido médio e, raramente, extensão para o osso temporal.[1]

Causas genéticas

Até o momento, não há genes específicos identificados como causa do colesteatoma congênito isolado do ouvido médio. A condição não possui uma herança genética definida e não está associada a mutações em genes conhecidos. Estudos genéticos em larga escala (como os do GenCC) não listam variantes patogênicas para esta doença.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado em achados de imagem, principalmente tomografia computadorizada de alta resolução do osso temporal, que mostra uma massa de tecido mole no ouvido médio, sem evidência de infecção ou perfuração timpânica prévia. A otoscopia pode revelar uma massa esbranquiçada atrás da membrana timpânica íntegra. Não existem testes genéticos ou biomarcadores específicos para confirmar o diagnóstico. A condição é classificada no MONDO como MONDO:0975902.[1][2]

Tratamento e manejo

O tratamento padrão é a remoção cirúrgica completa do colesteatoma, geralmente realizada por um otorrinolaringologista especializado. O procedimento visa eliminar a massa de células de pele e restaurar a função auditiva, podendo incluir reconstrução dos ossículos do ouvido médio se houver erosão. Não há medicamentos aprovados especificamente para tratar esta condição. O acompanhamento pós-operatório é essencial para monitorar recidivas, que podem ocorrer em até 20% dos casos.[1]

Tratamentos citados na literatura

Não há fármacos listados na literatura científica como tratamento para o colesteatoma congênito isolado do ouvido médio. A base do manejo permanece exclusivamente cirúrgica.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

Com diagnóstico precoce e tratamento cirúrgico adequado, o prognóstico é geralmente bom, com preservação da audição na maioria dos casos. No entanto, recidivas são possíveis e exigem acompanhamento prolongado. A qualidade de vida pode ser afetada pela perda auditiva, mas a cirurgia costuma melhorar significativamente a função auditiva. Não há dados específicos sobre prevalência ou sobrevivência a longo prazo para esta condição rara.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Colesteatoma congênito isolado do ouvido médio é uma massa de pele que cresce atrás do tímpano, sem causa aparente. Geralmente assintomático, pode causar perda auditiva ou infecções recorrentes.

🏥
SUS: Sem cobertura SUSScore: 20%
Você se identifica com essa condição?
O Raras está aqui pra te apoiar — com ou sem diagnóstico

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Entender a doença

Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo

Preparando trilha educativa...

Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 21/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

O colesteatoma congênito isolado do ouvido médio é uma condição rara caracterizada pela presença de uma massa de células de pele (epitélio escamoso queratinizado) dentro do ouvido médio, presente desde o nascimento, sem associação com infecções ou perfurações prévias da membrana timpânica. Diferente dos colesteatomas adquiridos, esta forma congênita não tem relação com inflamações crônicas do ouvido. A condição pode levar à perda auditiva progressiva e, se não tratada, a complicações como erosão óssea e danos a estruturas vizinhas.[1]

Sinais e sintomas

Os sintomas mais comuns incluem perda auditiva condutiva (dificuldade para ouvir sons baixos), sensação de plenitude auricular e, ocasionalmente, otorreia (secreção pelo ouvido). Em muitos casos, o colesteatoma congênito é descoberto incidentalmente durante exames de imagem ou otoscopia de rotina, antes mesmo de causar sintomas perceptíveis. A progressão silenciosa pode levar a complicações como erosão dos ossículos do ouvido médio e, raramente, extensão para o osso temporal.[1]

Causas genéticas

Até o momento, não há genes específicos identificados como causa do colesteatoma congênito isolado do ouvido médio. A condição não possui uma herança genética definida e não está associada a mutações em genes conhecidos. Estudos genéticos em larga escala (como os do GenCC) não listam variantes patogênicas para esta doença.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado em achados de imagem, principalmente tomografia computadorizada de alta resolução do osso temporal, que mostra uma massa de tecido mole no ouvido médio, sem evidência de infecção ou perfuração timpânica prévia. A otoscopia pode revelar uma massa esbranquiçada atrás da membrana timpânica íntegra. Não existem testes genéticos ou biomarcadores específicos para confirmar o diagnóstico. A condição é classificada no MONDO como MONDO:0975902.[1][2]

Tratamento e manejo

O tratamento padrão é a remoção cirúrgica completa do colesteatoma, geralmente realizada por um otorrinolaringologista especializado. O procedimento visa eliminar a massa de células de pele e restaurar a função auditiva, podendo incluir reconstrução dos ossículos do ouvido médio se houver erosão. Não há medicamentos aprovados especificamente para tratar esta condição. O acompanhamento pós-operatório é essencial para monitorar recidivas, que podem ocorrer em até 20% dos casos.[1]

Tratamentos citados na literatura

Não há fármacos listados na literatura científica como tratamento para o colesteatoma congênito isolado do ouvido médio. A base do manejo permanece exclusivamente cirúrgica.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

Com diagnóstico precoce e tratamento cirúrgico adequado, o prognóstico é geralmente bom, com preservação da audição na maioria dos casos. No entanto, recidivas são possíveis e exigem acompanhamento prolongado. A qualidade de vida pode ser afetada pela perda auditiva, mas a cirurgia costuma melhorar significativamente a função auditiva. Não há dados específicos sobre prevalência ou sobrevivência a longo prazo para esta condição rara.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa9
Últimos 10 anos5publicações
Pico20242 papers
Linha do tempo
20202017Hoje · 2026📈 2024Ano de pico
Publicações por ano (últimos 10 anos)

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Colesteatoma congênito isolado do ouvido médio

Centros de Referência SUS

24 centros habilitados pelo SUS para Colesteatoma congênito isolado do ouvido médio

Centros para Colesteatoma congênito isolado do ouvido médio

Detalhes dos centros

Hospital Universitário Prof. Edgard Santos (HUPES)

R. Dr. Augusto Viana, s/n - Canela, Salvador - BA, 40110-060 · CNES 0003808

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do Metabolismo

Hospital Infantil Albert Sabin

R. Tertuliano Sales, 544 - Vila União, Fortaleza - CE, 60410-794 · CNES 2407876

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasDeficiência Intelectual

Hospital de Apoio de Brasília (HAB)

AENW 3 Lote A Setor Noroeste - Plano Piloto, Brasília - DF, 70684-831 · CNES 0010456

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital Estadual Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (HIABA)

Av. Min. Salgado Filho, 918 - Soteco, Vila Velha - ES, 29106-010 · CNES 6631207

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital das Clínicas da UFG

Rua 235 QD. 68 Lote Área, Nº 285, s/nº - Setor Leste Universitário, Goiânia - GO, 74605-050 · CNES 2338424

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do Metabolismo

Hospital Universitário da UFJF

R. Catulo Breviglieri, Bairro - s/n - Santa Catarina, Juiz de Fora - MG, 36036-110 · CNES 2297442

Atenção Especializada

Rota
Anomalias Congênitas

Hospital das Clínicas da UFMG

Av. Prof. Alfredo Balena, 110 - Santa Efigênia, Belo Horizonte - MG, 30130-100 · CNES 2280167

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital Universitário Julio Müller (HUJM)

R. Luis Philippe Pereira Leite, s/n - Alvorada, Cuiabá - MT, 78048-902 · CNES 2726092

Atenção Especializada

Rota
Anomalias Congênitas

Hospital Universitário João de Barros Barreto

R. dos Mundurucus, 4487 - Guamá, Belém - PA, 66073-000 · CNES 2337878

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW)

R. Tabeliao Estanislau Eloy, 585 - Castelo Branco, João Pessoa - PB, 58050-585 · CNES 0002470

Atenção Especializada

Rota
Anomalias Congênitas

Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (IMIP)

R. dos Coelhos, 300 - Boa Vista, Recife - PE, 50070-902 · CNES 0000647

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital Pequeno Príncipe

R. Des. Motta, 1070 - Água Verde, Curitiba - PR, 80250-060 · CNES 3143805

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasDeficiência Intelectual

Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM)

Av. Mandacaru, 1590 - Parque das Laranjeiras, Maringá - PR, 87083-240 · CNES 2216108

Atenção Especializada

Rota
Anomalias Congênitas

Hospital de Clínicas da UFPR

R. Gen. Carneiro, 181 - Alto da Glória, Curitiba - PR, 80060-900 · CNES 2364980

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE-UERJ)

Blvd. 28 de Setembro, 77 - Vila Isabel, Rio de Janeiro - RJ, 20551-030 · CNES 2280221

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do Metabolismo

Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz)

Av. Rui Barbosa, 716 - Flamengo, Rio de Janeiro - RJ, 22250-020 · CNES 2269988

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital São Lucas da PUCRS

Av. Ipiranga, 6690 - Jardim Botânico, Porto Alegre - RS, 90610-000 · CNES 2232928

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do Metabolismo

Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA)

Rua Ramiro Barcelos, 2350 Bloco A - Av. Protásio Alves, 211 - Bloco B e C - Santa Cecília, Porto Alegre - RS, 90035-903 · CNES 2237601

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital Universitário da UFSC (HU-UFSC)

R. Profa. Maria Flora Pausewang - Trindade, Florianópolis - SC, 88036-800 · CNES 2560356

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do Metabolismo

Hospital das Clínicas da FMUSP

R. Dr. Ovídio Pires de Campos, 225 - Cerqueira César, São Paulo - SP, 05403-010 · CNES 2077485

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital de Base de São José do Rio Preto

Av. Brg. Faria Lima, 5544 - Vila Sao Jose, São José do Rio Preto - SP, 15090-000 · CNES 2079798

Atenção Especializada

Rota
Anomalias Congênitas

Hospital de Clínicas da UNICAMP

R. Vital Brasil, 251 - Cidade Universitária, Campinas - SP, 13083-888 · CNES 2748223

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital de Clínicas de Ribeirão Preto (HCRP-USP)

R. Ten. Catão Roxo, 3900 - Vila Monte Alegre, Ribeirão Preto - SP, 14015-010 · CNES 2082187

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

UNIFESP / Hospital São Paulo

R. Napoleão de Barros, 715 - Vila Clementino, São Paulo - SP, 04024-002 · CNES 2688689

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do Metabolismo
Sobre os centros SUS: Estes centros são habilitados pelo Ministério da Saúde como Serviços de Referência em Doenças Raras ou Serviços de Atenção Especializada. O atendimento é pelo SUS, com encaminhamento da rede de atenção básica.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
0 papers (10 anos)
#1

Primary Mastoid Cholesteatoma: A Case Report and Review of the Literature.

The journal of international advanced otology2025 May 27

Congenital cholesteatomas are defined as a collection of epithelium in the absence of prior surgery or pathologic retraction. They are most commonly found in the middle ear and are thought to arise from a residual epithelial rest present since birth; however, a small number of cases present with disease isolated to the mastoid bone. One such case and a review of prior reports are presented. A 29-year-old male with a 2-year history of headaches and no otologic surgery was found to have a destructive mass centered in the right mastoid bone, invading the jugular foramen and posterior fossa without middle ear disease. He underwent a mastoidectomy with complete resection of the cholesteatoma. A literature review identified 21 prior cases of isolated mastoid congenital cholesteatoma. Congenital cholesteatoma should be considered in the differential diagnosis when patients present with postauricular pain or headaches. Mastoidectomy is considered the treatment of choice.

#2

Therapeutic Misadventure in a Case of Isolated Mastoid Cholesteatoma.

Indian journal of otolaryngology and head and neck surgery : official publication of the Association of Otolaryngologists of India2024 Dec

Cholesteatoma is a mass of keratin debris in the middle ear cavity or mastoid. Congenital cholesteatomas may remain asymptomatic for many years and present during adulthood or may even be an incidental finding. We hereby describe a case of 41-year male with an isolated mastoid congenital cholesteatoma with sigmoid plate erosion and posterior cranial dura exposure extending into digastric muscle. Tympanomastoid exploration with sigmoid sinus resurfacing with hydroxyapatite granules was done. However, the case got complicated by extrusion of granules which was then successfully managed. This case report throws light on diagnosis and surgical management of isolated mastoid cholesteatoma. From this misadventure, we learnt that a successful mastoid cavity obliteration (using hydroxyapatite granules) in a canal wall up mastoidectomy can be achieved by providing hermetic seal.

#3

Adult-onset congenital cholesteatoma in the hypotympanum initially presenting as Bell's palsy: A case report.

Medicine2024 Mar 22

Cholesteatoma is a rare disease characterized by the accumulation of keratinized squamous epithelial cells in the middle ear or mastoid cavity. Vertigo and facial palsy, which are rare complications, may indicate erosion into the semicircular canals or the fallopian canal. A 40-year-old woman presented to our clinic with progressive right-sided hearing loss over 5 years (primary concern). Approximately 10 years ago, the patient had developed acute right-sided facial weakness with no additional symptoms. A neurologist at another hospital had diagnosed her condition as Bell's palsy and treated it accordingly. Adult-onset congenital cholesteatoma in the hypotympanum. Combined endoscopic and microscopic removal of the cholesteatoma. Physical examination revealed slight improvement in right-sided peripheral facial palsy. Routine eardrum examination is recommended for patients presenting with isolated peripheral facial palsy. If necessary, a patient should be referred to an otologist for further evaluation and treatment.

#4

Isolated Incudostapedial Cholesteatomas: Unique Radiologic and Surgical Features.

Ear, nose, & throat journal2021 Jun

Congenital cholesteatomas originate from epithelial tissue present within the middle ear in patients with an intact tympanic membrane, no history of otologic surgery, otorrhea, or tympanic membrane perforation. They are diagnosed by a pearl-like lesion on otoscopy and computed tomography (CT) scan showing an expansile soft-tissue mass. We describe a series of patients with no prior otologic history presenting with progressive unilateral conductive hearing loss and normal otoscopy. The CT scans showed ossicular erosion without obvious soft-tissue mass. Surgery confirmed incudostapedial erosion found to be cholesteatoma. In this study, we characterize the clinical course of patients diagnosed with isolated incudostapedial cholesteatoma (IIC) and review possible pathologic mechanisms. Retrospective review of IIC cases treated by the Department of Pediatric Otolaryngology, Rady Children's Hospital, San Diego, 2014 to 2020. Data included patient demographics, clinical features, imaging, surgical findings, and audiologic data. Five patients were diagnosed with IIC (3 [60%] female; mean age at presentation 10.7 years [range 5.5-16.0]). All patients presented with postlingual unilateral conductive hearing loss and normal otoscopy without any past otologic history; delay in diagnosis ranged from 4 months to several years. The CT scans showed ossicular chain erosion with an absent long process of the incus and/or stapes superstructure. All patients underwent middle ear exploration, revealing a thin layer of cholesteatoma in the incudostapedial region, confirmed by histopathology. Mean preoperative speech reception threshold was 55 dB and improved to a mean of 31 dB in the 4 patients who underwent ossicular chain reconstruction. Isolated incudostapedial cholesteatoma should be included as a possible etiology in pediatric patients with insidious onset of unilateral conductive hearing loss with normal otoscopy, unremarkable otologic history, and a CT scan showing ossicular abnormality/disruption without notable middle ear mass. These patients should be counseled preoperatively regarding the possibility of cholesteatoma and should undergo middle ear exploration with possible ossiculoplasty.

#5

Congenital cholesteatoma together with ossicular chain anomaly.

European archives of oto-rhino-laryngology : official journal of the European Federation of Oto-Rhino-Laryngological Societies (EUFOS) : affiliated with the German Society for Oto-Rhino-Laryngology - Head and Neck Surgery2017 Feb

Cholesteatomas that occur under an intact tympanic membrane in the absence of prior surgical procedures or perforation are defined as congenital cholesteatomas. These entities are rarely seen, because they do not cause any major symptoms unless they touch the ossicular chain. Likewise, isolated congenital ossicular anomalies that occur independently of external ear anomalies and craniofacial dysplasia are also rarely seen. Here, we report a patient who presented with congenital cholesteatoma associated with anomalies of the ossicular chain and discuss its pathogenesis.

Publicações recentes

Ver todas no PubMed

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Colesteatoma congênito isolado do ouvido médio.

É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

Ainda não existe comunidade no Raras para Colesteatoma congênito isolado do ouvido médio

Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.

Tire suas dúvidas

Perguntas, dicas e experiências compartilhadas aqui na página

Participe da discussão

Faça login para postar dúvidas, compartilhar experiências e interagir com especialistas.

Fazer login

Doenças relacionadas

Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico

Ainda não achamos doenças com sintomas parecidos o suficiente.

Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Primary Mastoid Cholesteatoma: A Case Report and Review of the Literature.
    The journal of international advanced otology· 2025· PMID 40522034mais citado
  2. Therapeutic Misadventure in a Case of Isolated Mastoid Cholesteatoma.
    Indian journal of otolaryngology and head and neck surgery : official publication of the Association of Otolaryngologists of India· 2024· PMID 39559085mais citado
  3. Adult-onset congenital cholesteatoma in the hypotympanum initially presenting as Bell's palsy: A case report.
    Medicine· 2024· PMID 38517997mais citado
  4. Isolated Incudostapedial Cholesteatomas: Unique Radiologic and Surgical Features.
    Ear, nose, & throat journal· 2021· PMID 33237827mais citado
  5. Congenital cholesteatoma together with ossicular chain anomaly.
    European archives of oto-rhino-laryngology : official journal of the European Federation of Oto-Rhino-Laryngological Societies (EUFOS) : affiliated with the German Society for Oto-Rhino-Laryngology - Head and Neck Surgery· 2017· PMID 27272309mais citado
  6. [Acute Mastoiditis in Children: a series of 38 Cases].
    Ann Otolaryngol Chir Cervicofac· 2002· PMID 12464851recente
  7. Congenital middle ear cholesteatomas in children: our experience in 34 cases.
    Otolaryngol Head Neck Surg· 2002· PMID 11821763recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:686556(Orphanet)
  2. MONDO:0975902(MONDO)
  3. Busca completa no PubMed(PubMed)
  4. Artigo Wikipedia(Wikipedia)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Colesteatoma congênito isolado do ouvido médio

ORPHA:686556 · MONDO:0975902
MedGen
Wikipedia
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO