Condrodisplasia metafisária, tipo Kaitila, é uma displasia esquelética rara caracterizada por deformidades nas metáfises dos ossos longos, levando a baixa estatura e problemas articulares.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Condrodisplasia metafisária, tipo Kaitila é uma doença genética rara que afeta o crescimento dos ossos. Ela se manifesta desde o nascimento (período neonatal) e é caracterizada por alterações na região das metáfises — a parte dos ossos longos onde ocorre o crescimento. A prevalência estimada é de menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas, o que a torna uma condição extremamente rara.[1]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas da Condrodisplasia metafisária, tipo Kaitila começam ainda no período neonatal. As principais manifestações envolvem alterações no crescimento dos ossos, especialmente nas metáfises, que podem levar a uma baixa estatura e deformidades esqueléticas. Como a doença é muito rara, o quadro clínico completo pode variar de pessoa para pessoa, e é importante que o acompanhamento seja feito por uma equipe médica especializada.[1]
Causas genéticas
A Condrodisplasia metafisária, tipo Kaitila é uma doença genética, mas até o momento o gene específico responsável não foi identificado (símbolo do gene: não disponível). A herança da condição não está claramente definida nos dados disponíveis. O código OMIM para esta doença é 250230 e o código MONDO é MONDO:0009594.[1][2][4]
Diagnóstico
O diagnóstico da Condrodisplasia metafisária, tipo Kaitila é baseado na avaliação clínica e em exames genéticos. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para os seguintes procedimentos relacionados ao diagnóstico: Cariótipo — bandas G, Q ou R; Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; Sequenciamento completo do exoma (WES); e Dosagem de alfa-fetoproteína. Além disso, existem 151 testes genéticos disponíveis para essa condição, que podem ajudar a confirmar o diagnóstico.[1][2][4]
Tratamento e manejo
O tratamento e manejo da Condrodisplasia metafisária, tipo Kaitila devem ser individualizados e acompanhados por uma equipe multidisciplinar. No Brasil, o SUS oferece cobertura mínima para o procedimento de 'Atendimento em reabilitação — doenças raras', que pode incluir fisioterapia, terapia ocupacional e suporte ortopédico. Não há medicamentos específicos aprovados para esta condição, e o manejo é focado no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico para pessoas com Condrodisplasia metafisária, tipo Kaitila varia conforme a gravidade das manifestações esqueléticas e a presença de outras complicações. Como a doença é extremamente rara, não há dados consolidados sobre a expectativa de vida. O acompanhamento regular com especialistas em genética, ortopedia e reabilitação é fundamental para otimizar a qualidade de vida e o desenvolvimento da pessoa afetada.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Condrodisplasia metafisária, tipo Kaitila, é uma displasia esquelética rara caracterizada por deformidades nas metáfises dos ossos longos, levando a baixa estatura e problemas articulares.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Condrodisplasia metafisária, tipo Kaitila é uma doença genética rara que afeta o crescimento dos ossos. Ela se manifesta desde o nascimento (período neonatal) e é caracterizada por alterações na região das metáfises — a parte dos ossos longos onde ocorre o crescimento. A prevalência estimada é de menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas, o que a torna uma condição extremamente rara.[1]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas da Condrodisplasia metafisária, tipo Kaitila começam ainda no período neonatal. As principais manifestações envolvem alterações no crescimento dos ossos, especialmente nas metáfises, que podem levar a uma baixa estatura e deformidades esqueléticas. Como a doença é muito rara, o quadro clínico completo pode variar de pessoa para pessoa, e é importante que o acompanhamento seja feito por uma equipe médica especializada.[1]
Causas genéticas
A Condrodisplasia metafisária, tipo Kaitila é uma doença genética, mas até o momento o gene específico responsável não foi identificado (símbolo do gene: não disponível). A herança da condição não está claramente definida nos dados disponíveis. O código OMIM para esta doença é 250230 e o código MONDO é MONDO:0009594.[1][2][4]
Diagnóstico
O diagnóstico da Condrodisplasia metafisária, tipo Kaitila é baseado na avaliação clínica e em exames genéticos. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para os seguintes procedimentos relacionados ao diagnóstico: Cariótipo — bandas G, Q ou R; Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; Sequenciamento completo do exoma (WES); e Dosagem de alfa-fetoproteína. Além disso, existem 151 testes genéticos disponíveis para essa condição, que podem ajudar a confirmar o diagnóstico.[1][2][4]
Tratamento e manejo
O tratamento e manejo da Condrodisplasia metafisária, tipo Kaitila devem ser individualizados e acompanhados por uma equipe multidisciplinar. No Brasil, o SUS oferece cobertura mínima para o procedimento de 'Atendimento em reabilitação — doenças raras', que pode incluir fisioterapia, terapia ocupacional e suporte ortopédico. Não há medicamentos específicos aprovados para esta condição, e o manejo é focado no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico para pessoas com Condrodisplasia metafisária, tipo Kaitila varia conforme a gravidade das manifestações esqueléticas e a presença de outras complicações. Como a doença é extremamente rara, não há dados consolidados sobre a expectativa de vida. O acompanhamento regular com especialistas em genética, ortopedia e reabilitação é fundamental para otimizar a qualidade de vida e o desenvolvimento da pessoa afetada.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Condrodisplasia metafisária, tipo Kaitila
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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Publicações recentes
Approach to Hypercalcemia.
Oral Rehabilitation of a 4-Year-Old Child with Metaphyseal Chondrodysplasia: A Case Report.
Clinical, Molecular Characteristics, and Genotype-Phenotype Relationships of Metaphyseal Chondrodysplasia Type Schmid.
Case Report: A case report and literature review of shwachman-diamond syndrome concurrent with klinefelter syndrome.
COL10A1-related metaphyseal dysplasia Schmid caused by the p.L644F variant in the COL10A1 gene.
Associações
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
- Approach to Hypercalcemia.
- Oral Rehabilitation of a 4-Year-Old Child with Metaphyseal Chondrodysplasia: A Case Report.
- Clinical, Molecular Characteristics, and Genotype-Phenotype Relationships of Metaphyseal Chondrodysplasia Type Schmid.
- Case Report: A case report and literature review of shwachman-diamond syndrome concurrent with klinefelter syndrome.
- COL10A1-related metaphyseal dysplasia Schmid caused by the p.L644F variant in the COL10A1 gene.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:166038(Orphanet)
- MONDO:0009594(MONDO)
- GARD:17018(GARD (NIH))
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q55782082(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Condrodisplasia metafisária, tipo Kaitila
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata