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Didimose aplasticosebácea
ORPHA:370046CID-10 · Q84.8DOENÇA RARA
Início neonatalHerança Unknown

Didimose aplasticosebacea é uma condição rara caracterizada pela ausência de glândulas sebáceas e folículos pilosos, resultando em pele lisa e sem pelos. Frequentemente associada a anomalias oculares e dentárias.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 01/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Didimose aplasticosebácea é uma doença genética rara da pele, caracterizada pela combinação de duas alterações cutâneas distintas: a aplasia cútis (ausência localizada de pele) e o nevo sebáceo (crescimento benigno das glândulas sebáceas). A condição está presente desde o nascimento ou surge nos primeiros meses de vida. Por sua raridade, estima-se que afete menos de 1 pessoa em cada 1.000.000 de habitantes.[1]

Sinais e sintomas

Os principais sinais são lesões cutâneas presentes ao nascimento (neonatal) ou que aparecem na primeira infância. De um lado, observam-se áreas de aplasia cútis — falhas congênitas da pele, como se faltasse um pedaço da epiderme. Do outro lado, há o nevo sebáceo, uma placa amarelada ou alaranjada, geralmente no couro cabeludo ou face, formada por glândulas sebáceas em excesso. As lesões podem ser únicas ou múltiplas, e não há sintomas sistêmicos descritos além dos cutâneos.[1]

Causas genéticas

A causa genética da Didimose aplasticosebácea ainda não foi identificada. Até o momento, nenhum gene específico foi associado à condição, e o padrão de herança não se aplica (não há transmissão familiar conhecida). Acredita-se que possa ocorrer de forma esporádica, sem histórico na família.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é essencialmente clínico, baseado na observação das lesões típicas (aplasia cútis + nevo sebáceo) desde o nascimento. Exames complementares podem ser solicitados para afastar outras condições ou síndromes genéticas. No Sistema Único de Saúde (SUS), estão disponíveis procedimentos como cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. O código CID-10 associado é Q84.8 (outras anomalias congênitas do tegumento).[1][2]

Tratamento e manejo

Não há tratamento curativo específico para a Didimose aplasticosebácea. O manejo é focado no acompanhamento dermatológico e, quando necessário, na correção cirúrgica das lesões (por exemplo, remoção do nevo sebáceo se houver risco de transformação maligna ou por razões estéticas). O SUS oferece cobertura mínima para a doença, incluindo atendimento em reabilitação para doenças raras. É importante que o paciente seja avaliado periodicamente por um dermatologista para monitorar possíveis complicações.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico geralmente é bom, pois a condição se limita à pele e não afeta outros órgãos. A qualidade de vida pode ser impactada principalmente por questões estéticas e pelo risco muito baixo de transformação maligna do nevo sebáceo (que deve ser monitorado). Com acompanhamento adequado, a maioria das pessoas leva uma vida saudável.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Didimose aplasticosebacea é uma condição rara caracterizada pela ausência de glândulas sebáceas e folículos pilosos, resultando em pele lisa e sem pelos. Frequentemente associada a anomalias oculares e dentárias.

Publicações científicas
5 artigos
Último publicado: 2010 Jul

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
18
pacientes catalogados
Início
Infancy
+ neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q84.8
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
Você se identifica com essa condição?
O Raras está aqui pra te apoiar — com ou sem diagnóstico

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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A Didimose aplasticosebácea é uma doença genética rara da pele, caracterizada pela combinação de duas alterações cutâneas distintas: a aplasia cútis (ausência localizada de pele) e o nevo sebáceo (crescimento benigno das glândulas sebáceas). A condição está presente desde o nascimento ou surge nos primeiros meses de vida. Por sua raridade, estima-se que afete menos de 1 pessoa em cada 1.000.000 de habitantes.[1]

Sinais e sintomas

Os principais sinais são lesões cutâneas presentes ao nascimento (neonatal) ou que aparecem na primeira infância. De um lado, observam-se áreas de aplasia cútis — falhas congênitas da pele, como se faltasse um pedaço da epiderme. Do outro lado, há o nevo sebáceo, uma placa amarelada ou alaranjada, geralmente no couro cabeludo ou face, formada por glândulas sebáceas em excesso. As lesões podem ser únicas ou múltiplas, e não há sintomas sistêmicos descritos além dos cutâneos.[1]

Causas genéticas

A causa genética da Didimose aplasticosebácea ainda não foi identificada. Até o momento, nenhum gene específico foi associado à condição, e o padrão de herança não se aplica (não há transmissão familiar conhecida). Acredita-se que possa ocorrer de forma esporádica, sem histórico na família.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é essencialmente clínico, baseado na observação das lesões típicas (aplasia cútis + nevo sebáceo) desde o nascimento. Exames complementares podem ser solicitados para afastar outras condições ou síndromes genéticas. No Sistema Único de Saúde (SUS), estão disponíveis procedimentos como cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. O código CID-10 associado é Q84.8 (outras anomalias congênitas do tegumento).[1][2]

Tratamento e manejo

Não há tratamento curativo específico para a Didimose aplasticosebácea. O manejo é focado no acompanhamento dermatológico e, quando necessário, na correção cirúrgica das lesões (por exemplo, remoção do nevo sebáceo se houver risco de transformação maligna ou por razões estéticas). O SUS oferece cobertura mínima para a doença, incluindo atendimento em reabilitação para doenças raras. É importante que o paciente seja avaliado periodicamente por um dermatologista para monitorar possíveis complicações.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico geralmente é bom, pois a condição se limita à pele e não afeta outros órgãos. A qualidade de vida pode ser impactada principalmente por questões estéticas e pelo risco muito baixo de transformação maligna do nevo sebáceo (que deve ser monitorado). Com acompanhamento adequado, a maioria das pessoas leva uma vida saudável.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa16desde 2010
Total histórico5PubMed
Últimos 10 anos5publicações
Pico20011 papers
Linha do tempo
201020202010Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Didimose aplasticosebácea

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Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. The group of epidermal nevus syndromes Part II. Less well defined phenotypes.
    J Am Acad Dermatol· 2010· PMID 20542175recente
  2. SCALP syndrome: sebaceous nevus syndrome, CNS malformations, aplasia cutis congenita, limbal dermoid, and pigmented nevus (giant congenital melanocytic nevus) with neurocutaneous melanosis: a distinct syndromic entity.
    J Am Acad Dermatol· 2008· PMID 18234391recente
  3. Epidermal nevus syndrome and didymosis aplasticosebacea.
    Pediatr Dermatol· 2007· PMID 17958800recente
  4. Dohi Memorial Lecture. New aspects of cutaneous mosaicism.
    J Dermatol· 2002· PMID 12484429recente
  5. Didymosis aplasticosebacea: coexistence of aplasia cutis congenita and nevus sebaceus may be explained as a twin spot phenomenon.
    Dermatology· 2001· PMID 11385232recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:370046(Orphanet)
  2. MONDO:0018259(MONDO)
  3. GARD:21591(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q55787828(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Compêndio · Raras BR

Didimose aplasticosebácea

ORPHA:370046 · MONDO:0018259
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
18 casos conhecidos
Herança
Not applicable
CID-10
Q84.8 · Outras malformações congênitas especificadas do tegumento
Início
Infancy, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C4751600
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

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📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata