Didimose aplasticosebacea é uma condição rara caracterizada pela ausência de glândulas sebáceas e folículos pilosos, resultando em pele lisa e sem pelos. Frequentemente associada a anomalias oculares e dentárias.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Didimose aplasticosebácea é uma doença genética rara da pele, caracterizada pela combinação de duas alterações cutâneas distintas: a aplasia cútis (ausência localizada de pele) e o nevo sebáceo (crescimento benigno das glândulas sebáceas). A condição está presente desde o nascimento ou surge nos primeiros meses de vida. Por sua raridade, estima-se que afete menos de 1 pessoa em cada 1.000.000 de habitantes.[1]
Sinais e sintomas
Os principais sinais são lesões cutâneas presentes ao nascimento (neonatal) ou que aparecem na primeira infância. De um lado, observam-se áreas de aplasia cútis — falhas congênitas da pele, como se faltasse um pedaço da epiderme. Do outro lado, há o nevo sebáceo, uma placa amarelada ou alaranjada, geralmente no couro cabeludo ou face, formada por glândulas sebáceas em excesso. As lesões podem ser únicas ou múltiplas, e não há sintomas sistêmicos descritos além dos cutâneos.[1]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é essencialmente clínico, baseado na observação das lesões típicas (aplasia cútis + nevo sebáceo) desde o nascimento. Exames complementares podem ser solicitados para afastar outras condições ou síndromes genéticas. No Sistema Único de Saúde (SUS), estão disponíveis procedimentos como cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. O código CID-10 associado é Q84.8 (outras anomalias congênitas do tegumento).[1][2]
Tratamento e manejo
Não há tratamento curativo específico para a Didimose aplasticosebácea. O manejo é focado no acompanhamento dermatológico e, quando necessário, na correção cirúrgica das lesões (por exemplo, remoção do nevo sebáceo se houver risco de transformação maligna ou por razões estéticas). O SUS oferece cobertura mínima para a doença, incluindo atendimento em reabilitação para doenças raras. É importante que o paciente seja avaliado periodicamente por um dermatologista para monitorar possíveis complicações.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico geralmente é bom, pois a condição se limita à pele e não afeta outros órgãos. A qualidade de vida pode ser impactada principalmente por questões estéticas e pelo risco muito baixo de transformação maligna do nevo sebáceo (que deve ser monitorado). Com acompanhamento adequado, a maioria das pessoas leva uma vida saudável.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Didimose aplasticosebacea é uma condição rara caracterizada pela ausência de glândulas sebáceas e folículos pilosos, resultando em pele lisa e sem pelos. Frequentemente associada a anomalias oculares e dentárias.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Didimose aplasticosebácea é uma doença genética rara da pele, caracterizada pela combinação de duas alterações cutâneas distintas: a aplasia cútis (ausência localizada de pele) e o nevo sebáceo (crescimento benigno das glândulas sebáceas). A condição está presente desde o nascimento ou surge nos primeiros meses de vida. Por sua raridade, estima-se que afete menos de 1 pessoa em cada 1.000.000 de habitantes.[1]
Sinais e sintomas
Os principais sinais são lesões cutâneas presentes ao nascimento (neonatal) ou que aparecem na primeira infância. De um lado, observam-se áreas de aplasia cútis — falhas congênitas da pele, como se faltasse um pedaço da epiderme. Do outro lado, há o nevo sebáceo, uma placa amarelada ou alaranjada, geralmente no couro cabeludo ou face, formada por glândulas sebáceas em excesso. As lesões podem ser únicas ou múltiplas, e não há sintomas sistêmicos descritos além dos cutâneos.[1]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é essencialmente clínico, baseado na observação das lesões típicas (aplasia cútis + nevo sebáceo) desde o nascimento. Exames complementares podem ser solicitados para afastar outras condições ou síndromes genéticas. No Sistema Único de Saúde (SUS), estão disponíveis procedimentos como cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. O código CID-10 associado é Q84.8 (outras anomalias congênitas do tegumento).[1][2]
Tratamento e manejo
Não há tratamento curativo específico para a Didimose aplasticosebácea. O manejo é focado no acompanhamento dermatológico e, quando necessário, na correção cirúrgica das lesões (por exemplo, remoção do nevo sebáceo se houver risco de transformação maligna ou por razões estéticas). O SUS oferece cobertura mínima para a doença, incluindo atendimento em reabilitação para doenças raras. É importante que o paciente seja avaliado periodicamente por um dermatologista para monitorar possíveis complicações.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico geralmente é bom, pois a condição se limita à pele e não afeta outros órgãos. A qualidade de vida pode ser impactada principalmente por questões estéticas e pelo risco muito baixo de transformação maligna do nevo sebáceo (que deve ser monitorado). Com acompanhamento adequado, a maioria das pessoas leva uma vida saudável.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
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Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
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Pesquisa e ensaios clínicos
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Publicações recentes
The group of epidermal nevus syndromes Part II. Less well defined phenotypes.
SCALP syndrome: sebaceous nevus syndrome, CNS malformations, aplasia cutis congenita, limbal dermoid, and pigmented nevus (giant congenital melanocytic nevus) with neurocutaneous melanosis: a distinct syndromic entity.
Epidermal nevus syndrome and didymosis aplasticosebacea.
Dohi Memorial Lecture. New aspects of cutaneous mosaicism.
Didymosis aplasticosebacea: coexistence of aplasia cutis congenita and nevus sebaceus may be explained as a twin spot phenomenon.
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Referências e fontes
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Publicações científicas
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- Didymosis aplasticosebacea: coexistence of aplasia cutis congenita and nevus sebaceus may be explained as a twin spot phenomenon.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:370046(Orphanet)
- MONDO:0018259(MONDO)
- GARD:21591(GARD (NIH))
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q55787828(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Didimose aplasticosebácea
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata