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Displasia espondiloepifisária MGP-relacionada
ORPHA:664377CID-10 · Q77.7DOENÇA RARA
Também conhecida comoSED
Sinônimos clínicos: SED MGP-relacionada · Síndrome de displasia espondiloepifisária-platispondilia-braquitelefalangismo

Doença genética rara que afeta o desenvolvimento ósseo, causando baixa estatura, deformidades na coluna e nas extremidades, e problemas articulares. A displasia espondiloepifisária MGP-relacionada é causada por mutações no gene MGP.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 21/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A displasia espondiloepifisária MGP-relacionada é uma doença genética rara que afeta o desenvolvimento dos ossos e cartilagens. Ela faz parte do grupo das displasias espondiloepifisárias, caracterizadas por alterações na coluna vertebral (espondilo-) e nas extremidades dos ossos longos (epífises). A condição é causada por alterações no gene MGP, que fornece instruções para a produção de uma proteína importante para a mineralização e manutenção da cartilagem. Ainda não há dados precisos sobre sua prevalência na população.[1]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas específicos da displasia espondiloepifisária MGP-relacionada não estão detalhados nas fontes oficiais disponíveis. De modo geral, as displasias espondiloepifisárias podem incluir baixa estatura, encurtamento do tronco, alterações na coluna (como escoliose ou cifose) e problemas nas articulações, como rigidez ou dor. Como a condição é muito rara, o quadro clínico pode variar de pessoa para pessoa.[1]

Causas genéticas

A displasia espondiloepifisária MGP-relacionada é causada por alterações (mutações) no gene MGP. Esse gene fornece instruções para a produção da proteína da matriz Gla, que desempenha um papel importante na regulação da mineralização da cartilagem e dos ossos. Mutações nesse gene podem prejudicar o desenvolvimento normal do esqueleto. A herança da condição ainda não foi estabelecida nas fontes oficiais.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico da displasia espondiloepifisária MGP-relacionada é baseado na avaliação clínica, exames de imagem (como radiografias que mostram alterações na coluna e nas epífises) e confirmação por teste genético. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos relacionados ao diagnóstico de doenças raras, incluindo: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); dosagem de alfa-fetoproteína; e atendimento em reabilitação para doenças raras. O sequenciamento completo do exoma é o método mais indicado para identificar mutações no gene MGP.[1][3]

Tratamento e manejo

Não há um tratamento específico ou curativo para a displasia espondiloepifisária MGP-relacionada. O manejo é focado no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida, podendo incluir fisioterapia, acompanhamento ortopédico e suporte para as dificuldades de mobilidade. O atendimento em reabilitação para doenças raras está disponível no SUS. Como cada pessoa pode apresentar sintomas diferentes, o plano de cuidados deve ser individualizado, com acompanhamento por uma equipe multidisciplinar.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

As informações sobre o prognóstico e a expectativa de vida para a displasia espondiloepifisária MGP-relacionada não estão disponíveis nas fontes oficiais. De modo geral, o prognóstico depende da gravidade das alterações esqueléticas e da presença de complicações associadas. O acompanhamento regular com especialistas e o suporte de reabilitação podem ajudar a manter a funcionalidade e a qualidade de vida.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Doença genética rara que afeta o desenvolvimento ósseo, causando baixa estatura, deformidades na coluna e nas extremidades, e problemas articulares. A displasia espondiloepifisária MGP-relacionada é causada por mutações no gene MGP.

🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q77.7
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A displasia espondiloepifisária MGP-relacionada é uma doença genética rara que afeta o desenvolvimento dos ossos e cartilagens. Ela faz parte do grupo das displasias espondiloepifisárias, caracterizadas por alterações na coluna vertebral (espondilo-) e nas extremidades dos ossos longos (epífises). A condição é causada por alterações no gene MGP, que fornece instruções para a produção de uma proteína importante para a mineralização e manutenção da cartilagem. Ainda não há dados precisos sobre sua prevalência na população.[1]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas específicos da displasia espondiloepifisária MGP-relacionada não estão detalhados nas fontes oficiais disponíveis. De modo geral, as displasias espondiloepifisárias podem incluir baixa estatura, encurtamento do tronco, alterações na coluna (como escoliose ou cifose) e problemas nas articulações, como rigidez ou dor. Como a condição é muito rara, o quadro clínico pode variar de pessoa para pessoa.[1]

Causas genéticas

A displasia espondiloepifisária MGP-relacionada é causada por alterações (mutações) no gene MGP. Esse gene fornece instruções para a produção da proteína da matriz Gla, que desempenha um papel importante na regulação da mineralização da cartilagem e dos ossos. Mutações nesse gene podem prejudicar o desenvolvimento normal do esqueleto. A herança da condição ainda não foi estabelecida nas fontes oficiais.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico da displasia espondiloepifisária MGP-relacionada é baseado na avaliação clínica, exames de imagem (como radiografias que mostram alterações na coluna e nas epífises) e confirmação por teste genético. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos relacionados ao diagnóstico de doenças raras, incluindo: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); dosagem de alfa-fetoproteína; e atendimento em reabilitação para doenças raras. O sequenciamento completo do exoma é o método mais indicado para identificar mutações no gene MGP.[1][3]

Tratamento e manejo

Não há um tratamento específico ou curativo para a displasia espondiloepifisária MGP-relacionada. O manejo é focado no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida, podendo incluir fisioterapia, acompanhamento ortopédico e suporte para as dificuldades de mobilidade. O atendimento em reabilitação para doenças raras está disponível no SUS. Como cada pessoa pode apresentar sintomas diferentes, o plano de cuidados deve ser individualizado, com acompanhamento por uma equipe multidisciplinar.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

As informações sobre o prognóstico e a expectativa de vida para a displasia espondiloepifisária MGP-relacionada não estão disponíveis nas fontes oficiais. De modo geral, o prognóstico depende da gravidade das alterações esqueléticas e da presença de complicações associadas. O acompanhamento regular com especialistas e o suporte de reabilitação podem ajudar a manter a funcionalidade e a qualidade de vida.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

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Tratamento e manejo

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🇧🇷 Atendimento SUS — Displasia espondiloepifisária MGP-relacionada

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Pesquisa e ensaios clínicos

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:664377(Orphanet)
  2. MONDO:0971093(MONDO)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Compêndio · Raras BR

Displasia espondiloepifisária MGP-relacionada

ORPHA:664377 · MONDO:0971093
CID-10
Q77.7 · Displasia espondiloepifisária
MedGen
UMLS
C5925072
DiscussaoAtiva

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📋 Origem dos dados

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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO