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Doença linfoproliferativa autoimune de Dianzani
ORPHA:275523CID-10 · D47.9OMIM 605233DOENÇA RARA
Início todas idadesHerança Unknown
Também conhecida comoDALD

A síndrome linfoproliferativa autoimune (SLPA) é uma forma de doença linfoproliferativa (DLPs). Ela afeta a apoptose dos linfócitos.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 01/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Doença linfoproliferativa autoimune de Dianzani é uma condição rara, com prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas. Pode se manifestar em qualquer idade, desde o nascimento até a vida adulta. Ainda não se conhece o padrão de herança genética associado a esta doença.[1]

Sinais e sintomas

As informações sobre os sinais e sintomas específicos da Doença linfoproliferativa autoimune de Dianzani não estão disponíveis nas fontes oficiais consultadas. Recomenda-se buscar orientação de um médico especialista para esclarecimentos sobre as possíveis manifestações clínicas.[1][2]

Causas genéticas

Até o momento, não foi identificado um gene específico associado à Doença linfoproliferativa autoimune de Dianzani. A herança da condição é classificada como desconhecida. Pesquisas em andamento podem, no futuro, esclarecer as bases genéticas desta doença.[1][2][4]

Diagnóstico

O diagnóstico pode ser apoiado por testes genéticos. Atualmente, existem 155 testes genéticos disponíveis para esta condição. Não há informações sobre variantes específicas no ClinVar. O código CID-10 associado é D47.9 (Neoplasia de comportamento incerto ou desconhecido do tecido linfático, hematopoiético e tecidos relacionados).[1][2][4][5]

Tratamento e manejo

Não há informações sobre um tratamento padrão estabelecido ou protocolos específicos de manejo para a Doença linfoproliferativa autoimune de Dianzani nas fontes oficiais consultadas. O acompanhamento deve ser individualizado, com base nas manifestações clínicas de cada paciente, e realizado por uma equipe médica multidisciplinar.[1][2][5]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica (fonte PubTator3) menciona associações entre a doença e as seguintes substâncias, cada uma com 1 publicação: Álcool, Cloreto de Amônio, Diazepam, Metais, Praseodímio, Vitamina B12, Anticorpos Monoclonais, Ciclofosfamida, Epinefrina e Metformina. É importante destacar que estas são associações mineradas de artigos científicos e não representam recomendações de tratamento. Consulte sempre um médico antes de considerar qualquer intervenção.[5]

Prognóstico e qualidade de vida

Não há informações específicas sobre o prognóstico ou qualidade de vida para a Doença linfoproliferativa autoimune de Dianzani nas fontes oficiais consultadas. O acompanhamento médico regular é essencial para monitorar a evolução do quadro e oferecer o suporte necessário.[1][2]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

A síndrome linfoproliferativa autoimune (SLPA) é uma forma de doença linfoproliferativa (DLPs). Ela afeta a apoptose dos linfócitos.

Publicações científicas
7 artigos
Último publicado: 2014 Dec 30

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
30
pacientes catalogados
Início
All ages
🏥
SUS: Sem cobertura SUSScore: 0%
CID-10: D47.9
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O Raras está aqui pra te apoiar — com ou sem diagnóstico

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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 01/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Doença linfoproliferativa autoimune de Dianzani é uma condição rara, com prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas. Pode se manifestar em qualquer idade, desde o nascimento até a vida adulta. Ainda não se conhece o padrão de herança genética associado a esta doença.[1]

Sinais e sintomas

As informações sobre os sinais e sintomas específicos da Doença linfoproliferativa autoimune de Dianzani não estão disponíveis nas fontes oficiais consultadas. Recomenda-se buscar orientação de um médico especialista para esclarecimentos sobre as possíveis manifestações clínicas.[1][2]

Causas genéticas

Até o momento, não foi identificado um gene específico associado à Doença linfoproliferativa autoimune de Dianzani. A herança da condição é classificada como desconhecida. Pesquisas em andamento podem, no futuro, esclarecer as bases genéticas desta doença.[1][2][4]

Diagnóstico

O diagnóstico pode ser apoiado por testes genéticos. Atualmente, existem 155 testes genéticos disponíveis para esta condição. Não há informações sobre variantes específicas no ClinVar. O código CID-10 associado é D47.9 (Neoplasia de comportamento incerto ou desconhecido do tecido linfático, hematopoiético e tecidos relacionados).[1][2][4][5]

Tratamento e manejo

Não há informações sobre um tratamento padrão estabelecido ou protocolos específicos de manejo para a Doença linfoproliferativa autoimune de Dianzani nas fontes oficiais consultadas. O acompanhamento deve ser individualizado, com base nas manifestações clínicas de cada paciente, e realizado por uma equipe médica multidisciplinar.[1][2][5]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica (fonte PubTator3) menciona associações entre a doença e as seguintes substâncias, cada uma com 1 publicação: Álcool, Cloreto de Amônio, Diazepam, Metais, Praseodímio, Vitamina B12, Anticorpos Monoclonais, Ciclofosfamida, Epinefrina e Metformina. É importante destacar que estas são associações mineradas de artigos científicos e não representam recomendações de tratamento. Consulte sempre um médico antes de considerar qualquer intervenção.[5]

Prognóstico e qualidade de vida

Não há informações específicas sobre o prognóstico ou qualidade de vida para a Doença linfoproliferativa autoimune de Dianzani nas fontes oficiais consultadas. O acompanhamento médico regular é essencial para monitorar a evolução do quadro e oferecer o suporte necessário.[1][2]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa12desde 2014
Total histórico7PubMed
Últimos 10 anos1publicações
Pico20141 papers
Linha do tempo
20202014Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

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Diagnóstico

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Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Doença linfoproliferativa autoimune de Dianzani

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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
1 papers (10 anos)

Publicações recentes

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Association of severe myoclonic epilepsy of infancy (SMEI) with probable autoimmune lymphoproliferative syndrome-variant.
    La Pediatria medica e chirurgica : Medical and surgical pediatrics· 2014· PMID 25669891mais citado
  2. IL-17 protects T cells from apoptosis and contributes to development of ALPS-like phenotypes.
    Blood· 2014· PMID 24363402recente
  3. Variations of the UNC13D gene in patients with autoimmune lymphoproliferative syndrome.
    PLoS One· 2013· PMID 23840885recente
  4. The -346T polymorphism of the SH2D1A gene is a risk factor for development of autoimmunity/lymphoproliferation in males with defective Fas function.
    Hum Immunol· 2012· PMID 22425739recente
  5. Variations of the perforin gene in patients with autoimmunity/lymphoproliferation and defective Fas function.
    Blood· 2006· PMID 16720836recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:275523(Orphanet)
  2. MONDO:0011524(MONDO)
  3. GARD:9797(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q55783403(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Doença linfoproliferativa autoimune de Dianzani

ORPHA:275523 · MONDO:0011524
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
30 casos conhecidos
Herança
Unknown
CID-10
D47.9 · Neoplasia de comportamento incerto ou desconhecido dos tecidos linfático, hematopoético e tecidos correlatos, não especificada
OMIM
605233
Início
All ages
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C1854565
Wikidata
Papers 10a
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

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0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata