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Doença neurodegenerativa pós-viral, forma fatal
ORPHA:391343CID-10 · G04.8DOENÇA RARA
Esta doença tem causa genética. Recomendamos procurar um médico geneticista para diagnóstico, exames genéticos e aconselhamento familiar.
Início infantilHerança AR

Doença neurodegenerativa rara e fatal associada a mutações no gene PRF1, com herança autossômica recessiva. Caracteriza-se por progressão neurológica rápida após infecção viral, levando a disfunção multissistêmica e óbito.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · atualizado 13/06/2026Revisão médica pendente
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Visão geral

A Doença neurodegenerativa pós-viral, forma fatal é uma condição genética raríssima, com prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas. Ela se manifesta na infância e segue um curso progressivo e grave, afetando o sistema nervoso central após um gatilho infeccioso viral.[1]

Sinais e sintomas

Os sintomas geralmente começam na infância e incluem neurodegeneração progressiva, frequentemente desencadeada ou agravada por infecções virais. O quadro pode envolver declínio motor e cognitivo, com evolução para formas fatais. Não há dados específicos de fenótipos adicionais disponíveis nas fontes oficiais consultadas.[1]

Causas genéticas

A doença é causada por mutações no gene PRF1 (Perforin-1), com padrão de herança autossômico recessivo. Isso significa que a pessoa precisa herdar uma cópia alterada do gene de cada um dos pais para desenvolver a condição. O gene PRF1 é essencial para a função de células do sistema imunológico, e sua deficiência pode levar a uma resposta inflamatória descontrolada após infecções virais, resultando em dano neurodegenerativo.[1][2]

Diagnóstico

O diagnóstico é confirmado por meio de testes genéticos. O sequenciamento completo do exoma (WES) é o principal procedimento disponível, permitindo a identificação de mutações no gene PRF1. Atualmente, há 336 testes genéticos registrados e 216 variantes catalogadas no ClinVar associadas a esta condição.[1][2]

Tratamento e manejo

Não há tratamento curativo específico para esta doença. O manejo é baseado em suporte clínico e reabilitação. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima, incluindo atendimento em reabilitação para doenças raras e o sequenciamento completo do exoma (WES) para diagnóstico. O acompanhamento deve ser multidisciplinar, com foco em controle de infecções e suporte neurológico.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é reservado, com evolução fatal na infância ou adolescência. A qualidade de vida depende do suporte multidisciplinar e do controle de infecções intercorrentes. A reabilitação contínua pode ajudar a manter funções motoras e cognitivas pelo maior tempo possível.[1]

Fontes numeradas em Referências.

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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EM LINGUAGEM SIMPLES

A **doença neurodegenerativa pós-viral, forma fatal** é uma enfermidade genética muito rara que atinge crianças e inicia seus sinais na infância. Ela tem transmissão autossômica recessiva e está associada a alterações no gene **PRF1**, responsável pela proteína perforina-1. Não há medicamentos específicos aprovados ou dispensados pelo SUS para curar a condição, e ela não consta em protocolos PCDT oficiais. O suporte no Brasil é realizado por meio de procedimentos públicos de reabilitação voltados a doenças raras e suporte clínico integral.

Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes
[1] Orphanet [3] GenCC [4] Ministério da Saúde — lista oficial de…
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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Doença neurodegenerativa rara e fatal associada a mutações no gene PRF1, com herança autossômica recessiva. Caracteriza-se por progressão neurológica rápida após infecção viral, levando a disfunção multissistêmica e óbito.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
2
pacientes catalogados
Início
Childhood
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
2 procedimentos SIGTAPCID-10: G04.8
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
EXAMES E PROCEDIMENTOS RELACIONADOS (2)
•
Sequenciamento completo do exoma (WES)
•
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.

PRF1Perforin-1Disease-causing germline mutation(s) inTolerante
VIAS BIOLÓGICAS (1)
Nuclear events stimulated by ALK signaling in cancer
MECANISMO DE DOENÇA

Hemophagocytic lymphohistiocytosis, familial, 2

A rare disorder characterized by immune dysregulation with hypercytokinemia, defective function of natural killer cell, and massive infiltration of several organs by activated lymphocytes and macrophages. The clinical features of the disease include fever, hepatosplenomegaly, cytopenia, and less frequently neurological abnormalities ranging from irritability and hypotonia to seizures, cranial nerve deficits and ataxia.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Sangue
119.4 TPM
Baço
84.6 TPM
Pulmão
28.8 TPM
Intestino delgado
8.4 TPM
Adipose Visceral Omentum
7.5 TPM
OUTRAS DOENÇAS (6)
lymphoma, non-Hodgkin, familialfamilial hemophagocytic lymphohistiocytosis 2aplastic anemiahereditary hemophagocytic lymphohistiocytosis
HGNC:9360UniProt:P14222

Variantes genéticas (ClinVar)

216 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 PRF1: NM_001083116.3(PRF1):c.382del (p.Asp128fs) ()
🧬 PRF1: NM_001083116.3(PRF1):c.1A>C (p.Met1Leu) ()
🧬 PRF1: NM_001083116.3(PRF1):c.662C>T (p.Thr221Ile) ()
🧬 PRF1: NM_001083116.3(PRF1):c.146A>T (p.Asp49Val) ()
🧬 PRF1: NM_001083116.3(PRF1):c.1420_1432del (p.Ala473_Thr474insTer) ()
Ver todas no ClinVar

Vias biológicas (Reactome)

1 via biológica associada aos genes desta condição.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Doença neurodegenerativa pós-viral, forma fatal

🗺️

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Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

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Associações

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Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu

Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

A condição é causada por mutações genéticas no gene **PRF1**, que produz a proteína perforina-1. A sua transmissão segue um modelo de herança autossômica recessiva herdada dos pais.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

3 fontes citadas no texto · 4 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. MONDO
    purl.obolibrary.org
  2. GARD:21620
    GARD (NIH)
  3. Q55346034
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (2026). Doença neurodegenerativa pós-viral, forma fatal. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/doenca-neurodegenerativa-pos-viral-forma-fatal

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

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Compêndio · Raras BR

Doença neurodegenerativa pós-viral, forma fatal

ORPHA:391343 · MONDO:0018316
🇧🇷 Brasil SUS
SIGTAP
2 procedimentos
Geral
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
2 casos conhecidos
Herança
Autosomal recessive
CID-10
G04.8 · Outras encefalites, mielites e encefalomielites
Início
Childhood
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C4751597
Wikidata

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Rara