Uma encefalite viral causada pelo vírus da encefalite de St. Louis (vírus da encefalite, st. louis), um flavivírus. É transmitida aos seres humanos e a outros vertebrados primordialmente por mosquitos do gênero culex. Os vetores animais primários são aves silvestres e a enfermidade é endêmica nas regiões centro-oeste e sudeste dos Estados Unidos. As infecções podem se limitar a uma doença semelhante à gripe ou se apresentar como meningite asséptica ou encefalite. As manifestações clínicas do quadro encefalítico podem incluir convulsões, letargia, mioclonia, sinais neurológicos focais, coma e morte. (De Adams et al., Principles of Neurology, 6ª ed, p750).
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Encefalite de St. Louis (código CID-10 A83.3, MONDO:0005969) é uma encefalite viral causada pelo vírus da encefalite de St. Louis, um flavivírus. A infecção é transmitida aos seres humanos e a outros vertebrados primordialmente por mosquitos do gênero Culex, tendo como vetores animais primários as aves silvestres. A condição é considerada endêmica nas regiões centro-oeste e sudeste dos Estados Unidos. A prevalência exata é desconhecida e pode afetar indivíduos de todas as idades.[1]
Sinais e sintomas
As manifestações da infecção variam desde uma apresentação clínica semelhante à gripe até quadros de meningite asséptica ou encefalite. No contexto do quadro encefalítico, os sinais e sintomas clínicos podem incluir convulsões, letargia, mioclonia, sinais neurológicos focais, coma e evolução para óbito.[1]
Causas genéticas
Tratamentos citados na literatura
A literatura científica biomédica indexada traz menções a determinados fármacos associados à Encefalite de St. Louis. Essas substâncias decorrem de mineração automatizada de dados e representam termos citados em publicações científicas, não constituindo recomendação de tratamento ou prescrição clínica: Hydrocortisone (5 publicações), Prednisone (5 publicações), Lorazepam (4 publicações), Oxygen (4 publicações), Charcoal (3 publicações), Glucose (3 publicações), Acyclovir (2 publicações), Agmatine (2 publicações), Carnitine (2 publicações) e Dactinomycin (2 publicações).[3]
Prognóstico e qualidade de vida
O curso clínico da infecção pode evoluir com complicações graves do quadro encefalítico, incluindo coma e risco de morte.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
A Encefalite de St. Louis é uma infecção neurológica causada por um vírus transmitido pela picada de mosquitos comuns. A pessoa pode sentir desde sintomas leves semelhantes aos de uma gripe até sinais graves como **letargia** (sonolência profunda), **convulsões** e confusão neurológica. A condição não é genética nem transmitida de pais para filhos, tratando-se de uma doença adquirida no ambiente. Não existem remédios antivirais específicos aprovados para curar o vírus, de modo que o cuidado no SUS é focado em suporte clínico e hospitalar intensivo.
Uma encefalite viral causada pelo vírus da encefalite de St. Louis (vírus da encefalite, st. louis), um flavivírus. É transmitida aos seres humanos e a outros vertebrados primordialmente por mosquitos do gênero culex. Os vetores animais primários são aves silvestres e a enfermidade é endêmica nas regiões centro-oeste e sudeste dos Estados Unidos. As infecções podem se limitar a uma doença semelhante à gripe ou se apresentar como meningite asséptica ou encefalite. As manifestações clínicas do quadro encefalítico podem incluir convulsões, letargia, mioclonia, sinais neurológicos focais, coma e morte. (De Adams et al., Principles of Neurology, 6ª ed, p750).
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Genética e causas
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Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
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Pesquisa ativa
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Pesquisa e ensaios clínicos
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Publicações mais relevantes
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A causa é a infecção provocada pelo vírus da encefalite de St. Louis, pertencente à família dos flavivírus. A transmissão aos seres humanos acontece principalmente pela picada de mosquitos do gênero *Culex* que picaram aves silvestres infectadas.
Referências
Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete
4 fontes citadas no texto · 6 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 5 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Citar este verbete
Raras. (2026). Encefalite de St. Louis. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/encefalite-de-st-louis
Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.
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Encefalite de St. Louis
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata