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Encefalite de St. Louis
ORPHA:83484CID-10 · A83.3CID-11 · 1C86DOENÇA RARA
Esta doença tem causa genética. Recomendamos procurar um médico geneticista para diagnóstico, exames genéticos e aconselhamento familiar.
Início todas idadesHerança Unknown
Também conhecida comoEncefalite de Saint Louis

Uma encefalite viral causada pelo vírus da encefalite de St. Louis (vírus da encefalite, st. louis), um flavivírus. É transmitida aos seres humanos e a outros vertebrados primordialmente por mosquitos do gênero culex. Os vetores animais primários são aves silvestres e a enfermidade é endêmica nas regiões centro-oeste e sudeste dos Estados Unidos. As infecções podem se limitar a uma doença semelhante à gripe ou se apresentar como meningite asséptica ou encefalite. As manifestações clínicas do quadro encefalítico podem incluir convulsões, letargia, mioclonia, sinais neurológicos focais, coma e morte. (De Adams et al., Principles of Neurology, 6ª ed, p750).

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · atualizado 24/09/2026Revisão médica pendente
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Visão geral

A Encefalite de St. Louis (código CID-10 A83.3, MONDO:0005969) é uma encefalite viral causada pelo vírus da encefalite de St. Louis, um flavivírus. A infecção é transmitida aos seres humanos e a outros vertebrados primordialmente por mosquitos do gênero Culex, tendo como vetores animais primários as aves silvestres. A condição é considerada endêmica nas regiões centro-oeste e sudeste dos Estados Unidos. A prevalência exata é desconhecida e pode afetar indivíduos de todas as idades.[1]

Sinais e sintomas

As manifestações da infecção variam desde uma apresentação clínica semelhante à gripe até quadros de meningite asséptica ou encefalite. No contexto do quadro encefalítico, os sinais e sintomas clínicos podem incluir convulsões, letargia, mioclonia, sinais neurológicos focais, coma e evolução para óbito.[1]

Causas genéticas

A Encefalite de St. Louis é uma infecção de origem viral e não possui padrão de herança genética aplicável, não havendo genes causais catalogados associados à condição.[1][2]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica biomédica indexada traz menções a determinados fármacos associados à Encefalite de St. Louis. Essas substâncias decorrem de mineração automatizada de dados e representam termos citados em publicações científicas, não constituindo recomendação de tratamento ou prescrição clínica: Hydrocortisone (5 publicações), Prednisone (5 publicações), Lorazepam (4 publicações), Oxygen (4 publicações), Charcoal (3 publicações), Glucose (3 publicações), Acyclovir (2 publicações), Agmatine (2 publicações), Carnitine (2 publicações) e Dactinomycin (2 publicações).[3]

Prognóstico e qualidade de vida

O curso clínico da infecção pode evoluir com complicações graves do quadro encefalítico, incluindo coma e risco de morte.[1]

Fontes numeradas em Referências.

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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EM LINGUAGEM SIMPLES

A Encefalite de St. Louis é uma infecção neurológica causada por um vírus transmitido pela picada de mosquitos comuns. A pessoa pode sentir desde sintomas leves semelhantes aos de uma gripe até sinais graves como **letargia** (sonolência profunda), **convulsões** e confusão neurológica. A condição não é genética nem transmitida de pais para filhos, tratando-se de uma doença adquirida no ambiente. Não existem remédios antivirais específicos aprovados para curar o vírus, de modo que o cuidado no SUS é focado em suporte clínico e hospitalar intensivo.

Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes
[1] Orphanet [17] Ministério da Saúde — lista oficial de…
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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Uma encefalite viral causada pelo vírus da encefalite de St. Louis (vírus da encefalite, st. louis), um flavivírus. É transmitida aos seres humanos e a outros vertebrados primordialmente por mosquitos do gênero culex. Os vetores animais primários são aves silvestres e a enfermidade é endêmica nas regiões centro-oeste e sudeste dos Estados Unidos. As infecções podem se limitar a uma doença semelhante à gripe ou se apresentar como meningite asséptica ou encefalite. As manifestações clínicas do quadro encefalítico podem incluir convulsões, letargia, mioclonia, sinais neurológicos focais, coma e morte. (De Adams et al., Principles of Neurology, 6ª ed, p750).

Publicações científicas
896 artigos
Último publicado: 2026 Apr

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
Unknown
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Início
All ages
🏥
SUS: Sem cobertura SUSScore: 0%
CID-10: A83.3
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Timeline de publicações
149 papers (10 anos)

Mostrando amostra de 1 publicações de um total de 149

#1

Haemovigilance survey and screening strategy for arthropod-borne viruses in blood donors from Argentina.

Journal of medical virology2024 Feb

Arthropod-borne viruses (arboviruses) count among emerging infections, which represent a major challenge for transfusion safety worldwide. To assess the risk of arboviruses-transmission by transfusion (ATT), we performed a survey to evaluate the potential threat for transfusion safety. Samples were retrospectively and randomly collected from donors who donated during the peak of dengue incidence in Cordoba (years: 2016 and 2019-2022). A cost-efficient strategy for molecular screening was implemented with a nucleic acid test (NAT) configured with Flavivirus and Alphavirus-universal degenerated primers targeting conserved gene regions. Besides, we evaluated the neutralizing antibody (NAb) prevalence by plaque reduction neutralization test (PRNT). A total of 1438 samples were collected. Among the NAT-screened samples, one resulted positive for Flavivirus detection. Subsequent sequencing of the PCR product revealed Saint Louis Encephalitis Virus (SLEV) infection (GeneBank accession number OR236721). NAb prevalence was 2.95% for anti-Dengue, 9.94% anti-SLEV, 1.09% anti-West Nile Virus, and 0% anti-Chikungunya. One of the NAb-positive samples also resulted positive for IgM against SLEV but negative by ARN detection. This is the first haemovigilance study developed in Argentina that evaluates the potential risk of ATT and the first research to determine the prevalence of NAb against Flavivirus through PNRT to avoid possible cross-reactions between Ab against Flavivirus. Herein, the finding of one SLEV-viremic donor and the detection of anti-SLEV IgM in a different donor demonstrated a potential threat for transfusion safety and emphasized the need for increased vigilance and proactive measures to ensure the safety of blood supplies.

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A causa é a infecção provocada pelo vírus da encefalite de St. Louis, pertencente à família dos flavivírus. A transmissão aos seres humanos acontece principalmente pela picada de mosquitos do gênero *Culex* que picaram aves silvestres infectadas.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

4 fontes citadas no texto · 6 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 5 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. MONDO
    purl.obolibrary.org
  2. GARD:19041
    GARD (NIH)
  3. Q567660
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (2026). Encefalite de St. Louis. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/encefalite-de-st-louis

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Encefalite de St. Louis
Compêndio · Raras BR

Encefalite de St. Louis

ORPHA:83484 · MONDO:0005969
Prevalência
Unknown
Herança
Not applicable
CID-10
A83.3 · Encefalite de St. Louis
CID-11
Início
All ages
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C0014060
EuropePMC
Wikidata
Wikipedia
Papers 10a

📋 Origem dos dados

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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Rara