Encefalomiopatia mitocondrial infantil rara, de herança autossômica recessiva, causada por mutações no gene FASTKD2. Afeta o cérebro e músculos, levando a atraso no desenvolvimento, fraqueza e problemas neurológicos.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A encefalomiopatia mitocondrial da infância FASTKD2-relacionada é uma doença genética rara que afeta principalmente o sistema nervoso e os músculos. Ela faz parte do grupo das doenças mitocondriais, ou seja, condições causadas por disfunção das mitocôndrias — as estruturas responsáveis pela produção de energia nas células. A doença tem início na infância, podendo se manifestar já no período neonatal ou na adolescência. Sua prevalência é estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas.[1]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas da doença variam de pessoa para pessoa, mas geralmente envolvem comprometimento do sistema nervoso central (encefalopatia) e dos músculos (miopatia). Podem incluir fraqueza muscular, atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, convulsões e dificuldades respiratórias. Como a doença é muito rara, o quadro clínico completo ainda está sendo descrito pela comunidade médica.[1]
Causas genéticas
A doença é causada por mutações no gene FASTKD2 (FAST kinase domain-containing protein 2, mitochondrial). Esse gene fornece instruções para a produção de uma proteína que atua dentro das mitocôndrias. A herança é autossômica recessiva, o que significa que a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a doença.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica e confirmado por testes genéticos. O sequenciamento completo do exoma (WES) é o principal exame utilizado para identificar mutações no gene FASTKD2. Atualmente, há 99 variantes do gene FASTKD2 registradas no ClinVar, um banco de dados internacional de variantes genéticas. O diagnóstico precoce é importante para orientar o acompanhamento e o suporte ao paciente e à família.[1][3]
Tratamento e manejo
Não existe cura específica para a encefalomiopatia mitocondrial da infância FASTKD2-relacionada. O tratamento é de suporte e visa aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. Pode incluir fisioterapia, terapia ocupacional, suporte nutricional e acompanhamento multidisciplinar. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para o atendimento em reabilitação voltado a doenças raras, além do sequenciamento completo do exoma (WES) para diagnóstico genético. É fundamental que o tratamento seja individualizado e coordenado por uma equipe médica especializada.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia conforme a gravidade dos sintomas e a idade de início. Como a doença é muito rara, não há dados consolidados sobre a expectativa de vida. O acompanhamento regular com neurologista, geneticista e equipe de reabilitação é essencial para oferecer suporte adequado e maximizar a qualidade de vida do paciente e de sua família.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Encefalomiopatia mitocondrial infantil rara, de herança autossômica recessiva, causada por mutações no gene FASTKD2. Afeta o cérebro e músculos, levando a atraso no desenvolvimento, fraqueza e problemas neurológicos.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A encefalomiopatia mitocondrial da infância FASTKD2-relacionada é uma doença genética rara que afeta principalmente o sistema nervoso e os músculos. Ela faz parte do grupo das doenças mitocondriais, ou seja, condições causadas por disfunção das mitocôndrias — as estruturas responsáveis pela produção de energia nas células. A doença tem início na infância, podendo se manifestar já no período neonatal ou na adolescência. Sua prevalência é estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas.[1]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas da doença variam de pessoa para pessoa, mas geralmente envolvem comprometimento do sistema nervoso central (encefalopatia) e dos músculos (miopatia). Podem incluir fraqueza muscular, atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, convulsões e dificuldades respiratórias. Como a doença é muito rara, o quadro clínico completo ainda está sendo descrito pela comunidade médica.[1]
Causas genéticas
A doença é causada por mutações no gene FASTKD2 (FAST kinase domain-containing protein 2, mitochondrial). Esse gene fornece instruções para a produção de uma proteína que atua dentro das mitocôndrias. A herança é autossômica recessiva, o que significa que a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a doença.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica e confirmado por testes genéticos. O sequenciamento completo do exoma (WES) é o principal exame utilizado para identificar mutações no gene FASTKD2. Atualmente, há 99 variantes do gene FASTKD2 registradas no ClinVar, um banco de dados internacional de variantes genéticas. O diagnóstico precoce é importante para orientar o acompanhamento e o suporte ao paciente e à família.[1][3]
Tratamento e manejo
Não existe cura específica para a encefalomiopatia mitocondrial da infância FASTKD2-relacionada. O tratamento é de suporte e visa aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. Pode incluir fisioterapia, terapia ocupacional, suporte nutricional e acompanhamento multidisciplinar. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para o atendimento em reabilitação voltado a doenças raras, além do sequenciamento completo do exoma (WES) para diagnóstico genético. É fundamental que o tratamento seja individualizado e coordenado por uma equipe médica especializada.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia conforme a gravidade dos sintomas e a idade de início. Como a doença é muito rara, não há dados consolidados sobre a expectativa de vida. O acompanhamento regular com neurologista, geneticista e equipe de reabilitação é essencial para oferecer suporte adequado e maximizar a qualidade de vida do paciente e de sua família.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.
Curadoria gene-doença
fontes oficiaisPlays an important role in assembly of the mitochondrial large ribosomal subunit (PubMed:25683715). As a component of a functional protein-RNA module, consisting of RCC1L, NGRN, RPUSD3, RPUSD4, TRUB2, FASTKD2 and 16S mitochondrial ribosomal RNA (16S mt-rRNA), controls 16S mt-rRNA abundance and is required for intra-mitochondrial translation (PubMed:25683715, PubMed:26370583, PubMed:27667664). May play a role in mitochondrial apoptosis
Mitochondrion matrix, mitochondrion nucleoidMitochondrion matrix
Combined oxidative phosphorylation deficiency 44
An autosomal recessive mitochondrial disorder characterized by onset in infancy or early childhood of global developmental delay, hypotonia, and abnormal movements. Combined oxidative phosphorylation deficiency is present in skeletal muscle. Most patients have seizures associated with status epilepticus. Additional variable features include optic atrophy, hypertrophic cardiomyopathy, stroke-like episodes, and increased lactate levels in serum and cerebrospinal fluid.
Variantes genéticas (ClinVar)
99 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
3 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Encefalomiopatia mitocondrial da infância FASTKD2-relacionada
Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Associações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
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Comunidades
Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras
Ainda não existe comunidade no Raras para Encefalomiopatia mitocondrial da infância FASTKD2-relacionada
Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.
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Fazer loginDoenças relacionadas
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:166105(Orphanet)
- MONDO:0015632(MONDO)
- GARD:17026(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Q55785608(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
Encefalomiopatia mitocondrial da infância FASTKD2-relacionada
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata