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Epilepsia parcial benigna da infância com generalização secundária
ORPHA:166302PCDT · SUSDOENÇA RARA

A epilepsia parcial benigna com crises secundariamente generalizadas na infância é uma síndrome epiléptica infantil rara caracterizada por crises que se apresentam com parada motora e olhar fixo. Elas são seguidas por convulsões tônico-clônicas generalizadas, com EEG interictal normal e descargas paroxísticas focais seguidas por generalização no EEG ictal. As crises geralmente ocorrem em agrupamentos e são responsivas ao tratamento. O desenvolvimento psicomotor é normal.

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Introdução

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Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · atualizado 04/06/2026Revisão médica pendente
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Visão geral

A Epilepsia parcial benigna da infância com generalização secundária é uma síndrome epiléptica infantil rara, caracterizada por crises que começam em uma área localizada do cérebro (crises focais) e, em seguida, se espalham para ambos os hemisférios, resultando em uma crise generalizada. As crises geralmente ocorrem em salvas (várias em um curto período) e respondem bem ao tratamento. O desenvolvimento psicomotor das crianças afetadas é normal.[1]

Sinais e sintomas

As crises típicas começam com uma parada dos movimentos e um olhar fixo (crise focal). Em seguida, evoluem para uma crise generalizada tônico-clônica (convulsão com rigidez e movimentos rítmicos). Entre as crises, o eletroencefalograma (EEG) é normal. Durante a crise, o EEG mostra descargas paroxísticas focais seguidas de generalização.[1]

Causas genéticas

Até o momento, não há informações disponíveis sobre genes específicos ou padrões de herança associados a esta síndrome. A causa genética ainda não foi identificada.[1][2]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado nas características clínicas das crises (início focal com generalização secundária) e nos achados do EEG, que mostra atividade normal entre as crises e descargas focais durante a crise. Não há testes genéticos específicos disponíveis para confirmar o diagnóstico.[1][2]

Tratamento e manejo

As crises geralmente respondem bem ao tratamento com medicamentos anticonvulsivantes. A escolha do medicamento deve ser individualizada e acompanhada por um médico neurologista. O tratamento visa controlar as crises e permitir o desenvolvimento normal da criança.[1]

Tratamentos citados na literatura

Não há dados disponíveis nos fatos fornecidos sobre tratamentos especificamente citados na literatura para esta síndrome. As informações sobre medicamentos listados no grafo (como carbamazepina, lamotrigina, levetiracetam, entre outros) são associações gerais mineradas de bases de dados e não representam recomendações específicas para esta condição.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é favorável. As crises tendem a ser controladas com tratamento e o desenvolvimento psicomotor é normal. A síndrome é considerada benigna, com boa qualidade de vida para a maioria das crianças afetadas.[1]

Fontes numeradas em Referências.

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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EM LINGUAGEM SIMPLES

A epilepsia parcial benigna da infância com generalização secundária é uma síndrome rara que causa convulsões em crianças pequenas. Os episódios costumam começar com uma pausa repentina dos movimentos corporais e um olhar fixo, evoluindo em seguida para tremores e contrações em todo o corpo. As crises habitualmente surgem em grupos, respondem de forma favorável aos tratamentos e não afetam o desenvolvimento psicomotor da criança, que se mantém normal. No Brasil, existem medicamentos registrados na Anvisa, e o SUS possui diretrizes gerais através do PCDT de Epilepsia, embora a doença não conste na lista específica de doenças raras.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

A epilepsia parcial benigna com crises secundariamente generalizadas na infância é uma síndrome epiléptica infantil rara caracterizada por crises que se apresentam com parada motora e olhar fixo. Elas são seguidas por convulsões tônico-clônicas generalizadas, com EEG interictal normal e descargas paroxísticas focais seguidas por generalização no EEG ictal. As crises geralmente ocorrem em agrupamentos e são responsivas ao tratamento. O desenvolvimento psicomotor é normal.

Medicamentos
20 com registro
LAMOTRIGINA, LAMITOR CD, FORLUT

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As crises costumam iniciar com uma parada dos movimentos associada a um olhar fixo. Em seguida, a crise progride para convulsões tônico-clônicas generalizadas que acometem o corpo. Além disso, os episódios acontecem com frequência em agrupamentos.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

3 fontes citadas no texto · 4 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. MONDO
    purl.obolibrary.org
  2. Epilepsia
    PCDT · Ministério da Saúde
  3. GARD:20073
    GARD (NIH)
  4. Q55785613
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (2026). Epilepsia parcial benigna da infância com generalização secundária. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/epilepsia-parcial-benigna-da-infancia-com-generalizacao-secundaria

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

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Compêndio · Raras BR

Epilepsia parcial benigna da infância com generalização secundária

ORPHA:166302 · MONDO:0015639
🇧🇷 Brasil SUS
Geral
MedGen
UMLS
C4749728
Repurposing
31 candidatos
aminohydroxybutyric-acid — carbonic anhydrase inhibitor
diclofenamide — succinimide antiepileptic
ethosuximide — glutamate receptor antagonist
+17 outros
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📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Rara