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Espasmos epilépticos criptogênicos de início tardio
ORPHA:163708CID-10 · G40.4CID-11 · 8A61.2YDOENÇA RARA
Início infantil

A síndrome de espasmos epilépticos infantis (SEEI), anteriormente conhecida como síndrome de West, requer a inclusão de espasmos epilépticos para o diagnóstico. Os espasmos epilépticos (também conhecidos como espasmos infantis) também podem ocorrer fora de uma síndrome (ou seja, na ausência de hipsarritmia e regressão cognitiva) - notavelmente em associação com distúrbios cerebrais graves (por exemplo, lisencefalia).

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 04/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

Os Espasmos Epilépticos Criptogênicos de Início Tardio são uma síndrome epiléptica rara caracterizada por espasmos epilépticos que começam após o primeiro ano de vida (início tardio). Esses espasmos ocorrem em salvas (grupos) e estão frequentemente associados a crises tônicas, ausências atípicas e deterioração cognitiva. Dificuldades de linguagem e problemas comportamentais também são comuns. O eletroencefalograma (EEG) mostra um foco de ondas lentas ou pontas em regiões temporais ou temporofrontais, combinado com pontas-ondas síncronas, sem a presença de hipsarritmia ou alteração do ritmo de fundo.[1]

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas incluem espasmos epilépticos que começam após 1 ano de idade, geralmente em salvas. Podem ocorrer crises tônicas (rigidez muscular súbita) e ausências atípicas (breves lapsos de consciência). A síndrome também está associada a deterioração cognitiva, dificuldades de linguagem e problemas comportamentais.[1]

Causas genéticas

Até o momento, não há genes específicos identificados como causa direta dos Espasmos Epilépticos Criptogênicos de Início Tardio. A condição é classificada como criptogênica, o que significa que a causa subjacente não é claramente identificada, embora possa haver uma base genética ainda não descoberta.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas e no padrão característico do eletroencefalograma (EEG), que mostra um foco de ondas lentas ou pontas em regiões temporais ou temporofrontais, com pontas-ondas síncronas, sem hipsarritmia. Exames genéticos, como o sequenciamento completo do exoma (WES), podem ser realizados para investigar causas genéticas subjacentes, embora a maioria dos casos não tenha uma mutação identificada.[1][3]

Tratamento e manejo

O manejo dos Espasmos Epilépticos Criptogênicos de Início Tardio é individualizado e deve ser conduzido por um neurologista especializado. O tratamento geralmente envolve medicamentos anticonvulsivantes para controlar as crises. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para esta condição, incluindo o sequenciamento completo do exoma (WES) e atendimento em reabilitação para doenças raras. É importante que o paciente tenha acompanhamento multidisciplinar, incluindo fonoaudiologia, terapia ocupacional e suporte educacional, para lidar com as dificuldades de linguagem e comportamentais.[1]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica, por meio de mineração de dados (PubTator3), associa os seguintes fármacos a esta condição, mas é importante destacar que essas são associações mineradas de publicações científicas e não representam recomendações de tratamento. O número de publicações entre parênteses indica a frequência com que cada substância aparece nos estudos: adiphenine (1), baclofen (1), chlorphensin-carbamate (1), cyclobenzaprine (1), dantrolene (1), diphemanil (1), drofenine (1), eperisone (1), ethaverine (1), fenoverine (1), flopropione (1), imidafenacin (1), levomenol (1), moxaverine (1), phloroglucin (1), pipenzolate (1), piperidolate (1), tiquizium (1), tizanidine (1), vigabatrin (1).[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico dos Espasmos Epilépticos Criptogênicos de Início Tardio é variável. A condição está associada a deterioração cognitiva e dificuldades de linguagem e comportamento, o que pode impactar significativamente a qualidade de vida. O controle das crises com medicamentos e o suporte multidisciplinar são fundamentais para melhorar o desenvolvimento e o bem-estar do paciente.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋
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A síndrome de espasmos epilépticos infantis (SEEI), anteriormente conhecida como síndrome de West, requer a inclusão de espasmos epilépticos para o diagnóstico. Os espasmos epilépticos (também conhecidos como espasmos infantis) também podem ocorrer fora de uma síndrome (ou seja, na ausência de hipsarritmia e regressão cognitiva) - notavelmente em associação com distúrbios cerebrais graves (por exemplo, lisencefalia).

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
Unknown
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Início
Childhood
🏥
SUS: Cobertura parcialScore: 15%
CID-10: G40.4
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (2)
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)genetic_test
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças rarasrehabilitation
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

Os Espasmos Epilépticos Criptogênicos de Início Tardio são uma síndrome epiléptica rara caracterizada por espasmos epilépticos que começam após o primeiro ano de vida (início tardio). Esses espasmos ocorrem em salvas (grupos) e estão frequentemente associados a crises tônicas, ausências atípicas e deterioração cognitiva. Dificuldades de linguagem e problemas comportamentais também são comuns. O eletroencefalograma (EEG) mostra um foco de ondas lentas ou pontas em regiões temporais ou temporofrontais, combinado com pontas-ondas síncronas, sem a presença de hipsarritmia ou alteração do ritmo de fundo.[1]

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas incluem espasmos epilépticos que começam após 1 ano de idade, geralmente em salvas. Podem ocorrer crises tônicas (rigidez muscular súbita) e ausências atípicas (breves lapsos de consciência). A síndrome também está associada a deterioração cognitiva, dificuldades de linguagem e problemas comportamentais.[1]

Causas genéticas

Até o momento, não há genes específicos identificados como causa direta dos Espasmos Epilépticos Criptogênicos de Início Tardio. A condição é classificada como criptogênica, o que significa que a causa subjacente não é claramente identificada, embora possa haver uma base genética ainda não descoberta.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas e no padrão característico do eletroencefalograma (EEG), que mostra um foco de ondas lentas ou pontas em regiões temporais ou temporofrontais, com pontas-ondas síncronas, sem hipsarritmia. Exames genéticos, como o sequenciamento completo do exoma (WES), podem ser realizados para investigar causas genéticas subjacentes, embora a maioria dos casos não tenha uma mutação identificada.[1][3]

Tratamento e manejo

O manejo dos Espasmos Epilépticos Criptogênicos de Início Tardio é individualizado e deve ser conduzido por um neurologista especializado. O tratamento geralmente envolve medicamentos anticonvulsivantes para controlar as crises. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para esta condição, incluindo o sequenciamento completo do exoma (WES) e atendimento em reabilitação para doenças raras. É importante que o paciente tenha acompanhamento multidisciplinar, incluindo fonoaudiologia, terapia ocupacional e suporte educacional, para lidar com as dificuldades de linguagem e comportamentais.[1]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica, por meio de mineração de dados (PubTator3), associa os seguintes fármacos a esta condição, mas é importante destacar que essas são associações mineradas de publicações científicas e não representam recomendações de tratamento. O número de publicações entre parênteses indica a frequência com que cada substância aparece nos estudos: adiphenine (1), baclofen (1), chlorphensin-carbamate (1), cyclobenzaprine (1), dantrolene (1), diphemanil (1), drofenine (1), eperisone (1), ethaverine (1), fenoverine (1), flopropione (1), imidafenacin (1), levomenol (1), moxaverine (1), phloroglucin (1), pipenzolate (1), piperidolate (1), tiquizium (1), tizanidine (1), vigabatrin (1).[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico dos Espasmos Epilépticos Criptogênicos de Início Tardio é variável. A condição está associada a deterioração cognitiva e dificuldades de linguagem e comportamento, o que pode impactar significativamente a qualidade de vida. O controle das crises com medicamentos e o suporte multidisciplinar são fundamentais para melhorar o desenvolvimento e o bem-estar do paciente.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Linha do tempo da pesquisa

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Anos de pesquisa8
Últimos 10 anos1publicações
Pico20181 papers
Linha do tempo
20202018Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

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Diagnóstico

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🇧🇷 Atendimento SUS — Espasmos epilépticos criptogênicos de início tardio

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Pesquisa e ensaios clínicos

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
0 papers (10 anos)
#1

[Cryptogenic West syndrome: Clinical profile, response to treatment and prognostic factors].

Anales de pediatria2018 Sep

West syndrome (WS) is an age-dependent epileptic encephalopathy in which the prognosis varies according to the, not always identified, underlying origin. To define the profile of cryptogenic (a least studied isolated sub-group) WS, in Spain. To study its outcome, response to different treatments, and to establish prognostic factors. The study included a review of the medical records of 16 patients diagnosed with cryptogenic WS during the period, 2000-2015. The mean follow-up time was 6.6 years, with a minimum of 2 years. The large majority (11/16) were male. The mean age at onset was 6 months, and 6/16 had a family history of idiopathic epilepsy. The first line treatment with vigabatrin had an electrical-clinical response in 5/16 patients, with the remaining cases responding to adrenocorticotropic hormone (ACTH). Almost half (44%) of the patients progressed to other types of epilepsy, with no difference between those treated with vigabatrin or ACTH. A greater number of adverse effects were obtained with ACTH, with no retinal involvement being observed with vigabatrin. The aetiological cause was found in 2/16. Being female, late onset, and early control of the hypsarrhythmia, were factors of a good prognosis. The overall prognosis of cryptogenic WS was more serious than expected. Although the incidence of Lennox-Gastaut syndrome was low, the progression to focal epilepsy was the most common, with it appearing within the first 2 years of the diagnosis. The initial response to vigabatrin was lower than expected, but the long-term result was comparable to ACTH.

Publicações recentes

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. [Cryptogenic West syndrome: Clinical profile, response to treatment and prognostic factors].
    Anales de pediatria· 2018· PMID 29223473mais citado
  2. Typical absence status epilepticus in older people: syndromic delineation.
    Epileptic Disord· 2022· PMID 35653081recente
  3. Brain morphological and microstructural features in cryptogenic late-onset temporal lobe epilepsy: a structural and diffusion MRI study.
    Neuroradiology· 2018· PMID 29654334recente
  4. Late-onset epileptic spasms: clinical evidence and outcome in 34 patients.
    J Child Neurol· 2015· PMID 24907139recente
  5. Antithyroid antibodies as a potential marker of autoimmune-mediated late onset temporal lobe epilepsy.
    Clin Neurol Neurosurg· 2014· PMID 24793474recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:163708(Orphanet)
  2. MONDO:0015585(MONDO)
  3. GARD:20050(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q55785572(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Espasmos epilépticos criptogênicos de início tardio
Compêndio · Raras BR

Espasmos epilépticos criptogênicos de início tardio

ORPHA:163708 · MONDO:0015585
Prevalência
Unknown
CID-10
G40.4 · Outras epilepsias e síndromes epilépticas generalizadas
CID-11
Início
Childhood
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C4755310
Repurposing
20 candidatos
adiphenineacetylcholine receptor antagonist
baclofenbenzodiazepine receptor agonist
chlorphensin-carbamatemuscle relaxant
+17 outros
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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata