Condição rara onde o seio coronário, vaso que drena sangue do coração, apresenta estreitamento. Pode causar dor torácica, dispneia e arritmias, impactando o fluxo sanguíneo cardíaco.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A estenose do seio coronário é uma condição rara caracterizada pelo estreitamento (estenose) do seio coronário, uma estrutura venosa localizada no coração que coleta o sangue venoso da maior parte do músculo cardíaco (miocárdio) e o direciona para o átrio direito. Essa condição é classificada como um defeito congênito do coração, especificamente uma malformação das grandes veias, e está codificada na Classificação Internacional de Doenças (CID-10) sob o código Q21.1. A base de dados MONDO a identifica pelo código MONDO:0020446.[1][2]
Sinais e sintomas
As informações disponíveis sobre os sinais e sintomas específicos da estenose do seio coronário são limitadas. Não há dados registrados sobre fenótipos (manifestações clínicas) associados a esta condição nas fontes oficiais consultadas. A ausência de informações pode refletir a raridade da condição e a necessidade de mais estudos clínicos.[1]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico da estenose do seio coronário é geralmente realizado por meio de exames de imagem cardíaca, como ecocardiograma, ressonância magnética ou angiografia coronariana, que podem identificar o estreitamento do seio coronário. Embora não existam testes genéticos específicos para esta condição, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece uma cobertura mínima que inclui procedimentos como cariótipo (bandas G, Q ou R), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína, que podem ser utilizados no contexto de investigação de malformações congênitas associadas.[1]
Tratamento e manejo
O manejo da estenose do seio coronário depende da gravidade do estreitamento e dos sintomas apresentados. As opções de tratamento podem incluir acompanhamento clínico regular, medicamentos para controle de sintomas (como diuréticos ou antiarrítmicos) e, em casos mais graves, procedimentos intervencionistas como angioplastia com stent ou cirurgia corretiva. O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras como parte do suporte multidisciplinar. É fundamental que o tratamento seja individualizado e discutido com uma equipe médica especializada em cardiologia e doenças raras.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
Não há dados específicos sobre o prognóstico e a qualidade de vida para pessoas com estenose do seio coronário nas fontes oficiais consultadas. O prognóstico provavelmente varia conforme a gravidade da estenose, a presença de outras malformações cardíacas associadas e a resposta ao tratamento. O acompanhamento regular com um cardiologista é essencial para monitorar a evolução da condição e ajustar o plano de cuidados.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Condição rara onde o seio coronário, vaso que drena sangue do coração, apresenta estreitamento. Pode causar dor torácica, dispneia e arritmias, impactando o fluxo sanguíneo cardíaco.
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A estenose do seio coronário é uma condição rara caracterizada pelo estreitamento (estenose) do seio coronário, uma estrutura venosa localizada no coração que coleta o sangue venoso da maior parte do músculo cardíaco (miocárdio) e o direciona para o átrio direito. Essa condição é classificada como um defeito congênito do coração, especificamente uma malformação das grandes veias, e está codificada na Classificação Internacional de Doenças (CID-10) sob o código Q21.1. A base de dados MONDO a identifica pelo código MONDO:0020446.[1][2]
Sinais e sintomas
As informações disponíveis sobre os sinais e sintomas específicos da estenose do seio coronário são limitadas. Não há dados registrados sobre fenótipos (manifestações clínicas) associados a esta condição nas fontes oficiais consultadas. A ausência de informações pode refletir a raridade da condição e a necessidade de mais estudos clínicos.[1]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico da estenose do seio coronário é geralmente realizado por meio de exames de imagem cardíaca, como ecocardiograma, ressonância magnética ou angiografia coronariana, que podem identificar o estreitamento do seio coronário. Embora não existam testes genéticos específicos para esta condição, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece uma cobertura mínima que inclui procedimentos como cariótipo (bandas G, Q ou R), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína, que podem ser utilizados no contexto de investigação de malformações congênitas associadas.[1]
Tratamento e manejo
O manejo da estenose do seio coronário depende da gravidade do estreitamento e dos sintomas apresentados. As opções de tratamento podem incluir acompanhamento clínico regular, medicamentos para controle de sintomas (como diuréticos ou antiarrítmicos) e, em casos mais graves, procedimentos intervencionistas como angioplastia com stent ou cirurgia corretiva. O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras como parte do suporte multidisciplinar. É fundamental que o tratamento seja individualizado e discutido com uma equipe médica especializada em cardiologia e doenças raras.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
Não há dados específicos sobre o prognóstico e a qualidade de vida para pessoas com estenose do seio coronário nas fontes oficiais consultadas. O prognóstico provavelmente varia conforme a gravidade da estenose, a presença de outras malformações cardíacas associadas e a resposta ao tratamento. O acompanhamento regular com um cardiologista é essencial para monitorar a evolução da condição e ajustar o plano de cuidados.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Estenose do seio coronário
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Publicações mais relevantes
An unusual pair: coronary artery fistula and coronary sinus ostium stenosis as a cause of refractory angina.
Este artigo descreve o caso raro de uma paciente idosa com angina persistente causada pela combinação incomum de uma fístula da artéria coronária e estenose do óstio do seio coronário. Esta estenose elevou a pressão na circulação venosa do coração, comprometendo a perfusão cardíaca apesar de artérias coronárias desobstruídas, com o diagnóstico sendo sugerido pela dilatação do seio coronário em exames de imagem. O tratamento bem-sucedido foi realizado por angioplastia percutânea com balão, uma abordagem minimamente invasiva pioneira para esta condição, destacando uma causa rara, mas tratável, de angina refratária para médicos e uma nova opção para pacientes.
🇧🇷 traduzidoRisk of Coronary Sinus Stenosis After Epicardial Radiofrequency Ablation for Mitral Isthmus Linear Ablation.
Supraventricular tachycardia in patients with coronary sinus stenosis/atresia: Prevalence, anatomical features, and ablation outcomes.
Este estudo demonstra que pacientes com taquicardia supraventricular (TSV) e anomalias do seio coronário (estenose ou atresia) podem ser tratados com sucesso por procedimentos eletrofisiológicos. Apesar dos desafios anatômicos, esses procedimentos se mostraram viáveis e altamente eficazes, com uma taxa de sucesso aguda de 100% e baixa recorrência a longo prazo. Para médicos, uma estratégia de mapeamento individualizada, guiada pelos diferentes padrões de drenagem do seio coronário, é crucial para otimizar os resultados.
🇧🇷 traduzidoCoronary sinus stenosis: an underdiagnosed cause for paediatric exertional chest pain.
A estenose do seio coronário é uma causa subdiagnosticada, mas potencialmente fatal, de dor torácica em crianças durante o esforço físico. Este artigo, através da análise de três casos pediátricos, enfatiza a importância crucial de médicos e pacientes reconhecerem seus sintomas para um diagnóstico e tratamento precoces, visando evitar complicações graves.
🇧🇷 traduzidoCoronary Sinus Stenosis With Right Coronary Artery to Coronary Sinus Fistula.
Este artigo descreve um caso raro de anomalia cardíaca onde uma fístula da artéria coronária (uma conexão anormal) coexistia com um estreitamento no seio coronário (estenose), causando um derrame pericárdico recorrente em uma mulher grávida. Para pacientes, é importante saber que condições cardíacas raras como esta podem surgir e ser tratadas, mesmo durante a gravidez. Para médicos, o caso destaca a complexidade do diagnóstico e a importância da intervenção cirúrgica para fechar a fístula e remover a estenose, resolvendo os sintomas graves.
🇧🇷 traduzidoPublicações recentes
An unusual pair: coronary artery fistula and coronary sinus ostium stenosis as a cause of refractory angina.
Supraventricular tachycardia in patients with coronary sinus stenosis/atresia: Prevalence, anatomical features, and ablation outcomes.
Risk of Coronary Sinus Stenosis After Epicardial Radiofrequency Ablation for Mitral Isthmus Linear Ablation.
Coronary sinus stenosis: an underdiagnosed cause for paediatric exertional chest pain.
Direct His bundle pacing using retrograde mapping in complete heart block and L-transposition of the great arteries.
📚 EuropePMC12 artigos no totalmostrando 12
An unusual pair: coronary artery fistula and coronary sinus ostium stenosis as a cause of refractory angina.
European heart journal. Case reportsSupraventricular tachycardia in patients with coronary sinus stenosis/atresia: Prevalence, anatomical features, and ablation outcomes.
Journal of cardiovascular electrophysiologyRisk of Coronary Sinus Stenosis After Epicardial Radiofrequency Ablation for Mitral Isthmus Linear Ablation.
Circulation. Arrhythmia and electrophysiologyCoronary sinus stenosis: an underdiagnosed cause for paediatric exertional chest pain.
Cardiology in the youngDirect His bundle pacing using retrograde mapping in complete heart block and L-transposition of the great arteries.
HeartRhythm case reportsCoronary Sinus Stenosis With Right Coronary Artery to Coronary Sinus Fistula.
The Annals of thoracic surgeryCoronary sinus injury resulting from endarterectomy during multivessel bypass surgery.
Interactive cardiovascular and thoracic surgeryCongenital coronary sinus stenosis.
Echocardiography (Mount Kisco, N.Y.)Coronary Sinus Stenosis as Collateral Damage of Radiofrequency Ablation in Patients With Atrial Fibrillation.
JACC. Clinical electrophysiologyA Case of Complete Unroofed Coronary Sinus Syndrome Combined With Coronary Sinus Stenosis Leading to Asymptomatic Presentation.
Iranian journal of radiology : a quarterly journal published by the Iranian Radiological SocietyPoor Left Ventricular Performance in a Child With Coronary Sinus Stenosis: Successful Surgical Repair.
The Annals of thoracic surgeryPercutaneous mitral annuloplasty in a patient with coronary sinus stenosis and coronary artery compression during procedure; they will not interfere.
International journal of cardiologyAssociações
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
- An unusual pair: coronary artery fistula and coronary sinus ostium stenosis as a cause of refractory angina.
- Risk of Coronary Sinus Stenosis After Epicardial Radiofrequency Ablation for Mitral Isthmus Linear Ablation.
- Supraventricular tachycardia in patients with coronary sinus stenosis/atresia: Prevalence, anatomical features, and ablation outcomes.
- Coronary sinus stenosis: an underdiagnosed cause for paediatric exertional chest pain.
- Coronary Sinus Stenosis With Right Coronary Artery to Coronary Sinus Fistula.
- Direct His bundle pacing using retrograde mapping in complete heart block and L-transposition of the great arteries.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:99117(Orphanet)
- MONDO:0020446(MONDO)
- GARD:19658(GARD (NIH))
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q55789385(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Estenose do seio coronário
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata