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Estenose do seio coronário
ORPHA:99117CID-10 · Q21.1CID-11 · LA86.YDOENÇA RARA

Condição rara onde o seio coronário, vaso que drena sangue do coração, apresenta estreitamento. Pode causar dor torácica, dispneia e arritmias, impactando o fluxo sanguíneo cardíaco.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 30/05/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A estenose do seio coronário é uma condição rara caracterizada pelo estreitamento (estenose) do seio coronário, uma estrutura venosa localizada no coração que coleta o sangue venoso da maior parte do músculo cardíaco (miocárdio) e o direciona para o átrio direito. Essa condição é classificada como um defeito congênito do coração, especificamente uma malformação das grandes veias, e está codificada na Classificação Internacional de Doenças (CID-10) sob o código Q21.1. A base de dados MONDO a identifica pelo código MONDO:0020446.[1][2]

Sinais e sintomas

As informações disponíveis sobre os sinais e sintomas específicos da estenose do seio coronário são limitadas. Não há dados registrados sobre fenótipos (manifestações clínicas) associados a esta condição nas fontes oficiais consultadas. A ausência de informações pode refletir a raridade da condição e a necessidade de mais estudos clínicos.[1]

Causas genéticas

Até o momento, não há genes específicos identificados como causa da estenose do seio coronário. As bases de dados genéticas consultadas (GenCC) não listam variantes genéticas ou genes associados a esta condição. A herança (padrão de transmissão familiar) também não foi estabelecida.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico da estenose do seio coronário é geralmente realizado por meio de exames de imagem cardíaca, como ecocardiograma, ressonância magnética ou angiografia coronariana, que podem identificar o estreitamento do seio coronário. Embora não existam testes genéticos específicos para esta condição, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece uma cobertura mínima que inclui procedimentos como cariótipo (bandas G, Q ou R), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína, que podem ser utilizados no contexto de investigação de malformações congênitas associadas.[1]

Tratamento e manejo

O manejo da estenose do seio coronário depende da gravidade do estreitamento e dos sintomas apresentados. As opções de tratamento podem incluir acompanhamento clínico regular, medicamentos para controle de sintomas (como diuréticos ou antiarrítmicos) e, em casos mais graves, procedimentos intervencionistas como angioplastia com stent ou cirurgia corretiva. O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras como parte do suporte multidisciplinar. É fundamental que o tratamento seja individualizado e discutido com uma equipe médica especializada em cardiologia e doenças raras.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

Não há dados específicos sobre o prognóstico e a qualidade de vida para pessoas com estenose do seio coronário nas fontes oficiais consultadas. O prognóstico provavelmente varia conforme a gravidade da estenose, a presença de outras malformações cardíacas associadas e a resposta ao tratamento. O acompanhamento regular com um cardiologista é essencial para monitorar a evolução da condição e ajustar o plano de cuidados.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Condição rara onde o seio coronário, vaso que drena sangue do coração, apresenta estreitamento. Pode causar dor torácica, dispneia e arritmias, impactando o fluxo sanguíneo cardíaco.

Publicações científicas
18 artigos
Último publicado: 2022 May
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q21.1
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A estenose do seio coronário é uma condição rara caracterizada pelo estreitamento (estenose) do seio coronário, uma estrutura venosa localizada no coração que coleta o sangue venoso da maior parte do músculo cardíaco (miocárdio) e o direciona para o átrio direito. Essa condição é classificada como um defeito congênito do coração, especificamente uma malformação das grandes veias, e está codificada na Classificação Internacional de Doenças (CID-10) sob o código Q21.1. A base de dados MONDO a identifica pelo código MONDO:0020446.[1][2]

Sinais e sintomas

As informações disponíveis sobre os sinais e sintomas específicos da estenose do seio coronário são limitadas. Não há dados registrados sobre fenótipos (manifestações clínicas) associados a esta condição nas fontes oficiais consultadas. A ausência de informações pode refletir a raridade da condição e a necessidade de mais estudos clínicos.[1]

Causas genéticas

Até o momento, não há genes específicos identificados como causa da estenose do seio coronário. As bases de dados genéticas consultadas (GenCC) não listam variantes genéticas ou genes associados a esta condição. A herança (padrão de transmissão familiar) também não foi estabelecida.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico da estenose do seio coronário é geralmente realizado por meio de exames de imagem cardíaca, como ecocardiograma, ressonância magnética ou angiografia coronariana, que podem identificar o estreitamento do seio coronário. Embora não existam testes genéticos específicos para esta condição, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece uma cobertura mínima que inclui procedimentos como cariótipo (bandas G, Q ou R), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína, que podem ser utilizados no contexto de investigação de malformações congênitas associadas.[1]

Tratamento e manejo

O manejo da estenose do seio coronário depende da gravidade do estreitamento e dos sintomas apresentados. As opções de tratamento podem incluir acompanhamento clínico regular, medicamentos para controle de sintomas (como diuréticos ou antiarrítmicos) e, em casos mais graves, procedimentos intervencionistas como angioplastia com stent ou cirurgia corretiva. O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras como parte do suporte multidisciplinar. É fundamental que o tratamento seja individualizado e discutido com uma equipe médica especializada em cardiologia e doenças raras.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

Não há dados específicos sobre o prognóstico e a qualidade de vida para pessoas com estenose do seio coronário nas fontes oficiais consultadas. O prognóstico provavelmente varia conforme a gravidade da estenose, a presença de outras malformações cardíacas associadas e a resposta ao tratamento. O acompanhamento regular com um cardiologista é essencial para monitorar a evolução da condição e ajustar o plano de cuidados.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa4desde 2022
Total histórico18PubMed
Últimos 10 anos12publicações
Pico20153 papers
Linha do tempo
2022Hoje · 2026🧪 2009Primeiro ensaio clínico📈 2015Ano de pico
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

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Diagnóstico

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Tratamento e manejo

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Pipeline de tratamentos
Pipeline regulatório — de medicamentos já aprovados a drogas em pesquisa exploratória.
Aprovado1
3Fase 32
·Pré-clínico2
Medicamentos catalogadosEnsaios clínicos· 0 medicamentos · 5 ensaios
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Onde tratar no SUS

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
12 papers (10 anos)
#1

An unusual pair: coronary artery fistula and coronary sinus ostium stenosis as a cause of refractory angina.

European heart journal. Case reports2022 May

Este artigo descreve o caso raro de uma paciente idosa com angina persistente causada pela combinação incomum de uma fístula da artéria coronária e estenose do óstio do seio coronário. Esta estenose elevou a pressão na circulação venosa do coração, comprometendo a perfusão cardíaca apesar de artérias coronárias desobstruídas, com o diagnóstico sendo sugerido pela dilatação do seio coronário em exames de imagem. O tratamento bem-sucedido foi realizado por angioplastia percutânea com balão, uma abordagem minimamente invasiva pioneira para esta condição, destacando uma causa rara, mas tratável, de angina refratária para médicos e uma nova opção para pacientes.

🇧🇷 traduzido
#2

Risk of Coronary Sinus Stenosis After Epicardial Radiofrequency Ablation for Mitral Isthmus Linear Ablation.

Circulation. Arrhythmia and electrophysiology2020 Jul 27
#3

Supraventricular tachycardia in patients with coronary sinus stenosis/atresia: Prevalence, anatomical features, and ablation outcomes.

Journal of cardiovascular electrophysiology2020 Dec

Este estudo demonstra que pacientes com taquicardia supraventricular (TSV) e anomalias do seio coronário (estenose ou atresia) podem ser tratados com sucesso por procedimentos eletrofisiológicos. Apesar dos desafios anatômicos, esses procedimentos se mostraram viáveis e altamente eficazes, com uma taxa de sucesso aguda de 100% e baixa recorrência a longo prazo. Para médicos, uma estratégia de mapeamento individualizada, guiada pelos diferentes padrões de drenagem do seio coronário, é crucial para otimizar os resultados.

🇧🇷 traduzido
#4

Coronary sinus stenosis: an underdiagnosed cause for paediatric exertional chest pain.

Cardiology in the young2020 Jun

A estenose do seio coronário é uma causa subdiagnosticada, mas potencialmente fatal, de dor torácica em crianças durante o esforço físico. Este artigo, através da análise de três casos pediátricos, enfatiza a importância crucial de médicos e pacientes reconhecerem seus sintomas para um diagnóstico e tratamento precoces, visando evitar complicações graves.

🇧🇷 traduzido
#5

Coronary Sinus Stenosis With Right Coronary Artery to Coronary Sinus Fistula.

The Annals of thoracic surgery2019 Jul

Este artigo descreve um caso raro de anomalia cardíaca onde uma fístula da artéria coronária (uma conexão anormal) coexistia com um estreitamento no seio coronário (estenose), causando um derrame pericárdico recorrente em uma mulher grávida. Para pacientes, é importante saber que condições cardíacas raras como esta podem surgir e ser tratadas, mesmo durante a gravidez. Para médicos, o caso destaca a complexidade do diagnóstico e a importância da intervenção cirúrgica para fechar a fístula e remover a estenose, resolvendo os sintomas graves.

🇧🇷 traduzido

Publicações recentes

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📚 EuropePMC12 artigos no totalmostrando 12

2022

An unusual pair: coronary artery fistula and coronary sinus ostium stenosis as a cause of refractory angina.

European heart journal. Case reports
2020

Supraventricular tachycardia in patients with coronary sinus stenosis/atresia: Prevalence, anatomical features, and ablation outcomes.

Journal of cardiovascular electrophysiology
2020

Risk of Coronary Sinus Stenosis After Epicardial Radiofrequency Ablation for Mitral Isthmus Linear Ablation.

Circulation. Arrhythmia and electrophysiology
2020

Coronary sinus stenosis: an underdiagnosed cause for paediatric exertional chest pain.

Cardiology in the young
2019

Direct His bundle pacing using retrograde mapping in complete heart block and L-transposition of the great arteries.

HeartRhythm case reports
2019

Coronary Sinus Stenosis With Right Coronary Artery to Coronary Sinus Fistula.

The Annals of thoracic surgery
2017

Coronary sinus injury resulting from endarterectomy during multivessel bypass surgery.

Interactive cardiovascular and thoracic surgery
2017

Congenital coronary sinus stenosis.

Echocardiography (Mount Kisco, N.Y.)
2016

Coronary Sinus Stenosis as Collateral Damage of Radiofrequency Ablation in Patients With Atrial Fibrillation.

JACC. Clinical electrophysiology
2015

A Case of Complete Unroofed Coronary Sinus Syndrome Combined With Coronary Sinus Stenosis Leading to Asymptomatic Presentation.

Iranian journal of radiology : a quarterly journal published by the Iranian Radiological Society
2015

Poor Left Ventricular Performance in a Child With Coronary Sinus Stenosis: Successful Surgical Repair.

The Annals of thoracic surgery
2015

Percutaneous mitral annuloplasty in a patient with coronary sinus stenosis and coronary artery compression during procedure; they will not interfere.

International journal of cardiology

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. An unusual pair: coronary artery fistula and coronary sinus ostium stenosis as a cause of refractory angina.
    European heart journal. Case reports· 2022· PMID 35528124mais citado
  2. Risk of Coronary Sinus Stenosis After Epicardial Radiofrequency Ablation for Mitral Isthmus Linear Ablation.
    Circulation. Arrhythmia and electrophysiology· 2020· PMID 32755378mais citado
  3. Supraventricular tachycardia in patients with coronary sinus stenosis/atresia: Prevalence, anatomical features, and ablation outcomes.
    Journal of cardiovascular electrophysiology· 2020· PMID 33022772mais citado
  4. Coronary sinus stenosis: an underdiagnosed cause for paediatric exertional chest pain.
    Cardiology in the young· 2020· PMID 32366340mais citado
  5. Coronary Sinus Stenosis With Right Coronary Artery to Coronary Sinus Fistula.
    The Annals of thoracic surgery· 2019· PMID 30529675mais citado
  6. Direct His bundle pacing using retrograde mapping in complete heart block and L-transposition of the great arteries.
    HeartRhythm Case Rep· 2019· PMID 31249781recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:99117(Orphanet)
  2. MONDO:0020446(MONDO)
  3. GARD:19658(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q55789385(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Estenose do seio coronário
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Estenose do seio coronário

ORPHA:99117 · MONDO:0020446
CID-10
Q21.1 · Comunicação interatrial
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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata