Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Facomatose cesioflammea (também conhecida como Phakomatosis cesioflammea) é uma condição genética rara que faz parte do grupo das facomatoses — doenças que afetam a pele, os olhos e, por vezes, o sistema nervoso. O nome da doença combina os termos latinos 'caesius' (azul-acinzentado) e 'flammeus' (cor de fogo), descrevendo as duas principais marcas na pele: manchas de cor azulada (como a neve azul) e manchas avermelhadas (como chamas). A condição é classificada no sistema MONDO com o código MONDO:0019325 e na CID-10 como Q85.8 (outras facomatoses não classificadas em outra parte).[1][2]
Sinais e sintomas
Os sinais mais característicos da Facomatose cesioflammea são as alterações na pele: manchas azul-acinzentadas (semelhantes à neve azul ou manchas mongólicas) e manchas avermelhadas (como a mancha vinho do Porto ou nevo flâmeo). Essas lesões podem estar presentes ao nascimento ou surgir nos primeiros anos de vida. Embora os sintomas específicos variem de pessoa para pessoa, a condição pode envolver também os olhos (como aumento da pressão intraocular ou glaucoma) e, em alguns casos, o sistema nervoso central. Como não há dados de prevalência ou herança disponíveis nas fontes oficiais, não é possível afirmar com precisão a frequência ou o padrão de transmissão da doença.[1]
Causas genéticas
A Facomatose cesioflammea está associada a alterações (mutações) em dois genes: GNA11 e GNAQ. O gene GNA11 fornece instruções para produzir a subunidade alfa-11 da proteína G de ligação a nucleotídeos de guanina, enquanto o gene GNAQ produz a subunidade alfa G(q) da proteína G. Ambas as proteínas são importantes para a comunicação entre células. Mutações nesses genes podem levar ao crescimento anormal de células da pele e dos vasos sanguíneos, resultando nas manchas características. A herança genética exata não está descrita nas fontes oficiais disponíveis.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico da Facomatose cesioflammea é baseado na avaliação clínica das lesões de pele características. Para confirmar a suspeita e identificar a causa genética, podem ser realizados exames laboratoriais e genéticos. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para os seguintes procedimentos relacionados ao diagnóstico: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); e dosagem de alfa-fetoproteína. Além disso, há 336 testes genéticos disponíveis internacionalmente e 99 variantes registradas no ClinVar (banco de dados de variantes genéticas). O atendimento em reabilitação para doenças raras também está previsto no SUS.[1][3]
Tratamento e manejo
O tratamento da Facomatose cesioflammea é individualizado e focado no manejo dos sintomas apresentados por cada paciente. Como não há medicamentos específicos aprovados para a doença, o acompanhamento é multidisciplinar, podendo envolver dermatologistas, oftalmologistas e neurologistas. O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras, que pode incluir suporte fisioterápico, ocupacional e psicológico. É importante que o paciente seja avaliado regularmente para detectar precocemente possíveis complicações, como glaucoma ou alterações neurológicas. Não há dados de literatura sobre tratamentos específicos para esta condição.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico da Facomatose cesioflammea varia conforme a extensão das lesões e a presença de complicações associadas. Muitas pessoas com a condição levam uma vida saudável, especialmente quando o diagnóstico é precoce e o acompanhamento médico é regular. As manchas na pele geralmente não causam problemas de saúde, mas podem ter impacto estético e emocional. O suporte psicológico e a reabilitação oferecidos pelo SUS podem ajudar a melhorar a qualidade de vida. Como não há dados de prevalência ou estudos de longo prazo nas fontes oficiais, não é possível fornecer informações mais específicas sobre a expectativa de vida.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Facomatose cesioflammea é uma condição rara associada a mutações nos genes GNA11 e GNAQ, caracterizada por lesões cutâneas em "chama" e anomalias oculares. Pode apresentar glaucoma, tumores uveais e outras manifestações sistêmicas.
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Facomatose cesioflammea (também conhecida como Phakomatosis cesioflammea) é uma condição genética rara que faz parte do grupo das facomatoses — doenças que afetam a pele, os olhos e, por vezes, o sistema nervoso. O nome da doença combina os termos latinos 'caesius' (azul-acinzentado) e 'flammeus' (cor de fogo), descrevendo as duas principais marcas na pele: manchas de cor azulada (como a neve azul) e manchas avermelhadas (como chamas). A condição é classificada no sistema MONDO com o código MONDO:0019325 e na CID-10 como Q85.8 (outras facomatoses não classificadas em outra parte).[1][2]
Sinais e sintomas
Os sinais mais característicos da Facomatose cesioflammea são as alterações na pele: manchas azul-acinzentadas (semelhantes à neve azul ou manchas mongólicas) e manchas avermelhadas (como a mancha vinho do Porto ou nevo flâmeo). Essas lesões podem estar presentes ao nascimento ou surgir nos primeiros anos de vida. Embora os sintomas específicos variem de pessoa para pessoa, a condição pode envolver também os olhos (como aumento da pressão intraocular ou glaucoma) e, em alguns casos, o sistema nervoso central. Como não há dados de prevalência ou herança disponíveis nas fontes oficiais, não é possível afirmar com precisão a frequência ou o padrão de transmissão da doença.[1]
Causas genéticas
A Facomatose cesioflammea está associada a alterações (mutações) em dois genes: GNA11 e GNAQ. O gene GNA11 fornece instruções para produzir a subunidade alfa-11 da proteína G de ligação a nucleotídeos de guanina, enquanto o gene GNAQ produz a subunidade alfa G(q) da proteína G. Ambas as proteínas são importantes para a comunicação entre células. Mutações nesses genes podem levar ao crescimento anormal de células da pele e dos vasos sanguíneos, resultando nas manchas características. A herança genética exata não está descrita nas fontes oficiais disponíveis.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico da Facomatose cesioflammea é baseado na avaliação clínica das lesões de pele características. Para confirmar a suspeita e identificar a causa genética, podem ser realizados exames laboratoriais e genéticos. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para os seguintes procedimentos relacionados ao diagnóstico: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); e dosagem de alfa-fetoproteína. Além disso, há 336 testes genéticos disponíveis internacionalmente e 99 variantes registradas no ClinVar (banco de dados de variantes genéticas). O atendimento em reabilitação para doenças raras também está previsto no SUS.[1][3]
Tratamento e manejo
O tratamento da Facomatose cesioflammea é individualizado e focado no manejo dos sintomas apresentados por cada paciente. Como não há medicamentos específicos aprovados para a doença, o acompanhamento é multidisciplinar, podendo envolver dermatologistas, oftalmologistas e neurologistas. O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras, que pode incluir suporte fisioterápico, ocupacional e psicológico. É importante que o paciente seja avaliado regularmente para detectar precocemente possíveis complicações, como glaucoma ou alterações neurológicas. Não há dados de literatura sobre tratamentos específicos para esta condição.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico da Facomatose cesioflammea varia conforme a extensão das lesões e a presença de complicações associadas. Muitas pessoas com a condição levam uma vida saudável, especialmente quando o diagnóstico é precoce e o acompanhamento médico é regular. As manchas na pele geralmente não causam problemas de saúde, mas podem ter impacto estético e emocional. O suporte psicológico e a reabilitação oferecidos pelo SUS podem ajudar a melhorar a qualidade de vida. Como não há dados de prevalência ou estudos de longo prazo nas fontes oficiais, não é possível fornecer informações mais específicas sobre a expectativa de vida.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
2 genes identificados com associação a esta condição.
Guanine nucleotide-binding proteins (G proteins) function as transducers downstream of G protein-coupled receptors (GPCRs) in numerous signaling cascades (PubMed:31073061). The alpha chain contains the guanine nucleotide binding site and alternates between an active, GTP-bound state and an inactive, GDP-bound state (PubMed:31073061). Signaling by an activated GPCR promotes GDP release and GTP binding (PubMed:31073061). The alpha subunit has a low GTPase activity that converts bound GTP to GDP, t
Cell membraneCytoplasm
Hypocalciuric hypercalcemia, familial 2
A form of hypocalciuric hypercalcemia, a disorder of mineral homeostasis that is transmitted as an autosomal dominant trait with a high degree of penetrance. It is characterized biochemically by lifelong elevation of serum calcium concentrations and is associated with inappropriately low urinary calcium excretion and a normal or mildly elevated circulating parathyroid hormone level. Hypermagnesemia is typically present. Affected individuals are usually asymptomatic and the disorder is considered benign. However, chondrocalcinosis and pancreatitis occur in some adults.
Guanine nucleotide-binding proteins (G proteins) function as transducers downstream of G protein-coupled receptors (GPCRs) in numerous signaling cascades (PubMed:34556863, PubMed:35672283, PubMed:37991948). The alpha chain contains the guanine nucleotide binding site and alternates between an active, GTP-bound state and an inactive, GDP-bound state (PubMed:37991948). Signaling by an activated GPCR promotes GDP release and GTP binding (PubMed:37991948). The alpha subunit has a low GTPase activity
Cell membraneGolgi apparatusNucleusNucleus membrane
Capillary malformations, congenital
A form of vascular malformations that are present from birth, tend to grow with the individual, do not regress spontaneously, and show normal rates of endothelial cell turnover. Capillary malformations are distinct from capillary hemangiomas, which are highly proliferative lesions that appear shortly after birth and show rapid growth, slow involution, and endothelial hypercellularity.
Variantes genéticas (ClinVar)
99 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
11 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Facomatose cesioflammea
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Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Clinical Insights Into a Large Cohort of Phakomatosis Pigmentovascularis.
Phakomatosis pigmentovascularis, a multisystem disorder, exhibited male predominance, with Phakomatosis cesioflammea as the most prevalent type. Glaucoma affected 88% of eyes, with three-quarters requiring surgery. Systemic issues, notably epilepsy and anemia, were prevalent in over half of all subjects. To report the clinical profile and demographic characteristics of a large cohort with Phakomatosis pigmentovascularis (PPV). Included 119 eyes of 60 patients with PPV between January 1996 and January 2023 (27 y). This is a retrospective multicentric study involving 4 tertiary network institutes in India. The diagnosis of PPV was established based on the concurrent presence of pigmentary nevi and capillary malformation, with classification conducted according to the Happle classification system. Demographic information, clinical features at the time of diagnosis (both ocular and systemic), the prevalence of glaucoma, details of management strategies used, and the subsequent outcomes were meticulously documented. Key outcome measures included the prevalence of glaucoma among patients, the frequency of systemic abnormalities noted, and the various surgical interventions performed along with their respective success rates. The cohort had male preponderance (male: female ratio of 67%:33%), with median age of presentation at 0.48 (range=0.12, 7.77) years. Glaucoma was observed in 105 eyes (88.2%), with bilateral involvement present in 75% of cases. The most prevalent phenotype observed within the cohort was Phakomatosis cesioflammea (Type iib), affecting 65% of patients. Systemic abnormalities were noted in 51.6% of cases, with epilepsy (45%) and anemia (36%) being the most frequently documented conditions. Surgical intervention was required for 64.7% of eyes for intraocular pressure control, with combined trabeculotomy and trabeculectomy being the predominant procedure used. Surgical success was noted in 87% of eyes, and 19.4% eyes had complications. Phakomatosis cesioflammea (Type iib) was the most common subgroup noted. The majority of patients had glaucoma, often bilateral, with two-thirds requiring surgical intervention for IOP control. Systemic abnormalities were common, emphasizing the need for comprehensive multisystem evaluation in these patients.
[Translated article] Bilateral Temporal Arachnoid Cysts Associated With Phakomatosis Cesioflammea.
Phakomatosis pigmentovascularis IIb (phakomatosis cesioflammea) associated with the absence of infrarenal inferior vena cava.
Congenital Triangular Alopecia Associated with Phakomatosis Pigmentovascularis Type II along with Klippel Trenaunay Syndrome.
Phakomatosis pigmentovascularis (PPV) is characterized by the association of a vascular nevus with a pigmentary nevus and is divided into five subtypes. PPV type II or Happle's phakomatosis cesioflammea is the most common subtype comprising of nevus flammeus along with pigmentary nevus in the form of aberrant Mongolian spots, nevus of Ota or less frequently nevus of Ito. It is estimated that around 50% of patients with PPV have systemic involvement, most frequently involving the central nervous system and eye. Other associated features include vascular abnormalities such as Sturge-Weber syndrome, and klippel trenaunay syndrome (KTS), and cutaneous lesions such as nevus anemicus (most common), cafe'-au-lait macules, generalized vitiligo and congenital triangular alopecia (CTA). There are only four reports of PPV associated with CTA in literature, and only a single previous report with associated KTS and this association has not been reported previously from India. We describe a case of a 30-year-old male having phakomatosis pigmentovascularis type II along with klippel trenaunay syndrome and associated with congenital triangular alopecia.
Early-Onset Glaucoma Manifesting as Buphthalmos in an Infant with Phakomatosis Pigmentovascularis Type IIa.
Publicações recentes
Clinical Insights Into a Large Cohort of Phakomatosis Pigmentovascularis.
[Translated article] Bilateral Temporal Arachnoid Cysts Associated With Phakomatosis Cesioflammea.
Phakomatosis pigmentovascularis IIb (phakomatosis cesioflammea) associated with the absence of infrarenal inferior vena cava.
Early-Onset Glaucoma Manifesting as Buphthalmos in an Infant with Phakomatosis Pigmentovascularis Type IIa.
Congenital Triangular Alopecia Associated with Phakomatosis Pigmentovascularis Type II along with Klippel Trenaunay Syndrome.
📚 EuropePMC4 artigos no totalmostrando 7
Clinical Insights Into a Large Cohort of Phakomatosis Pigmentovascularis.
Journal of glaucoma[Translated article] Bilateral Temporal Arachnoid Cysts Associated With Phakomatosis Cesioflammea.
Actas dermo-sifiliograficasPhakomatosis pigmentovascularis IIb (phakomatosis cesioflammea) associated with the absence of infrarenal inferior vena cava.
International journal of dermatologyEarly-Onset Glaucoma Manifesting as Buphthalmos in an Infant with Phakomatosis Pigmentovascularis Type IIa.
Ophthalmology. GlaucomaCongenital Triangular Alopecia Associated with Phakomatosis Pigmentovascularis Type II along with Klippel Trenaunay Syndrome.
Indian dermatology online journal[Phakomatosis pigmentovascularis cesioflammea: a case report].
Archivos argentinos de pediatriaPhakomatosis cesioflammea with bilateral frontal atrophy.
Indian dermatology online journalAssociações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
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Ainda não existe comunidade no Raras para Facomatose cesioflammea
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
- Clinical Insights Into a Large Cohort of Phakomatosis Pigmentovascularis.
- [Translated article] Bilateral Temporal Arachnoid Cysts Associated With Phakomatosis Cesioflammea.
- Phakomatosis pigmentovascularis IIb (phakomatosis cesioflammea) associated with the absence of infrarenal inferior vena cava.
- Congenital Triangular Alopecia Associated with Phakomatosis Pigmentovascularis Type II along with Klippel Trenaunay Syndrome.
- Early-Onset Glaucoma Manifesting as Buphthalmos in an Infant with Phakomatosis Pigmentovascularis Type IIa.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:79483(Orphanet)
- MONDO:0019325(MONDO)
- GARD:19023(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q55788612(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
Facomatose cesioflammea
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata