O ganglioglioma nasal é um tumor raro, apresentando-se em recém-nascidos, contendo componentes neuronais e astrocíticos e que pode ser endonasal, extranasal ou ambos. Ele é habitualmente identificado como uma massa nasal que pode causar dificuldades de alimentação e obstrução nasal.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
O ganglioglioma nasal é um tumor raro que se apresenta em recém-nascidos, contendo componentes neuronais e astrocíticos. Pode ser endonasal, extranasal ou ambos. Geralmente é identificado como uma massa nasal que pode causar dificuldades de alimentação e obstrução nasal.[1]
A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas.[1]
Sinais e sintomas
O ganglioglioma nasal geralmente se manifesta como uma massa nasal identificada no período neonatal ou ainda antes do nascimento (antenatal). Os principais sintomas incluem obstrução nasal e dificuldades para se alimentar.[1]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico do ganglioglioma nasal é baseado na avaliação clínica e em exames de imagem. Exames genéticos podem ser realizados para descartar outras condições, incluindo cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. Atualmente, há 176 testes genéticos disponíveis para essa condição.[1][2]
Tratamento e manejo
O manejo do ganglioglioma nasal envolve atendimento especializado em reabilitação para doenças raras. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para os procedimentos diagnósticos e de acompanhamento listados.[1]
Tratamentos citados na literatura
Não há tratamentos específicos citados na literatura científica para o ganglioglioma nasal. As informações disponíveis são limitadas a relatos de caso e séries de casos.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
Não há dados específicos sobre prognóstico e qualidade de vida para o ganglioglioma nasal na literatura disponível. O acompanhamento médico regular é essencial para monitorar a evolução do quadro.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
O ganglioglioma nasal é um tipo de tumor muito raro que surge no período neonatal, composto por células neuronais e astrocíticas. Geralmente, ele é notado logo após o nascimento como uma massa no nariz do bebê, podendo ficar dentro, fora ou em ambas as partes da cavidade nasal. Essa massa pode trazer desafios no dia a dia da criança, provocando obstrução nasal e dificultando o momento de mamar ou se alimentar. Esta condição não possui um protocolo clínico específico (PCDT) no Ministério da Saúde nem remédios próprios dispensados pela rede pública. O acompanhamento pelo SUS conta com procedimentos diagnósticos e serviços de reabilitação para apoiar o recém-nascido e sua família.
O ganglioglioma nasal é um tumor raro, apresentando-se em recém-nascidos, contendo componentes neuronais e astrocíticos e que pode ser endonasal, extranasal ou ambos. Ele é habitualmente identificado como uma massa nasal que pode causar dificuldades de alimentação e obstrução nasal.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Nenhum gene associado encontrado
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Diagnóstico
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Tratamento e manejo
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Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
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Referências
Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete
3 fontes citadas no texto · 7 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 4 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Citar este verbete
Raras. (2026). Ganglioglioma nasal. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/ganglioglioma-nasal
Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.
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Ganglioglioma nasal
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata
- Reposicionamento
- fonte: Drug Repurposing Hub