Espondiloencondrodisplasia é o termo médico para um espectro raro de sintomas que são herdados seguindo um padrão de herança autossômico recessivo. Anomalias esqueléticas são os sintomas usuais do distúrbio, embora sua natureza fenotípica seja altamente variável entre os pacientes com a condição, incluindo sintomas como espasticidade muscular ou púrpura trombocitopênica. É um tipo de displasia imuno-óssea.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Genocondromatose tipo 2 é uma doença genética rara do desenvolvimento ósseo. Ela é caracterizada pela presença de múltiplos encondromas (tumores benignos da cartilagem) localizados simetricamente nas metáfises dos ossos longos, especialmente no fêmur distal, úmero proximal e nos ossos dos punhos, mãos e pés. As clavículas são normais, o que ajuda a diferenciar esta condição de outros tipos de genocondromatose.[1]
A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara. A idade de início é na infância.[1]
Sinais e sintomas
Na maioria dos casos, o exame clínico é normal, e a doença tem um curso benigno. As lesões (encondromas) tendem a regredir espontaneamente ao longo da vida, à medida que a cartilagem de crescimento é obliterada. Não há sintomas específicos descritos na literatura científica de referência, além da presença dos encondromas detectados por exames de imagem.[1]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado em exames de imagem (radiografias) que mostram encondromas metafisários simétricos, com clavículas normais. Exames genéticos podem auxiliar no diagnóstico diferencial, embora o gene causador ainda não seja conhecido. Os seguintes procedimentos estão disponíveis no SUS para investigação: Cariótipo com bandas G, Q ou R; Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; Sequenciamento completo do exoma (WES); Dosagem de alfa-fetoproteína; e Atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][2][4]
O código CID-10 associado é Q78.4 (outras osteocondrodisplasias). O código OMIM é 137360 e o código MONDO é MONDO:0019680.[2][3]
Tratamento e manejo
Não há tratamento específico para a Genocondromatose tipo 2. O manejo é baseado no acompanhamento clínico e ortopédico, com monitoramento das lesões por exames de imagem. Como o curso da doença é benigno e as lesões regridem com o tempo, intervenções cirúrgicas geralmente não são necessárias. O SUS oferece cobertura mínima para esta condição, incluindo atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico é excelente. A doença tem curso benigno, as lesões regridem espontaneamente com a obliteração da cartilagem de crescimento e o exame clínico geralmente permanece normal. A qualidade de vida não é afetada na maioria dos casos.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Espondiloencondrodisplasia é o termo médico para um espectro raro de sintomas que são herdados seguindo um padrão de herança autossômico recessivo. Anomalias esqueléticas são os sintomas usuais do distúrbio, embora sua natureza fenotípica seja altamente variável entre os pacientes com a condição, incluindo sintomas como espasticidade muscular ou púrpura trombocitopênica. É um tipo de displasia imuno-óssea.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Genocondromatose tipo 2 é uma doença genética rara do desenvolvimento ósseo. Ela é caracterizada pela presença de múltiplos encondromas (tumores benignos da cartilagem) localizados simetricamente nas metáfises dos ossos longos, especialmente no fêmur distal, úmero proximal e nos ossos dos punhos, mãos e pés. As clavículas são normais, o que ajuda a diferenciar esta condição de outros tipos de genocondromatose.[1]
A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara. A idade de início é na infância.[1]
Sinais e sintomas
Na maioria dos casos, o exame clínico é normal, e a doença tem um curso benigno. As lesões (encondromas) tendem a regredir espontaneamente ao longo da vida, à medida que a cartilagem de crescimento é obliterada. Não há sintomas específicos descritos na literatura científica de referência, além da presença dos encondromas detectados por exames de imagem.[1]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado em exames de imagem (radiografias) que mostram encondromas metafisários simétricos, com clavículas normais. Exames genéticos podem auxiliar no diagnóstico diferencial, embora o gene causador ainda não seja conhecido. Os seguintes procedimentos estão disponíveis no SUS para investigação: Cariótipo com bandas G, Q ou R; Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; Sequenciamento completo do exoma (WES); Dosagem de alfa-fetoproteína; e Atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][2][4]
O código CID-10 associado é Q78.4 (outras osteocondrodisplasias). O código OMIM é 137360 e o código MONDO é MONDO:0019680.[2][3]
Tratamento e manejo
Não há tratamento específico para a Genocondromatose tipo 2. O manejo é baseado no acompanhamento clínico e ortopédico, com monitoramento das lesões por exames de imagem. Como o curso da doença é benigno e as lesões regridem com o tempo, intervenções cirúrgicas geralmente não são necessárias. O SUS oferece cobertura mínima para esta condição, incluindo atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico é excelente. A doença tem curso benigno, as lesões regridem espontaneamente com a obliteração da cartilagem de crescimento e o exame clínico geralmente permanece normal. A qualidade de vida não é afetada na maioria dos casos.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Genocondromatose tipo 2
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Pesquisa ativa
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Pesquisa e ensaios clínicos
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An Intramedullary Approach to the Management of Pathological Distal Femur Fracture in Genochondromatosis: A Case Report.
Genochondromatosis type I: A clinicoradiological study of four family members.
Case of genochondromatosis type I in an 8-year-old boy.
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Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:93398(Orphanet)
- MONDO:0019680(MONDO)
- GARD:16820(GARD (NIH))
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q56014350(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Genocondromatose tipo 2
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata