A Classificação Internacional de Doenças para Oncologia (CID-O) é uma extensão de domínio específico da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde para doenças tumorais. Esta classificação é amplamente utilizada por registros de câncer.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
O hemangioma racemoso retiniano isolado é uma doença vascular rara da retina, caracterizada por uma malformação arteriovenosa congênita que pode levar a perda visual progressiva. A condição é considerada isolada quando não está associada a síndromes sistêmicas, como a síndrome de Wyburn-Mason. A prevalência exata é desconhecida, e não há dados disponíveis sobre herança genética ou idade de início típica.[1]
Sinais e sintomas
Os principais sintomas decorrem da presença de uma comunicação anormal entre artérias e veias na retina, que pode causar diminuição da acuidade visual, distorção das imagens (metamorfopsia) e, em alguns casos, hemorragia intraocular ou descolamento de retina. A gravidade dos sintomas varia conforme o tamanho e a localização da malformação.[1]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é essencialmente clínico e baseado no exame oftalmológico, incluindo fundoscopia e angiografia fluoresceínica, que evidenciam a dilatação e tortuosidade dos vasos retinianos. Exames de imagem como tomografia de coerência óptica (OCT) podem auxiliar na avaliação de complicações. Não há testes genéticos disponíveis para confirmar o diagnóstico.[1][3]
Tratamento e manejo
O manejo é individualizado e focado no controle das complicações. Opções incluem observação periódica, fotocoagulação a laser para lesões que apresentam risco de sangramento, e, em casos de hemorragia ou descolamento, cirurgia vitreorretiniana. Não há medicamentos aprovados especificamente para esta condição. O acompanhamento regular com oftalmologista especializado é essencial.[1]
Tratamentos citados na literatura
Não há fármacos listados na literatura científica como tratamento para o hemangioma racemoso retiniano isolado. Portanto, esta seção não se aplica.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico depende da extensão da malformação e da presença de complicações. Muitos pacientes mantêm visão útil por longos períodos, mas a perda visual pode ocorrer se houver hemorragia ou descolamento de retina. O acompanhamento regular permite intervenção precoce e melhora a qualidade de vida.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
A Classificação Internacional de Doenças para Oncologia (CID-O) é uma extensão de domínio específico da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde para doenças tumorais. Esta classificação é amplamente utilizada por registros de câncer.
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
O hemangioma racemoso retiniano isolado é uma doença vascular rara da retina, caracterizada por uma malformação arteriovenosa congênita que pode levar a perda visual progressiva. A condição é considerada isolada quando não está associada a síndromes sistêmicas, como a síndrome de Wyburn-Mason. A prevalência exata é desconhecida, e não há dados disponíveis sobre herança genética ou idade de início típica.[1]
Sinais e sintomas
Os principais sintomas decorrem da presença de uma comunicação anormal entre artérias e veias na retina, que pode causar diminuição da acuidade visual, distorção das imagens (metamorfopsia) e, em alguns casos, hemorragia intraocular ou descolamento de retina. A gravidade dos sintomas varia conforme o tamanho e a localização da malformação.[1]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é essencialmente clínico e baseado no exame oftalmológico, incluindo fundoscopia e angiografia fluoresceínica, que evidenciam a dilatação e tortuosidade dos vasos retinianos. Exames de imagem como tomografia de coerência óptica (OCT) podem auxiliar na avaliação de complicações. Não há testes genéticos disponíveis para confirmar o diagnóstico.[1][3]
Tratamento e manejo
O manejo é individualizado e focado no controle das complicações. Opções incluem observação periódica, fotocoagulação a laser para lesões que apresentam risco de sangramento, e, em casos de hemorragia ou descolamento, cirurgia vitreorretiniana. Não há medicamentos aprovados especificamente para esta condição. O acompanhamento regular com oftalmologista especializado é essencial.[1]
Tratamentos citados na literatura
Não há fármacos listados na literatura científica como tratamento para o hemangioma racemoso retiniano isolado. Portanto, esta seção não se aplica.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico depende da extensão da malformação e da presença de complicações. Muitos pacientes mantêm visão útil por longos períodos, mas a perda visual pode ocorrer se houver hemorragia ou descolamento de retina. O acompanhamento regular permite intervenção precoce e melhora a qualidade de vida.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Hemangioma racemoso retiniano isolado
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Pesquisa ativa
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Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
FIVE-YEAR FOLLOW-UP OF A SPONTANEOUSLY PROGRESSIVE RETINAL RACEMOSE HEMANGIOMA.
To report the progression of a patient with retinal racemose hemangioma after 5 years of follow-up. Observational case report. A 14-year-old girl was diagnosed with an isolated retinal racemose hemangioma with retinal arteriovenous malformation in the posterior pole of the left eye fundus. At the fifth year of follow-up, a spontaneous enlargement of the previously normal vessel was found above the original lesion. The patient's vision remained stable, and no complication was observed. Retinal racemose hemangioma was once considered stable and nonprogressive, but progression and expansion of the lesion may also occur, so long-term follow-up is necessary.
Isolated Retinal Racemose Hemangioma with a "Bag of Worms" Appearance.
Isolated Racemose Angioma.
Isolated Racemose Angioma-A Rare Retinal Condition.
Publicações recentes
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FIVE-YEAR FOLLOW-UP OF A SPONTANEOUSLY PROGRESSIVE RETINAL RACEMOSE HEMANGIOMA.
Retinal cases & brief reportsIsolated Retinal Racemose Hemangioma with a "Bag of Worms" Appearance.
Ophthalmology. RetinaIsolated Racemose Angioma.
OphthalmologyIsolated Racemose Angioma-A Rare Retinal Condition.
JAMA ophthalmologyAssociações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
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Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:674924(Orphanet)
- MONDO:0971123(MONDO)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Hemangioma racemoso retiniano isolado
📋 Origem dos dados
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- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11