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Juvenile CLN6 disease
ORPHA:700472OMIM 601780DOENÇA RARA
Herança AR

Doença de Batten é uma doença fatal do sistema nervoso que geralmente se manifesta na infância. O início dos sintomas ocorre tipicamente entre 5 e 10 anos de idade. Frequentemente, é autossômica recessiva. É o nome comum para um grupo de doenças chamadas lipofuscinoses ceroide neuronais (LCNs). A incidência chega a ser de um em 12.500 nascidos vivos.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 21/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A doença juvenil CLN6 é uma condição genética rara que faz parte de um grupo de doenças chamadas lipofuscinoses ceroides neuronais (NCLs). Essas doenças afetam o sistema nervoso, causando o acúmulo de substâncias gordurosas (lipopigmentos) nas células do cérebro e de outros tecidos. A forma juvenil da doença CLN6 geralmente começa a se manifestar na infância ou adolescência, levando a uma perda progressiva das funções neurológicas.[1]

Sinais e sintomas

Os sintomas da doença juvenil CLN6 podem variar de pessoa para pessoa, mas geralmente incluem declínio cognitivo (dificuldade de aprendizado e perda de habilidades já adquiridas), crises epilépticas (convulsões), perda progressiva da visão, problemas de movimento (como ataxia, rigidez ou movimentos involuntários) e alterações comportamentais. Os primeiros sinais costumam aparecer entre os 5 e 10 anos de idade, mas o início pode ser mais tardio em alguns casos.[1]

Causas genéticas

A doença juvenil CLN6 é causada por alterações (mutações) no gene CLN6. Esse gene fornece instruções para a produção de uma proteína chamada ceroid-lipofuscinosis neuronal protein 6, que está envolvida no funcionamento normal das células, especialmente no processamento de resíduos dentro das células. Mutações nesse gene levam ao acúmulo anormal de substâncias gordurosas, causando danos progressivos às células nervosas.[1][2][4]

Diagnóstico

O diagnóstico da doença juvenil CLN6 é confirmado por meio de testes genéticos que identificam mutações no gene CLN6. Atualmente, existem 70 testes genéticos disponíveis para essa condição, e mais de 220 variantes genéticas diferentes já foram registradas em bancos de dados como o ClinVar. O diagnóstico precoce é importante para o planejamento do cuidado e suporte ao paciente e à família.[1][2][4]

Tratamento e manejo

Atualmente, não existe cura para a doença juvenil CLN6. O tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. Isso pode incluir medicamentos para controlar as convulsões, fisioterapia para manter a mobilidade, terapia ocupacional para auxiliar nas atividades diárias, suporte educacional especializado e acompanhamento oftalmológico para a perda de visão. O cuidado deve ser multidisciplinar, envolvendo neurologistas, geneticistas, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e psicólogos.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

A doença juvenil CLN6 é progressiva, o que significa que os sintomas pioram com o tempo. A expectativa de vida é reduzida, mas pode variar bastante de pessoa para pessoa. O suporte médico e terapêutico adequado pode ajudar a melhorar a qualidade de vida e a prolongar a sobrevida, permitindo que os pacientes vivam com mais conforto e dignidade.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Doença de Batten é uma doença fatal do sistema nervoso que geralmente se manifesta na infância. O início dos sintomas ocorre tipicamente entre 5 e 10 anos de idade. Frequentemente, é autossômica recessiva. É o nome comum para um grupo de doenças chamadas lipofuscinoses ceroide neuronais (LCNs). A incidência chega a ser de um em 12.500 nascidos vivos.

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A doença juvenil CLN6 é uma condição genética rara que faz parte de um grupo de doenças chamadas lipofuscinoses ceroides neuronais (NCLs). Essas doenças afetam o sistema nervoso, causando o acúmulo de substâncias gordurosas (lipopigmentos) nas células do cérebro e de outros tecidos. A forma juvenil da doença CLN6 geralmente começa a se manifestar na infância ou adolescência, levando a uma perda progressiva das funções neurológicas.[1]

Sinais e sintomas

Os sintomas da doença juvenil CLN6 podem variar de pessoa para pessoa, mas geralmente incluem declínio cognitivo (dificuldade de aprendizado e perda de habilidades já adquiridas), crises epilépticas (convulsões), perda progressiva da visão, problemas de movimento (como ataxia, rigidez ou movimentos involuntários) e alterações comportamentais. Os primeiros sinais costumam aparecer entre os 5 e 10 anos de idade, mas o início pode ser mais tardio em alguns casos.[1]

Causas genéticas

A doença juvenil CLN6 é causada por alterações (mutações) no gene CLN6. Esse gene fornece instruções para a produção de uma proteína chamada ceroid-lipofuscinosis neuronal protein 6, que está envolvida no funcionamento normal das células, especialmente no processamento de resíduos dentro das células. Mutações nesse gene levam ao acúmulo anormal de substâncias gordurosas, causando danos progressivos às células nervosas.[1][2][4]

Diagnóstico

O diagnóstico da doença juvenil CLN6 é confirmado por meio de testes genéticos que identificam mutações no gene CLN6. Atualmente, existem 70 testes genéticos disponíveis para essa condição, e mais de 220 variantes genéticas diferentes já foram registradas em bancos de dados como o ClinVar. O diagnóstico precoce é importante para o planejamento do cuidado e suporte ao paciente e à família.[1][2][4]

Tratamento e manejo

Atualmente, não existe cura para a doença juvenil CLN6. O tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. Isso pode incluir medicamentos para controlar as convulsões, fisioterapia para manter a mobilidade, terapia ocupacional para auxiliar nas atividades diárias, suporte educacional especializado e acompanhamento oftalmológico para a perda de visão. O cuidado deve ser multidisciplinar, envolvendo neurologistas, geneticistas, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e psicólogos.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

A doença juvenil CLN6 é progressiva, o que significa que os sintomas pioram com o tempo. A expectativa de vida é reduzida, mas pode variar bastante de pessoa para pessoa. O suporte médico e terapêutico adequado pode ajudar a melhorar a qualidade de vida e a prolongar a sobrevida, permitindo que os pacientes vivam com mais conforto e dignidade.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa4
Últimos 10 anos1publicações
Pico20221 papers
Linha do tempo
2022Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição.

Autosomal recessive
CLN6Ceroid-lipofuscinosis neuronal protein 6Disease-causing germline mutation(s) inTolerante
LOCALIZAÇÃO

Endoplasmic reticulum membraneEndoplasmic reticulum

MECANISMO DE DOENÇA

Ceroid lipofuscinosis, neuronal, 6

An autosomal recessive form of neuronal ceroid lipofuscinosis. Neuronal ceroid lipofuscinoses are progressive neurodegenerative, lysosomal storage diseases characterized by intracellular accumulation of autofluorescent liposomal material, and clinically by seizures, dementia, visual loss, and/or cerebral atrophy. The lipopigment patterns observed most often in neuronal ceroid lipofuscinosis type 6 comprise mixed combinations of granular, curvilinear, and fingerprint profiles.

OUTRAS DOENÇAS (2)
ceroid lipofuscinosis, neuronal, 6B (Kufs type)ceroid lipofuscinosis, neuronal, 6A
HGNC:2077UniProt:Q9NWW5

Variantes genéticas (ClinVar)

221 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 CLN6: NM_017882.3(CLN6):c.1_2del (p.Met1fs) ()
🧬 CLN6: NM_017882.3(CLN6):c.85del (p.His29fs) ()
🧬 CLN6: NM_017882.3(CLN6):c.196A>T (p.Met66Leu) ()
🧬 CLN6: NM_017882.3(CLN6):c.721A>C (p.Met241Leu) ()
🧬 CLN6: NM_017882.3(CLN6):c.297+2T>C ()
Ver todas no ClinVar

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

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Tratamento e manejo

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Pesquisa e ensaios clínicos

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
0 papers (10 anos)
#1

Clinical and genetic characterization of a cohort of 97 CLN6 patients tested at a single center.

Orphanet journal of rare diseases2022 May 03

Ceroid lipofuscinoses neuronal 6 (CLN6) disease belongs to the neuronal ceroid lipofuscinoses (NCLs), complex and genetically heterogeneous disorders with wide geographical and phenotypic variation. The first clinical signs usually appear between 18 months and 8 years, but examples of later-onset have also been reported. Common manifestations include ataxia, seizures, vision impairment, and developmental regression. Because these are shared by other neurological diseases, identification of CLN6 genetic variants is imperative for early diagnosis. We present one of the largest cohorts to date of genetically diagnosed CLN6 patients screened at a single center. In total 97 subjects, originating from 20 countries were screened between 2010 and 2020. They comprised 86 late-infantile, eight juvenile, and three adult-onset cases (two patients with Kufs disease type A, and one with teenage progressive myoclonic epilepsy). The male to female ratio was 1.06: 1.00. The age at referral was between six months and 33 years. The time from disease onset to referral ranged from less than 1 month to 8.3 years. The clinical phenotype consisted of a combination of symptoms, as reported before. We characterized a total of 45 distinct variants defining 45 distinct genotypes. Twenty-four were novel variants, some with distinct geographic associations. Remarkably, c.257A > G (p.H86R) was present in five out of 23 unrelated Egyptian individuals but in no patients from other countries. The most common genotype was homozygosity for the c.794_796del in-frame deletion. It was present in about one-third of CLN6 patients (28 unrelated cases, and 2 familial cases), all with late-infantile onset. Variants with a high likelihood of causing loss of CLN6 function were found in 21% of cases and made up 33% of all distinct variants. Forty-four percent of variants were classified as pathogenic or likely pathogenic. Our study significantly expands the number of published clinical cases and the mutational spectrum of disease-associated CLN6 variants, especially for the Middle Eastern and North African regions. We confirm previous observations regarding the most prevalent symptoms and recommend including CLN6 in the genetic diagnosis of patients presenting with early-onset abnormalities of the nervous system, musculoskeletal system, and eye.

Associações

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Clinical and genetic characterization of a cohort of 97 CLN6 patients tested at a single center.
    Orphanet journal of rare diseases· 2022· PMID 35505348mais citado

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:700472(Orphanet)
  2. MONDO:0979368(MONDO)
  3. Variantes catalogadas(ClinVar)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Juvenile CLN6 disease
Compêndio · Raras BR

Juvenile CLN6 disease

ORPHA:700472 · MONDO:0979368
OMIM
601780
MedGen
DiscussaoAtiva

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📋 Origem dos dados

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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM