Paralisia do plexo braquial causada por trauma no nascimento, resultando em perda permanente de função motora e sensorial no braço afetado. A ausência de recuperação funcional requer manejo de longo prazo para maximizar a independência.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A lesão obstétrica do plexo braquial, sem recuperação, é uma condição que ocorre durante o parto, quando os nervos do plexo braquial (um conjunto de nervos que vai da medula espinhal no pescoço até o braço) são esticados ou rompidos, resultando em fraqueza ou paralisia do braço afetado. Quando não há recuperação espontânea, a lesão pode levar a limitações permanentes de movimento e sensibilidade no membro. Esta página foi criada para oferecer informações claras e acolhedoras sobre a condição, baseadas em fontes oficiais.[1]
Sinais e sintomas
Os principais sinais incluem fraqueza ou paralisia completa de um braço, que pode ser notada logo após o nascimento. A criança pode não mover o braço afetado, e pode haver perda de sensibilidade. Em casos sem recuperação, esses sintomas persistem ao longo do tempo, podendo levar a deformidades articulares e atrofia muscular. É importante que qualquer sinal de fraqueza no braço de um recém-nascido seja avaliado por um médico.[1]
Causas genéticas
Até o momento, não há evidências de que a lesão obstétrica do plexo braquial, sem recuperação, tenha uma causa genética direta. A condição é geralmente decorrente de trauma mecânico durante o parto, como distocia de ombro ou uso de fórceps. Não foram identificados genes específicos associados a esta condição, e os bancos de dados genéticos (como GenCC) não listam variantes genéticas relacionadas.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico é essencialmente clínico, baseado no histórico do parto e no exame físico do recém-nascido. Exames de imagem, como ultrassonografia ou ressonância magnética do plexo braquial, podem ser solicitados para avaliar a extensão da lesão. Testes genéticos não são indicados para esta condição, pois não há causa genética conhecida. O código CID-10 associado é P14.3, e a condição é classificada como MONDO:0018587.[1][2]
Tratamento e manejo
O manejo da lesão obstétrica do plexo braquial sem recuperação envolve uma abordagem multidisciplinar. A fisioterapia é fundamental para manter a amplitude de movimento e prevenir contraturas. Em alguns casos, a cirurgia (como neurólise ou enxerto de nervo) pode ser considerada, mas a decisão deve ser tomada em conjunto com uma equipe especializada. Não há medicamentos específicos aprovados para tratar a lesão em si. O tratamento é individualizado e deve ser discutido com o médico assistente.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
Quando não há recuperação, a lesão pode resultar em limitações permanentes no uso do braço afetado. No entanto, com reabilitação adequada e suporte, muitas crianças conseguem realizar atividades diárias com adaptações. O acompanhamento com ortopedista, fisioterapeuta e terapeuta ocupacional é importante para maximizar a função e a qualidade de vida. Cada caso é único, e o prognóstico depende da gravidade inicial da lesão e da resposta ao tratamento.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Paralisia do plexo braquial causada por trauma no nascimento, resultando em perda permanente de função motora e sensorial no braço afetado. A ausência de recuperação funcional requer manejo de longo prazo para maximizar a independência.
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A lesão obstétrica do plexo braquial, sem recuperação, é uma condição que ocorre durante o parto, quando os nervos do plexo braquial (um conjunto de nervos que vai da medula espinhal no pescoço até o braço) são esticados ou rompidos, resultando em fraqueza ou paralisia do braço afetado. Quando não há recuperação espontânea, a lesão pode levar a limitações permanentes de movimento e sensibilidade no membro. Esta página foi criada para oferecer informações claras e acolhedoras sobre a condição, baseadas em fontes oficiais.[1]
Sinais e sintomas
Os principais sinais incluem fraqueza ou paralisia completa de um braço, que pode ser notada logo após o nascimento. A criança pode não mover o braço afetado, e pode haver perda de sensibilidade. Em casos sem recuperação, esses sintomas persistem ao longo do tempo, podendo levar a deformidades articulares e atrofia muscular. É importante que qualquer sinal de fraqueza no braço de um recém-nascido seja avaliado por um médico.[1]
Causas genéticas
Até o momento, não há evidências de que a lesão obstétrica do plexo braquial, sem recuperação, tenha uma causa genética direta. A condição é geralmente decorrente de trauma mecânico durante o parto, como distocia de ombro ou uso de fórceps. Não foram identificados genes específicos associados a esta condição, e os bancos de dados genéticos (como GenCC) não listam variantes genéticas relacionadas.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico é essencialmente clínico, baseado no histórico do parto e no exame físico do recém-nascido. Exames de imagem, como ultrassonografia ou ressonância magnética do plexo braquial, podem ser solicitados para avaliar a extensão da lesão. Testes genéticos não são indicados para esta condição, pois não há causa genética conhecida. O código CID-10 associado é P14.3, e a condição é classificada como MONDO:0018587.[1][2]
Tratamento e manejo
O manejo da lesão obstétrica do plexo braquial sem recuperação envolve uma abordagem multidisciplinar. A fisioterapia é fundamental para manter a amplitude de movimento e prevenir contraturas. Em alguns casos, a cirurgia (como neurólise ou enxerto de nervo) pode ser considerada, mas a decisão deve ser tomada em conjunto com uma equipe especializada. Não há medicamentos específicos aprovados para tratar a lesão em si. O tratamento é individualizado e deve ser discutido com o médico assistente.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
Quando não há recuperação, a lesão pode resultar em limitações permanentes no uso do braço afetado. No entanto, com reabilitação adequada e suporte, muitas crianças conseguem realizar atividades diárias com adaptações. O acompanhamento com ortopedista, fisioterapeuta e terapeuta ocupacional é importante para maximizar a função e a qualidade de vida. Cada caso é único, e o prognóstico depende da gravidade inicial da lesão e da resposta ao tratamento.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Lesão obstétrica do plexo braquial, sem recuperação
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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
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Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:439202(Orphanet)
- MONDO:0018587(MONDO)
- GARD:21826(GARD (NIH))
- Artigo Wikipedia(Wikipedia)
- Q2736543(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Lesão obstétrica do plexo braquial, sem recuperação
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata