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Lesão obstétrica do plexo braquial, sem recuperação
ORPHA:439202CID-10 · P14.3DOENÇA RARA
Herança Unknown
Também conhecida comoParalisia de Erb-DucheneOBPIOBPL

Paralisia do plexo braquial causada por trauma no nascimento, resultando em perda permanente de função motora e sensorial no braço afetado. A ausência de recuperação funcional requer manejo de longo prazo para maximizar a independência.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 13/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A lesão obstétrica do plexo braquial, sem recuperação, é uma condição que ocorre durante o parto, quando os nervos do plexo braquial (um conjunto de nervos que vai da medula espinhal no pescoço até o braço) são esticados ou rompidos, resultando em fraqueza ou paralisia do braço afetado. Quando não há recuperação espontânea, a lesão pode levar a limitações permanentes de movimento e sensibilidade no membro. Esta página foi criada para oferecer informações claras e acolhedoras sobre a condição, baseadas em fontes oficiais.[1]

Sinais e sintomas

Os principais sinais incluem fraqueza ou paralisia completa de um braço, que pode ser notada logo após o nascimento. A criança pode não mover o braço afetado, e pode haver perda de sensibilidade. Em casos sem recuperação, esses sintomas persistem ao longo do tempo, podendo levar a deformidades articulares e atrofia muscular. É importante que qualquer sinal de fraqueza no braço de um recém-nascido seja avaliado por um médico.[1]

Causas genéticas

Até o momento, não há evidências de que a lesão obstétrica do plexo braquial, sem recuperação, tenha uma causa genética direta. A condição é geralmente decorrente de trauma mecânico durante o parto, como distocia de ombro ou uso de fórceps. Não foram identificados genes específicos associados a esta condição, e os bancos de dados genéticos (como GenCC) não listam variantes genéticas relacionadas.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é essencialmente clínico, baseado no histórico do parto e no exame físico do recém-nascido. Exames de imagem, como ultrassonografia ou ressonância magnética do plexo braquial, podem ser solicitados para avaliar a extensão da lesão. Testes genéticos não são indicados para esta condição, pois não há causa genética conhecida. O código CID-10 associado é P14.3, e a condição é classificada como MONDO:0018587.[1][2]

Tratamento e manejo

O manejo da lesão obstétrica do plexo braquial sem recuperação envolve uma abordagem multidisciplinar. A fisioterapia é fundamental para manter a amplitude de movimento e prevenir contraturas. Em alguns casos, a cirurgia (como neurólise ou enxerto de nervo) pode ser considerada, mas a decisão deve ser tomada em conjunto com uma equipe especializada. Não há medicamentos específicos aprovados para tratar a lesão em si. O tratamento é individualizado e deve ser discutido com o médico assistente.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

Quando não há recuperação, a lesão pode resultar em limitações permanentes no uso do braço afetado. No entanto, com reabilitação adequada e suporte, muitas crianças conseguem realizar atividades diárias com adaptações. O acompanhamento com ortopedista, fisioterapeuta e terapeuta ocupacional é importante para maximizar a função e a qualidade de vida. Cada caso é único, e o prognóstico depende da gravidade inicial da lesão e da resposta ao tratamento.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Paralisia do plexo braquial causada por trauma no nascimento, resultando em perda permanente de função motora e sensorial no braço afetado. A ausência de recuperação funcional requer manejo de longo prazo para maximizar a independência.

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SUS: Cobertura mínimaScore: 0%
CID-10: P14.3
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Sinais e sintomas

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Visão geral

A lesão obstétrica do plexo braquial, sem recuperação, é uma condição que ocorre durante o parto, quando os nervos do plexo braquial (um conjunto de nervos que vai da medula espinhal no pescoço até o braço) são esticados ou rompidos, resultando em fraqueza ou paralisia do braço afetado. Quando não há recuperação espontânea, a lesão pode levar a limitações permanentes de movimento e sensibilidade no membro. Esta página foi criada para oferecer informações claras e acolhedoras sobre a condição, baseadas em fontes oficiais.[1]

Sinais e sintomas

Os principais sinais incluem fraqueza ou paralisia completa de um braço, que pode ser notada logo após o nascimento. A criança pode não mover o braço afetado, e pode haver perda de sensibilidade. Em casos sem recuperação, esses sintomas persistem ao longo do tempo, podendo levar a deformidades articulares e atrofia muscular. É importante que qualquer sinal de fraqueza no braço de um recém-nascido seja avaliado por um médico.[1]

Causas genéticas

Até o momento, não há evidências de que a lesão obstétrica do plexo braquial, sem recuperação, tenha uma causa genética direta. A condição é geralmente decorrente de trauma mecânico durante o parto, como distocia de ombro ou uso de fórceps. Não foram identificados genes específicos associados a esta condição, e os bancos de dados genéticos (como GenCC) não listam variantes genéticas relacionadas.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é essencialmente clínico, baseado no histórico do parto e no exame físico do recém-nascido. Exames de imagem, como ultrassonografia ou ressonância magnética do plexo braquial, podem ser solicitados para avaliar a extensão da lesão. Testes genéticos não são indicados para esta condição, pois não há causa genética conhecida. O código CID-10 associado é P14.3, e a condição é classificada como MONDO:0018587.[1][2]

Tratamento e manejo

O manejo da lesão obstétrica do plexo braquial sem recuperação envolve uma abordagem multidisciplinar. A fisioterapia é fundamental para manter a amplitude de movimento e prevenir contraturas. Em alguns casos, a cirurgia (como neurólise ou enxerto de nervo) pode ser considerada, mas a decisão deve ser tomada em conjunto com uma equipe especializada. Não há medicamentos específicos aprovados para tratar a lesão em si. O tratamento é individualizado e deve ser discutido com o médico assistente.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

Quando não há recuperação, a lesão pode resultar em limitações permanentes no uso do braço afetado. No entanto, com reabilitação adequada e suporte, muitas crianças conseguem realizar atividades diárias com adaptações. O acompanhamento com ortopedista, fisioterapeuta e terapeuta ocupacional é importante para maximizar a função e a qualidade de vida. Cada caso é único, e o prognóstico depende da gravidade inicial da lesão e da resposta ao tratamento.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Genética e causas

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:439202(Orphanet)
  2. MONDO:0018587(MONDO)
  3. GARD:21826(GARD (NIH))
  4. Artigo Wikipedia(Wikipedia)
  5. Q2736543(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Lesão obstétrica do plexo braquial, sem recuperação
Compêndio · Raras BR

Lesão obstétrica do plexo braquial, sem recuperação

ORPHA:439202 · MONDO:0018587
CID-10
P14.3 · Outras lesões do plexo braquial devidas a traumatismo de parto
MedGen
UMLS
C0270897
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fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata