Forma rara de mielosquise dorsal limitada (MDL), caracterizada por um pedúnculo ligado ao ápex de uma meningocele totalmente epitelizada. A malformação de Chiari II não está presente.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A mielosquise sacular dorsal limitada é uma forma rara de mielosquise dorsal limitada (LDM), caracterizada pela presença de um pedículo (haste) conectado ao ápice de uma meningocele completamente epitelizada. Diferentemente de outras formas de mielosquise, a malformação de Chiari tipo II não está presente. A condição é classificada como uma anomalia do tubo neural e está registrada na Classificação Internacional de Doenças (CID-10) sob o código Q76.0.[1]
Sinais e sintomas
A principal característica clínica é a presença de uma meningocele (protrusão das meninges) completamente coberta por pele, com um pedículo aderido ao seu ápice. Não há associação com a malformação de Chiari tipo II. Outros sintomas específicos não foram detalhados na literatura disponível para esta condição.[1]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica e de imagem, identificando a meningocele epitelizada com pedículo apical. Exames complementares podem incluir cariótipo (bandas G, Q ou R), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. O atendimento em reabilitação para doenças raras também está indicado.[1]
Tratamento e manejo
O manejo da mielosquise sacular dorsal limitada envolve acompanhamento multidisciplinar e reabilitação para doenças raras. Não há medicamentos específicos aprovados para o tratamento da condição. O tratamento é geralmente cirúrgico, visando a correção da meningocele e a prevenção de complicações neurológicas, mas detalhes específicos sobre procedimentos cirúrgicos não foram fornecidos nas fontes oficiais.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
Não há dados disponíveis sobre o prognóstico ou a qualidade de vida específicos para esta condição. O acompanhamento regular com equipe multidisciplinar é recomendado para monitorar possíveis complicações e oferecer suporte adequado.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Forma rara de mielosquise dorsal limitada (MDL), caracterizada por um pedúnculo ligado ao ápex de uma meningocele totalmente epitelizada. A malformação de Chiari II não está presente.
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A mielosquise sacular dorsal limitada é uma forma rara de mielosquise dorsal limitada (LDM), caracterizada pela presença de um pedículo (haste) conectado ao ápice de uma meningocele completamente epitelizada. Diferentemente de outras formas de mielosquise, a malformação de Chiari tipo II não está presente. A condição é classificada como uma anomalia do tubo neural e está registrada na Classificação Internacional de Doenças (CID-10) sob o código Q76.0.[1]
Sinais e sintomas
A principal característica clínica é a presença de uma meningocele (protrusão das meninges) completamente coberta por pele, com um pedículo aderido ao seu ápice. Não há associação com a malformação de Chiari tipo II. Outros sintomas específicos não foram detalhados na literatura disponível para esta condição.[1]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica e de imagem, identificando a meningocele epitelizada com pedículo apical. Exames complementares podem incluir cariótipo (bandas G, Q ou R), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. O atendimento em reabilitação para doenças raras também está indicado.[1]
Tratamento e manejo
O manejo da mielosquise sacular dorsal limitada envolve acompanhamento multidisciplinar e reabilitação para doenças raras. Não há medicamentos específicos aprovados para o tratamento da condição. O tratamento é geralmente cirúrgico, visando a correção da meningocele e a prevenção de complicações neurológicas, mas detalhes específicos sobre procedimentos cirúrgicos não foram fornecidos nas fontes oficiais.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
Não há dados disponíveis sobre o prognóstico ou a qualidade de vida específicos para esta condição. O acompanhamento regular com equipe multidisciplinar é recomendado para monitorar possíveis complicações e oferecer suporte adequado.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
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Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Mielosquise sacular dorsal limitada
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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
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Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
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Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:645354(Orphanet)
- MONDO:0970963(MONDO)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
Mielosquise sacular dorsal limitada
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS