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Nevo verrugoso acantoqueratolítico
ORPHA:79468CID-10 · Q82.5DOENÇA RARA

Pneumonia viral, vaginite, varíola, varicela, vasculite, verruga, vertigem, vibriose, virose, vitiligo, vômito.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 16/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

O Nevo verrugoso acantoqueratolítico (também conhecido como Nevo acantolítico verrugoso) é uma condição cutânea rara, caracterizada pelo desenvolvimento de lesões verrucosas (semelhantes a verrugas) na pele. A condição é classificada como um nevo epidérmico, ou seja, uma malformação benigna do tecido da pele que está presente desde o nascimento ou surge na primeira infância. A palavra "acantoqueratolítico" refere-se a alterações microscópicas específicas observadas na pele, incluindo a separação das células da epiderme (acantólise) e o espessamento da camada córnea (hiperceratose).[1]

Sinais e sintomas

A principal manifestação do Nevo verrugoso acantoqueratolítico são lesões cutâneas que podem ser descritas como verrugosas, ásperas e de coloração variável (podendo ser da cor da pele, acastanhadas ou avermelhadas). Essas lesões geralmente seguem um padrão linear ou segmentar, acompanhando as linhas de Blaschko (linhas de desenvolvimento da pele). Elas podem ser únicas ou múltiplas e, em geral, não causam sintomas, embora possam coçar ou irritar-se em alguns casos. A condição não é contagiosa e não está associada a outros problemas de saúde sistêmicos.[1]

Causas genéticas

A causa genética exata do Nevo verrugoso acantoqueratolítico ainda não foi completamente estabelecida. Acredita-se que a condição seja decorrente de mutações somáticas (que ocorrem após a concepção, em apenas algumas células do corpo) em genes envolvidos no desenvolvimento e na adesão das células da pele. Até o momento, nenhum gene específico foi confirmado como causador da doença, e não há um padrão de herança definido, pois a condição geralmente não é transmitida de pais para filhos.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico do Nevo verrugoso acantoqueratolítico é essencialmente clínico, baseado na aparência característica das lesões e na sua distribuição linear. O médico dermatologista pode suspeitar da condição durante o exame físico. Para confirmar o diagnóstico, é realizada uma biópsia da lesão, na qual um pequeno fragmento de pele é removido e analisado ao microscópio. O exame histopatológico revela as alterações típicas: acantólise (separação das células da epiderme) e hiperceratose (espessamento da camada córnea). Exames genéticos, como o sequenciamento completo do exoma (WES), podem ser solicitados em casos atípicos ou para descartar outras condições, mas não são obrigatórios para o diagnóstico.[1][3]

Tratamento e manejo

O tratamento do Nevo verrugoso acantoqueratolítico é focado no manejo das lesões cutâneas, quando necessário. Como a condição é benigna, muitas vezes não requer intervenção. Se as lesões causarem desconforto estético ou sintomas como coceira, opções de tratamento podem incluir o uso de cremes hidratantes, corticosteroides tópicos ou retinoides tópicos para suavizar a pele. Em alguns casos, procedimentos como crioterapia (congelamento), laserterapia ou remoção cirúrgica podem ser considerados para lesões localizadas. É importante consultar um dermatologista para avaliar a melhor abordagem para cada caso. Não há um medicamento específico aprovado para a condição.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O Nevo verrugoso acantoqueratolítico é uma condição benigna e não afeta a expectativa de vida. As lesões tendem a persistir ao longo da vida, mas geralmente permanecem estáveis, sem crescimento significativo ou transformação maligna. A qualidade de vida pode ser impactada principalmente por questões estéticas ou, raramente, por sintomas como coceira. O acompanhamento com um dermatologista é recomendado para monitorar as lesões e orientar sobre opções de manejo, se desejado.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Pneumonia viral, vaginite, varíola, varicela, vasculite, verruga, vertigem, vibriose, virose, vitiligo, vômito.

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SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q82.5
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Sinais e sintomas

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Visão geral

O Nevo verrugoso acantoqueratolítico (também conhecido como Nevo acantolítico verrugoso) é uma condição cutânea rara, caracterizada pelo desenvolvimento de lesões verrucosas (semelhantes a verrugas) na pele. A condição é classificada como um nevo epidérmico, ou seja, uma malformação benigna do tecido da pele que está presente desde o nascimento ou surge na primeira infância. A palavra "acantoqueratolítico" refere-se a alterações microscópicas específicas observadas na pele, incluindo a separação das células da epiderme (acantólise) e o espessamento da camada córnea (hiperceratose).[1]

Sinais e sintomas

A principal manifestação do Nevo verrugoso acantoqueratolítico são lesões cutâneas que podem ser descritas como verrugosas, ásperas e de coloração variável (podendo ser da cor da pele, acastanhadas ou avermelhadas). Essas lesões geralmente seguem um padrão linear ou segmentar, acompanhando as linhas de Blaschko (linhas de desenvolvimento da pele). Elas podem ser únicas ou múltiplas e, em geral, não causam sintomas, embora possam coçar ou irritar-se em alguns casos. A condição não é contagiosa e não está associada a outros problemas de saúde sistêmicos.[1]

Causas genéticas

A causa genética exata do Nevo verrugoso acantoqueratolítico ainda não foi completamente estabelecida. Acredita-se que a condição seja decorrente de mutações somáticas (que ocorrem após a concepção, em apenas algumas células do corpo) em genes envolvidos no desenvolvimento e na adesão das células da pele. Até o momento, nenhum gene específico foi confirmado como causador da doença, e não há um padrão de herança definido, pois a condição geralmente não é transmitida de pais para filhos.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico do Nevo verrugoso acantoqueratolítico é essencialmente clínico, baseado na aparência característica das lesões e na sua distribuição linear. O médico dermatologista pode suspeitar da condição durante o exame físico. Para confirmar o diagnóstico, é realizada uma biópsia da lesão, na qual um pequeno fragmento de pele é removido e analisado ao microscópio. O exame histopatológico revela as alterações típicas: acantólise (separação das células da epiderme) e hiperceratose (espessamento da camada córnea). Exames genéticos, como o sequenciamento completo do exoma (WES), podem ser solicitados em casos atípicos ou para descartar outras condições, mas não são obrigatórios para o diagnóstico.[1][3]

Tratamento e manejo

O tratamento do Nevo verrugoso acantoqueratolítico é focado no manejo das lesões cutâneas, quando necessário. Como a condição é benigna, muitas vezes não requer intervenção. Se as lesões causarem desconforto estético ou sintomas como coceira, opções de tratamento podem incluir o uso de cremes hidratantes, corticosteroides tópicos ou retinoides tópicos para suavizar a pele. Em alguns casos, procedimentos como crioterapia (congelamento), laserterapia ou remoção cirúrgica podem ser considerados para lesões localizadas. É importante consultar um dermatologista para avaliar a melhor abordagem para cada caso. Não há um medicamento específico aprovado para a condição.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O Nevo verrugoso acantoqueratolítico é uma condição benigna e não afeta a expectativa de vida. As lesões tendem a persistir ao longo da vida, mas geralmente permanecem estáveis, sem crescimento significativo ou transformação maligna. A qualidade de vida pode ser impactada principalmente por questões estéticas ou, raramente, por sintomas como coceira. O acompanhamento com um dermatologista é recomendado para monitorar as lesões e orientar sobre opções de manejo, se desejado.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Pesquisa e ensaios clínicos

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:79468(Orphanet)
  2. MONDO:0019320(MONDO)
  3. GARD:5485(GARD (NIH))
  4. Q55788610(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Compêndio · Raras BR

Nevo verrugoso acantoqueratolítico

ORPHA:79468 · MONDO:0019320
CID-10
Q82.5 · Nevo não-neoplásico congênito
MedGen
UMLS
C5681486
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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata