Uma variante rara da Síndrome de Guillain-Barré caracterizada por falência aguda simpática e parassimpática pós-ganglionar, que se apresenta várias semanas após uma infecção aguda com sintomas gastrointestinais (dor abdominal, vômitos, constipação, diarreia, gastroparesia, íleo), hipotensão ortostática, disfunção erétil, frequência, urgência ou retenção urinária, instabilidade vasomotora com acrocianose e redução da salivação, do lacrimejamento e da sudorese.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A pandisautonomia aguda é uma condição que pode se manifestar em indivíduos de todas as idades.[1]
Diagnóstico
Para a investigação diagnóstica, encontram-se catalogados 998 testes genéticos relacionados.[1]
Tratamento e manejo
No âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), sob o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da Síndrome de Guillain-Barré (Portaria Conjunta SAES-SCTIE/MS nº 15, de 13 de outubro de 2020), estão disponíveis para dispensação a imunoglobulina humana nas formas de pó para solução injetável e solução injetável nas dosagens de 0,5 g, 1,0 g, 2,5 g e 5,0 g.[2][2][2][2][2][2][2][2]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
A **pandisautonomia aguda** é uma forma rara da **Síndrome de Guillain-Barré** que atinge os nervos responsáveis pelo controle automático do corpo. Ela geralmente surge semanas após uma infecção e provoca alterações como quedas na pressão ao se levantar, vômitos, problemas intestinais, dificuldade para urinar e perda de lágrimas, saliva e suor. A condição não é hereditária e pode atingir pessoas em qualquer fase da vida. No Brasil, o SUS não tem um protocolo exclusivo para essa variante, mas dispensa **imunoglobulina humana** por meio das diretrizes da Síndrome de Guillain-Barré.
Uma variante rara da Síndrome de Guillain-Barré caracterizada por falência aguda simpática e parassimpática pós-ganglionar, que se apresenta várias semanas após uma infecção aguda com sintomas gastrointestinais (dor abdominal, vômitos, constipação, diarreia, gastroparesia, íleo), hipotensão ortostática, disfunção erétil, frequência, urgência ou retenção urinária, instabilidade vasomotora com acrocianose e redução da salivação, do lacrimejamento e da sudorese.
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Pandisautonomia aguda
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Pesquisa ativa
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Pesquisa e ensaios clínicos
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Publicações mais relevantes
Need for combined therapy for a rare case of autoimmune autonomic ganglionopathy: A case report.
Autoimmune autonomic ganglionopathy (AAG), formerly known as acute pandysautonomia, is a rare, acquired, antibody-mediated, potentially curable autonomic disorder that presents with diffuse autonomic failure. High levels of anti-ganglionic nicotinic acetylcholine receptor (gAChR) serum antibodies are detected in approximately 50% of AAG cases, confirming the diagnosis. We present the case of a 68-year-old man who developed autonomic failure gradually over a 2-year period. Recently, the patient was unable to stand upright for more than a few seconds before fainting. Additionally, he presented with decreased sweating, dry mouth, urinary retention, early satiety, weight loss, bloating, constipation, and erectile dysfunction. Neurological examination revealed dilated pupils that were unresponsive to light. Deep tendon reflexes were absent or diminished. Serologic evaluation revealed the presence of gAChR autoantibodies. An orthostatic hypotension test yielded a positive result. The patient did not respond to symptomatic therapy, including midodrine, fludrocortisone and atomoxetine. Second-line therapy with immunoadsorption produced a noticeable clinical improvement; however, orthostatic hypotension persisted. Sequential rituximab infusion therapy successfully led to a significant improvement in symptoms. Our case report supports the benefit of combined immunomodulatory therapy for refractory AAG cases that are unresponsive to single-agent treatment.
Life after acute pandysautonomia: a 40-year journey.
Case report: Peroral endoscopic myotomy for acute pandysautonomia-associated distal esophageal spasm in a child.
Acute pandysautonomia-associated distal esophageal spasm is a rare disease with an unclear etiology. Here, we describe a 12-year-old boy with an acute pandysautonomia-associated distal esophageal spasm who was treated using a peroral endoscopic myotomy (POEM). The patient's clinical features included recurrent dysphagia, nausea, vomiting, growth retardation, and signs of autonomic nerve dysfunction (e.g., a decreased production of tears and sweat, and an increased production of saliva). Signs of the distal esophageal spasm were visible in upper gastrointestinal radiography, endoscopy, and high-resolution esophageal manometry. After the POEM, the patient exhibited improvements in nausea and vomiting, and his dysphagia symptoms were relieved by the 6-month follow-up visit. However, the patient's neurological problems persisted. The satisfactory short-term clinical responses in our patient suggest that POEM is feasible, safe, and effective for the treatment of acute pandysautonomia-associated distal esophageal spasms in children.
A Rare Case of Guillain-Barré Syndrome With Severe Pandysautonomia.
Acute pandysautonomia is a rare disorder characterized by autonomic failure affecting sympathetic, parasympathetic, and enteric functions. We present a case of acute inflammatory demyelinating polyneuropathy (AIDP) with severe pandysautonomia in a young, otherwise healthy, female who presented with gastrointestinal symptoms and sensory demyelinating polyneuropathy, which progressively worsened and subsequently developed bladder dysfunction and orthostatic hypotension. We discuss the challenges with diagnostic workup as well as the challenges we encountered as part of the management.
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[Acute pandysautonomia and nicotinic acetylcholine receptor antibodies].
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Clinical autonomic research : official journal of the Clinical Autonomic Research SocietyA Rare Case of Guillain-Barré Syndrome With Severe Pandysautonomia.
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É uma variante rara da Síndrome de Guillain-Barré caracterizada por falência autonômica aguda simpática e parassimpática. Ela costuma se manifestar algumas semanas após um quadro infeccioso agudo e afeta o controle de diversos órgãos.
Referências
Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete
4 fontes citadas no texto · 5 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 4 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Citar este verbete
Raras. (2026). Pandisautonomia aguda. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/pandisautonomia-aguda
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Pandisautonomia aguda
📋 Origem dos dados
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- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata