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Paraplegia espástica autossômica recessiva tipo 68
ORPHA:401825DOENÇA RARA
Também conhecida comoSPG68

Neuropatia sensitiva e autonômica hereditária tipo I ou neuropatia sensitiva hereditária tipo I é um grupo de doenças neurológicas de herança autossômica dominante que afetam o sistema nervoso periférico, particularmente nas funções sensitivas e autonômicas. A marca registrada da doença é a perda acentuada da sensação de dor e temperatura nas partes distais dos membros inferiores. Os distúrbios autonômicos, quando presentes, manifestam-se como anormalidades no suor.

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Visão geral

A paraplegia espástica autossômica recessiva tipo 68, também identificada pelo código MONDO:0018420, é uma condição neurogenética rara pertencente ao grupo das paraplegias espásticas hereditárias.[1][2]

Fontes numeradas em Referências.

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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EM LINGUAGEM SIMPLES

A Paraplegia espástica autossômica recessiva tipo 68, também conhecida como SPG68, é uma doença genética e neurológica rara catalogada no sistema internacional Orphanet. Atualmente, a lista de sintomas específicos e os genes responsáveis por este tipo não constam descritos de forma completa nos registros oficiais cadastrados. O medicamento Penicillamine possui aprovação regulatória nos Estados Unidos pelo FDA, mas essa aprovação não significa fornecimento nem uso autorizado pelo SUS no Brasil. Esta enfermidade não consta na lista oficial de PCDTs de doenças raras do Ministério da Saúde e não possui remédios dispensados pelo SUS.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Neuropatia sensitiva e autonômica hereditária tipo I ou neuropatia sensitiva hereditária tipo I é um grupo de doenças neurológicas de herança autossômica dominante que afetam o sistema nervoso periférico, particularmente nas funções sensitivas e autonômicas. A marca registrada da doença é a perda acentuada da sensação de dor e temperatura nas partes distais dos membros inferiores. Os distúrbios autonômicos, quando presentes, manifestam-se como anormalidades no suor.

Publicações científicas
363 artigos
Último publicado: 2026 Apr 1
Medicamentos
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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
44 papers (10 anos)

Mostrando amostra de 7 publicações de um total de 44

#1

Finite Element-Based Biomechanical Evaluation of Patient-Specific Insoles for a Pediatric Patient with Hereditary Spastic Paraplegia Using the Taguchi Method.

Bioengineering (Basel, Switzerland)2025 Dec 04

Customized foot orthoses are widely used to manage plantar pressure and improve structural support in children with hereditary spastic paraparesis. However, the combined biomechanical effects of insole design parameters remain insufficiently quantified. This study employed a patient-specific three-dimensional finite element model to evaluate the influence of four design factors (arch height, heel cup depth, insole thickness, and material type, namely ethylene-vinyl acetate [EVA], thermoplastic polyurethane [TPU], and rubber) on four biomechanical metrics: plantar pressure distribution, von Mises stress, strain, and total deformation. Nine orthotic configurations, defined by a Taguchi L9 orthogonal array, were simulated under a vertical ground reaction force equal to 1.1× body weight. The configuration with an arch height of 42 mm, heel cup depth of 20 mm, thickness of 10 mm, and EVA material achieved the lowest peak plantar pressure (0.087 MPa). Arch height was the dominant factor for plantar pressure (79.4% of variance), deformation (68.1%), and strain (48.2%), while heel cup depth was most influential for stress (40.2%). Material type contributed minimally to plantar pressure and deformation but had a greater effect on stress (11.6%) and strain (15.0%). Thickness played a secondary role, particularly in deformation (19.9%) and strain (22.3%). These findings demonstrate the feasibility of using finite element modeling combined with the Taguchi method to systematically evaluate and optimize orthotic design parameters. Specifically, the study demonstrates that optimized personalized insoles can substantially reduce peak plantar pressure and improve load distribution in a pediatric patient with HSP, pes planovalgus, and flexed-knee gait, providing a potentially effective noninvasive intervention to prevent secondary complications and improve gait mechanics.

#2

Multiple sclerosis in patients with hereditary spastic paraplegia: a case report and systematic review.

Neurological sciences : official journal of the Italian Neurological Society and of the Italian Society of Clinical Neurophysiology2022 Sep

An increasing number of cases of comorbid hereditary spastic paraplegia (HSP) and multiple sclerosis (MS) have been described. We report a patient with the SPG3A form of HSP and features of relapsing-remitting MS (RRMS). We took this opportunity to review the current literature of co-occurring MS and HSP. The patient underwent clinical, laboratory and neuroimaging evaluations. We performed a literature search for cases of HSP and MS. The 2017 McDonalds Criteria for MS were retrospectively applied to the selected cases. A 34-year-old woman, presenting a molecular diagnosis of SPG3A, complained subacute sensory-motor symptoms. Spinal MRI disclosed T2-hyperintense lesions at C2, T6 and T4 level, the latter presenting contrast-enhancement. CSF analysis showed oligoclonal bands. She was treated with intravenous high-dose steroids, with symptom resolution. The literature review yielded 13 papers reporting 20 possible cases of MS and HSP. Nine patients (5 M, median age 34) met the 2017 McDonald criteria. Five (25%) received a diagnosis of RRMS and four (20%) of primary progressive MS. Brain MRI showed multiple WM lesions, mostly periventricular. Six of seven cases (85.7%) had spinal cord involvement. Oligoclonal bands were found in 6/8 (75%) patients. Seven patients (77.7%) improved/stabilized on immunotherapy. This is the first description on the association between SPG3A type of HSP and MS. This report adds to the other reported cases of co-occurring HSPs and MS. Although it remains unclear if this association is casual or causal, clinicians should be aware that an HSP diagnosis does not always exclude a concomitant MS.

#3

Hereditary spastic paraplegia type 11: Clinicogenetic lessons from 339 patients.

Journal of clinical neuroscience : official journal of the Neurosurgical Society of Australasia2021 Mar

Hereditary spastic paraplegia type 11 (SPG11) is the most common subtype of autosomal recessive hereditary spastic paraplegia (HSP), to date, there are more than 181 different KIAA1840 gene mutations detected, and yet the genetic landscape of SPG11 is far from complete. To find the clinical and genetic characteristics of SPG11, we performed a reanalysis of the clinical features and genotype-phenotype correlations in all reported studies exhibiting SPG11 mutations. A total of 339 patients were collected, their mean age at onset was 13.10 ± 3.65 years, with initial symptoms like gait disturbance (107/195, 54.87%) and mental retardation (47/195, 24.10%). Cognitive decline (228/270, 84.44%) was the most common complex manifestation stepped by dysarthria (134/195, 68.72%), neuropathy (112/177, 63.28%), amyatrophy, sphincter disturbance (60/130, 46.15%) and ataxia (90/194, 46.39%). The most common brain MRI abnormality is thinning of the corpus callosum (TCC) (173/190, 91.05%), followed by periventricular white matter changes (130/158, 82.28%), cerebral or cerebellar cortical atrophy (55/107, 51.40%). The mutational spectrum associated with KIAA1840 gene is wide, and frameshift mutations are the most common type followed by nonsense mutations. Our reanalysis demonstrated that SPG11 exhibited significant clinical and genetic heterogeneity, and no clear genotype-phenotype correlation was observed. There is no mutational hot spot in the KIAA1840 gene, which emphasizes the need to analyse the whole gene in clinical practice. In addition to conventional genetic testing methods, further mRNA analysis should be conducted on some cases to yield a definitive diagnosis.

#4

Clinical and molecular characterization of a large cohort of childhood onset hereditary spastic paraplegias.

Scientific reports2021 Nov 15

The present study aimed to characterize clinical and molecular data of a large cohort of subjects with childhood-onset hereditary spastic paraplegias (HSPs). A multicenter historical cohort was performed at five centers in Brazil, in which probands and affected relatives' data from consecutive families with childhood-onset HSP (onset < 12 years-old) were reviewed from 2011 to 2020. One hundred and six individuals (83 families) with suspicion of childhood-onset HSP were evaluated, being 68 (50 families) with solved genetic diagnosis, 6 (5 families) with candidate variants in HSP-related genes and 32 (28 families) with unsolved genetic diagnosis. The most common childhood-onset subtype was SPG4, 11/50 (22%) families with solved genetic diagnosis; followed by SPG3A, 8/50 (16%). Missense pathogenic variants in SPAST were found in 54.5% of probands, favoring the association of this type of variant to childhood-onset SPG4. Survival curves to major handicap and cross-sectional Spastic Paraplegia Rating Scale progressions confirmed the slow neurological deterioration in SPG4 and SPG3A. Most common complicating features and twenty variants not previously described in HSP-related genes were reported. These results are fundamental to understand the molecular and clinical epidemiology of childhood-onset HSP, which might help on differential diagnosis, patient care and guiding future collaborative trials for these rare diseases.

#5

Clinical and genetic characterization of hereditary spastic paraplegia type 3A in Taiwan.

Parkinsonism &amp; related disorders2021 Jun

To investigate the clinical and genetic features of hereditary spastic paraplegia (HSP) type 3A (SPG3A) in Taiwan. Mutational analysis of the ATL1 gene was performed for 274 unrelated Taiwanese HSP patients. The diagnosis of SPG3A was ascertained by the presence of a heterozygous pathogenic mutation in ATL1. The SPG3A patients received clinical, electrophysiological, and neuroimaging evaluations. Disease severity was assessed by using Spastic Paraplegia Rating Scale (SPRS) and disability score. Nineteen single nucleotide polymorphism (SNP) markers flanking ATL1 were genotyped for haplotype analysis of ATL1 p.R416C mutation. Eighteen SPG3A patients from 11 families were identified. They typically presented a pure form HSP phenotype with disease onset ranging from age 1-68 years. Five heterozygous ATL1 mutations were identified, including p.R239C, p.V253I, p.Y336H, p.P342R and p.R416C. ATL1 p.R416C was the most common mutation and presented in five SPG3A pedigrees. Haplotype analyses demonstrated a shared haplotype in the 12 individuals carrying a p.R416C allele. SPG3A accounts for 4% (11 out of 274) of HSP in the Taiwanese cohort. Patents with the ATL1 p.R416C mutation in Taiwan may descend from a common ancestor. This study defines the clinical and genetic features of SPG3A in Taiwan and provides useful information for the diagnosis and management, especially in patients of Han Chinese descent.

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É uma doença rara identificada internacionalmente pela sigla SPG68 e pelo código ORPHA:401825. Ela faz parte das condições neurológicas classificadas no catálogo Orphanet e no código MONDO:0018420.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

3 fontes citadas no texto · 10 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 3 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. MONDO
    purl.obolibrary.org↑
  2. Multiple sclerosis in patients with hereditary spastic paraplegia: a case report and systematic review.
    Neurological sciences : official journal of the Italian Neurological Society and of the Italian Society of Clinical Neurophysiology2022PMID 35595875
  3. Hereditary spastic paraplegia type 11: Clinicogenetic lessons from 339 patients.
    Journal of clinical neuroscience : official journal of the Neurosurgical Society of Australasia2021PMID 33581793
  4. Q55346042
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (2026). Paraplegia espástica autossômica recessiva tipo 68. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/paraplegia-espastica-autossomica-recessiva-tipo-68

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

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Compêndio · Raras BR

Paraplegia espástica autossômica recessiva tipo 68

ORPHA:401825 · MONDO:0018420
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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Medicamentos aprovados FDA
fonte: FDA OpenFDA
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