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Paraplegia espástica hereditária IFH1-relacionada
ORPHA:689231OMIM 615846DOENÇA RARA
Herança AD

Paraplegia espástica hereditária IFIH1-relacionada é uma doença neurológica rara caracterizada por espasticidade progressiva e fraqueza nas pernas. Geralmente se manifesta na infância ou adolescência, afetando a marcha e a mobilidade.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 21/06/2026
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Visão geral

A Paraplegia espástica hereditária IFIH1-relacionada é uma doença genética rara que afeta principalmente o sistema nervoso, caracterizada por fraqueza progressiva e rigidez (espasticidade) nas pernas. Esta condição faz parte de um grupo de doenças conhecidas como paraplegias espásticas hereditárias, que comprometem os neurônios responsáveis pelo controle dos movimentos voluntários. A doença é causada por alterações (variantes) no gene IFIH1, que fornece instruções para a produção de uma proteína envolvida na resposta imunológica do organismo. Ainda não há dados precisos sobre sua prevalência na população.[1][2]

Sinais e sintomas

Os principais sintomas da Paraplegia espástica hereditária IFIH1-relacionada incluem fraqueza muscular progressiva nas pernas, rigidez (espasticidade) e dificuldade para caminhar. Os sintomas geralmente começam na infância ou na idade adulta, mas a idade exata de início pode variar entre os pacientes. Até o momento, não há uma lista completa de fenótipos (manifestações clínicas) documentada em fontes oficiais para esta condição específica.[1]

Causas genéticas

A doença é causada por alterações (variantes patogênicas) no gene IFIH1 (Interferon-induced helicase C domain-containing protein 1). Este gene fornece instruções para a produção de uma proteína que atua como sensor de RNA viral e desencadeia a resposta imunológica do corpo. Mutações no IFIH1 podem levar a uma ativação anormal do sistema imunológico, contribuindo para os sintomas neurológicos. O padrão de herança (como a doença é transmitida nas famílias) ainda não foi estabelecido para esta condição específica.[1][2][4]

Diagnóstico

O diagnóstico da Paraplegia espástica hereditária IFIH1-relacionada é confirmado por meio de testes genéticos que identificam variantes patogênicas no gene IFIH1. Atualmente, existem 14 testes genéticos disponíveis para esta condição, e mais de 1.600 variantes foram catalogadas no banco de dados ClinVar. O diagnóstico diferencial inclui outras formas de paraplegia espástica hereditária e condições neurológicas com sintomas semelhantes. O aconselhamento genético é recomendado para pacientes e familiares.[1][2][4]

Tratamento e manejo

Atualmente, não há cura para a Paraplegia espástica hereditária IFIH1-relacionada. O tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. As abordagens podem incluir fisioterapia para manter a mobilidade e reduzir a rigidez muscular, medicamentos para alívio da espasticidade (como relaxantes musculares) e dispositivos de auxílio à locomoção (como bengalas ou cadeiras de rodas). Não há medicamentos específicos aprovados exclusivamente para esta condição. O acompanhamento multidisciplinar com neurologista, fisioterapeuta e geneticista é importante.[1][2]

Tratamentos citados na literatura

Não há tratamentos específicos citados na literatura científica (PubTator3) para esta condição. As informações sobre medicamentos ou intervenções são baseadas em dados gerais de manejo de paraplegias espásticas hereditárias e não em estudos específicos para a forma IFIH1-relacionada.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico da Paraplegia espástica hereditária IFIH1-relacionada varia de acordo com a gravidade dos sintomas e a idade de início. A doença é progressiva, mas a taxa de progressão pode ser lenta. Muitos pacientes mantêm a capacidade de andar com auxílio por muitos anos. A qualidade de vida pode ser impactada pela rigidez muscular e dificuldades de locomoção, mas intervenções precoces de reabilitação podem ajudar a preservar a função motora. Não há dados específicos sobre expectativa de vida para esta condição.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Paraplegia espástica hereditária IFIH1-relacionada é uma doença neurológica rara caracterizada por espasticidade progressiva e fraqueza nas pernas. Geralmente se manifesta na infância ou adolescência, afetando a marcha e a mobilidade.

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Sinais e sintomas

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Visão geral

A Paraplegia espástica hereditária IFIH1-relacionada é uma doença genética rara que afeta principalmente o sistema nervoso, caracterizada por fraqueza progressiva e rigidez (espasticidade) nas pernas. Esta condição faz parte de um grupo de doenças conhecidas como paraplegias espásticas hereditárias, que comprometem os neurônios responsáveis pelo controle dos movimentos voluntários. A doença é causada por alterações (variantes) no gene IFIH1, que fornece instruções para a produção de uma proteína envolvida na resposta imunológica do organismo. Ainda não há dados precisos sobre sua prevalência na população.[1][2]

Sinais e sintomas

Os principais sintomas da Paraplegia espástica hereditária IFIH1-relacionada incluem fraqueza muscular progressiva nas pernas, rigidez (espasticidade) e dificuldade para caminhar. Os sintomas geralmente começam na infância ou na idade adulta, mas a idade exata de início pode variar entre os pacientes. Até o momento, não há uma lista completa de fenótipos (manifestações clínicas) documentada em fontes oficiais para esta condição específica.[1]

Causas genéticas

A doença é causada por alterações (variantes patogênicas) no gene IFIH1 (Interferon-induced helicase C domain-containing protein 1). Este gene fornece instruções para a produção de uma proteína que atua como sensor de RNA viral e desencadeia a resposta imunológica do corpo. Mutações no IFIH1 podem levar a uma ativação anormal do sistema imunológico, contribuindo para os sintomas neurológicos. O padrão de herança (como a doença é transmitida nas famílias) ainda não foi estabelecido para esta condição específica.[1][2][4]

Diagnóstico

O diagnóstico da Paraplegia espástica hereditária IFIH1-relacionada é confirmado por meio de testes genéticos que identificam variantes patogênicas no gene IFIH1. Atualmente, existem 14 testes genéticos disponíveis para esta condição, e mais de 1.600 variantes foram catalogadas no banco de dados ClinVar. O diagnóstico diferencial inclui outras formas de paraplegia espástica hereditária e condições neurológicas com sintomas semelhantes. O aconselhamento genético é recomendado para pacientes e familiares.[1][2][4]

Tratamento e manejo

Atualmente, não há cura para a Paraplegia espástica hereditária IFIH1-relacionada. O tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. As abordagens podem incluir fisioterapia para manter a mobilidade e reduzir a rigidez muscular, medicamentos para alívio da espasticidade (como relaxantes musculares) e dispositivos de auxílio à locomoção (como bengalas ou cadeiras de rodas). Não há medicamentos específicos aprovados exclusivamente para esta condição. O acompanhamento multidisciplinar com neurologista, fisioterapeuta e geneticista é importante.[1][2]

Tratamentos citados na literatura

Não há tratamentos específicos citados na literatura científica (PubTator3) para esta condição. As informações sobre medicamentos ou intervenções são baseadas em dados gerais de manejo de paraplegias espásticas hereditárias e não em estudos específicos para a forma IFIH1-relacionada.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico da Paraplegia espástica hereditária IFIH1-relacionada varia de acordo com a gravidade dos sintomas e a idade de início. A doença é progressiva, mas a taxa de progressão pode ser lenta. Muitos pacientes mantêm a capacidade de andar com auxílio por muitos anos. A qualidade de vida pode ser impactada pela rigidez muscular e dificuldades de locomoção, mas intervenções precoces de reabilitação podem ajudar a preservar a função motora. Não há dados específicos sobre expectativa de vida para esta condição.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa12desde 2014
Últimos 10 anos5publicações
Pico20265 papers
Linha do tempo
20202014Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição.

Autosomal dominant
IFIH1Interferon-induced helicase C domain-containing protein 1Disease-causing germline mutation(s) inTolerante
FUNÇÃO

Innate immune receptor which acts as a cytoplasmic sensor of viral nucleic acids and plays a major role in sensing viral infection and in the activation of a cascade of antiviral responses including the induction of type I interferons and pro-inflammatory cytokines (PubMed:28594402, PubMed:32169843, PubMed:33727702). Its ligands include mRNA lacking 2'-O-methylation at their 5' cap and long-dsRNA (>1 kb in length) (PubMed:22160685). Upon ligand binding it associates with mitochondria antiviral s

LOCALIZAÇÃO

CytoplasmNucleusMitochondrion

VIAS BIOLÓGICAS (10)
DDX58/IFIH1-mediated induction of interferon-alpha/betaNegative regulators of DDX58/IFIH1 signalingTRAF3-dependent IRF activation pathwaySARS-CoV-2 activates/modulates innate and adaptive immune responsesOvarian tumor domain proteases
MECANISMO DE DOENÇA

Type 1 diabetes mellitus 19

A multifactorial disorder of glucose homeostasis that is characterized by susceptibility to ketoacidosis in the absence of insulin therapy. Clinical features are polydipsia, polyphagia and polyuria which result from hyperglycemia-induced osmotic diuresis and secondary thirst. These derangements result in long-term complications that affect the eyes, kidneys, nerves, and blood vessels.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Linfócitos
87.0 TPM
Baço
15.9 TPM
Pulmão
13.4 TPM
Nervo tibial
11.7 TPM
Útero
11.1 TPM
OUTRAS DOENÇAS (5)
immunodeficiency 95Singleton-Merten syndrome 1Aicardi-Goutieres syndrome 7Singleton-Merten dysplasia
HGNC:18873UniProt:Q9BYX4

Variantes genéticas (ClinVar)

1.631 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 IFIH1: NM_022168.4(IFIH1):c.2575C>T (p.His859Tyr) ()
🧬 IFIH1: NM_022168.4(IFIH1):c.2347dup (p.Ile783fs) ()
🧬 IFIH1: NM_022168.4(IFIH1):c.309C>T (p.Pro103=) ()
🧬 IFIH1: NM_022168.4(IFIH1):c.2533A>G (p.Thr845Ala) ()
🧬 IFIH1: NM_022168.4(IFIH1):c.1262T>C (p.Leu421Pro) ()
Ver todas no ClinVar

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

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Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

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Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Paraplegia espástica hereditária IFH1-relacionada

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Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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Comunidades

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Mast cell mediators in hereditary angioedema.
    Orphanet J Rare Dis· 2026· PMID 41832580recente
  2. Prenatal Molecular Diagnosis of COL2A1-Associated Stickler Syndrome: Genotype-Phenotype Correlation in a Resource-Limited Healthcare Setting.
    Int J Mol Sci· 2026· PMID 41828453recente
  3. Platelet gene signatures detecting pulmonary artery stenosis in patients with pulmonary hypertension.
    Orphanet J Rare Dis· 2026· PMID 41827036recente
  4. The global impact of imiglucerase therapy in children with Gaucher disease types 1 and 3: a real-world analysis from the International Collaborative Gaucher Group Gaucher Registry.
    Orphanet J Rare Dis· 2026· PMID 41821052recente
  5. Monogenic lupus with SLC7A7 mutations: a retrospective study from a Chinese center.
    Orphanet J Rare Dis· 2026· PMID 41821046recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:689231(Orphanet)
  2. MONDO:0975919(MONDO)
  3. Variantes catalogadas(ClinVar)
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Paraplegia espástica hereditária IFH1-relacionada

ORPHA:689231 · MONDO:0975919
OMIM
615846
MedGen
Evidência
🥉 Relato de caso
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM