Raras
Buscar doenças, sintomas, genes...
Paraplegia espástica hereditária RNASEH2B-relacionada
ORPHA:689234OMIM 610181DOENÇA RARA
Início neonatalHerança AR

Este é uma lista de códigos de doenças no banco de dados Online Mendelian Inheritance in Man (OMIM). Estas são doenças que podem ser herdadas por um mecanismo genético mendeliano. O OMIM é um dos bancos de dados abrigados no Centro Nacional de Informações sobre Biotecnologia dos EUA.

Mantido por Agente Raras·Colaborar como especialista →

Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin86% com fonte · revisão 21/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Paraplegia espástica hereditária RNASEH2B-relacionada é uma doença genética rara que afeta principalmente o sistema nervoso, causando fraqueza progressiva e rigidez nos membros inferiores. A condição tem prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada extremamente rara.[1]

Sinais e sintomas

Os sintomas geralmente começam na infância ou no período neonatal. A principal manifestação é a espasticidade (rigidez muscular) e fraqueza progressiva nas pernas, que pode levar a dificuldades para andar. Outros sintomas podem incluir alterações na coordenação motora e, em alguns casos, comprometimento cognitivo leve. Como a doença é muito rara, o espectro completo de sintomas ainda está sendo descrito.[1]

Causas genéticas

A doença é causada por mutações no gene RNASEH2B (Ribonuclease H2 subunit B), localizado no cromossomo 13. Esse gene fornece instruções para a produção de uma subunidade da enzima ribonuclease H2, que está envolvida na manutenção da estabilidade do DNA. A herança é autossômica recessiva, ou seja, a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a doença.[1][2][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é confirmado por meio de teste genético que identifica mutações no gene RNASEH2B. Atualmente, existem 25 testes genéticos disponíveis para essa condição, e mais de 560 variantes patogênicas foram registradas no banco de dados ClinVar. O diagnóstico diferencial inclui outras formas de paraplegia espástica hereditária e condições neurológicas com sintomas semelhantes.[1][2][4]

Tratamento e manejo

Até o momento, não há cura para a Paraplegia espástica hereditária RNASEH2B-relacionada. O tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. Isso pode incluir fisioterapia para manter a mobilidade, medicamentos para reduzir a espasticidade (como baclofeno ou toxina botulínica) e acompanhamento multidisciplinar com neurologista, fisiatra e terapeuta ocupacional. Não há medicamentos específicos aprovados exclusivamente para esta doença. O tratamento deve ser individualizado e baseado nas necessidades de cada paciente.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia de acordo com a gravidade dos sintomas e a idade de início. Como a doença é progressiva, muitas pessoas podem necessitar de auxílio para locomoção ao longo do tempo. O acompanhamento médico regular e a reabilitação podem ajudar a retardar a progressão dos sintomas e melhorar a qualidade de vida. Não há dados específicos sobre expectativa de vida para esta condição.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Este é uma lista de códigos de doenças no banco de dados Online Mendelian Inheritance in Man (OMIM). Estas são doenças que podem ser herdadas por um mecanismo genético mendeliano. O OMIM é um dos bancos de dados abrigados no Centro Nacional de Informações sobre Biotecnologia dos EUA.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
22
pacientes catalogados
Início
Infancy
+ neonatal
🏥
SUS: Sem cobertura SUSScore: 0%
Você se identifica com essa condição?
O Raras está aqui pra te apoiar — com ou sem diagnóstico

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Entender a doença

Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo

Preparando trilha educativa...

Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin86% com fonte · revisão 21/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Paraplegia espástica hereditária RNASEH2B-relacionada é uma doença genética rara que afeta principalmente o sistema nervoso, causando fraqueza progressiva e rigidez nos membros inferiores. A condição tem prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada extremamente rara.[1]

Sinais e sintomas

Os sintomas geralmente começam na infância ou no período neonatal. A principal manifestação é a espasticidade (rigidez muscular) e fraqueza progressiva nas pernas, que pode levar a dificuldades para andar. Outros sintomas podem incluir alterações na coordenação motora e, em alguns casos, comprometimento cognitivo leve. Como a doença é muito rara, o espectro completo de sintomas ainda está sendo descrito.[1]

Causas genéticas

A doença é causada por mutações no gene RNASEH2B (Ribonuclease H2 subunit B), localizado no cromossomo 13. Esse gene fornece instruções para a produção de uma subunidade da enzima ribonuclease H2, que está envolvida na manutenção da estabilidade do DNA. A herança é autossômica recessiva, ou seja, a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a doença.[1][2][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é confirmado por meio de teste genético que identifica mutações no gene RNASEH2B. Atualmente, existem 25 testes genéticos disponíveis para essa condição, e mais de 560 variantes patogênicas foram registradas no banco de dados ClinVar. O diagnóstico diferencial inclui outras formas de paraplegia espástica hereditária e condições neurológicas com sintomas semelhantes.[1][2][4]

Tratamento e manejo

Até o momento, não há cura para a Paraplegia espástica hereditária RNASEH2B-relacionada. O tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. Isso pode incluir fisioterapia para manter a mobilidade, medicamentos para reduzir a espasticidade (como baclofeno ou toxina botulínica) e acompanhamento multidisciplinar com neurologista, fisiatra e terapeuta ocupacional. Não há medicamentos específicos aprovados exclusivamente para esta doença. O tratamento deve ser individualizado e baseado nas necessidades de cada paciente.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia de acordo com a gravidade dos sintomas e a idade de início. Como a doença é progressiva, muitas pessoas podem necessitar de auxílio para locomoção ao longo do tempo. O acompanhamento médico regular e a reabilitação podem ajudar a retardar a progressão dos sintomas e melhorar a qualidade de vida. Não há dados específicos sobre expectativa de vida para esta condição.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa1
Últimos 10 anos5publicações
Pico20265 papers
Linha do tempo
2026Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.

RNASEH2BRibonuclease H2 subunit BDisease-causing germline mutation(s) inTolerante
FUNÇÃO

Non catalytic subunit of RNase H2, an endonuclease that specifically degrades the RNA of RNA:DNA hybrids. Participates in DNA replication, possibly by mediating the removal of lagging-strand Okazaki fragment RNA primers during DNA replication. Mediates the excision of single ribonucleotides from DNA:RNA duplexes

LOCALIZAÇÃO

Nucleus

MECANISMO DE DOENÇA

Aicardi-Goutieres syndrome 2

A form of Aicardi-Goutieres syndrome, a genetically heterogeneous disease characterized by cerebral atrophy, leukoencephalopathy, intracranial calcifications, chronic cerebrospinal fluid (CSF) lymphocytosis, increased CSF alpha-interferon, and negative serologic investigations for common prenatal infection. Clinical features as thrombocytopenia, hepatosplenomegaly and elevated hepatic transaminases along with intermittent fever may erroneously suggest an infective process. Severe neurological dysfunctions manifest in infancy as progressive microcephaly, spasticity, dystonic posturing and profound psychomotor retardation. Death often occurs in early childhood.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Linfócitos
17.9 TPM
Útero
14.7 TPM
Cervix Ectocervix
12.1 TPM
Fallopian Tube
12.0 TPM
Cólon sigmoide
11.6 TPM
OUTRAS DOENÇAS (2)
Aicardi-Goutieres syndrome 2Aicardi-Goutieres syndrome
HGNC:25671UniProt:Q5TBB1

Variantes genéticas (ClinVar)

563 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 RNASEH2B: NM_024570.4(RNASEH2B):c.255C>G (p.Leu85=) ()
🧬 RNASEH2B: NM_024570.4(RNASEH2B):c.528A>C (p.Ala176=) ()
🧬 RNASEH2B: NM_024570.4(RNASEH2B):c.786C>T (p.Tyr262=) ()
🧬 RNASEH2B: NM_024570.4(RNASEH2B):c.12C>T (p.Gly4=) ()
🧬 RNASEH2B: NM_024570.4(RNASEH2B):c.561C>G (p.Ser187=) ()
Ver todas no ClinVar

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Paraplegia espástica hereditária RNASEH2B-relacionada

🗺️

Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Paraplegia espástica hereditária RNASEH2B-relacionada.

É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

Ainda não existe comunidade no Raras para Paraplegia espástica hereditária RNASEH2B-relacionada

Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.

Tire suas dúvidas

Perguntas, dicas e experiências compartilhadas aqui na página

Participe da discussão

Faça login para postar dúvidas, compartilhar experiências e interagir com especialistas.

Fazer login

Doenças relacionadas

Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico

Ainda não achamos doenças com sintomas parecidos o suficiente.

Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Mast cell mediators in hereditary angioedema.
    Orphanet J Rare Dis· 2026· PMID 41832580recente
  2. Prenatal Molecular Diagnosis of COL2A1-Associated Stickler Syndrome: Genotype-Phenotype Correlation in a Resource-Limited Healthcare Setting.
    Int J Mol Sci· 2026· PMID 41828453recente
  3. Platelet gene signatures detecting pulmonary artery stenosis in patients with pulmonary hypertension.
    Orphanet J Rare Dis· 2026· PMID 41827036recente
  4. The global impact of imiglucerase therapy in children with Gaucher disease types 1 and 3: a real-world analysis from the International Collaborative Gaucher Group Gaucher Registry.
    Orphanet J Rare Dis· 2026· PMID 41821052recente
  5. Monogenic lupus with SLC7A7 mutations: a retrospective study from a Chinese center.
    Orphanet J Rare Dis· 2026· PMID 41821046recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:689234(Orphanet)
  2. MONDO:0975920(MONDO)
  3. Variantes catalogadas(ClinVar)
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Paraplegia espástica hereditária RNASEH2B-relacionada

ORPHA:689234 · MONDO:0975920
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
22 casos conhecidos
Herança
Autosomal recessive
OMIM
610181
Início
Infancy, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
Evidência
🥉 Relato de caso
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM