Este é uma lista de códigos de doenças no banco de dados Online Mendelian Inheritance in Man (OMIM). Estas são doenças que podem ser herdadas por um mecanismo genético mendeliano. O OMIM é um dos bancos de dados abrigados no Centro Nacional de Informações sobre Biotecnologia dos EUA.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Paraplegia espástica hereditária RNASEH2B-relacionada é uma doença genética rara que afeta principalmente o sistema nervoso, causando fraqueza progressiva e rigidez nos membros inferiores. A condição tem prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada extremamente rara.[1]
Sinais e sintomas
Os sintomas geralmente começam na infância ou no período neonatal. A principal manifestação é a espasticidade (rigidez muscular) e fraqueza progressiva nas pernas, que pode levar a dificuldades para andar. Outros sintomas podem incluir alterações na coordenação motora e, em alguns casos, comprometimento cognitivo leve. Como a doença é muito rara, o espectro completo de sintomas ainda está sendo descrito.[1]
Causas genéticas
A doença é causada por mutações no gene RNASEH2B (Ribonuclease H2 subunit B), localizado no cromossomo 13. Esse gene fornece instruções para a produção de uma subunidade da enzima ribonuclease H2, que está envolvida na manutenção da estabilidade do DNA. A herança é autossômica recessiva, ou seja, a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a doença.[1][2][4]
Diagnóstico
O diagnóstico é confirmado por meio de teste genético que identifica mutações no gene RNASEH2B. Atualmente, existem 25 testes genéticos disponíveis para essa condição, e mais de 560 variantes patogênicas foram registradas no banco de dados ClinVar. O diagnóstico diferencial inclui outras formas de paraplegia espástica hereditária e condições neurológicas com sintomas semelhantes.[1][2][4]
Tratamento e manejo
Até o momento, não há cura para a Paraplegia espástica hereditária RNASEH2B-relacionada. O tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. Isso pode incluir fisioterapia para manter a mobilidade, medicamentos para reduzir a espasticidade (como baclofeno ou toxina botulínica) e acompanhamento multidisciplinar com neurologista, fisiatra e terapeuta ocupacional. Não há medicamentos específicos aprovados exclusivamente para esta doença. O tratamento deve ser individualizado e baseado nas necessidades de cada paciente.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia de acordo com a gravidade dos sintomas e a idade de início. Como a doença é progressiva, muitas pessoas podem necessitar de auxílio para locomoção ao longo do tempo. O acompanhamento médico regular e a reabilitação podem ajudar a retardar a progressão dos sintomas e melhorar a qualidade de vida. Não há dados específicos sobre expectativa de vida para esta condição.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Este é uma lista de códigos de doenças no banco de dados Online Mendelian Inheritance in Man (OMIM). Estas são doenças que podem ser herdadas por um mecanismo genético mendeliano. O OMIM é um dos bancos de dados abrigados no Centro Nacional de Informações sobre Biotecnologia dos EUA.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Paraplegia espástica hereditária RNASEH2B-relacionada é uma doença genética rara que afeta principalmente o sistema nervoso, causando fraqueza progressiva e rigidez nos membros inferiores. A condição tem prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada extremamente rara.[1]
Sinais e sintomas
Os sintomas geralmente começam na infância ou no período neonatal. A principal manifestação é a espasticidade (rigidez muscular) e fraqueza progressiva nas pernas, que pode levar a dificuldades para andar. Outros sintomas podem incluir alterações na coordenação motora e, em alguns casos, comprometimento cognitivo leve. Como a doença é muito rara, o espectro completo de sintomas ainda está sendo descrito.[1]
Causas genéticas
A doença é causada por mutações no gene RNASEH2B (Ribonuclease H2 subunit B), localizado no cromossomo 13. Esse gene fornece instruções para a produção de uma subunidade da enzima ribonuclease H2, que está envolvida na manutenção da estabilidade do DNA. A herança é autossômica recessiva, ou seja, a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a doença.[1][2][4]
Diagnóstico
O diagnóstico é confirmado por meio de teste genético que identifica mutações no gene RNASEH2B. Atualmente, existem 25 testes genéticos disponíveis para essa condição, e mais de 560 variantes patogênicas foram registradas no banco de dados ClinVar. O diagnóstico diferencial inclui outras formas de paraplegia espástica hereditária e condições neurológicas com sintomas semelhantes.[1][2][4]
Tratamento e manejo
Até o momento, não há cura para a Paraplegia espástica hereditária RNASEH2B-relacionada. O tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. Isso pode incluir fisioterapia para manter a mobilidade, medicamentos para reduzir a espasticidade (como baclofeno ou toxina botulínica) e acompanhamento multidisciplinar com neurologista, fisiatra e terapeuta ocupacional. Não há medicamentos específicos aprovados exclusivamente para esta doença. O tratamento deve ser individualizado e baseado nas necessidades de cada paciente.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia de acordo com a gravidade dos sintomas e a idade de início. Como a doença é progressiva, muitas pessoas podem necessitar de auxílio para locomoção ao longo do tempo. O acompanhamento médico regular e a reabilitação podem ajudar a retardar a progressão dos sintomas e melhorar a qualidade de vida. Não há dados específicos sobre expectativa de vida para esta condição.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.
Non catalytic subunit of RNase H2, an endonuclease that specifically degrades the RNA of RNA:DNA hybrids. Participates in DNA replication, possibly by mediating the removal of lagging-strand Okazaki fragment RNA primers during DNA replication. Mediates the excision of single ribonucleotides from DNA:RNA duplexes
Nucleus
Aicardi-Goutieres syndrome 2
A form of Aicardi-Goutieres syndrome, a genetically heterogeneous disease characterized by cerebral atrophy, leukoencephalopathy, intracranial calcifications, chronic cerebrospinal fluid (CSF) lymphocytosis, increased CSF alpha-interferon, and negative serologic investigations for common prenatal infection. Clinical features as thrombocytopenia, hepatosplenomegaly and elevated hepatic transaminases along with intermittent fever may erroneously suggest an infective process. Severe neurological dysfunctions manifest in infancy as progressive microcephaly, spasticity, dystonic posturing and profound psychomotor retardation. Death often occurs in early childhood.
Variantes genéticas (ClinVar)
563 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Paraplegia espástica hereditária RNASEH2B-relacionada
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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Publicações recentes
Mast cell mediators in hereditary angioedema.
Prenatal Molecular Diagnosis of COL2A1-Associated Stickler Syndrome: Genotype-Phenotype Correlation in a Resource-Limited Healthcare Setting.
🥉 Relato de casoPlatelet gene signatures detecting pulmonary artery stenosis in patients with pulmonary hypertension.
The global impact of imiglucerase therapy in children with Gaucher disease types 1 and 3: a real-world analysis from the International Collaborative Gaucher Group Gaucher Registry.
Monogenic lupus with SLC7A7 mutations: a retrospective study from a Chinese center.
Associações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
Ainda não temos associações cadastradas para Paraplegia espástica hereditária RNASEH2B-relacionada.
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Comunidades
Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras
Ainda não existe comunidade no Raras para Paraplegia espástica hereditária RNASEH2B-relacionada
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Fazer loginDoenças relacionadas
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
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Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:689234(Orphanet)
- MONDO:0975920(MONDO)
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
Paraplegia espástica hereditária RNASEH2B-relacionada
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM