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Pé torto familiar por mutação pontual em PITX1
ORPHA:293150CID-10 · Q66.8CID-11 · LB98.YDOENÇA RARA
Herança AD
Sinônimos clínicos: Pé boto hereditário por mutação pontual em PITX1

Pé torto familiar é uma deformidade congênita do pé, herdada, causada por mutação pontual no gene PITX1. Afeta principalmente a articulação do tornozelo, resultando em rotação interna e adução do pé.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 11/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

O pé torto familiar por mutação pontual em PITX1 é uma condição genética rara que afeta o desenvolvimento dos pés. Ela se caracteriza por uma deformidade congênita (presente ao nascimento) na qual um ou ambos os pés estão virados para dentro e para baixo, uma condição conhecida como pé torto congênito (ou clubfoot). A forma 'familiar' indica que há uma predisposição hereditária, e a causa específica é uma alteração (mutação pontual) no gene PITX1.[1]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas desta condição são essencialmente os do pé torto congênito. O pé apresenta-se com a ponta voltada para baixo e para dentro, o calcanhar elevado e o antepé desviado medialmente. A deformidade pode ser rígida ou flexível, e pode afetar um ou ambos os pés. Em alguns casos, podem estar presentes outras alterações musculoesqueléticas, como encurtamento da perna ou alterações nos dedos.[1]

Causas genéticas

A causa genética é uma mutação pontual no gene PITX1 (Pituitary homeobox 1). Este gene fornece instruções para a produção de uma proteína que atua como fator de transcrição, essencial para o desenvolvimento normal dos membros inferiores. Mutações neste gene podem interromper esse processo, levando à deformidade do pé. A herança parece ser autossômica dominante, mas os dados sobre a prevalência e a idade de início não estão disponíveis nas fontes oficiais consultadas.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica ortopédica e pode ser confirmado por testes genéticos. Exames como o cariótipo (bandas G, Q ou R), a pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH e o sequenciamento completo do exoma (WES) podem ser utilizados para identificar a mutação no gene PITX1. Atualmente, existem 38 variantes associadas a esta condição registradas no ClinVar, e 336 testes genéticos disponíveis para diagnóstico.[1][3]

Tratamento e manejo

O tratamento do pé torto congênito geralmente envolve métodos não cirúrgicos, como o método de Ponseti (manipulações e gessos seriados), seguido por órteses de manutenção. Em casos mais graves ou refratários, a cirurgia corretiva pode ser necessária. O acompanhamento com fisioterapia e reabilitação é fundamental para otimizar a função e a qualidade de vida. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para esta condição, incluindo procedimentos como atendimento em reabilitação para doenças raras e a dosagem de alfa-fetoproteína, além dos exames genéticos mencionados.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

Com tratamento adequado e precoce, a maioria das crianças com pé torto congênito consegue andar, correr e participar de atividades normais, embora possa haver alguma diferença no tamanho ou na força do pé afetado. O prognóstico a longo prazo é geralmente bom, mas depende da gravidade inicial da deformidade e da adesão ao tratamento. O acompanhamento multidisciplinar (ortopedia, fisioterapia, genética) é importante para monitorar o desenvolvimento e prevenir complicações.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Pé torto familiar é uma deformidade congênita do pé, herdada, causada por mutação pontual no gene PITX1. Afeta principalmente a articulação do tornozelo, resultando em rotação interna e adução do pé.

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SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q66.8
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 11/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

O pé torto familiar por mutação pontual em PITX1 é uma condição genética rara que afeta o desenvolvimento dos pés. Ela se caracteriza por uma deformidade congênita (presente ao nascimento) na qual um ou ambos os pés estão virados para dentro e para baixo, uma condição conhecida como pé torto congênito (ou clubfoot). A forma 'familiar' indica que há uma predisposição hereditária, e a causa específica é uma alteração (mutação pontual) no gene PITX1.[1]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas desta condição são essencialmente os do pé torto congênito. O pé apresenta-se com a ponta voltada para baixo e para dentro, o calcanhar elevado e o antepé desviado medialmente. A deformidade pode ser rígida ou flexível, e pode afetar um ou ambos os pés. Em alguns casos, podem estar presentes outras alterações musculoesqueléticas, como encurtamento da perna ou alterações nos dedos.[1]

Causas genéticas

A causa genética é uma mutação pontual no gene PITX1 (Pituitary homeobox 1). Este gene fornece instruções para a produção de uma proteína que atua como fator de transcrição, essencial para o desenvolvimento normal dos membros inferiores. Mutações neste gene podem interromper esse processo, levando à deformidade do pé. A herança parece ser autossômica dominante, mas os dados sobre a prevalência e a idade de início não estão disponíveis nas fontes oficiais consultadas.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica ortopédica e pode ser confirmado por testes genéticos. Exames como o cariótipo (bandas G, Q ou R), a pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH e o sequenciamento completo do exoma (WES) podem ser utilizados para identificar a mutação no gene PITX1. Atualmente, existem 38 variantes associadas a esta condição registradas no ClinVar, e 336 testes genéticos disponíveis para diagnóstico.[1][3]

Tratamento e manejo

O tratamento do pé torto congênito geralmente envolve métodos não cirúrgicos, como o método de Ponseti (manipulações e gessos seriados), seguido por órteses de manutenção. Em casos mais graves ou refratários, a cirurgia corretiva pode ser necessária. O acompanhamento com fisioterapia e reabilitação é fundamental para otimizar a função e a qualidade de vida. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para esta condição, incluindo procedimentos como atendimento em reabilitação para doenças raras e a dosagem de alfa-fetoproteína, além dos exames genéticos mencionados.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

Com tratamento adequado e precoce, a maioria das crianças com pé torto congênito consegue andar, correr e participar de atividades normais, embora possa haver alguma diferença no tamanho ou na força do pé afetado. O prognóstico a longo prazo é geralmente bom, mas depende da gravidade inicial da deformidade e da adesão ao tratamento. O acompanhamento multidisciplinar (ortopedia, fisioterapia, genética) é importante para monitorar o desenvolvimento e prevenir complicações.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição.

Autosomal dominant

Curadoria gene-doença

fontes oficiais
PITX1
PITX1Pituitary homeobox 1Disease-causing germline mutation(s) inAltamente restrito
FUNÇÃO

Sequence-specific transcription factor that binds gene promoters and activates their transcription. May play a role in the development of anterior structures, and in particular, the brain and facies and in specifying the identity or structure of hindlimb

LOCALIZAÇÃO

Nucleus

MECANISMO DE DOENÇA

Clubfoot, congenital, with or without deficiency of long bones and/or mirror-image polydactyly

A congenital limb deformity defined as fixation of the foot in cavus, adductus, varus, and equinus (i.e., inclined inwards, axially rotated outwards, and pointing downwards) with concomitant soft tissue abnormalities. Clubfoot may occur in isolation or as part of a syndrome. Some patients present tibial hemimelia, bilateral patellar hypoplasia, and preaxial mirror-image polydactyly.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Tecido-específico)
Esôfago - Mucosa
816.4 TPM
Vagina
305.4 TPM
Pituitária
298.8 TPM
Bladder
154.5 TPM
Glândula salivar
118.4 TPM
OUTRAS DOENÇAS (4)
clubfootfamilial clubfoot due to 5q31 microdeletionfamilial clubfoot due to PITX1 point mutationbrachydactyly-elbow wrist dysplasia syndrome
HGNC:9004UniProt:P78337

Variantes genéticas (ClinVar)

38 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 PITX1: NM_002653.5(PITX1):c.395G>A (p.Arg132His) ()
🧬 PITX1: NM_002653.5(PITX1):c.788C>G (p.Pro263Arg) ()
🧬 PITX1: NM_002653.5(PITX1):c.186_187dup (p.Glu63fs) ()
🧬 PITX1: NM_002653.5(PITX1):c.429G>C (p.Lys143Asn) ()
🧬 PITX1: NM_002653.5(PITX1):c.365T>A (p.Ile122Asn) ()
Ver todas no ClinVar

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Pé torto familiar por mutação pontual em PITX1

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Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Associações

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:293150(Orphanet)
  2. MONDO:0017383(MONDO)
  3. GARD:17337(GARD (NIH))
  4. Variantes catalogadas(ClinVar)
  5. Q56013986(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Compêndio · Raras BR

Pé torto familiar por mutação pontual em PITX1

ORPHA:293150 · MONDO:0017383
CID-10
Q66.8 · Outras deformidades congênitas do pé
CID-11
MedGen
UMLS
C5679943
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Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata