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Protracted juvenile CLN3 disease
ORPHA:699796OMIM 204200DOENÇA RARA
Esta doença tem causa genética. Recomendamos procurar um médico geneticista para diagnóstico, exames genéticos e aconselhamento familiar.
Herança AR

A lipofuscinose ceroide neuronal é uma família de pelo menos oito doenças neurodegenerativas de depósito lisossômico geneticamente distintas, que resultam do acúmulo excessivo de lipopigmentos (lipofuscina) nos tecidos do corpo. Esses lipopigmentos são compostos de gorduras e proteínas. Seu nome deriva do radical "lipo-", que é uma variação de lipídio, e do termo "pigmento", usado porque as substâncias adquirem uma cor amarelo-esverdeada quando vistas sob um microscópio de luz ultravioleta. Esses materiais de lipofuscina se acumulam nas células neuronais e em muitos órgãos, incluindo o fígado, o baço, o miocárdio e os rins.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · atualizado 21/06/2026Revisão médica pendente
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Visão geral

A doença de CLN3 juvenil prolongada (Protracted juvenile CLN3 disease) é uma forma rara e de progressão mais lenta da lipofuscinose ceróide neuronal, um grupo de doenças neurodegenerativas hereditárias. Esta condição é causada por alterações no gene CLN3, que fornece instruções para a produção da proteína battenina. A forma prolongada apresenta um início mais tardio e uma evolução mais gradual dos sintomas em comparação com a forma juvenil clássica da doença.[1][2]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da doença de CLN3 juvenil prolongada podem incluir perda progressiva da visão (iniciando geralmente na infância ou adolescência), declínio cognitivo, crises epilépticas, dificuldades motoras e alterações comportamentais. A progressão mais lenta significa que alguns sintomas podem aparecer mais tardiamente e evoluir de forma menos agressiva do que na forma clássica.[1][2]

Causas genéticas

A doença é causada por mutações no gene CLN3, localizado no cromossomo 16. Este gene é responsável pela produção da proteína battenina, cuja função exata ainda está sendo estudada, mas acredita-se que esteja envolvida no transporte de proteínas e na manutenção da saúde dos lisossomos (estruturas celulares que digerem e reciclam materiais). As alterações genéticas levam ao acúmulo anormal de lipofuscina (um pigmento gorduroso) nas células do cérebro e da retina, causando a degeneração progressiva.[1][2][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é confirmado por meio de teste genético que identifica mutações no gene CLN3. Atualmente, existem 405 variantes patogênicas ou provavelmente patogênicas registradas no ClinVar para este gene. O teste genético está disponível no Brasil e pode ser acessado através de serviços de genética médica. O diagnóstico diferencial inclui outras formas de lipofuscinose ceróide neuronal e doenças neurodegenerativas da infância.[1][2][3]

Tratamento e manejo

Atualmente, não existe cura para a doença de CLN3 juvenil prolongada. O tratamento é multidisciplinar e focado no manejo dos sintomas, incluindo acompanhamento oftalmológico, neurológico, psicológico e de reabilitação. O suporte para crises epilépticas, dificuldades de aprendizado e alterações comportamentais é essencial. A terapia ocupacional, fisioterapia e fonoaudiologia podem ajudar a manter a qualidade de vida pelo maior tempo possível. Não há cobertura específica pelo SUS para esta doença no Brasil.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico para a forma prolongada da doença de CLN3 juvenil é variável, mas geralmente mais favorável do que a forma clássica, com progressão mais lenta dos sintomas e maior expectativa de vida. No entanto, a doença ainda leva a comprometimento significativo da visão, cognição e função motora ao longo do tempo. O acompanhamento médico regular e o suporte multidisciplinar são fundamentais para otimizar a qualidade de vida do paciente e de sua família.[1][2]

Fontes numeradas em Referências.

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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EM LINGUAGEM SIMPLES

A doença CLN3 é um distúrbio hereditário que afeta principalmente o sistema nervoso. Após 4 a 6 anos de desenvolvimento normal, crianças com essa condição desenvolvem comprometimento visual, deficiência intelectual, problemas de movimento, dificuldades de fala e convulsões, que pioram com o tempo.

Em crianças com doença CLN3, os problemas de visão geralmente começam entre 4 e 8 anos de idade. O comprometimento visual é causado por uma degradação do tecido sensível à luz na parte posterior do olho (degeneração retinal), que piora com a idade. Pessoas com doença CLN3 costumam ficar cegas no final da infância ou na adolescência. Também por volta dos 4 a 8 anos, crianças com doença CLN3 começam a ficar atrasadas na escola. Elas têm dificuldade em aprender novas informações e perdem habilidades adquiridas anteriormente (regressão do desenvolvimento), geralmente começando com a perda da capacidade de falar em frases completas.

Convulsões e anomalias de movimento frequentemente se desenvolvem na adolescência em pessoas com doença CLN3. Essas anomalias incluem rigidez ou rigidez muscular, desajeitamento, movimentos lentos ou diminuídos (hipocinesia) e postura encurvada. Com o tempo, os indivíduos afetados perdem a capacidade de caminhar ou sentar‑se de forma independente e necessitam de assistência com cadeira de rodas. Raramente, pessoas com doença CLN3 desenvolvem uma visão distorcida da realidade (psicose) ou percepções falsas (alucinações). Alguns indivíduos afetados apresentam ritmo cardíaco anormal (arritmia) mais tarde na vida. A maioria das pessoas com doença CLN3 vive até o início da idade adulta.

A doença CLN3 é um dos grupos de distúrbios conhecidos como lipofuscinoses ceroidais neuronais (NCLs), que também podem ser referidos coletivamente como doença de Batten. Todos esses distúrbios afetam o sistema nervoso e tipicamente causam piora dos problemas de visão, movimento e capacidade de pensamento. As diferentes NCLs são distinguidas pela sua causa genética. Cada tipo de doença recebe a designação “CLN”, que significa lipofuscinoses ceroidais, neuronal, seguida de um número para indicar seu subtipo.

Fonte: MedlinePlus Genetics (NLM/NIH), traduzido
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A lipofuscinose ceroide neuronal é uma família de pelo menos oito doenças neurodegenerativas de depósito lisossômico geneticamente distintas, que resultam do acúmulo excessivo de lipopigmentos (lipofuscina) nos tecidos do corpo. Esses lipopigmentos são compostos de gorduras e proteínas. Seu nome deriva do radical "lipo-", que é uma variação de lipídio, e do termo "pigmento", usado porque as substâncias adquirem uma cor amarelo-esverdeada quando vistas sob um microscópio de luz ultravioleta. Esses materiais de lipofuscina se acumulam nas células neuronais e em muitos órgãos, incluindo o fígado, o baço, o miocárdio e os rins.

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição.

Autosomal recessive
CLN3BatteninDisease-causing germline mutation(s) inTolerante
VIAS BIOLÓGICAS (1)
Glycosphingolipid transport
MECANISMO DE DOENÇA

Ceroid lipofuscinosis, neuronal, 3

A form of neuronal ceroid lipofuscinosis. Neuronal ceroid lipofuscinoses are progressive neurodegenerative, lysosomal storage diseases characterized by intracellular accumulation of autofluorescent liposomal material, and clinically by seizures, dementia, visual loss, and/or cerebral atrophy. The hallmark of CLN3 is the ultrastructural pattern of lipopigment with a fingerprint profile, which can have 3 different appearances: pure within a lysosomal residual body; in conjunction with curvilinear or rectilinear profiles; and as a small component within large membrane-bound lysosomal vacuoles. The combination of fingerprint profiles within lysosomal vacuoles is a regular feature of blood lymphocytes from patients with neuronal ceroid lipofuscinosis type 3.

OUTRAS DOENÇAS (1)
neuronal ceroid lipofuscinosis 3
HGNC:2074UniProt:Q13286

Variantes genéticas (ClinVar)

405 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 CLN3: NM_001042432.2(CLN3):c.824G>A (p.Trp275Ter) ()
🧬 CLN3: NM_001042432.2(CLN3):c.83del (p.Leu28fs) ()
🧬 CLN3: NM_001042432.2(CLN3):c.703G>T (p.Glu235Ter) ()
🧬 CLN3: NM_001042432.2(CLN3):c.923del (p.Phe308fs) ()
🧬 CLN3: NM_001042432.2(CLN3):c.753del (p.Gln251fs) ()
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Vias biológicas (Reactome)

1 via biológica associada aos genes desta condição.

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Publicações mais relevantes

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0 papers (10 anos)
#1

Top-down and bottom-up propagation of disease in the neuronal ceroid lipofuscinoses.

Frontiers in neurology2022

The Neuronal Ceroid Lipofuscinoses (NCLs) may be considered distinct neurodegenerative disorders with separate underlying molecular causes resulting from monogenetic mutations. An alternative hypothesis is to consider the NCLs as related diseases that share lipofuscin pathobiology as the common core feature, but otherwise distinguished by different a) initial anatomic location, and b) disease propagation. We have tested this hypothesis by comparing known differences in symptomatology and pathology of the CLN1 phenotype caused by complete loss of PPT1 function (i.e., the classical infantile form) and of the classical juvenile CLN3 phenotype. These two forms of NCL represent early onset and rapidly progressing vs. late onset and slowly progressing disease modalities respectively. Despite displaying similar pathological endpoints, the clinical phenotypes and the evidence of imaging and postmortem studies reveal strikingly different time courses and distributions of disease propagation. Data from CLN1 disease are indicative of disease propagation from the body, with early effects within the spinal cord and subsequently within the brainstem, the cerebral hemispheres, cerebellum and retina. In contrast, the retina appears to be the most vulnerable organ in CLN3, and the site where pathology is first present. Pathology subsequently is present in the occipital connectome of the CLN3 brain, followed by a top-down propagation in which cerebral and cerebellar atrophy in early adolescence is followed by involvement of the peripheral nerves in later adolescence/early twenties, with the extrapyramidal system also affected during this time course. The propagation of disease in these two NCLs therefore has much in common with the "Brain-first" vs. "Body-first" models of alpha-synuclein propagation in Parkinson's disease. CLN1 disease represents a "Body-first" or bottom-up disease propagation and CLN3 disease having a "Brain-first" and top-down propagation. It is noteworthy that the varied phenotypes of CLN1 disease, whether it starts in infancy (infantile form) or later in childhood (juvenile form), still fit with our proposed hypothesis of a bottom-up disease propagation in CLN1. Likewise, in protracted CLN3 disease, where both cognitive and motor declines are delayed, the initial manifestations of disease are also seen in the outer retinal layers, i.e., identical to classical Juvenile NCL disease.

#2

Management of CLN1 Disease: International Clinical Consensus.

Pediatric neurology2021 Jul

CLN1 disease (neuronal ceroid lipofuscinosis type 1) is a rare, genetic, neurodegenerative lysosomal storage disorder caused by palmitoyl-protein thioesterase 1 (PPT1) enzyme deficiency. Clinical features include developmental delay, psychomotor regression, seizures, ataxia, movement disorders, visual impairment, and early death. In general, the later the age at symptom onset, the more protracted the disease course. We sought to evaluate current evidence and to develop expert practice consensus to support clinicians who have not previously encountered patients with this rare disease. We searched the literature for guidelines and evidence to support clinical practice recommendations. We surveyed CLN1 disease experts and caregivers regarding their experiences and recommendations, and a meeting of experts was conducted to ascertain points of consensus and clinical practice differences. We found a limited evidence base for treatment and no clinical management guidelines specific to CLN1 disease. Fifteen CLN1 disease experts and 39 caregivers responded to the surveys, and 14 experts met to develop consensus-based recommendations. The resulting management recommendations are uniquely informed by family perspectives, due to the inclusion of caregiver and advocate perspectives. A family-centered approach is supported, and individualized, multidisciplinary care is emphasized in the recommendations. Ascertainment of the specific CLN1 disease phenotype (infantile-, late infantile-, juvenile-, or adult-onset) is of key importance in informing the anticipated clinical course, prognosis, and care needs. Goals and strategies should be periodically reevaluated and adapted to patients' current needs, with a primary aim of optimizing patient and family quality of life.

#3

Functional characterization of novel MFSD8 pathogenic variants anticipates neurological involvement in juvenile isolated maculopathy.

Clinical genetics2020 Mar

Biallelic MFSD8 variants are an established cause of severe late-infantile subtype of neuronal ceroid lipofuscinosis (v-LINCL), a severe lysosomal storage disorder, but have also been associated with nonsyndromic adult-onset maculopathy. Here, we functionally characterized two novel MFSD8 variants found in a child with juvenile isolated maculopathy, in order to establish a refined prognosis. ABCA4 locus resequencing was followed by the analysis of other inherited retinal disease genes by whole exome sequencing (WES). Minigene assays and cDNA sequencing were used to assess the effect of a novel MFSD8 splice variant. MFSD8 expression was quantified with qPCR and overexpression studies were analyzed by immunoblotting. Transmission electron microscopy (TEM) was performed on a skin biopsy and ophthalmological and neurological re-examinations were conducted. WES revealed two novel MFSD8 variants: c.[590del];[439+3A>C] p.[Gly197Valfs*2];[Ile67Glufs*3]. Characterization of the c.439+3A>C variant via splice assays showed exon-skipping (p.Ile67Glufs*3), while overexpression studies of the corresponding protein indicated expression of a truncated polypeptide. In addition, a significantly reduced MFSD8 RNA expression was noted in patient's lymphocytes. TEM of a skin biopsy revealed typical v-LINCL lipopigment inclusions while neurological imaging of the proband displayed subtle cerebellar atrophy. Functional characterization demonstrated the pathogenicity of two novel MFSD8 variants, found in a child with an initial diagnosis of juvenile isolated maculopathy but likely evolving to v-LINCL with a protracted disease course. Our study allowed a refined neurological prognosis in the proband and expands the natural history of MFSD8-associated disease.

#4

Autophagic vacuolar myopathy is a common feature of CLN3 disease.

Annals of clinical and translational neurology2018 Nov

The neuronal ceroid lipofuscinoses (NCL) are genetic degenerative disorders of brain and retina. NCL with juvenile onset (JNCL) is genetically heterogeneous but most frequently caused by mutations of CLN3. Classical juvenile CLN3 includes a rare protracted form, which has previously been linked to autophagic vacuolar myopathy (AVM). Our study investigates the association of AVM with classic, non-protracted CLN3. Evaluation of skeletal muscle biopsies from three, non-related patients with classic, non-protracted and one patient with protracted CLN3 disease by histology, immunohistochemistry, electron microscopy, and Sanger sequencing of the coding region of the CLN3 gene. We identified a novel heterozygous CLN3 mutation (c.1056+34C>A) in one of our patients with classic, non-protracted CLN3 disease. The skeletal muscle of all CLN3 patients was homogeneously affected by an AVM characterized by autophagic vacuoles with sarcolemmal features and characteristic lysosomal pathology. Our observations show that AVM is not an exceptional phenomenon restricted to protracted CLN3 but rather a common feature in CLN3 myopathology. Therefore, CLN3 myopathology should be included in the diagnostic spectrum of autophagic vacuolar myopathies.

#5

Timing of cognitive decline in CLN3 disease.

Journal of inherited metabolic disease2018 Mar

CLN3 disease is a major cause of childhood neurodegeneration. Onset of visual failure around 6 years of age is thought to precede cognitive deterioration by a few years, but casuistic reports question this paradigm. The aim of our study is to delineate timing of cognitive decline in CLN3 disease. Early neurocognitive functioning in CLN3 disease was analyzed using age at onset of visual and cognitive decline and IQ scores from literature-derived patient descriptions, supplemented with IQ scores and school history from a retrospective referral center cohort. We analyzed protracted and classical CLN3 separately and added a control group of patients diagnosed with juvenile onset macular degeneration (early onset Stargardt disease) to control for possible effects of rapid vision loss on neurocognitive functioning. Onset of cognitive decline at a mean age of 6.8 years (range 2-13 years, n = 19) paralleled onset of visual deterioration at a mean age of 6.4 years (range 4-9 years, n = 81) as supported by an early decline in IQ scores in classical CLN3 disease. Onset and course of vision loss was similar in patients with protracted CLN3. The decreased IQ levels at diagnosis (mean 68.4, range 57-79, n = 9) in the referral cohort were consistently associated with an aberrant early school history contrasting normal school history and cognition in Stargardt disease patients. Cognitive dysfunction is universally present around diagnosis in classical CLN3 disease.

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Perguntas frequentes

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Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

A condição é causada por alterações genéticas no gene CLN3, que produz a proteína battenina. Essas mutações afetam o funcionamento de células do sistema nervoso central e de outros tecidos.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

4 fontes citadas no texto · 7 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 3 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. MONDO
    purl.obolibrary.org
  2. Timing of cognitive decline in CLN3 disease.
    Journal of inherited metabolic disease2018PMID 29392585

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (2026). Protracted juvenile CLN3 disease. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/protracted-juvenile-cln3-disease

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Protracted juvenile CLN3 disease

ORPHA:699796 · MONDO:0979347
OMIM
204200
MedGen

📋 Origem dos dados

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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Rara