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Síndrome da carbamazepina fetal
ORPHA:370076CID-10 · Q86.8CID-11 · LD2F.0YDOENÇA RARA
Início neonatalHerança Unknown

Síndrome congênita associada à exposição pré-natal à carbamazepina, caracterizada por anomalias craniofaciais, defeitos cardíacos, atraso no desenvolvimento e outras malformações.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 03/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Síndrome da carbamazepina fetal é uma condição que ocorre quando o embrião ou feto é exposto à carbamazepina durante a gestação. Trata-se de uma embriofetopatia relacionada a medicamentos, caracterizada por alterações na face (dismorfismo facial), com algumas semelhanças àquelas observadas na síndrome fetal do valproato. A exposição à carbamazepina, especialmente quando combinada com valproato, tem sido associada a atraso significativo no desenvolvimento (particularmente afetando a inteligência verbal) e a uma alta taxa de anomalias congênitas.[1]

Sinais e sintomas

Os principais sinais incluem dismorfismo facial, como pregas epicânticas (dobra de pele no canto interno do olho), fendas palpebrais oblíquas para cima, nariz curto, micrognatia (mandíbula pequena) e hipoplasia malar (pouco desenvolvimento das maçãs do rosto). Também podem ocorrer displasia ungueal (alterações nas unhas) e anomalias maiores, como lábio leporino/fenda palatina, defeitos do tubo neural e anomalias cardíacas.[1]

Causas genéticas

Esta síndrome não é causada por alterações genéticas hereditárias. Ela resulta da exposição do feto à carbamazepina durante a gravidez. Por isso, o padrão de herança é classificado como 'não aplicável', e não há genes associados à condição.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na história de exposição à carbamazepina durante a gestação e na presença dos sinais clínicos característicos. Exames complementares podem incluir cariótipo (bandas G, Q ou R), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. Esses exames ajudam a descartar outras condições e a avaliar possíveis anomalias associadas.[1][3]

Tratamento e manejo

O manejo é multidisciplinar e inclui atendimento em reabilitação para doenças raras. O tratamento é direcionado aos sintomas específicos de cada paciente, podendo envolver cirurgias corretivas para anomalias como lábio leporino, fenda palatina e defeitos cardíacos, além de acompanhamento do desenvolvimento neuropsicomotor. Não há medicamentos específicos aprovados para tratar a síndrome em si.[1]

Tratamentos citados na literatura

Não há fármacos listados na literatura científica como tratamento específico para a Síndrome da carbamazepina fetal. As intervenções descritas são de suporte e correção cirúrgica das anomalias congênitas.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico depende da gravidade das anomalias congênitas e do grau de atraso no desenvolvimento. A exposição combinada com valproato está associada a maior risco de comprometimento cognitivo, especialmente na área verbal. O acompanhamento precoce com equipe multidisciplinar é fundamental para otimizar o desenvolvimento e a qualidade de vida.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Síndrome congênita associada à exposição pré-natal à carbamazepina, caracterizada por anomalias craniofaciais, defeitos cardíacos, atraso no desenvolvimento e outras malformações.

Publicações científicas
1 artigos
Último publicado: 2012

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
Unknown
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Início
Antenatal
+ infancy, neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q86.8
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Sinais e sintomas

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Visão geral

A Síndrome da carbamazepina fetal é uma condição que ocorre quando o embrião ou feto é exposto à carbamazepina durante a gestação. Trata-se de uma embriofetopatia relacionada a medicamentos, caracterizada por alterações na face (dismorfismo facial), com algumas semelhanças àquelas observadas na síndrome fetal do valproato. A exposição à carbamazepina, especialmente quando combinada com valproato, tem sido associada a atraso significativo no desenvolvimento (particularmente afetando a inteligência verbal) e a uma alta taxa de anomalias congênitas.[1]

Sinais e sintomas

Os principais sinais incluem dismorfismo facial, como pregas epicânticas (dobra de pele no canto interno do olho), fendas palpebrais oblíquas para cima, nariz curto, micrognatia (mandíbula pequena) e hipoplasia malar (pouco desenvolvimento das maçãs do rosto). Também podem ocorrer displasia ungueal (alterações nas unhas) e anomalias maiores, como lábio leporino/fenda palatina, defeitos do tubo neural e anomalias cardíacas.[1]

Causas genéticas

Esta síndrome não é causada por alterações genéticas hereditárias. Ela resulta da exposição do feto à carbamazepina durante a gravidez. Por isso, o padrão de herança é classificado como 'não aplicável', e não há genes associados à condição.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na história de exposição à carbamazepina durante a gestação e na presença dos sinais clínicos característicos. Exames complementares podem incluir cariótipo (bandas G, Q ou R), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. Esses exames ajudam a descartar outras condições e a avaliar possíveis anomalias associadas.[1][3]

Tratamento e manejo

O manejo é multidisciplinar e inclui atendimento em reabilitação para doenças raras. O tratamento é direcionado aos sintomas específicos de cada paciente, podendo envolver cirurgias corretivas para anomalias como lábio leporino, fenda palatina e defeitos cardíacos, além de acompanhamento do desenvolvimento neuropsicomotor. Não há medicamentos específicos aprovados para tratar a síndrome em si.[1]

Tratamentos citados na literatura

Não há fármacos listados na literatura científica como tratamento específico para a Síndrome da carbamazepina fetal. As intervenções descritas são de suporte e correção cirúrgica das anomalias congênitas.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico depende da gravidade das anomalias congênitas e do grau de atraso no desenvolvimento. A exposição combinada com valproato está associada a maior risco de comprometimento cognitivo, especialmente na área verbal. O acompanhamento precoce com equipe multidisciplinar é fundamental para otimizar o desenvolvimento e a qualidade de vida.[1]

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Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa14desde 2012
Total histórico1PubMed
Últimos 10 anos1publicações
Pico20121 papers
Linha do tempo
20202012Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

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Diagnóstico

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Tratamento e manejo

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Pesquisa ativa

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Pesquisa e ensaios clínicos

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
1 papers (10 anos)

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. A case of fetal carbamazepine syndrome with right hemihypoplasia of the entire body.
    Genet Couns· 2012· PMID 22611638recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:370076(Orphanet)
  2. MONDO:0018263(MONDO)
  3. GARD:21595(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q55787832(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Síndrome da carbamazepina fetal
Compêndio · Raras BR

Síndrome da carbamazepina fetal

ORPHA:370076 · MONDO:0018263
Prevalência
Unknown
Herança
Not applicable
CID-10
Q86.8 · Outras síndromes com malformações congênitas devidas a causas exógenas conhecidas
CID-11
Início
Antenatal, Infancy, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C0432370
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

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📋 Origem dos dados

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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata