Raras
Buscar doenças, sintomas, genes...
Síndrome da pessoa rígida, clássica
ORPHA:443192CID-10 · G25.8CID-11 · 8E4A.0DOENÇA RARA
Início adultaHerança Unknown
Também conhecida comoSMSSPS
Sinônimos clínicos: SMS clássica · SPS clássica

Doença autoimune rara caracterizada por rigidez muscular progressiva e espasmos dolorosos, principalmente no tronco e membros. Afeta o sistema nervoso central, levando a dificuldade de locomoção e postura alterada.

Mantido por Agente Raras·Colaborar como especialista →

Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin86% com fonte · revisão 01/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Síndrome da pessoa rígida, clássica (em inglês, Classic stiff person syndrome) é uma doença neurológica rara caracterizada por rigidez muscular progressiva e espasmos dolorosos. A condição afeta principalmente adultos, com início na fase adulta da vida. A prevalência exata da doença ainda é desconhecida, o que significa que não há dados precisos sobre quantas pessoas são afetadas na população geral.[1]

Sinais e sintomas

Os principais sintomas da Síndrome da pessoa rígida, clássica incluem rigidez muscular progressiva, especialmente nos músculos do tronco e abdômen, e espasmos musculares dolorosos que podem ser desencadeados por estímulos como barulhos, toques ou estresse emocional. A rigidez pode levar a posturas anormais e dificuldade para caminhar. Como a lista de fenótipos (manifestações clínicas) não foi fornecida nas fontes oficiais, não é possível detalhar outros sintomas específicos além dos descritos na visão geral da doença.[1]

Causas genéticas

A Síndrome da pessoa rígida, clássica não é considerada uma doença genética hereditária. De acordo com as fontes oficiais, o padrão de herança é classificado como 'não aplicável', e não há genes específicos associados à condição. Isso significa que a doença não é transmitida de pais para filhos por meio de mutações genéticas conhecidas.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico da Síndrome da pessoa rígida, clássica é baseado na avaliação clínica dos sintomas característicos, como rigidez muscular progressiva e espasmos. Exames laboratoriais podem auxiliar, mas não há um teste genético específico para confirmar a doença, uma vez que nenhum gene foi identificado como causa. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para o diagnóstico, incluindo o sequenciamento completo do exoma (WES) e atendimento em reabilitação para doenças raras. Atualmente, existem 14 testes genéticos disponíveis em bases de dados, mas nenhuma variante patogênica foi registrada no ClinVar para esta síndrome.[1][3]

Tratamento e manejo

O tratamento da Síndrome da pessoa rígida, clássica visa aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. As abordagens podem incluir medicamentos para reduzir a rigidez muscular e os espasmos, como relaxantes musculares e benzodiazepínicos, além de fisioterapia e reabilitação. É importante ressaltar que as informações sobre medicamentos específicos e doses não foram fornecidas nas fontes oficiais, portanto, não é possível recomendar tratamentos farmacológicos detalhados. O manejo deve ser individualizado e acompanhado por uma equipe médica especializada.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico da Síndrome da pessoa rígida, clássica varia de pessoa para pessoa. A doença é progressiva, mas com tratamento adequado, muitas pessoas conseguem manter uma qualidade de vida razoável, controlando os sintomas e prevenindo complicações. Não há dados oficiais sobre a expectativa de vida ou taxas de remissão. O acompanhamento multidisciplinar, incluindo neurologia, fisioterapia e suporte psicológico, é fundamental para o manejo a longo prazo.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Doença autoimune rara caracterizada por rigidez muscular progressiva e espasmos dolorosos, principalmente no tronco e membros. Afeta o sistema nervoso central, levando a dificuldade de locomoção e postura alterada.

Publicações científicas
6 artigos
Último publicado: 2023

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
Unknown
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Europe
Início
Adult
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: G25.8
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (2)
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)genetic_test
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças rarasrehabilitation
Você se identifica com essa condição?
O Raras está aqui pra te apoiar — com ou sem diagnóstico

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Entender a doença

Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo

Preparando trilha educativa...

Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin86% com fonte · revisão 01/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Síndrome da pessoa rígida, clássica (em inglês, Classic stiff person syndrome) é uma doença neurológica rara caracterizada por rigidez muscular progressiva e espasmos dolorosos. A condição afeta principalmente adultos, com início na fase adulta da vida. A prevalência exata da doença ainda é desconhecida, o que significa que não há dados precisos sobre quantas pessoas são afetadas na população geral.[1]

Sinais e sintomas

Os principais sintomas da Síndrome da pessoa rígida, clássica incluem rigidez muscular progressiva, especialmente nos músculos do tronco e abdômen, e espasmos musculares dolorosos que podem ser desencadeados por estímulos como barulhos, toques ou estresse emocional. A rigidez pode levar a posturas anormais e dificuldade para caminhar. Como a lista de fenótipos (manifestações clínicas) não foi fornecida nas fontes oficiais, não é possível detalhar outros sintomas específicos além dos descritos na visão geral da doença.[1]

Causas genéticas

A Síndrome da pessoa rígida, clássica não é considerada uma doença genética hereditária. De acordo com as fontes oficiais, o padrão de herança é classificado como 'não aplicável', e não há genes específicos associados à condição. Isso significa que a doença não é transmitida de pais para filhos por meio de mutações genéticas conhecidas.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico da Síndrome da pessoa rígida, clássica é baseado na avaliação clínica dos sintomas característicos, como rigidez muscular progressiva e espasmos. Exames laboratoriais podem auxiliar, mas não há um teste genético específico para confirmar a doença, uma vez que nenhum gene foi identificado como causa. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para o diagnóstico, incluindo o sequenciamento completo do exoma (WES) e atendimento em reabilitação para doenças raras. Atualmente, existem 14 testes genéticos disponíveis em bases de dados, mas nenhuma variante patogênica foi registrada no ClinVar para esta síndrome.[1][3]

Tratamento e manejo

O tratamento da Síndrome da pessoa rígida, clássica visa aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. As abordagens podem incluir medicamentos para reduzir a rigidez muscular e os espasmos, como relaxantes musculares e benzodiazepínicos, além de fisioterapia e reabilitação. É importante ressaltar que as informações sobre medicamentos específicos e doses não foram fornecidas nas fontes oficiais, portanto, não é possível recomendar tratamentos farmacológicos detalhados. O manejo deve ser individualizado e acompanhado por uma equipe médica especializada.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico da Síndrome da pessoa rígida, clássica varia de pessoa para pessoa. A doença é progressiva, mas com tratamento adequado, muitas pessoas conseguem manter uma qualidade de vida razoável, controlando os sintomas e prevenindo complicações. Não há dados oficiais sobre a expectativa de vida ou taxas de remissão. O acompanhamento multidisciplinar, incluindo neurologia, fisioterapia e suporte psicológico, é fundamental para o manejo a longo prazo.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa3desde 2023
Total histórico6PubMed
Últimos 10 anos4publicações
Pico20161 papers
Linha do tempo
2023Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome da pessoa rígida, clássica

🗺️

Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Publicações mais relevantes

🥉Melhor nível de evidência: Relato de caso
Timeline de publicações
4 papers (10 anos)
#1

[Stiff person syndrome associated with thymoma].

Medicina2023

Stiff-person syndrome is a rare neurological condition characterized by muscular rigidity of the trunk and extremities and muscle spasms triggered by sensory or emotional stimuli, which progresses towards prostration. It has a pathophysiogenic mechanism with an immunological basis, in which autoantibodies, such as antiGAD65, play a central role. Likewise, the detection of these antibodies corroborates the diagnosis in a patient with a suggestive clinical picture. Four to 6% of cases have underlying neoplasms. Treatment is based on symptomatic, immunomodulatory, and underlying disease management in paraneoplastic cases. We report a case of classic stiff person syndrome associated with thymoma and review the main characteristics of this entity. El síndrome de persona rígida es un cuadro neurológico infrecuente caracterizado por rigidez muscular de tronco y extremidades y espasmos musculares gatillados por estímulos sensoriales o emocionales, que progresa hacia la postración. Cuenta con un mecanismo fisiopatogénico con base inmunológica, en el cual los autoanticuerpos, como el antiGAD65, cumplen un rol central. Asimismo, la detección de dichos anticuerpos corrobora el diagnóstico ante un paciente con cuadro clínico sugestivo. Un 4 a 6% de los casos tienen neoplasias subyacentes. El tratamiento se basa en el manejo sintomático, inmunomodulador y de la enfermedad de base en los casos paraneoplásicos. Reportamos un caso de síndrome de persona rígida clásico asociado a timoma y describimos las características principales de esta entidad.

#2

Case Report: Amphiphysin Antibody-Associated Stiff-Limb Syndrome and Myelopathy: An Unusual Presentation of Breast Cancer in an Elderly Woman.

Frontiers in neurology2021

Background: Paraneoplastic stiff-limb syndrome (SLS) is a rare manifestation of underlying malignancy and could have distinctive features different from the classic stiff-person syndrome (SPS). Case Description: We present a case of anti-amphiphysin antibody (Ab)-associated paraneoplastic SLS, in an 83-year-old woman with invasive ductal carcinoma of the breast. She presented with stiffness, painful spasms of the distal legs, and asymmetrical fixed posturing of the foot. There are coexisting long-tract disturbance and lower-extremity weakness. Treatment with diazepam provided symptomatic relief while plasma exchange (PLEX) did not lead to significant clinical improvement. The patient was bedridden within 3 months and passed away within 6 months from symptom onset. Conclusion: This case highlights the importance of recognition of uncommon presentation of SPS and its oncological significance. This entity requires a high degree of suspicion for initiation of the proper workup. The rapid identification and treatment of the underlying tumor might offer the best chance for recovery.

#3

Clinical characteristics of patients with cerebellar ataxia associated with anti-GAD antibodies.

Arquivos de neuro-psiquiatria2017 Mar

This retrospective and descriptive study evaluated the clinical characteristics and outcomes of patients with CA-GAD-ab. Three patients with cerebellar ataxia, high GAD-ab titers and autoimmune endocrine disease were identified. Patients 1 and 2 had classic stiff person syndrome and insidious-onset cerebellar ataxia, while Patient 3 had pure cerebellar ataxia with subacute onset. Patients received intravenous immunoglobulin therapy with no response in Patients 1 and 3 and partial recovery in Patient 2. CA-GAD-ab is rare and its clinical presentation may hamper diagnosis. Clinicians should be able to recognize this potentially treatable autoimmune cerebellar ataxia.

#4

Clinical Spectrum of Stiff Person Syndrome: A Review of Recent Reports.

Tremor and other hyperkinetic movements (New York, N.Y.)2016

"Classic" stiff person syndrome (SPS) features stiffness, anti-glutamic acid decarboxylase (anti-GAD) antibodies, and other findings. Anti-GAD antibodies are also detected in some neurological syndromes (such as ataxia) in which stiffness is inconsistently present. Patients with otherwise "classic" SPS may either lack anti-GAD antibodies or be seropositive for others. Hence, SPS cases appear to fall within a clinical spectrum that includes conditions such as progressive encephalomyelitis with rigidity and myoclonus (PERM), which exhibits brainstem and autonomic features. We have compiled herein SPS-spectrum cases reported since 2010, and have segregated them on the basis of likely disease mechanism (autoimmune, paraneoplastic, or cryptogenic) for analysis. The phrases "stiff person syndrome", "PERM", "anti-GAD antibody syndrome", and "glycine receptor antibody neurological disorders" were searched for in PubMed in January 2015. The results were narrowed to 72 citations after excluding non-English and duplicate reports. Clinical descriptions, laboratory data, management, and outcomes were categorized, tabulated, and analyzed. Sixty-nine autoimmune, 19 paraneoplastic, and 13 cryptogenic SPS-spectrum cases were identified. SPS was the predominant diagnosis among the groups. Roughly two-thirds of autoimmune and paraneoplastic cases were female. Anti-GAD antibodies were most frequently identified, followed by anti-amphiphysin among paraneoplastic cases and by anti-glycine receptor antibodies among autoimmune cases. Benzodiazepines were the most commonly used medications. Prognosis seemed best for cryptogenic cases; malignancy worsened that of paraneoplastic cases. Grouping SPS-spectrum cases by pathophysiology provided insights into work-up, treatment, and prognosis. Ample phenotypic and serologic variations are present within the categories. Ruling out malignancy and autoimmunity is appropriate for suspected SPS-spectrum cases.

Publicações recentes

Ver todas no PubMed

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Síndrome da pessoa rígida, clássica.

É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

Ainda não existe comunidade no Raras para Síndrome da pessoa rígida, clássica

Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.

Tire suas dúvidas

Perguntas, dicas e experiências compartilhadas aqui na página

Participe da discussão

Faça login para postar dúvidas, compartilhar experiências e interagir com especialistas.

Fazer login

Doenças relacionadas

Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico

Ainda não achamos doenças com sintomas parecidos o suficiente.

Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. [Stiff person syndrome associated with thymoma].
    Medicina· 2023· PMID 37582138mais citado
  2. Case Report: Amphiphysin Antibody-Associated Stiff-Limb Syndrome and Myelopathy: An Unusual Presentation of Breast Cancer in an Elderly Woman.
    Frontiers in neurology· 2021· PMID 34777203mais citado
  3. Clinical characteristics of patients with cerebellar ataxia associated with anti-GAD antibodies.
    Arquivos de neuro-psiquiatria· 2017· PMID 28355320mais citado
  4. Clinical Spectrum of Stiff Person Syndrome: A Review of Recent Reports.
    Tremor and other hyperkinetic movements (New York, N.Y.)· 2016· PMID 26989571mais citado
  5. Progressive encephalomyelitis with rigidity and myoclonus in an 81-year-old patient.
    Clin Neurol Neurosurg· 2008· PMID 18053587recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:443192(Orphanet)
  2. MONDO:0018625(MONDO)
  3. GARD:17754(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q56014177(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Síndrome da pessoa rígida, clássica
Compêndio · Raras BR

Síndrome da pessoa rígida, clássica

ORPHA:443192 · MONDO:0018625
Prevalência
Unknown
Herança
Not applicable
CID-10
G25.8 · Outras doenças extrapiramidais e transtornos dos movimentos, especificados
CID-11
Início
Adult
Prevalência
0.0 (Europe)
MedGen
UMLS
C5680058
Wikidata
Papers 10a
Evidência
🥉 Relato de caso
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata