Síndrome de deleção 10p13-p14 é uma condição genética rara associada a atraso no desenvolvimento, deficiência intelectual e características faciais distintas. Pode apresentar também problemas de comportamento, convulsões e anomalias congênitas.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Síndrome de deleção 10p13-p14 é uma condição genética rara causada pela perda de um pequeno segmento do braço curto do cromossomo 10 (região 10p13-p14). Essa alteração cromossômica pode levar a uma variedade de manifestações clínicas, cuja gravidade varia de pessoa para pessoa. A síndrome é reconhecida internacionalmente e possui o código OMIM 601362.[1][2]
Sinais e sintomas
As informações sobre os sinais e sintomas específicos da Síndrome de deleção 10p13-p14 ainda estão sendo consolidadas pela comunidade médica. Até o momento, não há uma lista completa de fenótipos publicada nas fontes oficiais consultadas. Recomenda-se que o paciente e sua família discutam as possíveis manifestações com um geneticista ou médico especialista.[1][2]
Causas genéticas
A síndrome é causada por uma deleção (perda de material genético) na região 10p13-p14 do cromossomo 10. Essa alteração pode ocorrer de forma espontânea (nova mutação) ou, em alguns casos, ser herdada de um dos pais. O gene específico responsável por todos os sintomas ainda não foi identificado, e a herança da condição não está claramente estabelecida nas fontes atuais.[1][2][4]
Diagnóstico
O diagnóstico da Síndrome de deleção 10p13-p14 é realizado por meio de exames genéticos que identificam a perda do segmento cromossômico. Os principais testes disponíveis no Brasil, com cobertura pelo SUS (Cobertura mínima), incluem: Cariótipo com bandas G, Q ou R; Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; e Sequenciamento completo do exoma (WES). Além disso, a dosagem de alfa-fetoproteína pode ser solicitada como parte da investigação clínica.[1][2][4]
Tratamento e manejo
Não existe um tratamento específico que reverta a deleção cromossômica. O manejo é multidisciplinar e focado nos sintomas apresentados por cada paciente. No Brasil, o SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras, que pode incluir fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia. É fundamental que o acompanhamento seja realizado por uma equipe médica especializada, incluindo geneticista, pediatra e outros profissionais conforme a necessidade.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico para pessoas com Síndrome de deleção 10p13-p14 é variável e depende da extensão da deleção e dos órgãos afetados. Não há dados consolidados nas fontes oficiais sobre a expectativa de vida ou a progressão típica da condição. O suporte multidisciplinar precoce e o acompanhamento regular com especialistas são essenciais para otimizar a qualidade de vida e o desenvolvimento do paciente.[1][2]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Síndrome de deleção 10p13-p14 é uma condição genética rara associada a atraso no desenvolvimento, deficiência intelectual e características faciais distintas. Pode apresentar também problemas de comportamento, convulsões e anomalias congênitas.
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Síndrome de deleção 10p13-p14 é uma condição genética rara causada pela perda de um pequeno segmento do braço curto do cromossomo 10 (região 10p13-p14). Essa alteração cromossômica pode levar a uma variedade de manifestações clínicas, cuja gravidade varia de pessoa para pessoa. A síndrome é reconhecida internacionalmente e possui o código OMIM 601362.[1][2]
Sinais e sintomas
As informações sobre os sinais e sintomas específicos da Síndrome de deleção 10p13-p14 ainda estão sendo consolidadas pela comunidade médica. Até o momento, não há uma lista completa de fenótipos publicada nas fontes oficiais consultadas. Recomenda-se que o paciente e sua família discutam as possíveis manifestações com um geneticista ou médico especialista.[1][2]
Causas genéticas
A síndrome é causada por uma deleção (perda de material genético) na região 10p13-p14 do cromossomo 10. Essa alteração pode ocorrer de forma espontânea (nova mutação) ou, em alguns casos, ser herdada de um dos pais. O gene específico responsável por todos os sintomas ainda não foi identificado, e a herança da condição não está claramente estabelecida nas fontes atuais.[1][2][4]
Diagnóstico
O diagnóstico da Síndrome de deleção 10p13-p14 é realizado por meio de exames genéticos que identificam a perda do segmento cromossômico. Os principais testes disponíveis no Brasil, com cobertura pelo SUS (Cobertura mínima), incluem: Cariótipo com bandas G, Q ou R; Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; e Sequenciamento completo do exoma (WES). Além disso, a dosagem de alfa-fetoproteína pode ser solicitada como parte da investigação clínica.[1][2][4]
Tratamento e manejo
Não existe um tratamento específico que reverta a deleção cromossômica. O manejo é multidisciplinar e focado nos sintomas apresentados por cada paciente. No Brasil, o SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras, que pode incluir fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia. É fundamental que o acompanhamento seja realizado por uma equipe médica especializada, incluindo geneticista, pediatra e outros profissionais conforme a necessidade.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico para pessoas com Síndrome de deleção 10p13-p14 é variável e depende da extensão da deleção e dos órgãos afetados. Não há dados consolidados nas fontes oficiais sobre a expectativa de vida ou a progressão típica da condição. O suporte multidisciplinar precoce e o acompanhamento regular com especialistas são essenciais para otimizar a qualidade de vida e o desenvolvimento do paciente.[1][2]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de deleção 10p13-p14
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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
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Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:687695(Orphanet)
- MONDO:0975905(MONDO)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Síndrome de deleção 10p13-p14
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS