Doença rara caracterizada por displasia espondiloepimetafisária, com alterações esqueléticas e dentárias. Apresenta estatura baixa, deformidades ósseas e anomalias na dentição.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Síndrome de displasia espondiloepimetafisária-dentição anômala é uma doença genética rara que afeta o desenvolvimento dos ossos e dos dentes. A condição é tão rara que sua prevalência é estimada em menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas. Os primeiros sinais geralmente aparecem na infância.[1]
Sinais e sintomas
Esta síndrome se caracteriza por alterações no crescimento dos ossos (displasia espondiloepimetafisária) e anomalias na dentição. Os sintomas específicos não estão detalhados nas fontes disponíveis, mas o nome da doença indica que há comprometimento da coluna vertebral (espondilo-), das extremidades dos ossos longos (epimetafisária) e da formação dos dentes.[1][2]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais ósseos e dentários. Exames genéticos podem auxiliar na confirmação, incluindo: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; e sequenciamento completo do exoma (WES). Também pode ser solicitada a dosagem de alfa-fetoproteína. O código CID-10 para esta condição é Q77.7.[1][2][3]
Tratamento e manejo
Não há um tratamento específico ou medicamento aprovado para esta síndrome. O manejo é focado no acompanhamento dos sintomas e na reabilitação. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima, incluindo atendimento em reabilitação para doenças raras. É importante que o paciente seja acompanhado por uma equipe multidisciplinar (ortopedista, dentista, geneticista, fisioterapeuta) para planejar o cuidado individualizado.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
As informações sobre o prognóstico e a expectativa de vida para esta síndrome não estão disponíveis nas fontes consultadas. O acompanhamento regular com especialistas e o suporte de reabilitação podem ajudar a melhorar a qualidade de vida e a função física.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
A Síndrome de displasia espondiloepimetafisária-dentição anômala (SEMDAD) é uma condição genética rara que se manifesta durante a infância. A doença afeta a estrutura óssea e a dentição, exigindo acompanhamento médico para avaliar o crescimento corporal. Não há medicamentos específicos aprovados nem tratamentos curativos disponíveis para esta alteração no Brasil ou no mundo.
Doença rara caracterizada por displasia espondiloepimetafisária, com alterações esqueléticas e dentárias. Apresenta estatura baixa, deformidades ósseas e anomalias na dentição.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Diagnóstico
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Tratamento e manejo
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Referências
Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete
4 fontes citadas no texto · 1 publicação do grafo RarasNet (PubMed) · 4 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Citar este verbete
Raras. (2026). Síndrome de displasia espondiloepimetafisária-dentição anômala. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/sindrome-de-displasia-espondiloepimetafisaria-denticao-anomala
Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.
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Síndrome de displasia espondiloepimetafisária-dentição anômala
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata