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Síndrome de displasia espondiloepimetafisária-dentição anômala
ORPHA:168451CID-10 · Q77.7CID-11 · LD24.3OMIM 601668DOENÇA RARA
Início infância
Também conhecida comoSEMDAD
Sinônimos clínicos: SEMDAD

Doença rara caracterizada por displasia espondiloepimetafisária, com alterações esqueléticas e dentárias. Apresenta estatura baixa, deformidades ósseas e anomalias na dentição.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 05/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Síndrome de displasia espondiloepimetafisária-dentição anômala é uma doença genética rara que afeta o desenvolvimento dos ossos e dos dentes. A condição é tão rara que sua prevalência é estimada em menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas. Os primeiros sinais geralmente aparecem na infância.[1]

Sinais e sintomas

Esta síndrome se caracteriza por alterações no crescimento dos ossos (displasia espondiloepimetafisária) e anomalias na dentição. Os sintomas específicos não estão detalhados nas fontes disponíveis, mas o nome da doença indica que há comprometimento da coluna vertebral (espondilo-), das extremidades dos ossos longos (epimetafisária) e da formação dos dentes.[1][2]

Causas genéticas

A causa genética exata ainda não foi identificada. Nenhum gene específico foi associado a esta síndrome até o momento. A herança (como a condição é transmitida na família) também não está estabelecida nas fontes consultadas.[1][2][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais ósseos e dentários. Exames genéticos podem auxiliar na confirmação, incluindo: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; e sequenciamento completo do exoma (WES). Também pode ser solicitada a dosagem de alfa-fetoproteína. O código CID-10 para esta condição é Q77.7.[1][2][4]

Tratamento e manejo

Não há um tratamento específico ou medicamento aprovado para esta síndrome. O manejo é focado no acompanhamento dos sintomas e na reabilitação. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima, incluindo atendimento em reabilitação para doenças raras. É importante que o paciente seja acompanhado por uma equipe multidisciplinar (ortopedista, dentista, geneticista, fisioterapeuta) para planejar o cuidado individualizado.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

As informações sobre o prognóstico e a expectativa de vida para esta síndrome não estão disponíveis nas fontes consultadas. O acompanhamento regular com especialistas e o suporte de reabilitação podem ajudar a melhorar a qualidade de vida e a função física.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Doença rara caracterizada por displasia espondiloepimetafisária, com alterações esqueléticas e dentárias. Apresenta estatura baixa, deformidades ósseas e anomalias na dentição.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
2
pacientes catalogados
Início
Infancy
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q77.7
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
Você se identifica com essa condição?
O Raras está aqui pra te apoiar — com ou sem diagnóstico

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Entender a doença

Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo

Preparando trilha educativa...

Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 05/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Síndrome de displasia espondiloepimetafisária-dentição anômala é uma doença genética rara que afeta o desenvolvimento dos ossos e dos dentes. A condição é tão rara que sua prevalência é estimada em menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas. Os primeiros sinais geralmente aparecem na infância.[1]

Sinais e sintomas

Esta síndrome se caracteriza por alterações no crescimento dos ossos (displasia espondiloepimetafisária) e anomalias na dentição. Os sintomas específicos não estão detalhados nas fontes disponíveis, mas o nome da doença indica que há comprometimento da coluna vertebral (espondilo-), das extremidades dos ossos longos (epimetafisária) e da formação dos dentes.[1][2]

Causas genéticas

A causa genética exata ainda não foi identificada. Nenhum gene específico foi associado a esta síndrome até o momento. A herança (como a condição é transmitida na família) também não está estabelecida nas fontes consultadas.[1][2][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais ósseos e dentários. Exames genéticos podem auxiliar na confirmação, incluindo: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; e sequenciamento completo do exoma (WES). Também pode ser solicitada a dosagem de alfa-fetoproteína. O código CID-10 para esta condição é Q77.7.[1][2][4]

Tratamento e manejo

Não há um tratamento específico ou medicamento aprovado para esta síndrome. O manejo é focado no acompanhamento dos sintomas e na reabilitação. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima, incluindo atendimento em reabilitação para doenças raras. É importante que o paciente seja acompanhado por uma equipe multidisciplinar (ortopedista, dentista, geneticista, fisioterapeuta) para planejar o cuidado individualizado.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

As informações sobre o prognóstico e a expectativa de vida para esta síndrome não estão disponíveis nas fontes consultadas. O acompanhamento regular com especialistas e o suporte de reabilitação podem ajudar a melhorar a qualidade de vida e a função física.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa29desde 1997
Últimos 10 anos1publicações
Pico19971 papers
Linha do tempo
2000201020201997Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de displasia espondiloepimetafisária-dentição anômala

🗺️

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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
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Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Spondyloepimetaphyseal dysplasia and abnormal dentition in siblings: a new autosomal recessive syndrome.
    Clin Dysmorphol· 1997· PMID 9018411recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:168451(Orphanet)
  2. MONDO:0011124(MONDO)
  3. GARD:17030(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q55783216(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Compêndio · Raras BR

Síndrome de displasia espondiloepimetafisária-dentição anômala

ORPHA:168451 · MONDO:0011124
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
2 casos conhecidos
CID-10
Q77.7 · Displasia espondiloepifisária
CID-11
OMIM
601668
Início
Infancy
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C1866507
Wikidata
DiscussaoAtiva

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0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata