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Síndrome de ectopia do cristalino-distrofia coriorretiniana-miopia
ORPHA:1884CID-10 · Q15.8CID-11 · LA12.YDOENÇA RARA
Início neonatalHerança AR
Sinônimos clínicos: Síndrome Noble-Bass-Sherman

Síndrome rara autossômica recessiva caracterizada por deslocamento do cristalino (ectopia lentis), distrofia coriorretiniana e miopia acentuada. Apresenta-se com alterações oculares progressivas, impactando a visão.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 09/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Síndrome de ectopia do cristalino-distrofia coriorretiniana-miopia é uma doença genética rara que afeta principalmente os olhos. Ela é caracterizada por alterações no cristalino (a lente natural do olho), na retina (a camada sensível à luz no fundo do olho) e por miopia (dificuldade para enxergar de longe). A condição foi descrita em quatro membros de uma mesma família, todos filhos de um casamento consanguíneo. Sua prevalência é estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas.[1]

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas envolvem os olhos e podem estar presentes desde o período neonatal ou na primeira infância. Eles incluem: ectopia do cristalino (deslocamento do cristalino de sua posição normal), catarata (opacificação do cristalino), distrofia coriorretiniana generalizada (degeneração da retina e da coroide, a camada vascular abaixo dela) e descolamento total da retina. A miopia (grau elevado de visão curta) também foi relatada.[1]

Causas genéticas

A síndrome é herdada de forma autossômica recessiva, o que significa que a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a doença. Até o momento, o gene específico responsável pela condição não foi identificado (símbolo do gene: não disponível). A herança autossômica recessiva explica a ocorrência em múltiplos membros de uma mesma família com pais consanguíneos.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica oftalmológica detalhada, que identifica as alterações características do cristalino e da retina, além da miopia. Exames genéticos podem auxiliar na confirmação e no aconselhamento familiar. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como: cariótipo (bandas G, Q ou R), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES), dosagem de alfa-fetoproteína e atendimento em reabilitação para doenças raras. Atualmente, há 9 tipos de testes genéticos disponíveis para a condição.[1][3][4]

Tratamento e manejo

O tratamento é focado no manejo dos sintomas oculares e na prevenção de complicações, como o descolamento da retina. Não há cura conhecida. As abordagens podem incluir correção da miopia com óculos ou lentes de contato, cirurgia para reposicionamento ou remoção do cristalino (nos casos de ectopia ou catarata) e acompanhamento oftalmológico regular para monitorar a retina. O atendimento multidisciplinar, com suporte em reabilitação visual, é importante para a qualidade de vida.[1][4]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica (fonte: PubTator3) menciona associações entre a síndrome e algumas substâncias, mas estas não representam recomendações de tratamento. São dados de mineração de textos, com o número de publicações entre parênteses: Carotenoides (5), Pentobarbital (3), Carboidratos (1), Corticosterona (1), Ácidos graxos insaturados (1), Lipídios (1), Flavokawain B (1), Ácido glucônico (1), Hidrocortisona (1) e Antígeno polipeptídico tecidual específico (1). Consulte sempre seu médico antes de considerar qualquer intervenção.[4]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico depende da gravidade das alterações oculares e da precocidade do acompanhamento. O descolamento total da retina pode levar à perda severa da visão. No entanto, com diagnóstico precoce, cirurgias adequadas e reabilitação visual, é possível preservar alguma função visual e melhorar a qualidade de vida. O suporte familiar e o acesso a serviços especializados são fundamentais.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Síndrome rara autossômica recessiva caracterizada por deslocamento do cristalino (ectopia lentis), distrofia coriorretiniana e miopia acentuada. Apresenta-se com alterações oculares progressivas, impactando a visão.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
8
pacientes catalogados
Início
Infancy
+ neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q15.8
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
Você se identifica com essa condição?
O Raras está aqui pra te apoiar — com ou sem diagnóstico

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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A Síndrome de ectopia do cristalino-distrofia coriorretiniana-miopia é uma doença genética rara que afeta principalmente os olhos. Ela é caracterizada por alterações no cristalino (a lente natural do olho), na retina (a camada sensível à luz no fundo do olho) e por miopia (dificuldade para enxergar de longe). A condição foi descrita em quatro membros de uma mesma família, todos filhos de um casamento consanguíneo. Sua prevalência é estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas.[1]

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas envolvem os olhos e podem estar presentes desde o período neonatal ou na primeira infância. Eles incluem: ectopia do cristalino (deslocamento do cristalino de sua posição normal), catarata (opacificação do cristalino), distrofia coriorretiniana generalizada (degeneração da retina e da coroide, a camada vascular abaixo dela) e descolamento total da retina. A miopia (grau elevado de visão curta) também foi relatada.[1]

Causas genéticas

A síndrome é herdada de forma autossômica recessiva, o que significa que a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a doença. Até o momento, o gene específico responsável pela condição não foi identificado (símbolo do gene: não disponível). A herança autossômica recessiva explica a ocorrência em múltiplos membros de uma mesma família com pais consanguíneos.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica oftalmológica detalhada, que identifica as alterações características do cristalino e da retina, além da miopia. Exames genéticos podem auxiliar na confirmação e no aconselhamento familiar. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como: cariótipo (bandas G, Q ou R), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES), dosagem de alfa-fetoproteína e atendimento em reabilitação para doenças raras. Atualmente, há 9 tipos de testes genéticos disponíveis para a condição.[1][3][4]

Tratamento e manejo

O tratamento é focado no manejo dos sintomas oculares e na prevenção de complicações, como o descolamento da retina. Não há cura conhecida. As abordagens podem incluir correção da miopia com óculos ou lentes de contato, cirurgia para reposicionamento ou remoção do cristalino (nos casos de ectopia ou catarata) e acompanhamento oftalmológico regular para monitorar a retina. O atendimento multidisciplinar, com suporte em reabilitação visual, é importante para a qualidade de vida.[1][4]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica (fonte: PubTator3) menciona associações entre a síndrome e algumas substâncias, mas estas não representam recomendações de tratamento. São dados de mineração de textos, com o número de publicações entre parênteses: Carotenoides (5), Pentobarbital (3), Carboidratos (1), Corticosterona (1), Ácidos graxos insaturados (1), Lipídios (1), Flavokawain B (1), Ácido glucônico (1), Hidrocortisona (1) e Antígeno polipeptídico tecidual específico (1). Consulte sempre seu médico antes de considerar qualquer intervenção.[4]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico depende da gravidade das alterações oculares e da precocidade do acompanhamento. O descolamento total da retina pode levar à perda severa da visão. No entanto, com diagnóstico precoce, cirurgias adequadas e reabilitação visual, é possível preservar alguma função visual e melhorar a qualidade de vida. O suporte familiar e o acesso a serviços especializados são fundamentais.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa1desde 2026
Últimos 10 anos1publicações
Pico20211 papers
Linha do tempo
2026Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

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Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

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Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de ectopia do cristalino-distrofia coriorretiniana-miopia

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Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
0 papers (10 anos)

Publicações recentes

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Associações

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Birt-Hogg-Dubé syndrome in Chinese patients: a literature review of 120 families.
    Orphanet J Rare Dis· 2021· PMID 34001170recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:1884(Orphanet)
  2. MONDO:0015997(MONDO)
  3. GARD:3999(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q55785872(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Síndrome de ectopia do cristalino-distrofia coriorretiniana-miopia
Compêndio · Raras BR

Síndrome de ectopia do cristalino-distrofia coriorretiniana-miopia

ORPHA:1884 · MONDO:0015997
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
8 casos conhecidos
Herança
Autosomal recessive
CID-10
Q15.8 · Outras malformações congênitas especificadas do olho
CID-11
Início
Infancy, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C2931115
Wikidata
DiscussaoAtiva

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0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata