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Síndrome de lisencefalia tipo 3-sequência de acinesia fetal familiar
ORPHA:86821CID-10 · Q04.3CID-11 · LD20.1OMIM 601160DOENÇA RARA
Início neonatalHerança AR

Doença rara autossômica recessiva caracterizada por lisencefalia tipo 3 e acinesia fetal familiar. Apresenta graves malformações cerebrais e contraturas articulares, resultando em imobilidade fetal e, frequentemente, em óbito neonatal.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 16/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Síndrome de lisencefalia tipo 3-sequência de acinesia fetal familiar é uma condição genética rara, caracterizada pela associação de microencefalia (cérebro pequeno), agenesia do corpo caloso (ausência da estrutura que conecta os dois hemisférios cerebrais), hipoplasia do tronco cerebral (desenvolvimento incompleto dessa região), cerebelo cístico (formação de cistos no cerebelo) e sequência de acinesia fetal (movimentos fetais reduzidos ou ausentes). Menos de 10 casos foram descritos até o momento.[1]

A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas. A idade de início é antenatal, ou seja, as alterações começam ainda durante a gestação.[1]

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas descritos incluem microencefalia (cérebro pequeno), agenesia do corpo caloso (ausência da estrutura que conecta os hemisférios cerebrais), hipoplasia do tronco cerebral (desenvolvimento incompleto do tronco encefálico), cerebelo cístico (presença de cistos no cerebelo) e sequência de acinesia fetal (movimentos fetais reduzidos ou ausentes).[1]

Causas genéticas

A síndrome é transmitida como um traço autossômico recessivo. Isso significa que, para manifestar a doença, a pessoa precisa herdar duas cópias do gene alterado (uma de cada genitor). Pode ser uma variante alélica da síndrome de Neu-Laxova e da lisencefalia tipo III com displasia dos ossos metacarpais.[1][2][4]

Até o momento, não há um gene específico identificado para esta condição nos bancos de dados consultados.[1][2][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica e em exames de imagem, como ultrassonografia pré-natal e ressonância magnética, que podem identificar as alterações cerebrais características. Exames genéticos podem auxiliar na confirmação diagnóstica.[1][2][4]

No Brasil, os seguintes procedimentos estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) com cobertura mínima: cariótipo (bandas G, Q ou R), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES), dosagem de alfa-fetoproteína e atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][2][4]

Tratamento e manejo

Não há tratamento curativo específico para esta síndrome. O manejo é multidisciplinar e visa oferecer suporte aos sintomas e complicações, com acompanhamento em reabilitação para doenças raras, conforme disponível no SUS.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

Devido à gravidade das alterações cerebrais e à sequência de acinesia fetal, o prognóstico é reservado. Menos de 10 casos foram descritos na literatura, o que limita informações sobre a sobrevida e qualidade de vida a longo prazo.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Doença rara autossômica recessiva caracterizada por lisencefalia tipo 3 e acinesia fetal familiar. Apresenta graves malformações cerebrais e contraturas articulares, resultando em imobilidade fetal e, frequentemente, em óbito neonatal.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
5
pacientes catalogados
Início
Antenatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q04.3
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
Você se identifica com essa condição?
O Raras está aqui pra te apoiar — com ou sem diagnóstico

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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 16/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Síndrome de lisencefalia tipo 3-sequência de acinesia fetal familiar é uma condição genética rara, caracterizada pela associação de microencefalia (cérebro pequeno), agenesia do corpo caloso (ausência da estrutura que conecta os dois hemisférios cerebrais), hipoplasia do tronco cerebral (desenvolvimento incompleto dessa região), cerebelo cístico (formação de cistos no cerebelo) e sequência de acinesia fetal (movimentos fetais reduzidos ou ausentes). Menos de 10 casos foram descritos até o momento.[1]

A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas. A idade de início é antenatal, ou seja, as alterações começam ainda durante a gestação.[1]

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas descritos incluem microencefalia (cérebro pequeno), agenesia do corpo caloso (ausência da estrutura que conecta os hemisférios cerebrais), hipoplasia do tronco cerebral (desenvolvimento incompleto do tronco encefálico), cerebelo cístico (presença de cistos no cerebelo) e sequência de acinesia fetal (movimentos fetais reduzidos ou ausentes).[1]

Causas genéticas

A síndrome é transmitida como um traço autossômico recessivo. Isso significa que, para manifestar a doença, a pessoa precisa herdar duas cópias do gene alterado (uma de cada genitor). Pode ser uma variante alélica da síndrome de Neu-Laxova e da lisencefalia tipo III com displasia dos ossos metacarpais.[1][2][4]

Até o momento, não há um gene específico identificado para esta condição nos bancos de dados consultados.[1][2][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica e em exames de imagem, como ultrassonografia pré-natal e ressonância magnética, que podem identificar as alterações cerebrais características. Exames genéticos podem auxiliar na confirmação diagnóstica.[1][2][4]

No Brasil, os seguintes procedimentos estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) com cobertura mínima: cariótipo (bandas G, Q ou R), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES), dosagem de alfa-fetoproteína e atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][2][4]

Tratamento e manejo

Não há tratamento curativo específico para esta síndrome. O manejo é multidisciplinar e visa oferecer suporte aos sintomas e complicações, com acompanhamento em reabilitação para doenças raras, conforme disponível no SUS.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

Devido à gravidade das alterações cerebrais e à sequência de acinesia fetal, o prognóstico é reservado. Menos de 10 casos foram descritos na literatura, o que limita informações sobre a sobrevida e qualidade de vida a longo prazo.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa30desde 1996
Últimos 10 anos1publicações
Pico19961 papers
Linha do tempo
2000201020201996Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de lisencefalia tipo 3-sequência de acinesia fetal familiar

🗺️

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Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Síndrome de lisencefalia tipo 3-sequência de acinesia fetal familiar.

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Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Lethal familial fetal akinesia sequence (FAS) with distinct neuropathological pattern: type III lissencephaly syndrome.
    Am J Med Genet· 1996· PMID 8779318recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:86821(Orphanet)
  2. MONDO:0019449(MONDO)
  3. GARD:19067(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q55788667(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Compêndio · Raras BR

Síndrome de lisencefalia tipo 3-sequência de acinesia fetal familiar

ORPHA:86821 · MONDO:0019449
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
5 casos conhecidos
Herança
Autosomal recessive
CID-10
Q04.3 · Outras deformidades por redução do encéfalo
CID-11
OMIM
601160
Início
Antenatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C4305255
Wikidata
DiscussaoAtiva

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📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Dado público estruturado
fonte: Wikidata