Doença rara autossômica recessiva caracterizada por lisencefalia tipo 3 e acinesia fetal familiar. Apresenta graves malformações cerebrais e contraturas articulares, resultando em imobilidade fetal e, frequentemente, em óbito neonatal.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Síndrome de lisencefalia tipo 3-sequência de acinesia fetal familiar é uma condição genética rara, caracterizada pela associação de microencefalia (cérebro pequeno), agenesia do corpo caloso (ausência da estrutura que conecta os dois hemisférios cerebrais), hipoplasia do tronco cerebral (desenvolvimento incompleto dessa região), cerebelo cístico (formação de cistos no cerebelo) e sequência de acinesia fetal (movimentos fetais reduzidos ou ausentes). Menos de 10 casos foram descritos até o momento.[1]
A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas. A idade de início é antenatal, ou seja, as alterações começam ainda durante a gestação.[1]
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas descritos incluem microencefalia (cérebro pequeno), agenesia do corpo caloso (ausência da estrutura que conecta os hemisférios cerebrais), hipoplasia do tronco cerebral (desenvolvimento incompleto do tronco encefálico), cerebelo cístico (presença de cistos no cerebelo) e sequência de acinesia fetal (movimentos fetais reduzidos ou ausentes).[1]
Causas genéticas
A síndrome é transmitida como um traço autossômico recessivo. Isso significa que, para manifestar a doença, a pessoa precisa herdar duas cópias do gene alterado (uma de cada genitor). Pode ser uma variante alélica da síndrome de Neu-Laxova e da lisencefalia tipo III com displasia dos ossos metacarpais.[1][2][4]
Até o momento, não há um gene específico identificado para esta condição nos bancos de dados consultados.[1][2][4]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica e em exames de imagem, como ultrassonografia pré-natal e ressonância magnética, que podem identificar as alterações cerebrais características. Exames genéticos podem auxiliar na confirmação diagnóstica.[1][2][4]
No Brasil, os seguintes procedimentos estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) com cobertura mínima: cariótipo (bandas G, Q ou R), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES), dosagem de alfa-fetoproteína e atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][2][4]
Tratamento e manejo
Prognóstico e qualidade de vida
Devido à gravidade das alterações cerebrais e à sequência de acinesia fetal, o prognóstico é reservado. Menos de 10 casos foram descritos na literatura, o que limita informações sobre a sobrevida e qualidade de vida a longo prazo.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Doença rara autossômica recessiva caracterizada por lisencefalia tipo 3 e acinesia fetal familiar. Apresenta graves malformações cerebrais e contraturas articulares, resultando em imobilidade fetal e, frequentemente, em óbito neonatal.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →
Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
Preparando trilha educativa...
Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Síndrome de lisencefalia tipo 3-sequência de acinesia fetal familiar é uma condição genética rara, caracterizada pela associação de microencefalia (cérebro pequeno), agenesia do corpo caloso (ausência da estrutura que conecta os dois hemisférios cerebrais), hipoplasia do tronco cerebral (desenvolvimento incompleto dessa região), cerebelo cístico (formação de cistos no cerebelo) e sequência de acinesia fetal (movimentos fetais reduzidos ou ausentes). Menos de 10 casos foram descritos até o momento.[1]
A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas. A idade de início é antenatal, ou seja, as alterações começam ainda durante a gestação.[1]
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas descritos incluem microencefalia (cérebro pequeno), agenesia do corpo caloso (ausência da estrutura que conecta os hemisférios cerebrais), hipoplasia do tronco cerebral (desenvolvimento incompleto do tronco encefálico), cerebelo cístico (presença de cistos no cerebelo) e sequência de acinesia fetal (movimentos fetais reduzidos ou ausentes).[1]
Causas genéticas
A síndrome é transmitida como um traço autossômico recessivo. Isso significa que, para manifestar a doença, a pessoa precisa herdar duas cópias do gene alterado (uma de cada genitor). Pode ser uma variante alélica da síndrome de Neu-Laxova e da lisencefalia tipo III com displasia dos ossos metacarpais.[1][2][4]
Até o momento, não há um gene específico identificado para esta condição nos bancos de dados consultados.[1][2][4]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica e em exames de imagem, como ultrassonografia pré-natal e ressonância magnética, que podem identificar as alterações cerebrais características. Exames genéticos podem auxiliar na confirmação diagnóstica.[1][2][4]
No Brasil, os seguintes procedimentos estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) com cobertura mínima: cariótipo (bandas G, Q ou R), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES), dosagem de alfa-fetoproteína e atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][2][4]
Tratamento e manejo
Prognóstico e qualidade de vida
Devido à gravidade das alterações cerebrais e à sequência de acinesia fetal, o prognóstico é reservado. Menos de 10 casos foram descritos na literatura, o que limita informações sobre a sobrevida e qualidade de vida a longo prazo.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Linha do tempo da pesquisa
Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →
Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de lisencefalia tipo 3-sequência de acinesia fetal familiar
Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Publicações recentes
Ver todas no PubMedAssociações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
Ainda não temos associações cadastradas para Síndrome de lisencefalia tipo 3-sequência de acinesia fetal familiar.
É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →
Comunidades
Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras
Ainda não existe comunidade no Raras para Síndrome de lisencefalia tipo 3-sequência de acinesia fetal familiar
Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.
Tire suas dúvidas
Perguntas, dicas e experiências compartilhadas aqui na página
Participe da discussão
Faça login para postar dúvidas, compartilhar experiências e interagir com especialistas.
Fazer loginDoenças relacionadas
Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico
Ainda não achamos doenças com sintomas parecidos o suficiente.
Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:86821(Orphanet)
- MONDO:0019449(MONDO)
- GARD:19067(GARD (NIH))
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q55788667(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
Síndrome de lisencefalia tipo 3-sequência de acinesia fetal familiar
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata