Uma doença rara e adquirida do neurônio motor caracterizada por uma hemiplegia lentamente progressiva, unilateral, ascendente ou descendente, associada a sinais piramidais unilaterais ou assimétricos e sem perda sensorial. É um diagnóstico de exclusão e existe controvérsia sobre se a presença de sintomas bulbares, distúrbios esfincterianos, fasciculações ou manifestações cognitivas caracterizam a doença.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Síndrome de Mills é uma doença rara e adquirida do neurônio motor caracterizada por uma hemiplegia lentamente progressiva, unilateral, ascendente ou descendente, associada a sinais piramidais unilaterais ou assimétricos e sem perda sensorial.[1]
A prevalência estimada é de 1 a 9 casos por 1.000.000 de pessoas. A condição pode ter início em diferentes faixas etárias, incluindo a infância, adolescência, idade adulta e em idosos.[1]
Sinais e sintomas
A manifestação principal envolve fraqueza unilateral progressiva (hemiplegia) e sinais piramidais assimétricos, ocorrendo sem perda sensorial associada.[1]
Existe controvérsia na literatura médica sobre se a presença de sintomas bulbares, distúrbios esfincterianos, fasciculações ou manifestações cognitivas caracterizam a síndrome.[1]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico da Síndrome de Mills é estabelecido por exclusão de outras condições neurológicas. Na Classificação Internacional de Doenças (CID-10), é classificada sob o código G12.2.[1]
Existem registros de testes genéticos (17.084 testes catalogados) associados ao mapeamento diferencial, embora não haja variantes patogênicas ou genes específicos definidos para a doença.[1][2][3]
Tratamento e manejo
Tratamentos citados na literatura
As seguintes substâncias foram identificadas em associações mineradas da literatura científica (com o número de publicações correspondente entre parênteses) e NÃO constituem recomendação de tratamento: Fluorodeoxyglucose F18 (2), Carbon (1) e Cesium 137 (1).[3]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
A Síndrome de Mills é uma condição neurológica rara que afeta os neurônios motores e se desenvolve ao longo da vida. Ela provoca fraqueza ou paralisia de progressão lenta em um dos lados do corpo, sem que a pessoa perca a sensibilidade na região afetada. A doença não consta na lista oficial de PCDTs de doenças raras do Ministério da Saúde e não tem remédios específicos fornecidos pelo SUS. O apoio pelo SUS é direcionado ao atendimento em reabilitação voltado para doenças raras.
Uma doença rara e adquirida do neurônio motor caracterizada por uma hemiplegia lentamente progressiva, unilateral, ascendente ou descendente, associada a sinais piramidais unilaterais ou assimétricos e sem perda sensorial. É um diagnóstico de exclusão e existe controvérsia sobre se a presença de sintomas bulbares, distúrbios esfincterianos, fasciculações ou manifestações cognitivas caracterizam a doença.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Diagnóstico
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A Síndrome de Mills é definida como uma doença adquirida do neurônio motor. Não há genes específicos nem padrões de herança catalogados nos registros oficiais.
Referências
Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete
4 fontes citadas no texto · 6 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 4 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Citar este verbete
Raras. (2026). Síndrome de Mills. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/sindrome-de-mills
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Síndrome de Mills
📋 Origem dos dados
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- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)